Avenida Central

A Outra Pérola da Boavista

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Vodafone in Porto

A construção decorreu ao longo dos últimos dois anos, num investimento total de €13,4M. Está em funcionamento a Casa Vodafone do Porto, um projecto com assinatura dos arquitectos José António Barbosa e Pedro Guimarães.

Torre de Hércules é Património Mundial

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Torre de Hércules (A Coruña) II
© DurKeN

A Torre de Hércules de La Coruña, na vizinha Galiza, foi proclamada Património Mundial pela UNESCO. Esta torre de 55 metros, erigida sobre um monte de 57 metros de altura é o farol romano mais antigo do mundo, uma obra que os romanos baptizaram como Farum Brigantium. A classificação da UNESCO inclui um conjunto de petroglifos da Idade do Ferro, um cemitério muçulmano e um conjunto de estátuas descoberta nas escavações realizadas em redor da Torre durante os anos noventa.

A distinção da UNESCO é o justo reconhecimento do trabalho empreendido pelas autoridades nacionais de Espanha e locais da Corunha no estudo e conservação do património histórico e arquitectónico. Um exemplo a seguir.

A CEC 2012 e a Arquitectura | 2

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Há uns dias, e a propósito do post abaixo intitulado A CEC 2012 e a Arquitectura, perguntaram-me: “Achas que se devia apostar na reabilitação ou na construção de um edifico marcante?“

Bem, a questão não é assim tão complicada de responder, basta olhar para a História do Urbanismo e da Arquitectura. A aposta na reabilitação é o futuro enquanto sustentabilidade do território assim como um meio de melhorar os espaços existentes na cidades. Mas a história da arquitectura não vive só do passado, faz-se agora para que também seja a imagem da contemporaneidade no futuro. E neste aspecto, acredito que um estudo rigoroso das necessidades e possibilidades, ajudasse a este debate.

Por outro lado, não concordo com o Samuel Silva, quando ele diz que «o que será de Guimarães daqui a 100 anos quando olhar para trás e perceber que o mais interessante que construiu em século e meio foi o pavilhão verde do Multiusos».
A Arquitectura não é e não vive de obras com mais de 1000 m2. Não é a grandeza, nem o espectáculo. Poderá tornar-se grande, depois de ser boa. Por exemplo, a maior e mais apelativa pizza do mundo, poderá não ser a melhor.
Neste sentido, a obra mais marcante em Guimarães (por acaso um misto de reabilitação e raiz) até agora executada, a meu ver, é o CCVF. É quase, quase, quase, genial. E depois há umas quantas obras pequenas e médias, que enchem e enriquecem a cidade, sem necessitarem do néon “mamã, estou aqui!”

Prémio: Parque da Ínsua, Ponte

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Parque da Ínsua, Ponte, Guimarães
© Avenida Central

O Parque da Ínsua, na freguesia de Ponte, em Guimarães, venceu o Prémio Nacional de Arquitectura Paisagista deste ano na categoria de Espaços Públicos Urbanos, ex-aequo com o projecto que liga o Largo de São João e a Quinta da Cerca, em Palmela. Este parque, projectado pela arquitecta Rita Salgado, cria a ligação perfeita entre o espaço urbano e a margem do Rio Ave. Trata-se de uma intervenção de fundo numa área fortemente degradada, cujo resultado final é verdadeiramente aprazível e louvável.

A CEC 2012 e a Arquitectura

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Vitra Design Museum Museu Alemanha
© nicoatridge, vitra design museum

Samuel Silva, no renovado Colina Sagrada, recupera um tema que aqui havia sido lançado dias antes por Luís Tarroso Gomes e questiona «o que será de Guimarães daqui a 100 anos quando olhar para trás e perceber que o mais interessante que construiu em século e meio foi o pavilhão verde do Multiusos». A pergunta assume pertinência renovada num momento em que a cidade vimaranense prepara a Capital Europeia da Cultura 2012 (CEC 2012).

Os projectos anunciados até ao momento enquadram-se na reabilitação urbana e na conversão funcional de espaços agora degradados por força do desuso e do tempo e, em boa verdade, deve salientar-se que é na exemplar reabilitação urbana do seu centro histórico monumental que Guimarães ganha singularidade no contexto nacional e distinção no panorama internacional. Ainda assim, penso que a Capital Europeia da Cultura deveria constituir-se como oportunidade para construir um tesouro arquitectónico para ser preservado pelas gerações que se nos seguirem.

Ainda que o orçamento previsto para a iniciativa pareça curto para altos voos neste capítulo, talvez seja tempo de procurar no mecenato aquilo que o Estado parece não ter condições para garantir.

Projectos 21 | Edifício Zínia

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Edificio em Infias Braga
© Lexarq

Localizado junto à rotunda de Infías, nos terrenos da antiga fábrica do Pachancho, o Edifício Zínia vai acolher um Conjunto Residencial Sénior (nos pisos 1 a 7), uma pequeno espaço comercial de quatro lojas (piso 0) e ainda um supermercado da cadeia Pingo Doce (piso -1).

Sliding House, by dRMM Architects

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Há projectos que não precisam de explicação ou defesa, pois logo na primeira abordagem são capazes de mostrar toda a genialidade. Um projecto de dRMM Architects.

«The brief was simple: to build a house to retire to in order to grow food, entertain and enjoy the East Anglia landscape. The outcome was as unconventional as they come. A structure that has the ability to vary or connect the overall building's composition and character according to season, weather or simply a desire to delight.» in wallpaper

Fazer Escola na Arquitectura

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Santiago Bernabéu: Projecto de Cobertura (fotomontagem)
© AS

O projecto de Florentino Pérez para a cobertura do estádio Santiago Barnabéu foi inspirado no Estádio Municipal de Braga. A notícia surge no diário espanhol AS e demonstra a admiração que a obra de Souto Moura continua a despertar um pouco por todo o mundo. O Estádio AXA é uma marca arquitectónica da cidade e do país e o Sporting de Braga muito tem contribuído para a divulgar internacionalmente.

Árvores, Para Que Vos Quero!

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© crg

Conversava há dias com amigos sobre a falta de árvores nas novas intervenções nas cidades. Os arquitectos, urbanistas e engenheiros parecem alérgicos a tudo o que seja verde, tenha raízes e mais de 3 metros. Apontamos alguns exemplos na Europa em que os parques urbanos estrategicamente desenhados como línguas para abraçar vários bairros, têm funções tão distintas e fulcrais: absorvem CO2, devolvem-nos O2, são os espaço ideais para feiras e mercados, concentram na perfeição os ciclistas e desportistas, inspiram os passeios pedonais.

Mas não precisamos de ir a grandes cidades da Europa para conseguirmos este feito. Existe um bom exemplo em Barcelos. O pulmão da cidade (imagem 2), bem no centro de todas as actividades, é um catalisador da vida urbana. Senão, vejamos: parque de estacionamento gratuito, directo e eficaz; centro de actividades de acções de marketing e publicidade; centro de desportos (o parque da cidade alberga o Pavilhão Gimnodesportivo e os campos de ténis), espaço para todo o tipo de feiras (semanal, artesanato e do livro), zona das festas da cidade. Acresce a isto tudo o acesso fácil, quer através dos transportes públicos (comboio e autocarro), quer pedonal. 

Deviam ver como a cidade vibra à quinta-feira, colorida, vivida, fresca e multi-cultural. Não é tão fácil pensar em grande, com intervenções simples como esta?

Uma Úlcera No Urbanismo | 2

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© stupidcupidz [Galeries Saint-Hubert]

Há um mês atrás discutiu-se aqui sobre o fenómeno shopping e a diferença entre shopping de rua ou shopping cogumelo. Não sou defensora acérrima nem de um nem de outro. Percebo apenas a necessidade de ter serviços comerciais abertos num horário mais alargado e a salvo das acções do clima. Além disso, deveriam funcionar também como catalisadores de acções urbanísticas de melhoramento e desenvolvimento.

Tenho pena que a escola tenha servido de pouco aos decisores quando chega a hora de intervir. Se assim não fosse, saberiam onde ir buscar modelos, ou encontrar quem os conhecesse para apostarem no cavalo certo.

Olhemos um bocadinho para a história e para o centro da Europa. Remontemos ao ano de 1836, século XIX. Um jovem arquitecto nascido na Holanda em 1811, teve a ideia de construir uma galeria comercial coberta com mais de duzentos metros que ligaria o Mercado de Ervas ao Mercado dos Vegetais, demolindo um grande número de vielas onde a burguesia não se atrevia a entrar.

Em 1845, o Conselho Local votou a favor deste projecto. Assim nasceram as Galeries Royales Saint-Hubert, no centro de Bruxelas. A Galerie du Roi, a Galerie de la Reine e a Galerie du Prince, formando um ípssilon. Para quem não conhece o "shopping" em questão, há ainda a referir que este contém um Teatro (lindo, lindo!), uma sala de cinema e pequenos apartamentos no último piso.

Outros exemplos existem na Europa destas operações urbanísticas de salubridade versus desenvolvimento versus visão económica.

Poderiam os projectos das galerias comerciais em Braga (e por Portugal afora) ser pensados como soluções para problemas urbanísticos? Poderiam estes ser pensados para durar séculos e ser admirados quase duzentos anos depois? Poderíamos construir cidade com base em modelos sólidos, funcionais e prósperos? A resposta é mais que óbvia.

Para quem não sabe (e é natural que muitos não saibam), a morte de alguns shoppings de rua é um problema de desenho. Antes de serem construídos, já morrem no papel, porque a maior parte tenta resolver "problemas" de rentabilização de áreas.

É preciso compreender que tudo nasce para solucionar um problema. A questão está na pergunta: Que problema quero eu resolver?

A discussão em torno dos shoppings de rua na cidade de Braga deveria passar por perceber onde falharam e onde acertaram os objectivos os já existentes, e de que forma os que hão-de vir podem contribuir para uma melhoria significativa do local onde vão ser implantados.

Shoppings em Banho Maria

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Bullring
© rotund pictures

Depois do que aqui escrevemos sobre a proliferação de grandes superfícies comerciais no Minho, foi sem grande surpresa (nem tristeza, diga-se) que recebemos a notícia de que os promotores de algumas dessas obras «preferiram adiar os seus projectos, já licenciados, para melhores dias». O Espaço Braga e o Guimarães Plaza contam-se entre os projectos adiados para melhores dias.

Sendo mais que certo que os espaços não seriam no curto e médio prazo rentáveis, a verdade é que não se perde nada. Em Portugal, ao contrário do que sucede noutros países, os centros comerciais são invariavelmente feios. Construídos a granel, crescem como cogumelos no mato e, tantas vezes, nos locais mais inesperados e indesejáveis. Apesar dos avultados investimentos, estão longe de se constituírem como edifícios de referência arquitectónica, acabando por marcar negativamente a paisagem.

Pode não parecer, mas a fotografia retrata um pormenor do Bullring Shopping, um centro comercial localizado em pleno coração da cidade de Birmingham, na Inglaterra.

Viana, Meca da Arquitectura

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Axis Viana Hotel (3)
© Pedro Manuel Monteiro

A conferir, no Jornal de Notícias e no suplemento Fugas do Público.

Viana, Meca da Arquitectura | 2

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Salvar as Sete Fontes

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Passeios nas Sete Fontes
© jovemcoop

Apesar dos múltiplos apelos da comunidade científica e das repetidas chamadas de atenção por parte da sociedade civil, a autarquia de Braga continua a negligenciar o Complexo Monumental das Sete Fontes. O desprezo por esta estrutura de inegável valor histórico e arquitectónico levou os responsáveis autárquicos a projectar uma variante «que irá esventrar o Complexo» e, pior de tudo, a autorizarem «construção de máxima densidade construtiva» naquela zona.

Para dar visibilidade à urgência de uma intervenção de salvaguarda do património colectivo das Sete Fontes, a Jovemcoop, a ASPA e a Junta de Freguesia de São Vítor promovem uma Marcha no próximo dia 8 de Março, Domingo, com partida agendada para as 9h30m do Largo Senhora-a-Branca.

A garantia de que este património histórico vai chegar intacto às gerações vindouras é uma missão de que nenhum bracarense se pode demitir e, mais do que isso, uma obrigação de consciência a que estão vinculados todos quantos amam a cidade de Braga. Apelamos à participação da sociedade civil nesta iniciativa para que Braga possa afirmar com mais convicção o estatuto de cidade com futuro.

Dois Pesos e Duas Medidas [2]

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Depois do ziguezaguear no processo de construção do túnel da Avenida da Liberdade em Braga, as posições do IGESPAR na questão do Convento da Ordem Dominicana, em Coimbra, voltam a gerar grande polémica no seio da comunidade universitária.

O IGESPAR, cujo site ainda espera melhores dias, é o instituto público responsável pela gestão do património arquitectónico e arqueológico no nosso país. Contudo, as posturas díspares em casos aparentemente semelhantes e a ideia de uma certa negligência que transparece de algumas das suas decisões têm inquinado a imagem do instituto e minado a confiança que todos devíamos ter numa instituição com atribuições socialmente tão relevantes.

A ler: Dois Pesos e Duas Medidas [1]; A Gestão do Património Arqueológico Urbano; ASPA volta a denunciar abandono das Sete Fontes.

Os Azulejos do Pópulo

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Convento do Pópulo - Câmara Municipal de Braga
© CMB

A recuperação dos azulejos do Convento do Pópulo, encetada ao longos dos últimos meses pela Câmara Municipal de Braga no âmbito do Programa Operacional da Cultura, é visitável a partir de amanhã. As visitas guiadas estão abertas à população geral e também às escolas do concelho.

O "Convento" do Pópulo, mandado construir pelo Arcebispo Agostinho de Jesus, já serviu de casa de religiosas e de quartel militar, albergando actualmente vários serviços da Câmara Municipal de Braga. Segundo notícia do Público, a recuperação dos azulejos foi o primeiro passo da renovação completa do imóvel datado do século XVI. A concretização da recuperação do edifício é um exemplo da feliz reconciliação de Braga com o seu passado.

Palácio das Negligências

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Palácio Dona Chica - Braga
© Paulo Silva

«De facto algo vai mal, mesmo muito mal, no “reino da bracalândia”, quando a consecução administrativa de um processo que se arrasta há de mais de duas décadas, faz depender a homologação do envio de um documento (um mapa digital?!) por parte da Câmara para os serviços competentes da tutela.» A denúncia é feita na edição de hoje do Diário do Minho por Miguel Bandeira, um ilustre membro da ASPA e um inegável amante da cidade e do património de Braga.

O historial de destruição do património edificado da cidade às mãos dos interesses betonados faz temer o pior, sendo urgente e prioritário que a cidade se mobilize na defesa do seu património e no apuramento das responsabilidades políticas por este atraso monumental na classificação do Palácio de D. Chica.

Eu ainda não tinha completado um ano de idade quando se iniciou o processo de classificação. Quase 25 anos depois, o processo continua emperrado por inércia, negligência ou falta de vontade da Câmara Municipal de Braga. É inacreditável, não é?

A Necrópole de Braga [2]

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capa diario do minho - 7 de Agosto de 2008

Com um comentário a este post do blogue Avenida Central, Francisco Sande Lemos, notável arqueólogo e professor jubilado da Universidade do Minho, deu novo fôlego à discussão sobre dois dos assuntos mais cruciais para o futuro estratégico da cidade de Braga - o prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade depois de conhecida a nova Necrópole de Braga e a recuperação do Teatro Romano da Cividade.

As pertinentes reservas que o reputado professor enunciou ao prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade e a sua «grande preocupação com a preservação de vários outros espaços arqueológicos da cidade, para lá da muito falada necrópole romana» fazem a manchete do Diário do Minho de hoje, numa mostra de que o jornal continua a fazer bom jornalismo a propósito deste tema.

A preservação do património arqueológico da cidade é de importância capital para que a cidade se possa afirmar no contexto peninsular e europeu. Mas, tal como sugere Sande Lemos, cabe aos verdadeiros cidadãos bracarenses manterem-se firmes na defesa do património e nos apoio às medidas tendentes à sua salvaguarda*. É a hora da massa crítica da cidade se mobilizar na defesa do futuro que o passado milenar da urbe ainda nos pode garantir.

*será interessante conhecer a resposta da maioria ao requerimento que a oposição lhe fez chegar.

Braga Romana

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Roma Victor!
© virgi lex zuo

Ainda que os epítetos de «Cidade dos Arcebispos», «Capital do Comércio» e «Capital do Barroco» não sejam para desbaratar, a verdade é que a «Braga Romana», ou Bracara Augusta, marcas tão inexploradas na promoção da cidade, podem converter-se numa inesgotável fonte de história, mística e potencial económico.

Os últimos tempos têm demonstrado que a cidade parece ter finalmente acordado para a importância do marketing, estando contudo muito longe da «forte imagem de marca» a que Sande Lemos aludiu na segunda Conversa Improvável.

A publicidade da Associação Comercial, a campanha do Sporting de Braga e a aposta da Câmara Municipal na reedição da Braga Romana têm sido fortes argumentos para que os bracarenses se reconciliem com um passado tantas vezes mal tratado. Tão importante como estas iniciativas emblemáticas seria o avançar definitivo para a recuperação do Teatro Romano recentemente apresentado, a adopção de medidas concretas de protecção da herança monumental romana no centro histórico e a promoção do roteiro da Bracara Augusta.

Os resultados positivos da aposta parecem indicar o caminho e justificar maior investimento e mais imaginação na sedimentação da marca «Bracara Augusta» por forma a não desperdiçar o potencial e o imaginário associados à época romana. Leia-se o entusiasmo.

Braga Qu'Eu Gosto 9 | Elevador

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ascensor do Bom Jesus Braga elevador funicular
© francisLM

126 years ago... | foi há 126 anos...
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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