© Daniel Nérso
A propósito desta notícia, lembrei-me d'O Principezinho, o primeiro livro em que a minha imaginação encontrou jibóias que comem elefantes. Grande livro.
«Minha loucura, outros que me a tomem
Com o que nela ia.
Sem a loucura que é o homem
Mais que a besta sadia,
Cadáver adiado que procria?»
«Google, it could be said, conquered its first Romance language last week. The Portuguese parliament voted last week to change its national language to reflect the more popular Brazilian Portuguese, the language used by about 80 percent of the world’s 230 million Portuguese speakers. In the next six years, European Portuguese will be phasing in three new consonants – k, w and y – and dropping confusing hyphens and silent consonants. So from now on, when you are IM-ing a Portuguese beauty, the correct style is otimo, not optimo, when she suggests meeting for a drink.» [Times Online]
«Marcou a crítica literária e mudou a forma de fazer jornalismo cultural em Portugal — foi o primeiro editor da secção de Cultura do Público, jornal de que foi um dos fundadores. Nascido em Braga, era filho de professores primários.
Frequentou o curso de Filologia Românica na Universidade de Coimbra e, entre 1971 e 1974, viveu exilado em Bruxelas, onde foi operário. No regresso a Portugal, trabalhou no serviço de fronteiras em Vila Real de Santo António, tendo passado daí para o jornal “Expresso” como copydesk. Neste semanário começou a fazer crítica literária, assinando João Macedo — João Torcato Sepúlveda de Macedo era o seu nome completo. Fez traduções sob pseudónimos: Silva de Viseu, Buíça, D. Luís da Cunha.
Do “Expresso” saiu para o Público, onde editou também a secção de Sociedade antes de partir para integrar a equipa que refundou o “Semanário”. Passou pela “Capital”, por “O Independente” e era actualmente jornalista do “Diário de Notícias” (escrevia para o suplemento de sábado “NS”).» [Público]