© Luke Williams
Dubai Fountain ou a Fonte do Paraíso
É a maior fonte luminosa dançante do mundo, contendo um total de um milhão e quinhentas mil luzes meticulosamente sincronizadas com música (do mundo, clássica e árabe). Os jactos ultrapassam os 500 metros projectando mais de 80.000 litros de água em cada exibição. Trata-se de um projecto da Wet Design que também concebeu as fontes luminosas do Parque das Nações. O espectáculo do Dubai é o vídeo desta semana no Avenida Central.
FeministizARTE em Braga
O Núcleo de Braga da UMAR (União de Mulheres Alternativa e Resposta dispôs-se a reunir, no Museu Nogueira da Silva, no Museu Regional de Arqueologia Dom Diogo de Sousa e na Torre de Menagem, produtos artísticos de jovens criadores nacionais e internacionais das mais diversas áreas, relacionados com as temáticas feministas.
O FeministizARTE – Festival de Arte Feminista – a decorrer a 27, 28 e 29 de Novembro próximo, é um evento inédito em Portugal e que englobará exposições permanentes de livre acesso, contando com as participações de Ana Pereira, André Alves, Carla Cruz, Cristiana Miranda, Maciel Cardeira, Maria Lusitano Santos, Nádia Duvall, Poderiu, Renato Roque, Rosa Vaz, Suspiria Franklyn; e, apresentações pontuais com bilheteira de AbztraQt Sir Q, Carla Cruz, GATA (Grupo de Activismo e Transformação pela Arte), Flávio Rodrigues, Micaela Maia, e Teresa Vila Verde.
A par destas, está agendada, para dia 28 de Novembro, às 18:30, uma tertúlia sobre “Arte e Feminismos” com as presenças de Ana Gabriela Macedo, Ana Paula Canotilho, Angélica Lima Cruz, Cristiana Pena e Maria José Magalhães.
O Núcleo de Braga da UMAR, que conta com vários apoios, dos quais se destaca o apoio institucional da Câmara Municipal de Braga, do Museu Nogueira da Silva e do Museu D. Diogo Sousa, pretende divulgar os trabalhos destes artistas e sensibilizar a comunidade local e nacional para o(s) feminismo(s) sob distintos olhares, tais como, as artes plásticas, a música, artes performativas, o design, o audiovisual e a fotografia; celebrar, em suma, a arte feminista.
O FeministizARTE – Festival de Arte Feminista – a decorrer a 27, 28 e 29 de Novembro próximo, é um evento inédito em Portugal e que englobará exposições permanentes de livre acesso, contando com as participações de Ana Pereira, André Alves, Carla Cruz, Cristiana Miranda, Maciel Cardeira, Maria Lusitano Santos, Nádia Duvall, Poderiu, Renato Roque, Rosa Vaz, Suspiria Franklyn; e, apresentações pontuais com bilheteira de AbztraQt Sir Q, Carla Cruz, GATA (Grupo de Activismo e Transformação pela Arte), Flávio Rodrigues, Micaela Maia, e Teresa Vila Verde.
A par destas, está agendada, para dia 28 de Novembro, às 18:30, uma tertúlia sobre “Arte e Feminismos” com as presenças de Ana Gabriela Macedo, Ana Paula Canotilho, Angélica Lima Cruz, Cristiana Pena e Maria José Magalhães.
O Núcleo de Braga da UMAR, que conta com vários apoios, dos quais se destaca o apoio institucional da Câmara Municipal de Braga, do Museu Nogueira da Silva e do Museu D. Diogo Sousa, pretende divulgar os trabalhos destes artistas e sensibilizar a comunidade local e nacional para o(s) feminismo(s) sob distintos olhares, tais como, as artes plásticas, a música, artes performativas, o design, o audiovisual e a fotografia; celebrar, em suma, a arte feminista.
We're All Gonna Die
© Simon Hoegsberg (pormenor)
Freaks, escuteiros, políticos, estudantes, bloguers, espiões, jornalistas, padres, prostitutas, novos, chineses, músicos, nerds, católicos, gays, pais, órfãos, simpáticos, operários, milionários... são cento e setenta e oito pessoas em cem metros de existência: vamos todos morrer! É a maior fotografia, num excelente trabalho de Simon Hoegsberg.
Ensaio Sobre a Cegueira
A cegueira não passa de um pretexto para uma impressionante metáfora sobre a natureza humana.
Os Azulejos do Pópulo
© CMB
A recuperação dos azulejos do Convento do Pópulo, encetada ao longos dos últimos meses pela Câmara Municipal de Braga no âmbito do Programa Operacional da Cultura, é visitável a partir de amanhã. As visitas guiadas estão abertas à população geral e também às escolas do concelho.
O "Convento" do Pópulo, mandado construir pelo Arcebispo Agostinho de Jesus, já serviu de casa de religiosas e de quartel militar, albergando actualmente vários serviços da Câmara Municipal de Braga. Segundo notícia do Público, a recuperação dos azulejos foi o primeiro passo da renovação completa do imóvel datado do século XVI. A concretização da recuperação do edifício é um exemplo da feliz reconciliação de Braga com o seu passado.
Horta em Guimarães, Árvore em Braga
No mês em que se soube que, felizmente, 77% dos estabelecimentos de restauração do concelho de Braga optaram por se declarar espaços sem fumo, chegou a notícia de que a Árvore do Conhecimento, uma escultura de Vitor Ribeiro, ornamentará um espaço central da cidade. A escultura foi a escolhida no âmbito do I Simpósio de Escultura, uma iniciativa da DST.
Em Guimaraes, foi notícia a criação de várias hortas pedagógicas para habitantes do concelho. O projecto, da responsabilidade de Câmara Municipal e dos hipermercados Continente, está a ter um sucesso acima do esperado e promete devolver à lavoura, embora de forma lúdica, várias famílias citadinas.
Em Guimaraes, foi notícia a criação de várias hortas pedagógicas para habitantes do concelho. O projecto, da responsabilidade de Câmara Municipal e dos hipermercados Continente, está a ter um sucesso acima do esperado e promete devolver à lavoura, embora de forma lúdica, várias famílias citadinas.
Escultura & Turismo
© sr. cordeiro
Quem visitar por estes dias a Avenida Central, em Braga, vai encontrar um autêntico laboratório de criação artística. O I Simpósio de Escultura junta quatro artistas de renome que, durante duas semanas, vão trabalhar ao vivo bem no coração da cidade. A iniciativa é da DST, uma empresa bracarense de construção civil, cuja responsabilidade social marca a diferença - ao longo dos anos foi marcando o devir cultural bracarense através da promoção de um prestigiado prémio literário e do financiamento da Companhia de Teatro de Braga e da Feira do Livro.
Em Barcelos, as atenções estão concentradas no Festival Internacional de Filmes de Turismo Art&Tur que decorre até ao dia 27 deste mês. A iniciativa é promovida pela Associação Nacional de Jovens Empresários (ANJE), Associação Portuguesa de Turismologia (APTUR) e Câmara Municipal de Barcelos, contando com a representação de 28 países, cujos trabalhos concorrem ao Grande Prémio Galo de Ouro.
Sexo Verde
© Miss_Bro
A Greenpeace, organização sempre interessada nos melhores ambientes, encontrou uma nova forma de promover um mundo mais verde - o sexo ecológico. Na verdade, é preciso uma boa dose de imaginação para tornar ainda mais verde uma das formas mais ecológicas de ocupar o tempo.
Menos ecológicas mas igualmente verdes e excitantes do ponto de vista visual são as maravilhas que o blogue Environmental Grafitti expõe, dando projecção a uma invulgar forma de arte [via]. Merece uma visita.
A Necrópole de Braga
Só o desenrolar dos factos desvendará os motivos pelos quais a notícia da nova necrópole de Braga surgiu neste momento. O súbito suposto interesse pelo património arqueológico da cidade não pode ser um mero acto contrição pelo mal que lhe fizeram ao longo destes últimos trinta anos, profanando, destruindo e delapidando sem dó nem piedade e a troco de um soldo que todos pagaremos em défice de turismo ao longo dos próximos tempos.
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Vamos Mimarte!
A Câmara Municipal de Braga apresentou a edição 2008 do Mimarte, o Festival de Teatro de Braga que decorrerá entre 27 de Junho e 6 de Julho. São dez espectáculos a subir à cena, trazidos por outras tantas companhias oriundas dos mais diversos pontos de Portugal e de Espanha, repartindo-se por espaços emblemáticos bracarenses como o Theatro Circo, o Rossio da Sé, a Arcada e o Átrio do Museu D. Diogo de Sousa.
A iniciativa é uma das principais marcas do programa cultural bracarense, repetindo, ano após ano, sucessos em termos de qualidade do programa e adesão do público. Pode consultar o programa completo aqui.
A Propósito de «Serralves em Festa»
© z.z
No passado Sábado experimentei um pouco da «Serralves em Festa», uma verdadeira síntese dos reais motivos pelos quais o Porto cosmopolita está a anos-luz da Braga que insistem em manter inusitadamente rural.
Enquanto passeava pelos magníficos jardins, lembrei-me dos parques que o poder autárquico está a dever a Braga e aos bracarenses. Mal habituados e pouco exigentes, aceitamos sem grandes controvérsias que nos impinjam que «é bom viver em Braga», uma cidade sem um único espaço verde para verdadeira e livre fruição dos bracarenses. Prometeram-nos um Parque Norte, um Parque da Ponte, um Parque do Picoto, um Parque em Lamaçães e muitos enormes parques de diversões, mas a verdade é que nos quedamos sem nada. Nada.
Mas a Fundação Serralves é bem mais que um parque ou jardim... É um centro de arte e de espectáculos eclético e a transpirar modernidade, tal como o Vila Flor em Guimarães ou o Centro Cultural de Belém em Lisboa. Braga continua a fazer-se em torno dos prédios, a que se acrescenta a nova jóia que dá pelo nome de «centros comerciais» gigantes, em descrédito e em desuso na Europa moderna, mas que hão-de entupir-nos até às entranhas nos próximos anos.
Em Braga, nem se aproveita o Cávado nem o Este, não se aproveita verdadeiramente o património nem a história, não se promove a arte nem a cultura. Falhámos redondamente na tentativa de colocar a cidade na rota cultural, arquitectónica e turística de Portugal e da Europa e, pior que isso, continuamos a falhar quotidianamente na simples tarefa de colocar a arte, a natureza e a cultura na rota dos bracarenses.
Em síntese, continuamos a frustrar a tentativa de ancorar esta cidade na modernidade. Mas talvez esse nunca tenha sido objectivo.
Braga Romana
© virgi lex zuo
Ainda que os epítetos de «Cidade dos Arcebispos», «Capital do Comércio» e «Capital do Barroco» não sejam para desbaratar, a verdade é que a «Braga Romana», ou Bracara Augusta, marcas tão inexploradas na promoção da cidade, podem converter-se numa inesgotável fonte de história, mística e potencial económico.
Os últimos tempos têm demonstrado que a cidade parece ter finalmente acordado para a importância do marketing, estando contudo muito longe da «forte imagem de marca» a que Sande Lemos aludiu na segunda Conversa Improvável.
A publicidade da Associação Comercial, a campanha do Sporting de Braga e a aposta da Câmara Municipal na reedição da Braga Romana têm sido fortes argumentos para que os bracarenses se reconciliem com um passado tantas vezes mal tratado. Tão importante como estas iniciativas emblemáticas seria o avançar definitivo para a recuperação do Teatro Romano recentemente apresentado, a adopção de medidas concretas de protecção da herança monumental romana no centro histórico e a promoção do roteiro da Bracara Augusta.
Os resultados positivos da aposta parecem indicar o caminho e justificar maior investimento e mais imaginação na sedimentação da marca «Bracara Augusta» por forma a não desperdiçar o potencial e o imaginário associados à época romana. Leia-se o entusiasmo.
Acontece no Minho [2]
Três alunas do terceiro ano do Curso de Comunicação Social lançaram o Projecto Peste, uma iniciativa que «pretende dar um passo mais largo no sentido da requalificação do Rio Este e na recuperação da Rua dos Galos, colocando os media em primeiro plano das acções a desenvolver.» A seguir aqui.Phoebe Killdeer (vocalista dos Nouvelle Vague) vem a Guimarães apresentar o seu disco de estreia com os Short Straws. O Centro de Artes e Espectáculos São Mamede será o palco de um concerto único no próximo Sábado, dia 24 de Maio, pelas 22 horas. Uma hora depois, os "Les Baton Rouge", a única banda portuguesa que figura no "Rock´n´Roll American History" sobre ao palco da Casa das Artes em Famalicão.
Num momento em que celebra meio século de vida, o Cineclube de Guimarães apresenta «Sedução, Conspiração», de Ang Lee, pelas 21.45 do próximo Domingo, 25 de Maio. Na manhã do mesmo dia, o Theatro Circo de Braga oferece Música para Gente de Palmo e Meio. O espectáculo, agendado para o Salão Nobre. O preço é de 10€ por criança, incluindo um ou dois acompanhantes adultos.
A Velha-a-Branca promove um Workshop sobre "A Paixão da Rádio" nos próximos dias 29 de Maio e 5, 12 e 19 de Junho. Entre passado ao futuro da rádio, os promotores propõem-se reflectir também sobre as emissoras que marcaram (marcam) a rádio em Portugal e os grandes comunicadores da rádio. Mais informações aqui.
Dia Internacional dos Museus em Guimarães

«Este ano, a Sociedade Martins Sarmento associa-se às comemorações do Dia Internacional dos Museus, que se assinalará no próximo dia 18 de Maio, com um programa que tem como principal objectivo contribuir para a aproximação o público aos Museus, proporcionando-lhe uma viagem às origens da nossa cultura através do património desta Instituição.»
18 de Maio :: Sociedade Martins Sarmento :: Guimarães
BES Photo: Bracarense Miguel Soares Vence 4ª Edição

O bracarense Miguel Soares foi o vencedor da 4ª Edição do BES Photo, um dos mais prestigiantes prémios nacionais de arte contemporânea A iniciativa é promovida em parceria pelo Banco Espírito Santo e o Museu Colecção Berardo. Eis a história de um bracarense de sucesso que nunca expôs em Braga...
BIOGRAFIA
«Miguel Soares nasceu em Braga a 5 de Julho de 1970. Vive e trabalha em Lisboa. Estudou fotografia no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, Lisboa, em 1989, altura em que começou a expor fotografia, e daí até 1995 graduou-se em Design de Equipamento na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. Foi artista residente em Nova Iorque, entre 2003 e 2004. Durante esse periodo começou também a produzir objectos escultóricos e instalações por vezes com recurso a luz, som, vídeo e movimento.
Expôs individualmente em 2007 no Museu da Electricidade e na Galeria Graça Brandão, Lisboa. Já este ano, Miguel Soares expôs na Universidade de Coimbra.
Presentemente, Miguel Soares é professor convidado da Universidade do Algarve (Faro), leccionando a cadeira de Vídeo e Imagem Digital. No trabalho de Miguel Soares podemos identificar certos elementos, como uma reflexão sobre o real e uma análise dos mecanismos que regulam e determinam a percepção. Por exemplo, na sua nova série "Planets" (2008), o artista recorre à fotografia convencional para gerar uma série de ilusões que vão sendo desvendadas à medida que vamos percorrendo as imagens...
"A nossa vontade de aceitar a ilusão, mesmo em casos inverosímeis e tecnicamente imperfeitos, a chamada teoria da "Suspension of Disbelief" interessa-me imenso. Há coisas que víamos há vinte anos atrás e pareciam altamente verosímeis e realistas e que hoje em dia parecem muito mal feitas."»
Ligações Interessantes:
Site Pessoal de Miguel Soares
Liine HD, Miguel Soares 2008 :: You Tube
Veja a foto premiada do BES Photo 2007 :: IOL Diário
Miguel Soares é o novo vencedor do Prémio BESPhoto :: PúblicoLiine HD, Miguel Soares 2008 :: You Tube
Veja a foto premiada do BES Photo 2007 :: IOL Diário
Miguel Soares vencedor do IV Prémio Bes Photo :: RTP
Prémio BES Photo: Ministro da Cultura enaltece trabalho de galeristas, curadores e leiloeiros :: RTP
Planetas e limusinas conquistam BES Photo :: Diário de Notícias
[agradecimento especial ao Bruno Gonçalves pelas preciosas informações que me fez chegar sobre Miguel Soares e o BES Photo]
Sete Fontes em Perigo
Num tempo em que se torna cada vez mais óbvio que Braga continua a desprezar a indústria do património e do turismo, surge o alerta de que o complexo das Sete Fontes, património de valor incalculável votado ao abandono voluntário por parte da autarquia, poderá estar em perigo.
É com desinteressado e corajoso espírito cívico que a ASPA exige «que se impeça qualquer construção sobre a área de protecção definida nos termos da lei.» E outra coisa não se pode esperar daqueles que detêm o mandato de zelar pela defesa do interesse público e comum.
É com desinteressado e corajoso espírito cívico que a ASPA exige «que se impeça qualquer construção sobre a área de protecção definida nos termos da lei.» E outra coisa não se pode esperar daqueles que detêm o mandato de zelar pela defesa do interesse público e comum.
ASPA Volta a Denunciar Abandono das Sete Fontes
«Mais de treze anos passados sobre os primeiros atentados ao património das 7 FONTES - Sistema Setecentista de Abastecimento de Água à Cidade de Braga - a ASPA, quando em Maio de 1995 pediu ao IPPAR a sua classificação, viu finalmente reconhecida pelo Governo essa pretensão em 29 de Maio de 2003, com a classificação de MONUMENTO NACIONAL. Isto é, a partir de então, as 7 FONTES passaram a integrar a lista de monumentos nacionais e a estar debaixo das mesmas medidas de protecção e garantias onde figuram, por exemplo, o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé de Braga e o aqueduto das Águas Livres, entre muitos outros.Desde então, o monumento nacional tem vindo a degradar-se por desinteresse efectivo das autoridades autárquicas locais - exceptuando, honra seja feita, a Junta de Freguesia de S. Vítor e o seu Presidente – que até agora não alteraram o PDM em função na nova realidade, e do Governo da República por não ter agido pró-activamente face às ameaças imobiliárias que continuam a pairar sobre este valor artístico, científico e ambiental da cidade, da região e do País.
A ASPA vem uma vez mais publicamente alertar e denunciar a todos os seus concidadãos para as mais recentes ameaças imobiliárias que se têm insinuado para o local, ainda que estas surjam mascaradas por projectos filantrópicos ou aparentemente vantajosos para a comunidade.
Tal como infelizmente vem sendo habitual, mais a mais agravado pelo facto das 7 FONTES serem do domínio público, os arvorados projectos que vêm sendo anunciados para o local não são do conhecimento público. Isto é, nunca foi divulgado à comunidade qualquer projecto, desenho, esboço ou directivas de ocupação do solo para além das ameaçadoras afectações que estão previstas em sede de PDM.
A ASPA mais não pretende que se cumpra a lei. A ASPA reclama da abertura de acessos a instalações sem autorização do IGESPAR, mexidas de terras de duvidosa legalidade e, sobretudo, exige civicamente, sobre qualquer interesse privado ou circunstância estranha à integridade das 7 Fontes, que se impeça qualquer construção sobre a área de protecção definida nos termos da lei.
A ASPA entende que os bracarenses não são ignorantes nem devem nada a ninguém. As 7 FONTES pertencem aos bracarenses, pelo menos, desde há dois mil anos, pelo que não é qualquer um dos proprietários de terrenos envolventes ao complexo que pode oferecer ou condicionar um bem de que não dispõe.
Por fim, a ASPA, como é seu timbre de há trinta anos a esta parte, informa todos os intervenientes que se manterá vigilante e intransigente na defesa do património de Braga e do País e denunciará publicamente todas as acções lesivas que se verificarem e, se for caso, accionará os mecanismos legais que estiveram ao seu alcance.
A ASPA não se deixará iludir nem intimidar por apetites imobiliários dissimulados em finalidades supostamente generosas, tanto mais que está convicta que não pode haver futuro credível para as novas gerações se este assentar na subtracção do espaço público, na destruição da herança artística, no aviltamento da memória científica e num atentado ao ambiente.»
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