O Eléctrico de Sevilha

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58 comentários:

  1. Isso é bom é para estragar os centros históricos das cidades. Carros é que é bom e democrático (dois portugueses, um carro).

    Além disso, o carro é mais amigo do Estado: 70% do custo dos combustíveis é para impostos.
    O Imposto Automóvel também é boa ideia.
    O Imposto de Circulação, idem.
    Inspecções obrigatórias, outra despesa + IVA.
    Parques de estacionamento e parquímetros: paga x + IVA.
    Manutenção: x + Iva (eventualmente).
    Compra do carro: juros sobre o empréstimo a uma-porrada-de-anos.
    Portanto, carros é que é!
    Até já dizem que este e aquele modelo são "amigos do ambiente" (nenhum construtor parece ter a coragem de dizer "danifica menos o ambiente").

    E qual o custo social da nossa taxa de mortandade nas estradas? (ah, os impostos devem cobrir estes "custos")

    O que seria de Lisboa sem carros? Um sossego, que horror.

    Dario Silva

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  2. Isso é bom é para estragar os centros históricos das cidades. Carros é que é bom e democrático (dois portugueses, um carro).

    Além disso, o carro é mais amigo do Estado: 70% do custo dos combustíveis é para impostos.
    O Imposto Automóvel também é boa ideia.
    O Imposto de Circulação, idem.
    Inspecções obrigatórias, outra despesa + IVA.
    Parques de estacionamento e parquímetros: paga x + IVA.
    Manutenção: x + Iva (eventualmente).
    Compra do carro: juros sobre o empréstimo a uma-porrada-de-anos.
    Portanto, carros é que é!
    Até já dizem que este e aquele modelo são "amigos do ambiente" (nenhum construtor parece ter a coragem de dizer "danifica menos o ambiente").

    E qual o custo social da nossa taxa de mortandade nas estradas? (ah, os impostos devem cobrir estes "custos")

    O que seria de Lisboa sem carros? Um sossego, que horror.

    Dario Silva

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  3. E quantos habitantes tem Sevilha? Que fluxos de pessoas se verificam na cidade?
    Eu sou adepto de um transporte urbano em carril, não poluente. Claro que sou. Mas em Braga, só para ligar Gualtar à stação da CP e a Ponte à central de camionagem? Ou então para ligares as freguesias bracarenses de Santa Marinha da Costa à Senhora do Alívio?

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  4. Nota: em Sevilha também há "metro": http://www.sevilla21.com/metro/

    Excusado será dizer que a Linha de Alta Velocidade Madrid-Sevilha, aberto em 1992 aquando da Expo, detém já 50% do tráfego de passageiros naquele eixo. A aviação foi pulverizada.
    Acontece muito frequentemente termos que aguardar duas ou três horas até haver lugar disponível num comboio. Podem reservar online.
    http://www.renfe.es/ave/madrid_sevilla.html


    Dario Silva.
    (Não faltará muito para que a Espanha seja, por mérito próprio, lider mundial em Caminho de Ferro de Alta Velocidade. Se morarem em Bragança, podem ir apanhar "el Ave" em Puebla de Sanabria, a 35 km. Ou então, apanhem o IP4 para o Porto...)

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  5. Olha Pedro, vai dando ao pedal na tua BUTE. Não digas que os responsáveis da ECSV não intermediaram para te arranjar uma.
    Quando ganhares 200 contos compras um eléctrico e andas só tu nele.
    Cada vez gosto mais de ti.

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  6. Caro "anónimo",

    O exemplo que aqui se traz de Sevilha não é directamente comparável com o caso de "Braga" ou "Minho".
    Mas é, em si, um exemplo de como é possível MUDAR. Antes de 1992, no tempo de um velho comboio a gasóleo, a viagem Madrid-Sevilha era uma espécie de Braga-Algarve no tempo da N1 e almoço em Canal Caveira. A viagem pré-1992 demorava cerca de 09h. A quota de mercado do caminho de ferro era inferior a 10%.
    A viagem agora dura cerca de 2h30 e o comboio chega sempre à tabela... às vezes 15 minutos antes da hora.
    Queria com isto dizer apenas que o desenvolvimento/modernização de uma via férrea tem a capacidade de influenciar as redes locais de transporte, nomeadamente as redes "sobre carris". Veja-se o exemplo próximo do Metro do Porto com os seus 200.000 passageiros/dia e veja-se agora os pontos de rebatimento da rede de autocarros (servem dezenas de estações de metro/comboio no Grande Porto).

    Sabe quanto custa um litro de gasolina?

    Dario Silva.

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  7. Caro Dario Silva,

    não quererá dizer 1 português 2 carros?

    a mim a realidade parece-me ser mais esta. a cada manhã vejo sempre cada automóvel apenas com o condutor, raramente se vê mais algum tripulante.

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  8. Madrid Sevilha, 9h antes de 92?Não sabia...Se fosse em Portugal tinham fechado a linha...=)

    Por falar em linhas fechadas, alguem quer vir a Fregeneda amanhã?

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  9. Em Sevilha isto não é considerado electrico mas sim metro.

    JN

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  10. mas tecnicamente é um electrico, a avaliar pela imagem...

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  11. Depois da "prosa habitual do Srº Silva" que mais dizer? Claro tb sou a favor dum ambiente ecológico, apoio o eléctrico e os comboios, se possível a prestarem um BOM serviço público e entendo Braga precisa de ser cidade activa nesta matéria.Conto a aposição se lembre desta questão, que não é de pormenor.Enfim entre PDM, PU e PP, talvez o executivo actual apresente um dia destes algo de inovador em matéria de transportes.Mas pode ser tarde e o comboio ter partido antes do desejado projecto para a cidade e arredores...

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  12. o que é um metro? ou um eléctrico?

    maneiras populares de distinguir dois meios de transporte primos. o 1º circula em canal exclusivo, enterrado ou à superfície. pode ser 'pesado' - maior gabarit e mais capacidade - ou ligeiro (tram-train ou light rail) como o do Porto. este último é mas flexível e mais adaptado às realidades nacionais, inclusivamente em Lisboa, pequena metrópole com pouco mais de 2,5 milhões de habitantes, que tem um insustentável sistema que só começa a ser justificável a partir dos 5/6 milhões de habitantes.

    já o eléctrico, ou tramway, ou, mais portuguesmente, tranvia é um veículo que circula sobre carris,com gabarit normalmente mais reduzido, á superfície e que compartilha o canal, quase sempre e na maior parte dos casos, com a rodovia.

    metro: deriva da expressão inglesa (Londres) 'metropolitan train'. logo, teoricamente aplica-se a quase tudo que se desloque sobre carris em meio urbano.

    em lisboa, quando me dizem que o metro do Porto é um 'eléctrico' eu digo que sim. de seguida pergunto se o metro de Lisboa é 'diesel'.

    :->

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  13. Antonio Alves

    O metro de Lisboa não abrange toda a área metropolitana, nem sequer toda a cidade, por isso não deve ter sob a sua influencia os 2,5 Milhões..

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  14. Por muito cara que esteja a Gasolina ou o" Gasóleo" a verdade está à vista 1 carro um passageiro, grandes máquinas conduzidas por senhoras e estudantes, enfim uma realidade nada condizente com o cenário dos que dizem o desemprego, os salários de miséria e as reformas reduzidas são situação de cerca de 5 milhões de Portugueses.Entretanto nas agências de viagens esgotam-se as vagas para a Madeira, Tunísia, cabo Verde, Brasil etc etc, os Hoteis de luxo nas principais cidades onde uma noite pode custar entre 600 ou 3000Euros esgotam,os carros topo de gama não chegam para as encomendas, as pensões acima dos 2000E duplicaram nos últimos tempos muito à custa dos funcionários Públicos, enfim expliquem-me onde anda a crise e quem são os pobres?Começo a acreditar vivo num País cor de rosa, será de ouvir o nosso Primeiro Ministro? Será verddade? Vamos todos pensar em férias.

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  15. Desculpem se escrevo mal, mas sou reformado tenho 67 Anos e uma pensão de 750E, mas meu filho ensinou-me a escrever no computador e resolvi participar.Li e gostei muito dos vossos textos, tem lógica o srº Silva quando mistura comboios e eléctricos eu conheço a família e sei é boa gente.Gosto também de andar de comboio mas as pernas já não me ajudam a ir ao seu encontro.Não assino o nome porque ainda não sei como se faz isso , mas mando como anónimo, não me levem a mal e Boa viagem.

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  16. obviamente q não abrange. e esse é um dos resultados de se ter optado por um metro pesado e exclusivamente enterrado - e imaginem, essa opção foi mesmo tomada há mais de 50 anos quando mesmo nada o justificava. o dinheiro não chega para tudo. ou se gasta em estações moscovitas ou se gasta em quilómetros de linha. o metro do Porto já tem quase 60 km de rede, praticamente o dobro da de Lisboa e por preços muito mais simpáticos. obtém também uma taxa de cobertura de 54% na sua exploração que é quase caso único no que respeita a empresas de trsnaportes públicos tanto em Portugal como no contexto europeu. E isto tudo quando o estado central apenas pagou até hoje cerca de 8% dos custos de construção. O resto foi obtido com recurso a empréstimos do Banco Europeu de Investimento.

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  17. ya, li recentemente que um sistema de light rail custa 10% do que um metro convencional. E esse sistema de light rail consegue fazer 90% do serviço que faz o metro convencional...

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  18. Caro António Alves,

    E permitam-me os restantes senhores passageiros.
    Eu já estou crente de que a diferenciação entre "eléctrico", "metro" e "comboio", é, primeiramente e em último lugar, depende de um critério político.

    E dou um exemplo actual: em Julho de 1995, Cavaco Silva, então primeiro ministro, foi a Mirandela re-inaugurar a primeira e única reabertura-de-linha do séc. XX; entre MIRANDELA e CARVALHAIS foi reaberta a Linha do Tua.
    São, ainda, 4,5 km de via métrica com serviço regular de segunda a sexta e explorados pela empresa municipal "Metro de Mirandela".
    O serviço adoptou o nome "Metro Ligeiro de Mirandela".
    Ora, sucede que aqueles mesmos veículos (reabilitados numa fábrica de autocarros a partir do chassis de antigas automotoras de fabrico jugoslavo) também efectuam, desde há quatro ou cinco anos, todo o serviço "CP Regional" entre MIRANDELA e TUA (Linha do Douro), numa extensão de 54 km.
    Este serviço prestado pela empresa Metro de Mirandela por encomenda da empresa pública CP Ep é um serviço "comboio". A CP, entende o povo, explora serviço ferroviário em COMBOIO. A CP de agora já não tem barcos nem autocarros na sua frota, apenas comboios.
    Portanto, o mesmo tipo de veículo é "metro" e é "comboio".

    Igualmente, os veículos que circulam na Linha do Corgo (actualmente da Régua a Vila Real - 25,2km) são uma cópia perfeita dos mesmo veículos do "Metro de Mirandela". Aliás, têm uma pequena diferença: são pintados de vermelho e não verde. E têm pintado o logotipo "CP" e não "Metro de Mirandela".
    A CP e o povo chama a esses veículos do Corgo "comboio" (apoiado!).

    Este é, em Portugal, o caso mais relevante de nomenclatura diferente para veículos iguais.

    Mudando da política para a técnica: quão diferentes são os veículos do "Metro do Porto" e os "eléctricos" da linha 15 de Lisboa?
    É certo: os "eléctricos" do Porto usam bitola UIC 1435 mm (a mesma do TGV) enquanto o "metro ligeiro" de Lisboa utiliza a primitiva bitola 90cm.

    Ainda do ponto de vista técnico: quão extensas são as diferenças entre o "Metro de Lisboa" e os comboios da Linha de Cascais (diferentes em vários aspectos da generalidade dos comboios da CP). A voltagem na catenária ou no patim? A altura das plataformas?.... são realmente muito parecidos...

    Posto isto, vou continuar a minha busca pelo intangível: o que é um comboio.

    Dario Silva

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  19. Caro Drº Pedro...Saudações.Permita-me utilize o seu Blog para expressar algo que não é já possível nos periódicos da cidade.A liberdade conquistada em 1974, continua amordaçada em muitos direitos fundamentais.Conheco-o e sei é um liberal, porém permita-me manifeste uma opinião, Braga em termos de informação permanece como no passado, menos conformadora, mas obediente ao poder e interesses locais.Os periódicos e a cidade vivem o passado e comemoram insipidamente e sem chama o 25 de Abril, qual acontecimento funesto.Veja que comemorações temos na cidade e que divulgação existe das actividades levadas a cabo pelos Sindicatos, passei no Turismo e NADA.Abril morreu em Braga curiosamente pela mão dum governo Socialista.Tudo é esquecimento.Caro Doutor Pedro, nesta data permita-me agradeça o ter um Blog Democrático, é sinal que a sua juventude aceita a Democracia e respeita as ideias.Obrigado.

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  20. Até Paris está a apostar mais nos eléctricos do que no metro.
    Agora centrando em Braga. Por acaso já olharam para a cidade e pensaram por onde o eléctrico deveria passar? Quais os potenciais locais?
    Universidade <-> Estação apenas é ridículo. O sistema não será sustentável.
    Por outro lado a actual estação, apesar de moderna, não tem por onde se pegue. Não servirá o comboio de alta velocidade, não serve para uma ligação Guimarães-Braga-Barcelos (a não ser que faça inversão), não está apta para um prolongação de Train-Tram (sim, não é um Tram-Train) em, direcção ao centro, não dá para transformar num intermodal.
    Enfim, um beco sem saída...
    Porque não fizeram na década de 30 a estação central?

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  21. Discordo da prespectiva do último participante mesmo sem ser técnico de ferrovia ou rodovia.É evidente pode ser aproveitado o traçado da rodovia com metro ou comboio subterrâneo por exemplo, o contrário sucede entre Contumil e Porto Campanhã julgo eu e com sucesso, a evolução técnica permite quase tudo.Falta é vontade política e económica...teremos hoje posses para tal obra? Dúvido gastaram-se milhões e agora fazem-se contas aos tostões.Estará Braga condenada a ficar assim para sempre?É tempo de pensar que transportes teremos na cidade em pleno século xxI? O silêncio dos resposáveis da autarquia e dos politicos da Região, não promete nada e pior nada sugerem...

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  22. «o metro do Porto já tem quase 60 km de rede, praticamente o dobro da de Lisboa e por preços muito mais simpáticos.»

    Isso é bonito de se dizer, mas é um defeito da língua portuguesa. O que Lisboa tem é um Subway ou um Underground. O que o Porto tem é um "metro" à portuguesa... Mas metro, metro, é o Underground e o Subway. Não são coisas comparáveis. É como dizer que temos não sei quantos km de auto-estradas e vias-rápidas e só temos tantos km de metro no porto. Não só o nome "metro" é um engano. Também no nome "Porto" é um terrível engano... aquilo funciona na GAM (Grande Área Metropolitana) do Porto e não "no" Porto. Lisboa também tem comboios para as cidades envolventes. O "metro" do "Porto", basicamente, para essas cidades, é um comboiozito. Confunde-se facilmente. É um meio termo, não se sabe bem o que é, mas resolveram chamar-lhe "metro". Mas se quer comparar Lisboa e Porto... compare o que é comparável.

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  23. Não percebo a polémica.O Ministério da Educação já está a fazer plantações de onagros por tudo o país.Carros para quê?

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  24. Oh, tá certo, os eléctricos até são bonitos, mas estradas, Sevilha e Múrcia têm ruas planas e largas para os lá pôr.

    Agora, ali abaixo, perdão, mas, para o bem e o mal, o conego melo de certo merece os comentários que lhe queiram fazer.
    Que até parece que era benfiquista, que o mostra no forro da capa e nisso resumiria o atraso da maoria bragueza.
    E jamais o bi, creio, mas nunca me irritou tanto algum morto ou bibo, isso é berdade e quase um milagre.

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  25. O metro, subway, de Lisboa, é a fuell, sim, cheira mal pa carago, que lá andei 23 anos, pá.

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  26. Queremos um Metro à Braga.Teremos paciência e esperaremos por políticos ambiciosos e motivados para trabalhar por objectivos de serviço público, o tal que visa servir o povo.

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  27. Em Braga fazem sentido pelo menos 2 linhas transversais. Nos sentidos Norte/Sul e Este /Oeste. Ambas serviriam não só a área urbana da cidade mas também o anel envolvente, considero isso essencial.
    Imaginemos o tal eixo EstaçãoCP/UM; e k tal o prolongamento por um lado até Barcelos e por outro até Guimarães(ligando ambos os polos universitarios numa só linha).
    Por outro lado a linha Norte/Sul; imaginemos que se iniciava em Prado (ou mesmo Vila Verde) e terminava em Nogueira/Celeirós (ou mesmo Famalicão visto o comboio não servir certas populações).
    E nem seria necessário, do ponto de vista técnico, grandes obras. Digamos que o Estadio Axa é bastante mais complexo em termos de engenharia por utilizar métodos pouco convencionais...
    É claro que isto dá pano para mangas, mas visto que não me quero alongar no comentário, fico me por aqui.

    JN

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  28. Resta-me dizer que este sistema estaria articulado também com a futura estação do TGV que ao que tudo indica se situará algures entre Braga e Barcelos.
    Isto seria possível no tal eixo Este/Oeste.

    JN

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  29. «E nem seria necessário, do ponto de vista técnico, grandes obras. Digamos que o Estadio Axa é bastante mais complexo em termos de engenharia por utilizar métodos pouco convencionais...»

    Não é que se seja complexo de um ponto de vista de engenharia. Mas era preciso andar a ver muito bem como minimizar a demolição de edifícios. Não estará, certamente, á espera que elétricos andem nas vias rápidas... ou que passe pela D. Pedro V e Avenida Central (por exemplo) da maneira como essas ruas estão neste momento. Se nem para uma mísera BUS Lane há espaço... O planeamento da linha (e da criação de hubs ou "interfaces intermodais" com os outros meios de transporte) da forma menos incomoda para a população e a que menos expropriações leve, será muito mais complicado do que a engenharia envolvida.

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  30. jls: e aos percursos em túnel debaixo da cidade do Porto feitos pelo 'metro' chama-lhe o quê? subtrack?

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  31. ahh... e também há comboios para as cidades envolventes. uma delas é Braga.

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  32. ... Aveiro, Ermesinde, Penafiel, Paredes, Espinho, Ovar, etc.

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  33. e mais caro JLS: eu não comparei nada. limitei-me a realçar as vantagens, no contexto português, dos sistemas light em relação aos heavy :->

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  34. Deixa dizer-te os lindos versos raros
    Que a minha boca tem pra te dizer!
    São talhados em mármore de Paros
    Cinzelados por mim pra te oferecer.

    Têm dolência de veludos caros,
    São como sedas pálidas a arder...
    Deixa dizer-te os lindos versos raros
    Que foram feitos pra te endoidecer!

    Mas, meu Amor, eu não tos digo ainda...
    Que a boca da mulher é sempre linda
    Se dentro guarda um verso que não diz!

    Amo-te tanto! E nunca te beijei...
    E nesse beijo, Amor, que eu te não dei
    Guardo os versos mais lindos que te fiz!

    Florbela Espanca

    HA

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  35. Nas zonas centrais teria de enterrar o metro...Estilo "cut and cover"...Tenho a certeza que tuneladoras eram inviaveis do ponto de vista económico.
    E dava preferência aos actuais eixos rodoviarios de modo a minimizar expropriações.

    JN

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  36. Sim sim, António Alves. Essa é precisamente a minha ideia. Não pode comparar o "metro" do Porto com o Subway de Lisboa (e quanto a isto comparou efectivamente). No Metro do porto há de tudo. Há a vertente comboio, há a vertente metro de superfície e há uma ténue vertente subway e existe ou existirá até uma vertente elétrico, por exemplo, na Boavista (se é que já não existe, já não passo lá há muito tempo). Pelo que comparar o nº de Kms do "metro" do Porto... com o metro de Lisboa é falacioso.
    Mas concordo que esta versatilidade é claramente preferível, em relação a um metro/subway como o de Lisboa. Mas são outros tempos. O de Lisboa tem, salvo erro, 50 anos. Há metros/subways que são centenários... São outros tempos, outras realidades, outros contextos. Mesmo no Porto acharam conveniente fazê-lo debaixo do chão, em algumas zonas. Interessa essa abertura.

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  37. Quase toda esta gente anda de carro mas fala de transportes públicos como se os utilizasse.É fixe falar de coisas públicas, pedir horários e transportes e quase nunca os utilizar.Sabem tudo sobre Automóveis e impostos, mas pertencem ao grupo da burguesia instalada.Boa viagem e tentem viajar de comboio e autocarro, mesmo nos Tubs...depois escrevam.

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  38. Caro "anónimo",

    "Quase toda esta gente anda de carro mas fala de transportes públicos como se os utilizasse"

    No meu caso, queira sossegar o espírito; para além dos 40 a 50 mil quilómetros que percorro, por ano, no meu próprio transporte, posso acrescentar mais uns 40 mil quilómetros em transportes públicos (maioritariamente sobre carris). Contagem do ano de 2006. Aviões não entram na contabilidade.

    Mas, numa coisa, tem razão: não sou o português típico que tem como ritual quotidiano perfumar-se em óxidos de carbono no IC19, na CRIL, na CREL, na 2º Circular, na EN10, na EN117, no IC16, na A5, no IC30 ou em qualquer estrada (sempre) cheia da Grande Lisboa. Por outro lado, também não tenho o "privilégio" de viajar nos autocarros altamente lotados e financiados pelo Estado da periferia da capital.

    Quanto a automóveis, impostos, portagens e preço dos combustíveis, falo porque, de facto, conheço esses assuntos com alguma proximidade (pela análise do recheio da minha carteira).

    O facto de gastarmos o dobro do petróleo per capita que a Dinamarca fará dos portugueses pessoas melhores, pessoas mais felizes?

    Dario Silva.

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  39. Braga já não gosta de Eléctricos, nunca gostou muito e não..

    Braga agora é mais bragaporto40minutos, mesmo que tenha Comboios de duas em duas horas e mesmo que, se perder o das 19h45 no Porto, já só tenha o seguinte TRES HORAS depois, às 22h45.

    Nessas tres horas, nenhum bracarense anda de comboio (nem de eléctrico!) pois está tudo às comprinhas no Feira Nova e afins...

    E qause apostava que vão de carro para lá...

    DN

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  40. Então srº Silva quem falou de si? Acha-se tão importante que qualquer texto tenha de o ter por destinatário? Olhe que não.A referência cabe nos pressupostos colhidos em vários textos e análises e demonstram que muitos Portugueses têm efectivamente hábitos profundos de burguesia, que não condeno, vivem num País maravilhoso e têm possibilidades acima da média, falando em transportes públicos, em comboios mais velozes, em férias no Brasil ou na Tailândia, enfim vivem como querem ou podem e eu nada tenho com isso, porém entendo há que assumir o que somos e não misturar, o verdadeiro povo humilde e sacrificado, sujeito a horários, a ver passar comboios a correr e ter de esperar pelo que pára e ás vezes demora,que sai do emprego e não tem comboio, que não dispõe de viatura própria e tem de viajar em transportes públicos quando os tem...são estas realidades, que ás vezes sãO IGNORADAS,é desses humildes, esforçados e sem posses económicas que julgo todos deviamos entender sendo sodirários, quando pedimos comboios ou autocarros a horas convenientes para chegar a tempo ao trabalho ou ao estudo, para regressar a casa no próprio dia...enfim, estes também devem ser lembrados como portugueses e como cidadãos que precisam de se deslocar...para o trabalho em transportes públicos a parar.

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  41. Têm razão os que dizem ser preciso utilizar os transportes públicos e tb eu sou dos que o faço regularmente, acredito ao contrário de muitos que dele se servem por questão de mediatismo ocasional e para serem lembrados por outros.Muita parra é sinal de pouca uva e disso estamos fartos.Andar de transportes públicos implica sacrificios, obediência e limitação a horários, enfim condicionantes bem diferentes daquelas que decorrem para quem pode, utilizar o seu veículo.Daí entender o defensor dos transportes públicos como eu utilizador vai para 45 Anos.Não se zanguem mesmo os habituais escrivas deste Blog, não vale a pena, aceitem ao menos Democráticamente as opiniões...já que conseguiram horários da vossa conveniència, mesmo em prejuízo daqueles indirectamente afectados, como eu.Parabéns valeu a mistura mentiras e verdades, para obter o sucesso.A CP deu validade a milhares de assinaturas recolhidas, mas de pessoas que na maior parte só conhecem os comboios de ouvir falar e do movimento lançado tb neste Blog. Parabéns a mentira colou e podem continuar a andar de carro os amigos que "resolveram" assinar por solidariedade.

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  42. Erros sistemáticos cansam. Srº não existe!

    O simbolo º usa-se sobretudo para abreviar PRIMEIRO, SEGUNDO, tal como o ª para PRIMEIRA, SEGUNDA, etc....

    Pesquisando percebi ainda que (apesar de Sra. ser mais coerente...) se pode usar o ª para Sr.ª mas certo é que Srº não existe.

    Arranje lá outra forma de "peguilhar" com esse senhor, que essa tem gralha e já cansa.

    DN

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  43. Sou descendente de linha directa de Ferroviários ( daqueles que ainda mereciam esse nome)e sempre que acho possível uso. Ainda ontem estive uma hora e 50 minutos em S.Bento à espera, do que me devia levar de regresso a casa, e não gostei!
    1º Só 10 minutos antes da partida foi indicada a linha onde estava o dito comboio ( que já estava na estação muito tempo antes)e composições prontas para a marcha, já lá havia duas horas antes.
    2º Aos Sábados ficar duas horas de intervalo entre composições com o mesmo destino, não ajuda a promover o uso dos mesmos.
    3º Dois euros e trinta ou quarenta num comboio regional Porto-Famalicão é manifestamnete demasiado, tendo como comparação o CP Porto que custa 1,7o euros.
    E podia continuar com um rol enorme de casos e coisas que afastam o uso da ferrovia.
    Se é metro ou comboio é indiferente, o que importa mesmo é bem servir com qualidade e ecónomia, para o bem de todos e do País.

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  44. Uma cidade que, dizem, movem-se para ter melhores condições de transporte para outras cidades, mas não se move para melhorar os seus transportes públicos (que são uma vergonha), já diz muita coisa sobre essa cidade.

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  45. DUAS NOTAS:

    Ao contrário do que se possa pensar, o "Caminho de Ferro" do Séc. XXI não é necessariamente para "velhinhos, pobres e criancinhas", como pressagiava uma reportagem na TVI há uns tempos.

    Nem é este "novo" caminho de ferro um remedeio, o transporte dos que não têm outra opção...

    A confirmar a nova tendência em Portugal, já estreada há décadas por essa Europa fora, estão as estatísticas do tráfego do "Eixo Norte-Sul", serviço prestado pela Fertagus entre Roma-Areeiro e Setúbal.
    A maioria dos passageiros ali pertence à "classe média"; os vários milhares de lugares de estacionamento das estações da Margem Sul estão permanentemente esgotados, dentro e nas ruas vizinhas. São milhares de pessoas com gravata e bons carros que deixam o carro na estação...
    Apesar de os bilhetes ali serem substancialmente mais caros se comparados com o Braga-Porto o Aveiro-Porto, a verdade é que os comboios andam cheios. E às vezes são oito carruagens de duplo piso, aproximadamente 2,500 pessoas por comboio, 12 vezes por hora, a cruzar o Tejo...

    Daí que me parece errado estar a desejar um transporte para os "pobres". Quer-se é um transporte que, de facto, funcione e que, por acaso, até sai bastante mais em conta na carteira de cada um e na factura ambiental, etc...

    - Quanto à petição: sim, eu penso que faz sentido a mesma ser assinada também por quem não utiliza o comboio Braga-Porto; nada invalida que não venha a utilizar se as condições lhe forem mais propícias.

    Ou então, fiquemo-nos por uma parca visão LOCALISTA e da próxima vez que houver guerra em Timor ou fogo na casa do vizinho, DEIXA ARDER, não é na minha casa....

    Abraços,

    Dario Silva.

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  46. O Srº Silva confunde-nos e desespera nas suas divagações e sabedoria.Todos sabem o transporte público deve ter um preço acessível ao cidadão, todo o cidadão, mas em especial é, foi e será, pelos económicamente mais carenciados.Tb é verdade, o planeamento, a oferta e os horários compatíveis com os interesses , repito especialmente dos trabalhadores,são um incentivo à procura dos transportes públicos.Quanto à petição e numero de assinantes, permita-me julgue foi um golpe de mestres, conheço pessoas que assinaram e no fim perguntaram para que era, conheço ainda quem disse é mais uma assinatura, porque não uso esse tipo de transporte...isto diz bem do rigôr da justeza e boa fé da petição.Ninguém se preocupa com os transportes na cidade ou com " o potencial cliente" das terras onde passam esses novos comboios rápidos, onde existem pessoas que todos os dias se deslocam para seus empregos e têm de optar por ficar fora de casa ou levantar-se muito cêdo...enfim são portugueses, fora do contexto e interesses de quem pediu!Parabéns aos que assinaram.

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  47. Falem antes do TGV, sua saída de Lisboa e passagem perto ou longe do rio Este com desvio onde! para Barcelos, Viana, P. de Lima ou simplesmente Valença/Vigo? Certamente já alguém sabe esclarecer as dúvidas de muitos de nós.Vamos ter novas vias aqui no Norte ou servem as existentes e até onde? Talvez assim possa deixar o carro na estação de Nine e seguir sem destino...

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  48. Onde isto já vai.Uns falam de Lisboa e arredores, depois misturam alhos e bugalhos, outros falam de TGV e outros ainda de Metro especial...Divagação pura de intelectualite à Portuguesa.Sejamos concretos e objectivos, deixem de ironizar e sejam práticos no pedir e no sugerir.Comboio que permita entrada a horas na Grundig ou outras Empresas? Comboios de hora a hora e até mais tarde em tempo de Verão entre Braga e Nine ou Famalicão,ligações em tempo útil em Nine para o Minho, permitindo ida e regresso para empregos, praias ou passeio,ligações de Porto após chegadas nos intercidades de Lisboa, ou em Ermesinde ligações aos comboios do Douro...é pedir muito? talvez, mas quem anda nos comboios, sabe que seria o desejável.E não digam que é pedir um comboio para cada cliente.São coisas simples e que não carecem de petição, competindo à CP tentar planear bons horários, capazes de incentivar por exemplo uma ida à Praia do alto Minho ou um passeio até Mirandela ou Pocinho.Tenham Boa viagem e esqueçam eléctricos e Metro, porque quem pode decidir já os esqueceu.

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  49. Questão de espaço e de ambiente, sugiro o eléctrico entre CP Braga, Estação de Camiongem, F.Nova , Bom Jesus, Sameiro e Ponte S.João, ou Cp Braga, Turismo, Ponte S.João e Picoto. Finalmente CP Braga, S. Victor, Universidade, Bom Jesus...enfim percursos e ideias.Alternativas: Quatro parques camarários em redor da cidade e a preço reduziodo, co eléctrico a cruzar dos parques pelo centro da cidade até aio parque do lado oposto.Resultaria em qualidade de vida da população, menos poluição, economia, redução trânsito na cidade,maior rapidez e qualidade de serviço público.Nota final, não sou candidato à Camara de Braga, nem pretendo tirar protagonismo aos muitos Bloguistas cheios de ideias e conhecimentos sobre TGV/Metros/ etc,etc.

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  50. Esse D deve andar sem óculos, fala de comboios e Metro, confunde-nos com referências ao acaso e despropósito sobre o Estrangeiro, compara coisas diferentes em Países diferentes.Exercício intelectual ou frustação? Não sei e não vou por aí.Curiosamente foi tema hoje num periódico Bracarense, uma notícia sobre um prédio de 6 andares numa aldeia chamada Tadim! será a terra do senhor D? Planeamento, Urbanismo e interesses económicos não casam bem, mas vou aguardar este senhor nos fale do caso, se realmente se tratar da sua terra.É que atirar pedras não chega é preciso olhar à nossa volta e ser capaz de atacar os problemas urbanísticos e ambientais da mesma forma como criticamos opiniões fundamentadas por outros participantes que discordem das nossas ideias.Questão de coerência e respeito por todas as questões de interesse público, para além do comboio ou do metro em Espanha...

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  51. Quando escasseiam argumentos recorre-se a qq coisa, mesmo ao trato de Srº.Enfim cada um fala do que quer mesmo sem saber muito bem o que quer dizer...onde andará a gramática dos Anos 50 e da 4ª classe...

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  52. Eu até podia vir aqui comentar a vida azulada dos Estrunfes, as aventuras do Harry Potter ou o urbanismo da freguesia onde resido.
    Mas, sinceramente, num post sobre "eléctricos" não consigo ver mais longe do que "Caminho de Ferro" ou transportes.

    Vale tudo!

    Será que a Estrunfina é adepta da energia nuclear?
    Sinto-me "confuso".

    Amen.

    Dario Silva.

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  53. Desculpem-me mas sou obrigado a concordar com o anónimo das 19h55.Não conduz a lado algum as comparações ou os argumentos fora do tema transportes ou Metro em PORTUGAL.

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  54. "Não conduz a lado algum as comparações ou os argumentos fora do tema transportes ou Metro em PORTUGAL."

    Desculpe-me o anónimo das 09:44 mas é minha OPINIÃO (ao contrário de factos ou argumentos) que é só pela comparação com os outros (nomeadamente os restantes países europeus) que nós podemos avançar.
    Porque aí saberemos que estamos a avançar.

    Avançar em direcção a algo que sabemos onde está (porque antes avaliamos os outros).

    Ou então, avançamos em direcção a algo completamente novo. E sabemos que é "novo" ou que "vamos na frente" porque antes nos comparámos com os outros...

    É como navegar rumo a oceanos desconhecidos. Parece que fomos bastante bons nessa matéria.
    Por comparação com os franceses ou os alemães, eu diria que os nossos navegadores foram até muito vanguardistas e que detinham um grande nível de desenvolvimento na sua actividade, os Descobrimentos.

    Sabe como funcionam as estatísticas e os níveis de desenvolvimento com que somos confrontados todos os dias? são escalas "mais acima", "mais abaixo"... e há sempre termos de comparação.

    E, sendo ainda minha opinião, não acha que o "eléctrico de braga" ou "do Porto" ou "de Lisboa" seja comparável ao "eléctrico de" Múrcia, Valencia, Barcelona...?

    Então vou pedir ao Pedro Morgado que não nos venha induzir nestas comparações com os países vizinhos porque, afinal, este blog é dedicado "apenas" a Braga.

    Fiquemo-nos por Braga para podermos sempre dizer, com tranquilidade, é bom viver em Braga, não podia ser melhor!

    Quem não conhece "melhor" não vai, certamente, exigi-lo.
    Ao menos, sejamos felizes com o que temos, nós, os Brácaros.

    É a minha OPINIÃO. Os argumentos que a sustentam já os apresentei anteriormente.

    Amen,

    Dario Silva.

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  55. Fiel à Igreja o participante anterior e parece conservador quanto ás ideias que recusa aos Bracarenses.Todos sabemos o que é progredir,~comparar, aproveitar o que de melhor vai sendo feito ou desenvolvido por todo o lado.Estamos até mesmo no campo dos saberes, da procura e do progresso.Outra coisa será sistematizar o tema em exemplos e depois partir sem rumo certo para a divagação, sobre vias ou bitolas, sobre questões técnicas ou geográficas.Tudo faz evidentemente falta, mas se o tema é Metro, Elétrico, Comboio, temos de partir daí para reflectir sobre o que queremos para a cidade e quais os benefícios para os cidadãos.A realidade parece ser Braga necessita de melhorar em matéria de transportes, n~«ao se pôs em causa o tipo de eléctrico ou metro, mas o regresso do eléctrico ou o surgimento do Metro seja igual a x ou y.Penso ter esclarecido dúvidas aos que criticam para diminuir quem sugere algo diferente.Não temos de pensar igual e enriquece ter opiniões diferentes, por mim todas merecem o meu respeito.

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  56. "Outra coisa será sistematizar o tema em exemplos e depois partir sem rumo certo para a divagação, sobre vias ou bitolas, sobre questões técnicas ou geográficas"

    Eu confesso, e já o escrevi várias vezes, não sei qual a melhor opção para Braga/região, não sei se é amarelo ou verde ou azul, se tem esta ou aquela bitola e se usa qual voltagem em qual catenária, se segue este ou aquele percurso.

    Sinceramente, não sei. Há gente competente na área que o poderá saber.

    O que eu, pessoalmente, procurei afixar nos meus comentários foi POSSIBILIDADES, EXEMPLOS. Ou seja, "é possível fazer isto".

    Eu até aceito e compreendo o argumento que alguém, pessoalmente, me disse que "o eléctrico não faz sentido porque é preciso deitar muitas árvores abaixo"... eu até tentei rebater dizendo que, em Caminho de Ferro, uma Via Dupla (como Braga tem) tem tanta capacidade de transportar passageiros/hora como uma Via Rápida com oito faixas... e que se calhar, as oito faixas das estradas ocupam mais espaços e derrubam mais árvores que a Via Dupla das linhas dos comboios...

    E também aceito e compreendo o argumento que alguém de Almada falava nos jornais por causa do Metro Sul do Tejo, se o metro passar na minha rua eu fico sem espaço para estacionar o meu jipe...

    (Concluí que em Almada também há Localistas)

    E perante tais opiniões e argumentos convincentes, eu contraponho os 200.000 passageiros do Metro do Porto ou os 180.000 passageiros da Linha de Sintra ou os 2,500 passageiros por cada comboio de hora de ponta da Fertagus. São 12 comboio por hora.

    Nunca recusei argumentos de terceiros, não está na minha natureza refutar argumentos/factos.
    Quanto a "opiniões", valem o que valem e, vindas de fontes anónimas...

    Oremos!

    Dario Silva.

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  57. O anónimo das 19h55 . . . o das 09h44.... Aqui nesta avenida, os anónimos andam sempre à tabela! ;)

    DN

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