Da Obsessão

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A Igreja Católica portuguesa diz que o tema não é prioritário mas não há dia em que não falem dele. Aliás, não há ninguém neste país que fale mais do casamento entre pessoas do mesmo sexo do que padres, freiras e quejandos. É uma estranha obsessão que alguma teoria freudiana há-de ajudar a explicar.

Adenda - ainda a este propósito, refira-se que há uns que se acham mais católicos que outros.

13 comentários:

  1. O Pedro tem razão. Os padres não falam de outra coisa. Seja por frustração ou ódio não há dúvidas de que o assunto mexe com eles.

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  2. Boa noite Pedro. Então como pode essa chamada "obcessão" ser interpretada à luz da teoria freudiana? (coloquei entre aspas para o subscrever).

    Joana

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  3. É de facto uma obsessão, semelhante à dos ateus e certos agnósticos que falam mais da Igreja Católica, do que os próprios católicos. Uma e outra devem ter a mesma explicação freudiana. Ou Jungiana (que me parece mais apropriada).

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  4. Eu não percebo as pessoas que fazem da luta pela igualdade e tolerância e depois demonstram tanta dificuldade em aceitar as opiniões contrárias às suas.

    A Igreja não pode ter uma opinião? Será que não a pode transmitir aos seus fieis?

    Eu confesso que não ando muito atento ao quanto a Igreja fala deste tema, mas tenho a certeza que pelo menos este blogue fala mais que a Igreja. Ainda que perceba que foi por humildade que não referiu isso no post, pelo menis nisso admita que está errado.

    Para mim a solução para este tema é fácil, marque-se um referendo. Se a maioria da população disser que sim, mesmo que a participação não seja suficiente a AR que faça a lei.

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  5. É quase como a obcessão que tens para com a igreja!

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  6. A Igreja tem sido obecessiva nesta questão dos casamentos homosexuais, tal como o Pedro Morgado. É portanto recíproco.
    Entre esclarecidos a opinião da Igreja colhe? Defino esclarecido como tendo a mente aberta, que aceita ouvir a opinião do outro, mas que se guia por convicções pessoais. A resposta é não, na maior parte das vezes não colhe. Para quem quer comprar guerras e dizer presente, aqui está uma boa oportunidade.
    João Rodrigues

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  7. OBCECADO és tu que não falas de outra coisa.
    O povo a passar fome e a A.R. a falar de casamentos.
    Tenham vergonha.

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  8. Quanto a questão do católico. Bem, se o Pedro não sabe, há diferenças entre ser cristão e ser católico. Procure informar-se e vai perceber que de facto, há uns que «são mais católicos do que outros».

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  9. é como os bracarenses fazerem o choradinho antes de cada jogo...não há quem fale mais de arbitragens... parece-me uma boa analogia

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  10. Caros comentadores,
    Eu NUNCA disse que o assunto não era relevante. Pelo contrário. Penso que resolver este assunto não atrasa nada a resolução dos outros problemas do país.

    São legítimas as posições da Igreja? Para mim, sem qualquer dúvida. Nunca disse o contrário.
    São coerentes com a Palavra do Deus que defendem? Na minha opinião não. É proibido dizê-lo?

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  11. Por mim, a Igreja Católica não perdia um único segundo com essa cambada de anormais. O país e a fé têm assuntos mais importantes para resolver.

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  12. Mas afinal, Pedro Morgado, isto aqui é o exemplo do que se passa no resto do País: o assunto não interessa nada para a maioria da pessoas. Mas é uma obessão para um grupinho de pessoas.

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  13. é verdade... "cambada de anormais"... este é o espirito cristão de integração, harmonia e amor ao próximo...

    Quanto ao tema. Não considero que se deva fazer um referendo. Há assuntos que não são referenciáveis, não por serem tabu, nem pela opinião da população não ser importante, mas pela própria natureza dos mesmos. Ninguém referenciaria se deve ser permitido ser racista, ou se deve ser permitido às mulheres votar. São decisões que não têm que advir de uma decisão maioritária mas de valores éticos. Lembre-se que os direitos humanos devem suplantar as maiorias!´

    Pedro Azevedo

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