Avenida Central

Maçaínhas

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© Dario Silva, 02-10-2009

Maçaínhas, Linha da Beira Baixa. O eléctrico veio de Lisboa.

Um País de Asfalto e Betão | 3

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© david collins

Quando soube da construção de um parque de estacionamento subterrâneo na Praça da Galiza (junto à Central de Camionagem), dei comigo a pensar da crescente dificuldade que é estacionar de forma gratuita na cidade de Braga. As dificuldades impostas ao estacionamento no centro até poderiam inserir-se numa política de estímulo ao uso de transportes colectivos, mas a realidade demonstra que a falta de alternativas torna o uso do carro verdadeiramente imprescindível.

Braga continua a construir-se para o uso do carro. Há mais de um ano, um conjunto assinalável de cidadãos mobilizou-se por uma proposta alternativa de desenvolvimento: construir uma rede de transportes urbanos sobre carris, com ligação à rede ferroviária interurbana que deveria ligar Braga ao Porto, Barcelos, Famalicão e Guimarães. Apesar da simpatia com que as nossas ideias foram recebidas, as políticas municipais de transportes mantêm-se inalteradas, não se conhecendo mais do que pequenos ajustes pontuais no serviço prestado pelos TUB.

Neste país que se faz de asfalto e betão, grande parte do que produzimos evapora-se em combustíveis, consome-se em borracha de pneu e desgasta-se em viagens verdadeiramente desgastantes. A alternativa está à vista de todos.

Coimbra: Um Passo à Frente

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Metro apresentado em Paris.

Estudo de Mobilidade: E Agora?

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O Estudo de Mobilidade, ao traçar o diagnóstico e demonstrar a magnitude do problema, abre caminho para que este se assuma como um facto político e possam emergir novas soluções que, por mais pareceres técnicos que se peçam, têm que ser eminentemente políticas. Não há vitórias morais nestas questões sem que se cumpra o benefício material das populações com a efectiva resolução dos seus problemas quotidianos.

Apesar do mediatismo do tema, da necessidade de alterações ao paradigma de mobilidade instituído e das potencialidades que uma reconfiguração do sistema de transportes públicos permitiria explorar, a verdade é que, num futuro próximo, o assunto não deverá sair do plano das intenções. Além do mais, apesar das deficiências do sistema de mobilidade do concelho de Braga serem profundas, a verdade é que ainda não são percepcionadas em larga escala pela generalidade dos cidadãos, a massa crítica que ratifica as políticas autárquicas através do voto.

Ao contrário do que tenho lido em alguns comentários, é imperioso que as questões da mobilidade interna do concelho de Braga sejam perspectivadas numa lógica regional. A construção de um eixo ferroviário entre Maximimos e Gualtar não pode ser equacionada sem levar em linha de conta o prolongamento da ferrovia até Guimarães e, do mesmo modo, a construção de uma linha entre Braga e Guimarães não pode ser pensada sem a reestruturação da rede ferroviária do concelho de Braga. Fazê-lo seria perpetuar os erros e multiplicar os problemas.

Convém ter em linha de conta que o deficiente planeamento resulta na inexistência de corredores para a ferrovia, o que faz disparar os custos das soluções mais equilibradas e geradoras de maior competitividade. Por outro lado, é preciso não esquecer que a organização politico-administrativa do país inviabiliza a tomada deste tipo de decisões num registo regional. Lisboa terá sempre uma palavra a dizer no futuro dos transportes entre Maximinos e Azurém ou entre Trandeiras e Pedralva.

Ainda assim, estou convencido de que uma intervenção desta escala seria geradora de ganhos sociais e económicos altamente compensadores mas também de que os actores regionais serão capazes de uma base de entendimento que exceda o interesse do seu próprio quintal, projectando a região do Minho no contexto europeu.

É nesta perspectiva que, embora com alguma dose de optimismo, não posso deixar de prever que, no curto prazo, surgirão muitas críticas substanciais ou estratégicas à solução proposta pelo parecer técnico [ver imagem], muito semelhante à que havíamos defendido em 2007. Seja como for, o assunto não poderá cair no esquecimento sob pena de, quando acordarmos, já termos perdido o comboio da competitividade.

Via Aberta para o Eléctrico, Metro ou Comboio (III)

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Depois de tudo o que fomos dizendo e escrevendo acerca da mobilidade no Concelho de Braga e na Região do Minho, importa salientar o seguinte:

1. Não há dúvida de que o modelo de mobilidade actual foi construído em função do uso preferencial de transportes motorizados particulares. Trata-se de um modelo desaqueado para as necessidades de competitividade da cidade/região e para os padrões de exigência ambiental do momento actual.

2. O investimento na promoção do uso da bicicleta e no regresso do transporte urbano sobre carris à cidade de Braga são as medidas estruturantes que se impõem para solucionar grande parte dos problemas de mobilidade da cidade/região, constituindo-se adicionalmente como factores de redução das assimetrias sociais e de aumento da competitividade regional.

3. A criação de uma linha de Metro/Comboio entre Aveleda e Gualtar, construída num eixo claramente deficitário na qualidade da oferta de transporte público, afigura-se-nos como decisiva para a mudança do paradigma dominante em matéria de mobilidade interna.

4. Apesar do estudo postular que «a densificação da rede de transportes públicos na zona central através de um serviço "porta-a-porta" em sítio próprio (por exemplo eléctrico) e complementar a esse eixo ferroviário (pesado) estruturante, constitui uma possibilidade a explorar a médio/longo prazo», parece-me que não será de descartar esta solução no curto/médio prazo.

5. A proposta de supramunicipalização dos TUB/EM, avançada no Parecer ao Estudo de Mobilidade, parece assumir uma importância vital na reconfiguração do sistema de mobilidade interno da região, projectando o Minho no contexto nacional e internacional.

6. Do mesmo modo, importa não desprezar que «uma futura expansão da Linha [de comboio ou metro] até Guimarães, passando pelo AvePark e pelo Pólo de Azurém da UM, deverá constituir uma nova alavancagem no nível de utilização dos transportes urbanos, na medida em que o seu âmbito de influência é alargado por via de uma intermodalidade que pode ser bem programada.»

7. Tal como temos vindo a repetir, os autores do estudo não deixam também de salientar que «a organização do sistema de transportes públicos e da intermodalidade é assim uma peça-chave na colocação da cidade de Braga como pivot do arco de cidades entre Viana do Castelo e Felgueiras, ganhando espaço de influência à Área Metropolitana do Porto e dinâmica demográfica, económica e social comparável com a cidade de Vigo. E essa realidade é essencial ao equilíbrio da rede urbana no conjunto da Euroregião Norte de Portugal-Galiza e a uma Região do Norte menos portocêntrica

Cumpridos 8 meses sobre a Petição pelo Regresso do Eléctrico e conhecidos que são os resultados do Estudo de Mobilidade, importa registar com enorme satisfação que a competente opinião técnica venha corroborar aquilo que, enquanto cidadãos, temos defendido ao longos dos últimos anos. Contudo, o tempo da retórica está a chegar ao fim, sendo hora de se avançar para os planos concretos. Projectos que permitam desafogar o colete de forças em que os problemas da mobilidade ameaçam tornar-se caso tudo fique como está.

[fotografia de Dario Silva; esquema retirado do parecer técnico do Estudo de Mobilidade]

Via Aberta para o Eléctrico, Metro ou Comboio (II)

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Podem consultar o estudo aqui.

Via Aberta para o Eléctrico, Metro ou Comboio

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«Prolongar a linha ferroviária da Estação terminal, em Maximinos, até à freguesia de Gualtar, em exploração tipo metro, é uma «possibilidade que deve ser encarada» pela Câmara Municipal de Braga.» [Diário do Minho]

«Braga tem um potencial enorme para aumentar a mobilidade interna. Porém, isso exige uma reforma na gestão dos espaço-canal disponíveis e uma aposta dos TUB/EM noutros tipos de transportes públicos como o eléctrico, o comboio ou o metro.» [Correio do Minho]

«Os serviços de transportes públicos de Braga terão esgotada a margem de progressão em termos de captação de novos clientes, dado o grau de dependência da população residente relativamente ao transporte individual e o congestionamento automóvel que dificulta ganhos de fiabilidade no autocarro[Jornal de Notícias]

«O prolongamento da actual linha ferroviária até Gualtar é uma das soluções apontadas. Além de descongestionar o centro da cidade, incrementaria a mobilidade e tornaria o transporte público mais atractivo. A solução a estudar seria o enterramento da via--férrea sob a Circular Norte, num trajecto que ligaria Maximinos ao novo estádio de Braga, Universidade do Minho, futuro hospital de Braga e Centro Ibérico de Nanotecnologias [Público]

Valeu a pena. O Estudo de Mobilidade, ontem apresentado, corrobora algumas das principais soluções que, ao longo de mais de um ano, fomos debatendo e defendendo no Avenida Central e noutros blogues da região. A caminhada iniciada com a Petição pelo Regresso do Eléctrico conhece agora mais um capítulo feliz. Reservo mais comentários para logo.

O Eléctrico de Montpellier

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O Eléctrico de Barcelona

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O Eléctrico de Bilbau

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O Eléctrico de Sevilha

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O Eléctrico de Murcia

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Enquanto não se conhecem os resultados do estudo sobre o regresso do transporte urbano sobre carris à cidade de Braga, sugiro a visita ao site da Tranvimur, «un transporte público rápido, ecológico, seguro y económico» da Múrcia do Século XXI. [endereço do portal enviado por Dario Silva]

Para uma História dos Eléctricos de Braga...

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«Em Maio deste ano completam-se quarenta e cinco anos após a viagem do último eléctrico bracarense. Braga, aliás, foi última cidade do país a electrificar a rede de transportes urbanos (1914) e curiosamente a primeira a desactivá-los (1963). Ao contrário das outras cidades portuguesas que também adoptaram este simpático transporte urbano (Porto, Coimbra, Lisboa e Sintra), Braga não conservou nenhum dos seus carros eléctricos, dos seus atrelados e do restante património associado. Todos os 11 eléctricos e atrelados que circularam na cidade foram desmatelados e convertidos em sucata e, mais tarde, foi destruído o próprio edifício onde os eléctricos recolhiam e que se situava no cruzamento da Rua Cardoso Avelino com a Rua Cruz de Pedra (junto à estação de comboios) para no mesmo local se construir mais um centro comercial. Braga tem vindo a perder e a destruir praticamente todo o seu património mais recente, nomeadamente muitas das infraestruturas industriais construídas nos finais do séc. XIX ou inícios do séc. XX, correndo-se o risco de este período apenas ficar documentado por fotografias. Não é por acaso que a maioria dos bracarense de hoje não sabe que Braga já foi servida por uma rede de eléctricos entre Maximinos/Estação da CP e Gualtar/Bom-Jesus e entre o Estádio 1º de Maio e Monte D'Arcos.»

Sexta, 28 de Março - 21.30
Velha-a-Branca
Mais informações

Em Busca do Estudo Perdido

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Na semana em que a Petição Pelo Regresso do Eléctrico foi tema de comunicação nas III Jornadas Internacionais de Jornalismo da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, volta a ser necessário perguntar:

O que é que aconteceu ao anunciado Estudo de Mobilidade?

Fafe Quer Metro de Superfície

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«A Junta de Freguesia de Fafe reclama da Câmara Municipal uma acção reivindicativa, junto do quadrilátero urbano composto pelas cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães, tendo em vista integrar o concelho na rota do metro de superfície. A Junta de Freguesia de Fafe deliberou, na última sessão, solicitar à Câmara Municipal que adira ao projecto do metro de superfície apresentado ao Governo pelo quadrilátero urbano composto pelas cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães, já seleccionado no âmbito do programa “política de cidades POLIS XXI”. Pelo menos, que a Edilidade manifeste, junto do quadrilátero, o interesse e a vontade de participar no projecto, "a fim de beneficiar a cidade de Fafe com o metro de superfície, tornando-a turisticamente mais atraente e competitiva".» [Diário do Minho, 16.01.2008]

A vontade manifestada por alguns fafenses de se juntar ao anunciado quadrilátero urbano, sobretudo em termos de transportes ferroviários é uma notícia excelente. O que se lamenta é que a linha que ligava Fafe a Guimarães tenha sido ocupada por um bairro residencial às portas da cidade berço. Nada que a vontade e o engenho não resolvam.

As Notícias sobre o Estudo de Mobilidade

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PÚBLICO
Estudo de mobilidade gera polémica em Braga

«O líder da coligação Juntos por Braga, Ricardo Rio, acusa o presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado, de uma "verdadeira fraude" na questão do estudo de mobilidade encomendado pela empresa municipal de transportes. Durante a reunião do executivo de ontem, Rio confrontou Mesquita Machado com uma notícia, na qual o departamento de sociologia da Universidade do Minho (UM) negava qualquer envolvimento no estudo anunciado pela câmara. O presidente da câmara reiterou que o trabalho está a ser feito e revelou que é a directora do departamento de sociologia quem o coordena.

"O serviço foi encomendado à UM numa primeira fase e mais tarde transformado numa proposta à directora do departamento de sociologia, enquanto investigadora", explicou ao PÚBLICO o gabinete da presidência.

O líder da coligação critica a situação: "A câmara anunciou a ligação à Universidade do Minho para credibilizar o estudo e afinal é apenas uma docente que está a supervisioná-lo." Para a maioria socialista, a oposição está apenas a usar "um tema antigo para ocupar espaço, à falta de melhor para trazer à reunião de câmara". Ricardo Rio lamenta, por outro lado, que o estudo seja "um mero inquérito de opinião", quando a proposta original da coligação falava num "estudo rigoroso", mas o gabinete de Mesquita Machado contrapõe, dizendo que o inquérito "é apenas a primeira fase de um estudo de mobilidade alargado".

O estudo de mobilidade foi proposto pela oposição, tendo como base a petição on-line lançada pelo blogue Avenida Central com vista ao regresso do carro eléctrico à cidade. Na ocasião, a câmara anunciou que esse trabalho já estava a ser feito pelos Transportes Urbanos de Braga e pelo departamento de sociologia da Universidade do Minho.»
[Notícia Público]

DIÁRIO DO MINHO
Rio fala de «fraude» acerca de estudo de mobilidade

«O líder da Coligação Juntos por Braga disse ontem que o estudo de mobilidade urbana protocolado entre a Câmara de Braga e a Direcção Geral dos Transportes Terrestres está envolto de uma «fraude» protagonizada pelo presidente da Câmara. A acusação surge depois da oposição ter descoberto que o acordo se destina à realização de um «mero inquérito de opinião» sobre o funcionamento do serviço dos Transportes Urbanos de Braga e que começou a ser negociado em Maio de 2007, antes da petição pelo regresso do eléctrico, e assinado em fins de Setembro, sem que disso tivesse sido dado nota à oposição, apesar de Mesquita Machado ter sido interpelado sobre o assunto em reunião anterior à submissão da proposta da Coligação. [...]

O líder da Coligação acusou ainda Mesquita Machado de faltar à verdade quando disse que o estudo será feito com a colaboração do Departamento de Sociologia da Universidade do Minho. Segundo o vereador, o estudo será realizado sob a supervisão particular de uma docente da Universidade do Minho em colaboração com os Transportes Urbanos de Braga. «São duas coisas diferentes. Uma coisa é a instituição, o Departamento, outra coisa é o que cada funcionário faz nos seus tempos livres ou a título particular», realçou.

Confrontado com esta questão, Mesquita Machado rejeitou as acusações, esclarecendo que o inquérito é o início do estudo. «Depois do inquérito estar pronto vai ter sequência noutras fases», disse, asseverando que a maioria socialista «não enganou ninguém». O autarca confirmou que o estudo está a ser coordenado por uma docente da Universidade, nomeadamente pela directora do Departamento de Sociologia, Ana Paula Marques, para tornar o processo mais célere. «Para nós não faz diferença nenhuma ser institucionalmente com a Universidade do Minho ou ser através da pessoa que a Universidade ia pôr a trabalhar. Ela responsabilizou-se pelo estudo e emitiu o recibo do valor que se teria que pagar. Isto torna o processo mais
célere, porque não há necessidade de aprovações», explicou o autarca.»
[Notícia Diário do Minho]


CORREIO DO MINHO
Nada para apresentar

Braga: Opções do Plano e Orçamento 2008 (I)

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A Fraude
Ricardo Rio, líder da Coligação Juntos por Braga, denuncia a «fraude» do Estudo de Mobilidade.

Inacreditável
César Gomes insurge-se contra a posição anunciada por Mesquita Machado de chumbar «qualquer proposta da oposição relativa a recuperação da zona envolvente do parque de exposições». O Avenida Central disponibiliza as declarações dos protagonistas à Antena Minho:



Será Vírus ou Milagre?
A denúncia do anúncio de 5.000 contributos para o Orçamento Participativo que nenhum jornalista achou estranho ou descabido.

Diz que é uma espécie de estudo

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No dia em que se soube que o Departamento de Sociologia não está a participar em nenhum estudo de mobilidade, a Antena Minho reincide na tese de que o estudo está a ser elaborado pelos TUB e pelo Departamento de Sociologia da Universidade do Minho.

Quem faz o estudo? Quem o coordena? Qual o objecto do mesmo? Quais os métodos utilizados? Que tipo de validação tem o mesmo? Responda quem souber.

A Democracia Participativa exige total transparência.

Eléctrico: Universidade do Minho Desconhece Estudo

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Em 11 de Outubro, Mesquita Machado anunciou publicamente a realização de «um estudo de mobilidade urbana, que está a ser elaborado pelos Transportes Urbanos de Braga (TUB), em colaboração com o Departamento de Sociologia da Universidade do Minho». Seis dias mais tarde, dei conta das várias perplexidades que o referido anúncio me suscitou, entre as quais referia a estranheza pelo factos de os nomes dos investigadores nunca terem sido divulgados.

Hoje ficámos a saber, através de uma investigação do Jornal Online ComUM, que afinal «o Departamento de Sociologia da UM afirmou “não ter conhecimento” de qualquer estudo neste sentido». O Presidente dos TUB, por sua vez, anuncia que «o inquérito está praticamente fechado».

Sem comentários.

Regresso do Eléctrico a Braga?

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«O ComUM saiu à rua para saber a opinião dos bracarenses sobre um possível regresso do eléctrico à cidade. Os entrevistados pareceram estar satisfeitos com a ideia e aplaudiram o regresso deste meio de transporte à cidade minhota.»
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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