O Minho Branco
O Verde Minho está a ficar coberto de branco! Envie os seus registos fotográficos para o e-mail do Avenida Central (avcentral@gmail.com). Iremos publicar os melhores nos próximos dias.
Capítulo 25: hoje não há palavras
na primeira vez que vi nevar, apeteceu-me voltar a voar.
da minha janela era assim:

foto tirada com o programa photo booth em macbook.
da minha janela era assim:

foto tirada com o programa photo booth em macbook.
A Oeste do Genocídio [2]
«Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos “heróis” que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!»
[Fernando Nobre, presidente da AMI, via Arrastão]
A comparação, que muitos têm como infeliz, é feita por alguém com cartas jogadas nos mais sangrentos tabuleiros da guerra. Saberá, bem mais que eu, das comparações que faz. Parece que a Humanidade, e o Ocidente em particular, tanto tende a esquecer como repete barbárie atrás de barbárie. E não será por acaso que, com crescente distância — parece ser da patente nazi —, os "holocaustos" se façam um pouco por todo lado e um pouco por nossa culpa. Em quase todos se acham motivos de sobrevivência e segurança-interna das 'cracias, que não são nada mais que o píncaro paranóico da espiral desumana em que se tornou este capitalismo que nos faz altaneiros. E neste Mundo em que o conceito de privacidade tem muito que se lhe diga, quanto mais altos se fazem os muros, mais dificilmente se esconde o que há além deles.
Salvar as Sete Fontes
© johan
Numa cidade que tanto mal trata o passado, é tempo de salvar as Sete Fontes. Alguém percebe o abandono negligente por parte do município ao longo das últimas décadas?
Se os Jovens Votassem a Discoteca Abria
«'É a sexta vez que venho. É um almoço espectacular, não há nada a dizer e viva o presidente', elogia Maria da Conceição Carneiro. O companheiro aproveita a deixa e pede: 'Que Deus conserve este presidente que faz muita falta a Guimarães'.»
[Almoço de Reis junta 2800 idosos, JN]
Julgo não ser necessário alongar-me no assunto, a mensagem é bastante perceptível. Ainda assim aconselho a releitura do texto Uma Viagem Para Ti, Um Voto Para Mim, do Pedro.
Acontece no Minho [16]
Moonspell ao vivo na Alemanha © shagy6six6
Agora que começou a corrida aos bilhetes para, quase arrisco, o concerto do ano no Theatro Circo — para os mais distraídos Antony and The Johnsons, a 16 de Maio, por €30 —, fica pela 16.ª vez no Avenida Central uma selecção dos (muitos) espectáculos para a semana que se avizinha.
Moonspell (música)
[Sexta, 9 de Janeiro, ± 21h. Sala Principal do C. A. E. São Mamede, Guimarães. €20 a €25]
Palavras para quê! Moonspell é, sem dúvida alguma, uma das bandas portuguesas da actualidade com maior projecção internacional e apresentam em Guimarães Night Eternal, mais um álbum da reconhecida carreira da banda Metal mais internacional do país.
Orquestra da Universidade do Minho (música)
[Sábado, 10 de Janeiro, 21h30. Sala Principal do Theatro Circo, Braga. €10]
Concerto comemorativo do Bicentenário da Estreia da 5.ª Sinfonia de Ludwig van Beethoven, pelos alunos instrumentistas e do coro da Licenciatura em Música da Universidade do Minho e pelos pianistas Luís Pipa e Ângelo Martingo. O espectáculo é dirigido por Elisa Lessa.
Maria João e Mário Laginha (música)
[Sábado, 10 de Janeiro, 22h. Grande Auditório do CC Vila Flor, Guimarães. €15]
Para assinalar os 60 anos de existência do Hot Clube de Portugal, a Big Band do mais antigo clube de jazz de Portugal desenvolveu um projecto muito especial que agora traz até Guimarães: não bastasse a qualidade que este conjunto representa por si só, o espectáculo conta ainda com a actuação sempre apoteótica de dois grandes ícones do jazz nacional, Maria João e Mário Laginha.
Bruno Monteiro e João Paulo Santos (música)
[Domingo, 11 de Janeiro, 17h30. Sala Principal do Theatro Circo, Braga. €7]
Concerto de Ano Novo por um dos melhores violinistas da actualidade, Bruno Monteiro, nascido no Porto e aluno de Carlos Fontes (concluiu o curso complementar de violino com nota máxima) e João Paulo Santos, prémio Acarte 2000 e licenciado em piano pelo Conservatório Nacional.
Bunnyranch (música)
[Sexta, 16 de Janeiro, 23h59. Pequeno Auditório do Theatro Circo, Braga. €8]
[Sábado, 17 de Janeiro, 17h. FNAC, Braga]
Os Bunnyranch apresentam o seu novo álbum Teach us Lord How to Wait, um disco com lado B — dizem que é mais doce e delicado — mas ainda assim Rock´n´Roll puro e duro. Aperitivo em www.myspace.com/bunnyranchspace.
Avenida Feliz
Em nome de todos os autores do Avenida Central, agradeço o prémio que nos foi endereçado pelo blogue Arrastão, reiterando a nossa vontade de continuarmos a fazer cidadania independente.
O Caminho
Com um Governo liderado por Paulo Portas, Portugal iniciaria uma nova expansão da Economia impulsionada pela indústria da reprografia.
A Oeste do Genocídio
Não sou expert em geopolítica, nem gozo da capilaridade farfalhuda e rigorosa de Nuno Rogeiro, daí que me tente em abstrair de comentar – pelo medo do sofisma - um conflito que se arrasta há anos, já crónico e estranhamente tolerável à opinião pública geral, porque vai e vem com o zapping entre a CNN e o Canal Panda. De verdade, novidade seria guerra noutro lado qualquer com muito petróleo à mistura. Parece exigência da Sociedade de Consumo, esta distorção actual a que somos remetidos, alheados num quotidiano de normal inumanidade – se é que a palavra e o conceito existe à parte da Humanidade em si.
O esforço do que digo disto, fica assim pelo empírico. Não vejo motivo algum que justifique esta e nenhuma guerra. Como não há nada que desculpe, em passado medieval ou recente, o passivismo descontente de contrição, do primeiro mundo perante a arrogância israelita. O Ocidente, aliás, na sua fantasia secular de fachada e nos seus comentadores orgulhosamente liberais, também ainda não soube explicar devidamente porque acha alguns estados religiosos bons e outros maus.
Já agora pergunto: quão diferente será de um gueto em Varsóvia, enfaixar um milhão de pessoas num pedacinho de terra, por critério étnico-religioso, condicionando o afluxo de bens essenciais, com um muro em redor, e obrigando a uma economia de sobrevivência? Estão à espera que lá dentro sejam felizes e atirem flores em vez de rockets?
O esforço do que digo disto, fica assim pelo empírico. Não vejo motivo algum que justifique esta e nenhuma guerra. Como não há nada que desculpe, em passado medieval ou recente, o passivismo descontente de contrição, do primeiro mundo perante a arrogância israelita. O Ocidente, aliás, na sua fantasia secular de fachada e nos seus comentadores orgulhosamente liberais, também ainda não soube explicar devidamente porque acha alguns estados religiosos bons e outros maus.
Já agora pergunto: quão diferente será de um gueto em Varsóvia, enfaixar um milhão de pessoas num pedacinho de terra, por critério étnico-religioso, condicionando o afluxo de bens essenciais, com um muro em redor, e obrigando a uma economia de sobrevivência? Estão à espera que lá dentro sejam felizes e atirem flores em vez de rockets?
O Atlântico Fechou
Da direita que pensa, o Atlântico era um dos melhores blogues nacionais. A saída o fundador Paulo Pinto Mascarenhas para o Novo Jornal do grupo Lena precipitou o encerramento. Resta o lamento por desaparecer um daqueles espaços da blogosfera que, em cada palavra, desmentiam as ideias de Pacheco Pereira sobre os blogues.
Uma nota para a despedida do Bruno Gonçalves, um amigo que sempre gostei de ler e que agora entra em sabática blogosférica.
A todos os atlânticos, votos de muitas felicidades.
Uma nota para a despedida do Bruno Gonçalves, um amigo que sempre gostei de ler e que agora entra em sabática blogosférica.
A todos os atlânticos, votos de muitas felicidades.
Jornalismo de Sarjeta
«Teve, também, de lidar com os médicos faltosos? Podemos falar de médicos, mas falemos de todos os profissionais. Neste hospital, temos dois grandes grupos: os profissionais da Função Pública e os que agora fazem contrato individual de trabalho. A taxa de absentismo na Função Pública, em termos brutos, é da ordem dos 14 a 16%. Nos contratos individuais de trabalho não ultrapassa um por cento. E é preciso que se desmistifique a ideia de que só acontece com os médicos.» [JN]
O administrador do Hospital de São João foi muito claro: falemos de todos os profissionais. Ainda assim, o Jornal de Notícias e a jornalista Carla Soares fizeram capa com a mensagem distorcida para denegrir toda uma classe. É disto que falamos quando falamos da guerra da comunicação social contra os médicos e, pior de tudo, do favor que os jornais estão a fazer ao governo de José Sócrates, criando a ideia de que vivemos num país de cigarras em que as únicas formigas são os socialistas que nos governam. É a táctica do todos contra todos num impressionante dividir para reinar.
Novas Oportunidades Sem Limites?
Há dois factos que, independentemente de estarem ou não relacionados, são muito curiosos: as notícias que visam atingir o INEM têm-se multiplicado desde que os técnicos de ambulância entraram em campanha pela criação de uma carreia de «paramédicos». A ideia dos técnicos de ambulância de emergência é dar 1.500 horas de formação aos técnicos de ambulância e colocar grande parte das emergências nas mãos desses profissionais sem qualquer formação académica.
A proposta não me parece brilhante e não lhe encontro qualquer benefício para lá da poupança que a desqualificação do serviço de emergência poderia acarretar. Se até agora os governos têm justificado praticamente todas as medidas na área da saúde com a suposta falta de profissionais qualificados, nesta matéria esse argumento é completamente vão. É que, há enfermeiros no desemprego em número suficiente para assegurar o funcionamento de todo o sistema de emergência nacional.
Se a moda pega, o governo ainda troca os Engenheiros Civis dos serviços do Estado por pedreiros com 1.500 horas de formação...
A proposta não me parece brilhante e não lhe encontro qualquer benefício para lá da poupança que a desqualificação do serviço de emergência poderia acarretar. Se até agora os governos têm justificado praticamente todas as medidas na área da saúde com a suposta falta de profissionais qualificados, nesta matéria esse argumento é completamente vão. É que, há enfermeiros no desemprego em número suficiente para assegurar o funcionamento de todo o sistema de emergência nacional.
Se a moda pega, o governo ainda troca os Engenheiros Civis dos serviços do Estado por pedreiros com 1.500 horas de formação...
The Rolling Stone Roses
Com um 2009 a cheirar a fresco, há que contar velhos hábitos e monges. Em ano de eleições para quase tudo quanto é instituição democrática digna de sufrágio universal, esperar-se-ia renovação de actores, porque não dizer de"músicos". Não é, no entanto, o que se consta do barulho de bastidores que precede o leilão de cadeiras. Correndo as listas, nada de novo. E no que ao poder local minhoto diz respeito, nota-se este síndrome incontornável de mick jagger, de gente cuja auto-noção de talento interminável faz prolongar a sua actuação em palco, de tal modo que nem imaginam viver e fazer arte noutros lugares, ou ver a sua arte feita por outras pessoas.
Mas entre Divas e Decanos sem percepção dos limites, que por muita canção nova que lancem fazem por guardar-se dos velhos singles com que construíram carreira, pior é o coro paradoxal de fãs e seguidores leais, a pedir encore atrás de encore. Se Joaquim Barreto, líder da Distrital Socialista, por exemplo, ganhar as próximas eleições autárquicas em Cabeceiras de Basto, poderá completar 20 anos de mandato à frente da edilidade - por ali deve ficar. Mas nada que se compare ao seu camarada de Braga, Mesquita Machado, cuja tournée conta quase tantos ou mais anos que a Democracia em si. Tanto tempo que, em democracia, tem como principal adversário alguém que nunca conheceu outro presidente que não ele...
Mas entre Divas e Decanos sem percepção dos limites, que por muita canção nova que lancem fazem por guardar-se dos velhos singles com que construíram carreira, pior é o coro paradoxal de fãs e seguidores leais, a pedir encore atrás de encore. Se Joaquim Barreto, líder da Distrital Socialista, por exemplo, ganhar as próximas eleições autárquicas em Cabeceiras de Basto, poderá completar 20 anos de mandato à frente da edilidade - por ali deve ficar. Mas nada que se compare ao seu camarada de Braga, Mesquita Machado, cuja tournée conta quase tantos ou mais anos que a Democracia em si. Tanto tempo que, em democracia, tem como principal adversário alguém que nunca conheceu outro presidente que não ele...
Capítulo 24: das comunidades
comunidade é um conceito que me agrada particularmente. fui educado segundo os valores da união e da partilha, portanto, sem a carga ideológica que tantos revêm nele, o conceito de comunidade é um conceito de que gosto muito.
vem isto a propósito do regresso da comunidade de leitores, coordenada por um dos meus colegas de blogue. quando em julho passado se despedia para férias, poucos imaginariam que demoraria um ano a voltar. se a isto acrescentarmos o facto de ter aparecido, pela mão do fundador desta comunidade, uma nova comunidade de leitores no theatro circo, é natural que muitos tenham imaginado uma metamorfose da primeira; comunidade a sociedade, quiçá.
isto porque, simplificando o conceito, a comunidade pode ser entendida como quadro de relações sociais horizontais. e apesar de as relações de poder serem tão antigas como a humanidade e bastarem duas pessoas para que elas se verifiquem, elas são menos intensas em comunidade - e, pelo menos, no sentido literal do conceito.
ora, se a comunidade de leitores-da-velha parece corresponder ao tipo-ideal de comunidade, já a comunidade de leitores do theatro circo parece desvirtuar ligeiramente o conceito. quase como se a primeira fosse uma celebração eucarística e a segunda um culto de seita; em ambos há partilha, argumenta o leitor, mas a verdade é que "as partilhas" são bastante diferentes.
e tudo isto interessaria pouco, não fosse o facto de estarmos a falar do maior espaço de espectáculos em braga e da perpetuação de uma característica que muitos apontam aos poderes de braga: os amiguismos e compadrios; com dinheiros públicos, pois claro. depois de um freak show, um arranjo de acordes - quase todos de outros compositores.
e ainda há dois anos tínhamos uma programação exemplar...
vem isto a propósito do regresso da comunidade de leitores, coordenada por um dos meus colegas de blogue. quando em julho passado se despedia para férias, poucos imaginariam que demoraria um ano a voltar. se a isto acrescentarmos o facto de ter aparecido, pela mão do fundador desta comunidade, uma nova comunidade de leitores no theatro circo, é natural que muitos tenham imaginado uma metamorfose da primeira; comunidade a sociedade, quiçá.
isto porque, simplificando o conceito, a comunidade pode ser entendida como quadro de relações sociais horizontais. e apesar de as relações de poder serem tão antigas como a humanidade e bastarem duas pessoas para que elas se verifiquem, elas são menos intensas em comunidade - e, pelo menos, no sentido literal do conceito.
ora, se a comunidade de leitores-da-velha parece corresponder ao tipo-ideal de comunidade, já a comunidade de leitores do theatro circo parece desvirtuar ligeiramente o conceito. quase como se a primeira fosse uma celebração eucarística e a segunda um culto de seita; em ambos há partilha, argumenta o leitor, mas a verdade é que "as partilhas" são bastante diferentes.
e tudo isto interessaria pouco, não fosse o facto de estarmos a falar do maior espaço de espectáculos em braga e da perpetuação de uma característica que muitos apontam aos poderes de braga: os amiguismos e compadrios; com dinheiros públicos, pois claro. depois de um freak show, um arranjo de acordes - quase todos de outros compositores.
e ainda há dois anos tínhamos uma programação exemplar...
Acautelar o Gerês com Gente
© Mário Venda Nova
Está em curso o processo de revisão do plano de ordenamento do Parque Nacional da Peneda-Gerês para garantir uma maior conformidade com as normas da PAN Parks, a rede que reúne os melhores parques naturais da Europa. O assunto está a causar polémica entre as populações locais que não se conformam com a diminuição das áreas de pastoreio e a interdição de circulação em determinadas zonas do Parque Nacional.
A riqueza do Parque reside na harmonia com que Homem e Natureza conviveram ao longo dos séculos, protegendo-se mutuamente numa simbiose que é ímpar em Portugal. As populações do Gerês são parte integrante do património que é maravilha e, como tal, devem constituir-se como agentes da mudança que é necessário operar em termos de ordenamento do território.
Contudo, a protecção do especial valor daquele património natural não pode compadecer-se com os interesses circunstanciais das populações do presente. As profundas mudanças sociais vividas no último quartil do século XX, a generalização do uso de veículos motorizados e a mecanização da agricultura alteraram definitivamente a relação do Homem com a Natureza e constituem-se como factores de possível agressão ao património natural do Gerês. A limitação da circulação motorizada, a introdução de portagens, a regulamentação das actividades de pastoreio e a certificação dos guias são algumas das medidas necessárias à prossecução desses intentos e para as quais as populações terão que ser sensibilizadas.
Cientes das potencialidades verdadeiramente extraordinárias de um Gerês com gente, convém não esquecer que a principal missão das entidades competentes e de toda a sociedade deve passar por acautelar o património natural excepcional do Parque Nacional da Peneda-Gerês. Nesta matéria, o populismo e o eleitoralismo serão inimigos do futuro estratégico do único Parque Nacional em território português. Desejo sinceramente que haja coragem para levar à prática as necessárias medidas de protecção do património natural.
Pelo seu enorme valor, o Gerês, tal como a obra de Camões ou de Pessoa, já não é pertença das populações locais, seus legítimos herdeiros, mas sim de todos os portugueses e de todos o amantes de Portugal e da Natureza no mundo.
Ligações: Novo plano do Gerês restringe pastorícia; Plano debatido na blogosfera; Parque Nacional entra para a rede das áreas naturais europeias mais importantes; Instituto de Conservação da Natureza; Site do PANParks; New7Wonders; Parque Nacional da Peneda-Gerês com Gente; O PNPG somos nós!; Carris-Gerês - Balanço de 2008.
O Mundo em Imagens
© Parth Sanyal/Reuters
Fotojornalismo de excelente qualidade compilado pelo jornal Público onde em poucas imagens se resume o ano 2008, com imagens da agência Reuters. Uma excelente visita para começar 2009 não esquecendo as conquistas e os erros do passado recente.
Dois Ponto Zero [18]
A ler: Já São os Dedos que Estão à Venda, por Zé Bonito; O Que Ficará de 2008, por Manuel António Pina; Punição Colectiva, por Vital Moreira.
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