Avenida Central

Linda Benção

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DR Espaco Guimaraes
© DR
«Eu já sabia e vós também sabeis que Guimarães tem muito lindos espaços, e este [Espaço Guimarães] é mais um deles. Vamos pedir a Deus que abençoe este espaço lindo que Guimarães, a partir de agora, vai ter dentro das suas fronteiras.» [Discurso do pároco, GMRTV, aos 5'']

Soluções Governativas de Consenso

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1: O Governo do Partido Socialista desistir do programa do Partido Socialista e governar com a soma dos programas de governo dos outros partidos.

2: PSD, CDS-PP, CDU e BE somarem-se em assentos e opções programáticas e formarem governo.

Acontece no Minho | 41

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Coffee Break
© joaoloureiro, Velha-a-Branca faz 5 anos.

Vimaranenses - As Mãos e As Máquinas (fotografia)
[6 de Novembro. Museu Alberto Sampaio, Guimarães]
Dois anos depois do primeiro volume, os Cadernos de Imagens voltam a ser editados. Se, em 2007, os Vimaranenses foram ponto de partida e de chegada de textos e imagens, este ano a temática centra-se no trabalho na cidade. Vimaranenses: As Mãos e as Máquinas é o título desta segunda edição dos Cadernos de Imagens. Editada pelo Cine-Clube de Guimarães, reúne séries fotográficas da autoria de Carlos Lobo, Carlos Mesquita, Catarina Laranjeiro, Eduardo Brito, Miguel Oliveira e João Octávio Peixoto e textos de António Rocha e Costa, Carlos Poças Falcão, Eduardo Ribeiro, João Almeida e Manuel Branco de Matos. Mais informações no blogue do projecto.

V-a-B art fest (arte)
[6 a 8 de Novembro, Velha-a-Branca, Braga]
Para comemorar o V aniversário, a Velha-a-Branca organiza o v-a-b art fest sob coordenação dos artistas Domingos Loureiro e César Taíbo. Neste fim-de-semana de arte poderá contar com trabalhos em vários formatos e suportes e actividades paralelas, incluindo desenho, pintura, escultura, ilustração, bd, fotografia, arquitectura, performance, vídeo, música, tertúlias, publicações e um workshop!

Ana (teatro)
[6 de Novembro, 22h. Centro Cultural Vila Flor, Guimarães]
Uma mulher, Ana, e um homem, Paulo, em casa, num dia de descanso. Ele, apesar de tudo, irrequieto, parece que assustado, não se sabe ao certo com o quê. Ela resolve fazer um chá que o acalme, mas quando voltar a entrar encontrará já outro homem, um que vem de trás, de outro tempo.
José Vieira Mendes é já um nome conhecido no teatro europeu, tendo as suas peças sido traduzidas numa dezena de línguas e representadas em Itália, nos Estados Unidos, Finlândia, Alemanha e Suécia. “Ana” é uma peça de câmara marcada pela intimidade entre os actores e espectadores.

Monólogos da Vagina (teatro)
[6 e 7 de Novembro, 21h30, Grande Auditório da Casa das Artes, Famalicão]
Para quem perdeu em Braga e em Guimarães, agora em Famalicão.

Idgriba (jazz)
[7 de Novembro, 23h00, Café Concerto da Casa das Artes, Famalicão]
Idrigba é um projecto musical iniciado no ano de 2000 com formação actual em quinteto. Centrado apenas na interpretação de temas originais, nunca prescinde de uma forte componente de improvisação. Ultrapassando largamente toda e qualquer barreira estilística, este projecto não conhece fronteiras na captação de novas influências e inspiração. Parte desta (in)fusão tem origem nas variadas colaborações e percursos dos elementos que alimentam este projecto. Com sonoridade jazzista, e algum minimalismo, este grupo tem uma formação bem equilibrada sob o ponto de vista harmónico e tímbrico.

Outros:

City Zen (indie)
[6 de Novembro, 22h. FNAC, Braga]

Cronaxia + VRT139 + Revolution Within
(Vimanares Metallvm Warmp Up)
(metal)
[7 de Novembro, 21h30. Sede da Granja, Fafe]

Livre de Crucifixos | 2

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“Esquecem-se que, se lhe retirarem o cristianismo, a Europa fica sem nada”, criticou o responsável, em resposta à sentença do tribunal. O veredicto sustenta que a existência de crucifixos nas escolas “contraria o direito dos pais de educarem os seus filhos de acordo com as suas crenças e a liberdade religiosa aos alunos”

De acordo com Carlos Aguiar, para que haja coerência no veredicto, seria necessário “demolir ou retirar os símbolos do cristianismo, existentes em todas as cidades europeias
[ComUM e Correio do Minho]

Não sei bem exactamente que famílias é que esta "Associação Famílias de Braga" pretende representar, mas parece-me não compreender nada bem aquilo que foi decido pelo tribunal. Não se nega a herança cultural cristã da Europa. De forma alguma.

Nega-se a existência de uma pseudo-laicidade do Estado, em favor de uma verdadeira laicidade. A decisão não pactua com a existência de religiões de Estado, ainda que estas o sejam apenas de facto e que se manifestem de formas mais ou menos dissimuladas, mais ou menos oficiais. E decide-o em nome da liberdade religiosa.

A associação demonstra algumas dificuldades em compreender como é que a presença de símbolos, concretamente, nas salas de aulas vem “contraria[r] o direito dos pais de educarem os seus filhos de acordo com as suas crenças e a liberdade religiosa aos alunos”. Porventura esta associação não conceberá uma "liberdade religiosa" e "educação dos filhos" sem referências religiosas cristãs/católicas em edifícios do Estado.

Não entenderá, igualmente, o que significa laicidade. A laicidade não significa ateísmo e a "demoli[ção] dos símbolos do cristianismo". A laicidade é a atitude mais aberta e tolerante que um Estado pode ter em relação à Religião, não se intrometendo, não tomando posição a favor de coisa alguma. Esta, ou existe, através de uma efectiva separação entre o Estado e a Religião, ou não existe de todo. Não há espaço para meio termo. Sendo que esta decisão só vêm ampliar essa liberdade religiosa e de educação. Enfim, beatices.

Perdoai-lhes Senhor, Não Sabem o Que Dizem

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THE ANCIENT AGORA OF ATHENS, GREECE
© Andrea Motta

«Esquecem-se que, se lhe retirarem o cristianismo, a Europa fica sem nada 
[Carlos Gomes, Presidente da Associação Famílias de Braga]

Porque é Que Este Vídeo Não Passa na Televisão?

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Toda a gente fala sobre o túnel. Eu junto as minhas vozes aos que condenam os actos lamentáveis e desejo que a Comissão Disciplinar tenha coragem para castigar os intervenientes ainda não castigados: Di Maria, Ney e Mossoró. Mas também espero que os castigos pela televisão não se esqueçam desta agressão de Javi Garcia a Meyong. Ou não haverá coragem?

De uma Autarquia, Claro!

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São funcionários públicos do Departamento Técnico de Planeamento e Urbanismo da autarquia de Portimão, a cantar o hino oficial. Sabe-se que ["ohh..."] entram às duas da tarde e depois esperam "outra vez" pelas cinco e meia. E que "as senhoras com carinho fazem" chá e café "todos os dias às quatr'horas".

Livre de Crucifixos

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Crucifix at sunset
© poorleno123
There was uproar in Italy today over a ruling by the European court of human rights that the crucifixes that hang in most Italian classrooms are a violation of religious and educational freedoms.
The seven judges, whose decision could prompt a Europe-wide review of the use of religious symbols on public premises, said state schools had to "observe confessional neutrality". [Guardian] no [El País] e no [i]


A notícia, aparentemente, está a ser ignorada ou a passar muito despercebida nos media portugueses. Trata-se de uma decisão [completa, em francês] unânime entre sete juízes que afecta de forma directa os italianos, mas, como adianta o Guardian, poderá ter um impacto a nível europeu e, consequentemente, merece um olhar atento também da nossa parte.

De facto, por toda a Europa têm surgido várias questões relacionadas com a liberdade religiosa e só não se levantarão (muitas) mais em Portugal, por ser um país, também, como a Itália, predominantemente católico. Em Itália até foi uma filandesa, de nome Soile Lautsi, que fez questão de levar o litígio às últimas instâncias e consequências.

Seguramente, esta decisão irá afectar determinamente o modo como os Estados vão passar a tratar os símbolos religiosos em instalações que a si pertençam. Mas, partindo desta decisão, poder-se-á chegar mais longe, a médio prazo, no que toca à questão da liberdade religiosa. A maioria dos Estados está longe de ter modelos de liberdade religiosa maturados, funcionais e sobretudo isentos.

Têm evoluído algo discretamente, mas a sua existência, como em Portugal, assume contornos tão ténues que chegam a roçar o mero simbolismo. Ou, por outro lado, até poderia bem bastar, mas quando, de variadas formas, o Estado continua a zelar e proteger uma religião, como se fosse uma religião não-oficial, qualquer consagração de liberdade religiosa roça o simbolismo.

A ler, via Pedro Magalhães: nos EUA, "Crucifixes in the Classroom"; na Alemanha, "Classroom Crucifix Case"

Dente por Dente

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USSNYbyMudPig
© Steve Kelley

USS New York, o navio de guerra forjado do aço que sobrou dos escombros do World Trade Center. Uma máquina de morte feita do esqueleto do que outrora foi um complexo a fervilhar de vida. No ano em que o seu presidente foi agraciado com o Nobel da Paz, este é o sinal que os Estados Unidos dão, e sempre deram, ao Mundo.

RTP Viola Deveres de Isenção e Pluralismo

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Apesar dos insistentes apelos do Provedor do Telespectador (pergunto-me para que serve o departamento senão para sacar mais umas massas ao bolso dos contribuintes), a RTP voltará a violar esta noite os deveres de isenção e pluralismo a que está obrigada pelo contrato de Serviço Público de Televisão. Tal como divulga no seu site, o programa Trio de Ataque propõe-se analisar «a derrota do Benfica em Braga» com a presença dos habituais comentadores Rui Moreira (F. C. Porto), António Pedro Vasconcelos (Benfica) e Rui Oliveira e Costa (Sporting).

Como é público, o jogo da jornada esteve envolto em polémica e a ausência de um representante do incontestável líder do campeonato priva o Sporting de Braga do necessário e desejável contraditório, podendo daí resultar danos irreparáveis para a imagem do clube através da difusão de versões necessariamente enviesadas dos factos ocorridos. Exige-se isenção à estação de televisão que pagamos compulsivamente em impostos.

Das Palavras e dos Actos

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«O PCP volta agora a insistir na necessidade de alteração ao Código Penal para que o enriquecimento ilícito no exercício de funções públicas seja criminalizado[Público]

Aprovar esta proposta do PCP e estender a criminalização a todo o enriquecimento ilícito seria o melhor contributo que PS, PSD e CDS-PP podiam dar à democracia do país. Deixar tudo como está é que é demasiado comprometedor.

Os Facilitadores

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Cadeiras atiradas no jogo Braga-Benfica (31/10/09)© Bruno Simões

Já no estádio, rapidamente as preocupações deixaram de ser o jogo e transferiram-se para o repetido olhar por cima do ombro, para ver o que ia caindo. É verdade: o Sporting de Braga colocou as claques encarnadas na bancada superior. A ideia, saída dos sábios pensadores bracarenses, seria a seguinte: como por baixo das claques benfiquistas vai estar um sector de adeptos do Benfica, se lhes acontecer alguma coisa, azar: ninguém os manda não ser do Braga. Infelizmente, esta táctica estava manca: a massa benfiquista espalhava-se muito para lá dos adeptos benfiquistas, cobrindo cerca de metade dos adeptos bracarenses colocados na bancada Nascente.

É amplamente conhecida a propensão dos vândalos das claques encarnadas (de todas, na verdade, mas no caso em questão, são as do Benfica) para a pacatez e a não propensão para a violência. Petardos, tochas a arder, cigarros acesos, cadeiras: you name it. Quem queria ver alguma acção nas bancadas só tinha de olhar para cima e ver o que, desta vez, as claques atiravam. Eu sei que parece inacreditável, mas as claques estavam sozinhas: não havia nenhum cordão de segurança ao pé dos adeptos e apenas se vislumbravam dois elementos da segurança privada do clube a “zelar” pela segurança de quem estava cá em baixo. O arremesso de objectos dependia, naturalmente, do livre arbítrio dos benfiquistas. [ComUM]

Este é um excerto da crónica que publico no meu espaço quinzenal no jornal ComUM. Analisa os preços exorbitantes do jogo do último sábado e a insana decisão de colocar adeptos do Benfica por cima de adeptos do Braga.

Da Obsessão

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A Igreja Católica portuguesa diz que o tema não é prioritário mas não há dia em que não falem dele. Aliás, não há ninguém neste país que fale mais do casamento entre pessoas do mesmo sexo do que padres, freiras e quejandos. É uma estranha obsessão que alguma teoria freudiana há-de ajudar a explicar.

Adenda - ainda a este propósito, refira-se que há uns que se acham mais católicos que outros.

Realismo e Humildade

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Jogadores do Braga festejam golo contra Benfica

A vitória de ontem abre um novo capítulo na história da época. Depois de uma primeira fase em que o Braga foi visto como uma equipa forte e combativa, as boas exibições do Benfica, coroadas com goleadas expressivas, secundarizaram o clube minhoto. No jogo de ontem, o Braga renasce para o mediatismo, tendo agora que carregar a liderança com responsabilidade adicional.

Mas afinal o que é este Braga tem que nunca teve? Serenidade. Resistir à pressão da imprensa e dos comentadores, jogando sem medo e com muita serenidade foi o grande mérito de Domingos Paciência, um treinador que tem demonstrado humildade e, sobretudo, grande civilidade. O jogo foi intenso e disputado com muita agressividade e demasiados nervos à flor da pele.

A bomba soberba de Hugo Viana coroou uma entrada fabulosa do Sporting de Braga e, ao contrário do que escreve a má imprensa, não há golo anulado porque o árbitro pára o jogo ainda antes do remate de Luisão e, além do mais, Jorge Sousa acertou porque há falta de Cardozo sobre Leone. Já perto do fim do jogo, Paulo César, com um remate oportuno e certeiro, desferiu o golpe final nos intentos dos benfiquistas.

Importa salientar que neste jogo houve um tira-teimas nas bancadas: mesmo contra o melhor Benfica dos últimos trinta anos e contrariando a onda benfiquista que varre o país, os milhares e milhares de bracarenses e braguistas estiveram em maioria, envergando as cores do seu único clube e contrariando um mito que a má imprensa gosta de fazer sobreviver. Depois de ontem, só por má fé se pode continuar a dizer que esta cidade está dividida. A este propósito, refira-se uma tarja em que podia ler-se que «A Freguesia de Benfica apoia o S.C. Braga», num recado irónico para a imprensa parcial. Viva Braga!

Who will be the next European President?

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Entre avanços e recuos, depois de muitas cedências, o Tratado de Lisboa, parece finalmente em condições de entrar em vigor. Com o “novo” Tratado a presidência rotativa do Conselho da Europa, dá lugar a um único Presidente nomeado pelos 27 Estados Membros e a um único representante para a Segurança e Política Externa (uma espécie de Ministro dos Negócios Estrangeiros da União).

Nos corredores da Europa comenta-se que o Trabalhista Tony Blair, antigo primeiro-ministro inglês se vem posicionando para ocupar o referido lugar. Querido pelos que defendem a ideia de que o Presidente da União deverá ser uma figura de destaque no panorama europeu e mundial, é, porém, criticado pelo facto de ser oriundo de um país eurocéptico, que se escusou pertencer à zona euro. Mesmo dentro da sua bancada (Partido Socialista Europeu) Tony Blair é visto com alguma desconfiança em viturde de ser um socialista da 3ª via, excessivamente liberal, e ter apoiado a Guerra no Iraque. Em todo caso e, apesar da forte concorrência para o lugar, Tony Blair contará com o apoio expresso de Nicolas Sarkozy, o primeiro-ministro francês e do próprio Governo Inglês. Apesar das críticas apontadas a Tony Blair, a verdade é que o trabalhista reúne o carisma fundamental para desempenhar o papel de representante da união (papel também já reclamado por Durão Barroso). Por outro lado, o facto de estarmos perante um ex-representante de um país eurocéptico, que goza de natural crédito, deve ser encarado como uma oportunidade única para definitivamente “continentalizar” uma insularidade europeia que a Inglaterra teima em manter.

O futuro da união continua pouco claro não só quanto às figuras, agora menos quanto às instituições, mas muito quanto às políticas. O natural equilíbrio das instituições fará pender o lugar de Presidente do Conselho Europeu para um Socialista Europeu, depois de Durão Barroso, do Partido Popular, ter renovado o mandato na União. Em todo caso, a figura escolhida terá que reunir o máximo consenso possível, aguardando eu com expectativa o relacionamento institucional entre Conselho Europeu e Comissão, e o próximo presidente do primeiro, com Durão Barroso, que reclamou para si o papel de Presidente da Europa.

Escrito por Luís Soares

O Minho e as Portagens

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O Movimento contra as portagens na A28 extinguiu-se, alegando ter chegado a hora dos políticos defenderem os interesses da região. O problema das portagens é nacional: enquanto Lisboa e o Porto continuarem sem pagar portagens nas vias de mobilidade interna não há nenhum critério para as cobrar a quem se desloca entre Viana e Esposende, entre Braga e Barcelos ou entre Guimarães e Cabeceiras, só para citar alguns exemplos...

Louva-a-Deus | 3

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tuela
© Dario Silva, 01-11-2009

O comboio já não é para todos, o comboio já não pertence a Trás-os-Montes. E como a Linha do Tua nunca alcançou as margens do Tuela, o diabo escolheu hoje outro modo de transporte.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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