Ainda o Theatro Circo

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Número redondos, o Theatro Circo acolheu 52.000 visitantes ao longo do último ano. Não há qualquer dúvida, porque não pode haver, de que o Theatro Circo é um excelente catalizador da cultura bracarense e minhota.

No entanto, o desconhecimento prévio das metas que se pretendiam atingir impede qualquer análise séria e objectiva do resultado apresentado. Aguardamos, portanto, a divulgação das metas para 2008.

[Fotografia de Pedro Guimarães]

26 comentários:

  1. Podia ser muito mais... se desse para tirar dali aquelas cadeiras e ter plateias em pé, em certos concertos, como em outra qualquer sala.

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  2. Eu gostava era de saber como foram conseguidos esses números, saber se foram produções próprias ou alugures.

    Há fenómeno que me preocupa. O PEB, que é uma sala péssima, está a captar os espectáculos que seriam do TC. O que é muito estranho. E não falo de coisas pimba. A Companhia de Teatro do Chiado prefere o PEB ao TC? Não me parece. Então o que afasta estas produções do TC?

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  3. ver http://www.parlamentoglobal.pt/parlamentoglobal/circulos/braga/2008/4/24/teatrocirco.htm

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  4. Parabéns ao Paulo Brandão, que é
    um extraordinário 'organizador cultural'. Se não fez melhor ainda
    foi, concerteza, porque não o deixaram...

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  5. Parabéns ao Paulo Brandão, que é
    um extraordinário 'organizador cultural'. Se não fez melhor ainda
    foi, concerteza, porque não o deixaram...

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  6. As Obras Completas de William Shakespeare em 97 minutos

    1 Maio - PEB - 21h30

    ESPECTÁCULO CANCELADO PELA ORGANIZAÇÃO

    Uma produção da Fichatripla Produções

    Infoline: 918604442/961727398 - Mais informaçoes:www.fichatripla.com

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  7. O PEB está a atrair o kê? É pena, não é? Paciência.

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  8. «A Feira do Artesanato de Guimarães devia começar hoje. Mas já não começa. Isto porque "a falta de inscrições e a qualidade dos participantes" levou A Oficina a anular o evento, dando uma machadada numa realização com quase 20 anos de história e que era já um marco incontornável do cartaz cultural e turístico da cidade.
    A justificação tem algum sentido, mas é apenas o nível mais superficial da questão. Importa perceber porque que é que os artesãos não se inscreveram no evento, porque é que uma Feira com reputação acaba, de repente, por falta de interesse de um ramo que, sabemos bem, precisa de tantas quantas as feiras possíveis, para rentabilizar o seu trabalho». (Samuel silva - http://colinasagrada.blogspot.com.

    Acontece aos bons.

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  9. «Quanto à programação, continuamos quase a zeros. E o programador da CEC ainda não está sequer definido, o que mereceu críticas dos responsáveis europeus. As cinco linhas temáticas - Identidade/Memórias, Diálogo/Paisagem, Artes/Diversidade, Criatividade/Conhecimento, Culturas do Quotidiano/Cidadania - são demasiado vagas e, para já, o que sobressai como aposta forte e, a meu ver, inteligente, é o reforço da programação tradicional da cultura vimaranense (particularmente o GuimarãesJazz) e o alargamento da CEC a um âmbito regional» (Samuel Silva).

    São todos iguais, nunca dizem o que é que vão fazer.

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  10. Segundo o jornal Público, o orçamento global da Guimarães 2012 «ultrapassa ligeiramente os 111 milhões de euros (mais 11 milhões que o custo da Casa da Música, feita para a Porto 2001), estando a maior fatia reservada para as obras que deverão fazer nascer uma nova cidade dentro e fora dos limites actuais de Guimarães».
    Não me digam que vão ultrapassar o monte da Morreira.
    E a cultura, afinal? A tal festa da cultura?!!!!!!

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  11. Ah, a resposta, querido anónimo anterior, vem mais abaixo:
    «um dos pilares da candidatura é uma grande intervenção urbanística que foi planeada com o objectivo de "transformar Guimarães numa cidade de criação contemporânea". A ideia central é renovar o tecido urbano, lançando as bases para a "reconversão industrial que urge fazer no Vale do Ave". A este nível, o destaque vai para a recuperação e revitalização do antigo bairro industrial de Couros».
    Cultura, como se vê, é um coisa muito lata. Tal como no Porto, o alibi da cultura vai servir para limpar a cidade. Convenhamos que Guimarães bem precisa. Turando aquela área histórica que o Salazar recuperou, o resto é uma miséria. Só barracões a cair aos montes.
    De qualquer forma, os nossos amigos espanhóis lá vão receber 20 milhões de contos para limpezas. Só por isso, parabéns.

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  12. 52.000 parece já bem bom,mas não é.Creio ser possível aumentar sustancialmente esse número,mesmo descontando os da "borlix".

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  13. Uma boa estratégia para aumentar o número de frequentadores seria criar espaços, dentro do Teatro/Theatro Circo, para fumadores. Conheço milhares de pessoas que não põem lá os pés, por não poderem fumar.

    Embrulha, Sr. Dr. Pedro Morgado!
    (Mais conhecido pela mui nobre estirpe dos fumadores pelo "Macário Bracarense")

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  14. Pisei ñ vezes o Palco do Antigo Teatro Circo, já pisei uma vez o novo... O que me faz uma certa confusão é o Teatro Circo ter sido remodelado ( não sei se tecnicamente bem, pois em termos acústicos poderia dizer que está no banal )e não haver uma dinâmica junto dos mais novos para respeitarem a arqutectura e história desta sala ( para mim a mais bonita de Portugal)!
    Perdoem os Autarcas, mas ainda penso que a Cultura em Braga é um " Capelinha"... um dia destes irei postar no meu blog a pergunta (fundamentada) sobre a " Escola /Academia de música municipal no Carandá... mas logo veremos.
    Não sou opositor por oposição gratuita; sou votante nesta equipa há muitos anos mas há coisas que começam a cheirar a... qualquer coisa que abomino: INÉRCIA; PORPAGANDA; MENTIRA. E o o Presidente da Câmara que me desculpe mas ou ele ou os seus colaboradores esquecem-se não das +romessas que fazem ou então assumam que estão longe das" parvalheiras " do Secretário do PS, vulgo, Primeiro Ministro que já estudou em Braga (posso confirmar e contar umas histórias do Sá de Miranda) e se esquece das boas madrastas que teve, como BRAGA, e se esquece de quem o acolheu quando precisou....
    Disse e provo
    Delfim Peixoto ( para não pensarem que tenho medo)

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  15. paulo brandão, os bracarenses não-te dão o valor que mereces, podias voltar a Famalicão, onde o teu trabalho foi e continua a ser admirado. a casa das artes precisa de ti.

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  16. Há que considerar que o Tatro Circo é dos bracarenses em primeiro lugar.... e que os há bons artistas e administradores, sem dúvida alguma... não precisamos de famalicenses, vimaranenses, lisboetas usurpadores que se fazem passar por avtores, ou outros quiasquer.... dêem aos bracarenses o seu dstino e dexem-se de administradores que foram feitos à custa dos subsídios que nós pagamos


    O Paulo Brandão pode ir para a sua casa, onde fez uma obra linda, digna de respeito, mas onde também já ganhou algum dinheiro e FAMA!!!!!!

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  17. Penso que o Theatro Circo pode atrair muita mais gente, isto se não cortarem as verbas para os espectáculos como já está a acontecer, que não estraguem o que Braga tem de bom.

    http://bragablog.blogspot.com

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  18. "não precisamos de famalicenses, vimaranenses, lisboetas usurpadores"

    A Braga bastam os bracarenses, não queremos cá usurpadores de outras terras... nem espectadores de outras terras nem visitantes de outras terras nem espanhóis na Semana Santa, podemos fazer tudo só com bracarenses!

    Dario Silva

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  19. famalicense que se está a borrifar para braga1 de maio de 2008 às 11:34

    usurpadores ! claro que não precisam, quem tem um mesquita machado, tem tudo.

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  20. Curioso, amigos bracarenses: o presidente Mesquita Machado é de Famalicão, o arcebispo Jorge Ortiga é de Famalicão, o governador Moniz é de Famalicão... que mais exemplos precisam?
    Claro que isto não tem nada a ver com o tema: o Paulo Brandão foi e é uma óptima aposta de Mesquita Machado. Pelo que me parece, Mesquita Machado só pecou em não ter resolvido um problema quando contratou o actual director-artístico do Teatro Circo: devia ter despachado o acumulador de cargos (administrador-executivo, programador e encenador-director da companhia residente). Toda a gente reconhece que não é possível ter dois galos para o mesmo poleiro. E nesta questão, o galo mais velho está a tentar resistir ao seu destino, fazendo a vida negra ao galo mais novo e, claro, bem preparado para lidar com o galinheiro.
    Só espero que o Mesquita tenha coragem de pôr fim ao estado a que deixou chegar a relação entre os profissionais do Teatro Circo, já que a sua substituta, coitada, foi anestesiada pelo galo mais velho.
    Os bracarenses, a cidade, a região e o país precisam de um Teatro Circo a trabalhar em pleno e não de um Teatro Circo onde foram investidos tantos milhões públicos e agora se preocupam com um défice de mais ou menos 250 mil euros...

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  21. Ao anónimo das 21.47:
    nota-se mesmo que o teu discurso é uma encomenda da facção Madeira. Já agora, porque é que não diz aos scalabitanos para rumarem ao ribatejo e continuarem a vender por lá o seu socialismo?
    Sim, porque se queres os bracarenses a mandar no que é de Braga, tens que despachar dois terços da população e dos lídres da cidade...
    Será que ainda não percebeste que uma das grandes diferenças que Braga tem relativamente a Guimarães é precisamente a que deriva de algum cosmopolitismo com origem na fixação de cidadãos de vários origens geográficas cá na cidade?
    Sim, porque Guimarães continua uma aldeia feita com a população das redondezas sem qualquer "apport" distintivo. Continua a ser uma grande aldeia, com coisas bonitas, mas com uma população onde só o bairrismo é possível como forma de afirmação.
    Olha, meu amigo, deixa estar o Madeira cá por Braga a fazer os seus teatros, mas não defendas que ele continue a dar cabo do TeatroCirco. Já deu provas de mais, ou não?

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  22. Sou jornalista e foi nessa qualidade que participei numa conferência de imprensa de Mesquta Machado em que se falava da contratação do Paulo Brandão. Mesquita tecia-lhe elogios, dizia que tinha sido o contrato pelos valores possíveis e apresentava-o como o director-artístico, no sentido de homem-forte do Theatro Circo.
    Provocado por causa da continuidade do Madeira na administração, Mesquita foi peremptório: se o Rui se meter onde não deve e complicar o trabalho de alguém, obviamente que já sabe o seu caminho... será dispensado.
    Ora, diga-me Presidente, digam-me vocês: Mesquita Machado, de que está à espera, que mai provas quer? Fale com as pessoas. Não fale só com os seus assessores, fale com as várias pessoas que, com a isenção possível, lhe podem fazer ver melhor a realidade.
    Cumpra o que prometeu e deixe trabalhar quem o senhor contratou para trabalhar.
    Pela minha parte, só assim lhe reconhecerei a credibilidade que noutros tempos lhe dispensava.

    Ainda me lembro muito bem de o Mesquita Machado ter dito

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  23. Li aqui uma enormidade: "não precisamos de famalicenses, vimaranenses lisboetas usurpadores(...)".
    Palavras dignas de um tacanho.
    Por favor, deixemos de ter vistas curtas, precisamos de todos - e todos ainda somos poucos.
    Amigos de Guimarães, de Famalicão ou de Barcelos venham sempre que quiserem.
    Nunca serão usurpadores, porque esta cidade também é vossa.

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  24. Gasta-se muito dinheiro com o teatro circo, primeiro demorou muito tempo a ficar pronto, segundo foram obras muito caras e terceiro está sempre vazio e os bilhetes não pagam os funcionários.
    A juntar aos contratos milionários, uma vergonha.

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  25. Aqui de Guimarães2 de maio de 2008 às 10:13

    Uma discussão sobre a qualidade da programação cultural bracarense e acabam a criticar Guimarães. Desculpem que diga, mas para quem acha que Guimarães "Continua a ser uma grande aldeia, com coisas bonitas, mas com uma população onde só o bairrismo é possível como forma de afirmação." demonstram uma dor de cotovelo que verdadeiramente dá vontade de rir! Vá lá, podem vir ao CCVF e ao S. Mamede e quando for a CEC2012 também podem vir aos eventos que nós deixamos. Não são precisas birras!

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  26. «Gasta-se muito dinheiro com o teatro circo, primeiro demorou muito tempo a ficar pronto, segundo foram obras muito caras e terceiro está sempre vazio e os bilhetes não pagam os funcionários.
    A juntar aos contratos milionários, uma vergonha».

    Digam-me só: o que percebe o autor deste texto sobre o teatro circo? Ou que é que lhe interessa o teatro circo?
    -- queixa-se que as obras foram caras e demorarm muito, mas diz logo de seguida que está sempre vazio. Esta afirmação só prova que nunca lá põe os pés. Como tal, que sabe ele de tão importante casa... Meu deus, tudo serve para deitar abaixo... Já agora que assuma a identificação, já que eu não posso porque o meu patrão é todo Rio, senão também o faria...
    Tenho ido várias vezes ao teatro circo. Fui ver a Madame Butterfly e só arranjei bilhete porque houve uma desistência. Fui ver os fados e estava a abarrotar. Todos os espectáculos que tenho ido ver têm muito boa casa. Uns esgotados, outros quase.
    ainda não perecbi porque é quie andam a tentar dizer o contrário. Até porque, basta reparar nos números que têm vindo a público.
    Tenham orgulho no que de bom a cidade tem.

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