Avenida Central

Acontece no Minho [19]

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Pai Velho, Lindoso. © Ricardo Machado

Trio Dissidentes de Pedro Madaleno (jazz)
[20 de Fevereiro, 22h. Espaço Pedro Remy, Braga]
O espaço cultural Pedro Remy apresenta o trio "Dissidentes" de Pedro Madaleno, um dos mais importantes guitarristas nacionais de jazz. O grupo conta ainda com Miguel Amado no baixo eléctrico e Alexandre Frazão na bateria.

Lugar Nenhum (musical)
[19 e 20 de Fevereiro, 21h30m. Theatro Circo, Braga]
Com direcção musical de Paulo Matos e encenação de Manuela Ferreira, o Conservatório de Música Calouste Gulbenkian traz à cena o musical "Lugar Nenhum", especátulo construído em torno dos maiores êxitos dos Beatles.

Segundo Plano (dança)
[21 de Fevereiro, 22h. Centro Cultural Vila Flor, Guimarães]
Com direcção e coreografia de Né Barros, «Segundo Plano» coloca-nos sobretudo questões de hierarquia na percepção e de construção de sentido do observado. Da confluência e concorrência de planos construímos as nossas histórias e a nossa realidade.

Pai Velho (tradições populares)
[22 a 24 de Fevereiro. Lindoso, Ponte da Barca]
As terras altas de Lindoso, no concelho de Ponte da Barca, acolhem mais uma vez as tradicionais comemorações do Entrudo - o “Pai Velho”, do Domingo Gordo à terça–feira de Carnaval. Neste magnífico cenário das terras altas tem lugar o cortejo carnavalesco, todo ele engalanado que transporta o “Pai Velho”, percorrendo os lugares da freguesia para que o povo se junte à festa e celebre os dias de Carnaval.

Antony and the Johnsons Esgotado

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Antony and the Johnsons illo for Plan B
© Anna Higgie

O concerto no Theatro Circo é no dia 16 de Maio, mas os bilhetes já esgotaram. Casa cheia para receber Antony and the Johnsons é o resultado da repetição desta aposta de sucesso.

Acontece no Minho [17]

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As Bacantes (teatro)
[Até Janeiro 23, 21h30m. Sala Principal, Theatro Circo, Braga. €5 a €10]
Continua em palco pela Companhia de Teatro de Braga As Bacantes de Eurípedes, obra-prima com diversas leituras possíveis, que variam, não só no contexto histórico em que foi produzida, como também em função da época em que é reapreciada. Encenação de Rui Madeira.

Bunnyranch (música)
[16 de Janeiro, 23h59m. Pequeno Auditório, Theatro Circo, Braga. €8]
Os Bunnyranch (na foto) estão de regresso aos discos, desta feita para a conclusão do “Teach us Lord How to Wait”. E valeu a pena esperar? Claro que sim! Continuam inspirados e nada saturados do Rock and Roll. Um disco gravado num estúdio a paredes-meias com uma destilaria… Necessariamente rápido, lento, doce e desesperado…

Miguel Martins Kaleidoscópio trio (música)
[17 de Janeiro, 21h30m. Espaço Pedro Remy, Braga]
Em 2004 nasce Miguel Martins "Kaleidoscópio" devido à necessidade de intervir através da musica improvisada. A cumplicidade musical de Miguel Martins com o contrabaixista Carlos Barretto e José Salgueiro na bateria, fez com que a química entre estes músicos seja intensa e interactiva. Este trio tem como objectivo despertar sensações no público e fazê-lo viajar através da música improvisada no momento, com o intuito de alertar para problemáticas humanas.

Antony And The Johnsons em Braga

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Hope Theres Someone ao vivo, por Antony And The Johnsons

Dois anos e meio (e uma semana) depois Antony And The Johnsons voltam ao Theatro Circo para mais um — espera-se — grande concerto de três a acontecer este ano em Portugal. Maio de 2009 traz aos Coliseus e ao Minho The Crying Light, um álbum mais intimista que o anterior, I Am A Bird Now, que contava com as colaborações de músicos como Boy George, Rufus Wainwright, Devendra Banhart e Lou Reed e que recentemente colaborou com a conhecidíssima Blind do álbum homónimo de Hercules And Love Affair.

Os concertos acontecerão dia-sim-dia-não (Lisboa a 14, Braga a 16 e Porto a 18 de Maio) e os bilhetes para Braga estarão à venda a partir de 2 de Janeiro, com preços a anunciar no mesmo dia. Para Lisboa e Porto os preços variam entre os € 20 e os € 50.

Comunidade de Leitores no Theatro Circo

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eu-blogue #004
© eu-blogue

O Theatro Circo está a promover a Comunidade dos Leitores, uma iniciativa que reforça a vocação ecléctica da sala de espectáculos. valter hugo mãe (na foto) propõe «um itinerário por oito livros que servirão de pretexto para se falar de muitos mais. Destinada a um público acima dos dezasseis anos, de qualquer formação escolar, a iniciativa será orientada com alguma informalidade, visando incentivar a participação dos leitores.»

Aplaudidas pela crítica, as obras seleccionadas compõem-se do conjunto mais nobre da nova literatura portuguesa, destacando-se os nomes de José Luís Peixoto, Jorge Reis-Sá, Manuel Jorge Marmelo e do próprio valter hugo mãe. Aqui fica o programa completo.

11.Novembro, A Baía dos Tigres (1999), Pedro Rosa Mendes
25.Novembro, Nenhum Olhar (2000), José Luís Peixoto
09.Dezembro, Anos 90 e Agora, Uma Antologia da Nova Poesia Portuguesa (2004), org e selecção Jorge Reis-Sá
06.Janeiro, Amar não Acaba (2004), Frederico Lourenço
20.Janeiro, Jerusalém (2005), Gonçalo M. Tavares
03.Fevereiro, o remorso de baltazar serapião (2006), valter hugo mãe
17.Fevereiro, Aonde o Vento Me Levar (2007), Manuel Jorge Marmelo
03.Março, A Ressurreição da Água (2008), Maria Antonieta Preto

Acontece no Minho [10]

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Joan As Police Woman
© bubblegun1

Fim de semana de decisões difíceis no Minho: Sábado, sensivelmente à mesma hora, Theatro Circo e Centro Cultural Vila Flor recebem Festival do Burlesco e Joan As Police Woman, respectivamente. São dois espectáculos que, não fosse a impossibilidade de estar em duas plateias ao mesmo tempo, ninguém devia perder.

Viviane
[Sexta, 7 de Novembro, 21h30m. Casa das Artes, Famalicão]
«Viviane é uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa. Uma atitude singular, um registo envolvente e inconfundível assinalam uma carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções como compositora e intérprete de um dos melhores grupos da POP portuguesa: os Entre Aspas.»

Festival do Burlesco: Circus Contraption
[Sábado, 8 de Novembro, 21h30m. Theatro Circo, Braga]
«'The Show to End all Shows' (espectáculo para acabar com todos os espectáculos) faz-nos imaginar uma família dona de um circo, com todo o seu 'glamour', brilho e exagero típicos dos anos 70 e 80. Mas a altura em que decorre este espectáculo é agora, ou até mesmo um pouco no futuro, e o 'glamour' começa a mostrar sinais de decadência. Um sentido iminente de destruição paira sobre o circo à medida que tudo começa a correr mal sob a tenda de lona…»

Joan As Police Women
[Sábado, 8 de Novembro, 22h. Centro Cultural Vila Flor, Guimarães]
«Joan As Police Woman é o projecto a solo de Joan Wasser, cantora americana com um currículo no mínimo impressionante: já tocou com Antony Hegarty (Antony and the Johnsons), Rufus Wainwright, Lou Reed, Nick Cave, Laurie Anderson, The Scissor Sisters, entre muitos outros. Depois do disco de estreia “Real Life” (2006) - que recebeu rasgados elogios da crítica - Joan As Police Woman sobe agora aos palcos para apresentar o segundo álbum em nome próprio, “To Survive”, lançado no passado mês de Junho.»

Puzzle
[Sábado, 8 de Novembro, 22h30m. Casa das Artes, Famalicão]
«Os Puzzle são uma banda eclética, com influências do Funk, da Soul e do Hip-Hop.
Em actividade desde o Verão de 2004, de inicio como um projecto de autor do C-Vieira (vocalista, letrista e compositor), os Puzzle constituídos pelo C-Vieira (voz), Paulinho Ponte (baixo), Lopez (guitarra), Messias (bateria) e Kadu (teclados), deambulam por um universo Groove, onde não há limites para a criatividade e onde o esforço só acaba com satisfação de um bom final.»

150.000 no Theatro Circo

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Teatro Circo
© jsome1

Samuel Silva assina, na edição de ontem do Público, mais um excelente trabalho com a cultura no Minho em foco. A propósito do segundo aniversário do Theatro Circo, o Público revela que, segundo um estudo inédito da Universidade do Minho, «são as mulheres, os jovens e os bracarenses quem mais frequenta a sala de espectáculos.»

A questão ganha contornos estratégicos quando se percebe que 67% dos espectadores vivem em Braga, 7,2% vêm do Porto, em segundo lugar, e apenas 2,9% de Guimarães. A forte aposta na cultura urbana, naturalmente mais atractiva para o público portuense e vimaranense, ajuda a explicar os números, mas a verdade é que a fatia de espectadores de Guimarães fica muito aquém das expectativas tendo em conta o potencial do público vimaranense. Na senda do que temos vindo a defender, a criação de uma agenda cultural conjunta para o quadrilátero urbano do Minho poderia constituir-se como um importante contributo para se ultrapassarem distâncias e barreiras que são tudo menos geográficas.

Sobre a ligação do Theatro Circo à cidade, o rosto mais visível do projecto assume a abertura do espaço aos criadores da região, salientando que «não é pelo facto de ser de Braga que abrimos as portas a quem quer que seja.» Estou certo que esta é uma matéria em que podemos confiar no trabalho de Paulo Brandão e na qual qualquer ingerência do poder político será, naturalmente, de lamentar.

Em jeito de conclusão, Samuel Silva escreve que «imune às críticas ouvidas em Braga à "formatação" da oferta e à pouca ligação com a cidade, Paulo Brandão conseguiu levar ao Theatro Circo cerca de 150 mil pessoas em dois anos.» Na verdade e em bom rigor, não podemos afirmar com precisão se o Theatro "já teve 150.000 espectadores" ou "só teve 150.000".

A prestação de contas, aquilo que os anglo-saxónicos designam por accountability, requer que as metas sejam conhecidas previamente. Independemente da percepção individual de cada um e apesar de nesta matéria ser tentado a concordar com o "", a verdade é que ninguém sabe se 150.000 espectadores é uma meta condicente com o investimento público feito no Theatro Circo porque nunca foi assumido publicamente quantos espectadores se pretendia alcançar com esse dinheiro.

Posto isto, lanço novamente o repto aos responsáveis do Theatro Circo para que assumam publica e antecipadamente quais os objectivos estratégicos e as metas para o ano de 2009. Não tenho dúvidas que, dado o mérito de Paulo Brandão, serão verdadeiramente ambiciosos.

Fast Forward 2008: Filme Vencedor

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Confira aqui todos os premiados da edição 2008 do Fast Forward.

The Ultimate Tango Show

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© andrei singer

Chegado directamente do coração de Buenos Aires, o espectáculo “O Tango – The Ultimate Tango Show” encantar nos dois principais palcos culturais do Minho. Na próxima Quarta, dia 8 de Outubro, o Theatro Circo, em Braga, recebe o conjunto de dez bailarinos, seis músicos e dois cantores (José Luis Barreto e Claudia Pannone) que compõem o fantástico mundo d'O tango. No dia seguinte, é a vez do vimaranense Centro Cultural Vila Flor abrir a cortina para um espectáculo muito promissor. Altamente recomendado.

Tunas, Jamais!

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Teatro Circo
© jsome1

Tunas, jamais! As palavras não foram exactamente assim, mas o discurso da Vereadora da Cultura sobre o Theatro Circo sempre pôs de parte a utilização daquele espaço para iniciativas dos estudantes da Universidade do Minho, em particular, festivais de tunas. O anúncio foi muito contestado por largos sectores da sociedade bracarense, perante a intransigência da direcção política do município. A esse propósito, escrevi em Maio de 2007 que «a segregação antecipada da participação da sociedade, patenteada na anunciada interdição do espaço aos estudantes universitários, foi um sinal que, à época, encarámos com a apreensão que agora sentimos mais que justificada» em face dos fracos resultados de bilheteira do Theatro Circo.

Após tantos anos de teimosia e num momento em que a quebra de popularidade de Mesquita Machado é evidente, a Azeituna anuncia a realização do XV CELTA - Certame Lusitano de Tunas Académicas no Theatro Circo (sem confirmação oficial do Município, registe-se). Sejam quais forem os motivos, a cidade agradece que se lhe abram as portas do Theatro Circo.

Braga Qu'Eu Gosto 12 | peixe:avião

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peixe:avião
© ronyjux

40.02 é o nome de código da última produção dos peixe:avião, a banda revelação bracarense. É o próprio Adolfo Luxúria Canibal que fala em «milagre», consciente do deserto de produção musical que tem caracterizado a cidade desde o êxito dos Mão Morta e agora interrompido com a chegada deste peixe que promete voar bem alto.

Depois de integrarem a Colectânea «Novos Talentos Fnac 2008», os peixe:avião conquistaram a crítica e a qualidade do trabalho não merece menos. Gonçalo Palma, no cotonete, escreve que o último trabalho dos peixe:avião oferece um «rock aguerrido e atrevido que convoca memórias recentes, como a dos Radiohead, sobretudo nos falsetes do vocalista Ronaldo Fonseca (a lembrar muito os de Thom Yorke) e nos furacões neuróticos de algumas canções, e da portugalidade dos Ornatos Violetas naquele frenesim à solta em "40.02"». Já Cláudio Rodrigues, no blogue de cultura urbana Zine Ócio, vai mais longe ao arriscar que os bracarenses poderão ser a banda do ano em 2009.

Sábado foi o dia em que o pequeno auditório do Theatro Circo esgotou para receber os filhos da terra. O concerto não decepcionou e isso é meio caminho para singrar nesta Braga de tão infanticidas tendências junto dos seus melhores activos.

CAUM: Homenagem a Fernando C. Lapa

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homfcl
© CAUM

Sob uma chuva de tangerinas, a música coral de Fernando C. Lapa é revisitada pelo Coro Académico da Universidade do Minho. As memórias, os lugares e os espaços de outros tempos revivem-se em cada melodia. As luzes e os sons unem-se numa homenagem ao Homem, ao Maestro e ao Compositor que marcou a história do CAUM.

O Theatro Circo volta a receber um pouco da cultura bracarense no próximo 28 de Junho, dia em que o Coro Académico promove mais um espectáculo a não perder.

Demorou. Mas Chegou.

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Está aí o novo site do Theatro Circo. A visitar.

Guilty, Guilty, Guilty em Braga

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[para mais informações, clique na imagem]

Há Circo no Theatro? (II)

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O jornal Público noticia que o Theatro Circo está em dificuldades financeiras. Segundo Paulo Brandão, «a culpa é do Ministério da Cultura. [...] O conselho de administração tem-me dito que se encontra em dificuldades financeiras, e já reduziu o orçamento para a programação. Tenho menos dinheiro neste segundo ano para programar e já me foi comunicado que certamente irá haver uma reestruturação ao nível do pessoal.»

Segundo a mesma notícia, a situação do Theatro Circo, há muito comentada nos bastidores da política local, não é caso único. «A Feira do Livro de Braga, que decorre até ao próximo domingo, no Parque de Exposições de Braga, também teve que reduzir o seu orçamento e, na última sexta-feira, os responsáveis do Mosteiro de S. Martinho de Tibães, propriedade do Estado, anunciaram uma redução no horário de funcionamento devido à falta de dinheiro para contratar pessoal.»

Mesquita Machado diz que «a atitude do Ministério da Cultura é uma tristeza e uma injustiça» e parece não estar mais disponível para abrir os cordões à bolsa. A cultura bracarense, tão maltratada nos últimos anos, sofre assim mais um duro revés.

Há Circo no Theatro?

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Diz-se em surdina que Paulo Brandão vai sair do Theatro Circo. Se acontecer, o discurso oficial depressa se encarregará de transformar o bestial em besta, Braga perderá o melhor programador nacional e voltará à penumbra cultural dos últimos anos.

Numa entrevista ao jornal O Balcão, Adolfo Luxúria Canibal assume com desassombro o que há muito se vai dizendo em surdina, acusando directamente Rui Madeira, administrador do Theatro Circo e director da Companhia de Teatro de Braga, de estar à espera do «poleiro» e de receber «um salário que é o dobro do salário médio nacional

Ora leiam com muita atenção: «E chegamos a uma fase actual que é gritante. O TC tem um programador que não programa porque não o deixam programar. O TC despede ou tenta despedir todos os funcionários que tem a trabalhar que faziam um trabalho interessante e importante para que a casa mantivesse os niveis de qualidade que nos habituou nos primeiros seis meses com a desculpa de que se vai tornar mais barato baixando a programação e contratando serviços a privados, fora do TC, que é muito estranho, e alegando que está sem capacidade financeira para fazer a gestão do espaço.
Na altura da abertura subscrevi uma carta dirigida ao Presidente da Câmara dando os parabéns pela aposta que me parecia ganha e tanto quanto sei a casa nesses primeiros seis meses não deu prejuizo. Se dá prejuizo é porventura depois da desacelaração da programação e da interferência da Administração na programação. Nós chegamos a caricaturas de vermos o mês de Março, por exemplo, em que o programador não tem um único espectáculo programado por ele, são todos programados pela Administração do TC. Se é a Administração que manda e programa para que é que querem um programador?
»

Vagabond Opera no Theatro Circo

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Mais informações aqui.

Teatro Esgotado no Minho

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Turismo Infinito, uma peça do Teatro Nacional São João, esgotou hoje o Auditório Principal do Theatro Circo. Amanhã, é a vez do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, ter casa cheia para a peça de teatro "A Dúvida".

Quem disse que o bom teatro não tem espectadores?

No Theatro Circo

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Setembro, Outubro e Novembro no Theatro Circo

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Setembro

"The Glam-O-Rama Girly Show" 15 de Setembro (22h00) / Félix Kubin e Ms. John Soda 21 e 22 de Setembro / “Tritone” 22 (21h30) e 23 de Setembro (11h00) / Anabela Duarte 28 de Setembro (21h30) / “A Flauta Quase Mágica” 29 (21h30) e 30 de Setembro (11h00)

Outubro

“O Empresário” 4 de Outubro (22h00) / “Frederic Galliano & The African Divas” 5 de Outubro (22h00) / “Vermillion Lies” 6 de Outubro (21h30) / “Lucent Dossier Vaudeville Cirque” 13 de Outubro (21h30) / “Sons do Conservatório” 14 de Outubro (11h00) / “Auto da Barca do Inferno” 17 e 18 (21h30) / “Pilobolus” 19 de Outubro (21h30) / Orquestra Sinfónica Juvenil 20 (21h30) / David Sylvian 23 de Outubro (21h30) / Sandy Kilpatrick & “Pilgrims of Light” 26 (22h30) / Companhia Nacional de Bailado 27 de Outubro (21h30)

Novembro

Julie Atlas Muz 1 de Novembro (00h01) / “& - Festival de Música Electrónica” (2 e 3, 22h00) / Orquestra Nacional do Porto 9 (21h30) / “Window” 15 e 16 de Novembro (21h30) / “Clã” 17 de Novembro (21h30) / “O Profissional” 22, 23, 27 e 28 de Novembro (21h30) / Companhia de Dança de Almada 24 (17h00 e 21h30), 25 (11h00) e 26 (10h30 e 14h30) / Josh Rouse 27 (23h00) / Ballet da Ópera Estatal de Bashkir 29 e 30 de Novembro (21h30).

Da programação do próximo trimestre destaco o concerto dos Clã que, ao preço único de 15 euros, garantirá, seguramente, casa cheia. A voz de Manuela Azevedo, cantando textos de beleza e qualidade singulares, trará ainda mais magia à sala mais mágica e melodiosa do Minho. Informação recolhida e organizada no blog Play, um espaço nobre da cultura bracarense que acabei de descobrir.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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