Avenida Central

Doenças Negligenciadas

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A edição semanal do New England Journal of Medicine destaca um artigo de revisão dedicado ao Controlo das Doenças Tropicais Negligenciadas. Trata-se de um conjunto de doenças que, apesar de afectarem vários milhões de pessoas e serem a sexta maior causa de anos de vida perdidos por a morbilidade ou morte prematura, continuam a ver-se relegadas para o fim das prioridades em termos de investigação e desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. O artigo dá-nos conta dos esforços que têm sido desenvolvidos no sentido de diminuir a sua incidência e minimizar as suas consequências.

According to the United Nations Special Rapporteur on the right to the highest attainable standard of health, an effective and integrated program to control neglected tropical diseases strengthens local health systems, fosters community involvement in health, helps to ensure monitoring and accountability, and serves to destigmatize these conditions by dispelling myths and misconceptions about them through evidence-based information and education. The global community is now well positioned to control or eliminate neglected tropical diseases in developing countries and to link these efforts to programs to combat HIV–AIDS and malaria.

O combate às chamadas doenças negligenciadas está a dar passos seguros, mas ainda há um longo caminho a percorrer. No ICVS, em Braga, o domínio de investigação em Doenças Infecciosas continua a trilhar um pedaço desse caminho, desenvolvendo vários trabalhos em torno da Úlcera do Buruli.

[Picture Copyright: Peter J. Hotez et al, The New England Journal of Medicine.]

História(s) do Minho na Internet

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Braga Descrita é o nome de um site lançado recentemente na rede e que reúne a «transcrição de pequenos extractos de textos antigos e pitorescos sobre a região do Minho e particularmente sobre a cidade de Braga». São textos dos séculos XVIII e XIX, recolhidos no Google Book Search. Merece uma longa e pausada visita.

De Guimarães para o Mundo faz-se, diariamente, o Pedra Formosa. O blog é pertença da Sociedade Martins Sarmento e, entre outras coisas, vai elencando as efemérides das terras de Guimarães, contando histórias que, não raras vezes, se constituem como mosaicos importantes da História do Minho e também de Portugal. A Sociedade Martins Sarmento tem desenvolvido um trabalho exemplar e é uma excelente incubadora de ideias, iniciativas e projectos para o enorme desafio de 2012. Acompanhando com atenção o trabalho de António Amaro das Neves, Presidente da Sociedade, depressa se percebe que seria uma excelente aposta para liderar a Capital Europeia da Cultura. Ou será que, como de costume e ao bom estilo provinciano português, vamos ter que levar com um lisboeta convicto e minhoto de conveniência?

No hospital e na prisão é que se conhecem os amigos

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7 de Setembro A mãe de Maddie McCann entrou hoje às 11:07 nas instalações da Polícia Judiciária de Portimão, depois de ter sido vaiada e assobiada à porta por algumas das centenas de pessoas concentradas no local. [Diário Digital]

11 de Agosto Casal McCann recebeu ovação popular à saída da igreja. Cerimónia na Praia da Luz assinalou os cem dias sobre o desaparecimento da menina inglesa. «Não vamos parar de procurar Madeleine». Outras crianças desaparecidas lembradas. [Portugal Diário]

30 de Maio No final da audiência, o Papa Bento XVI deslocou-se à área reservada e, entre muitas outras pessoas, agarrou as mãos de Gerry e Kate McCann e conversou com eles por breves minutos. [Portugal Diário]

20 de Maio A Congregação das Irmãs Carmelitas organizam terça-feira uma oração nacional por Madeleine McCann, anunciou hoje o padre José Pacheco na Praia da Luz. [Semanário SOL]

O Essencial

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Quando contrariar a mensagem argumentando se torna tarefa hercúlea, ataca-se o mensageiro acusando-o de sectarismo e suposta militância. Acreditam que podem condená-lo ao mito de Sísifo, mas enganam-se.

Concentremo-nos no essencial: há ou não há incongruência entre o discurso de 2003 e a prática de 2007? É ou não é folcore mediático este Orçamento Participativo?

A Imprensa Nacional e a Região Norte

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O Professor Cândido Oliveira retoma a questão do abandono do Norte, enquanto todo, do mapa informativo do país. A questão ainda é mais séria e grave quando a própria RTP discrimina o terceiro maior distrito e a terceira maior cidade do país. E o exemplo das televisões privadas ainda é pior. Neste âmbito, tal como afirma o Professor de Direito, o Jornal de Notícias é, em termos de imprensa, o único órgão nacional que vai dando alguma atenção ao Norte e, em particular, ao Minho.

A nossa imprensa reflecte bem o país. Os principais jornais diários estão em Lisboa e no Porto. Por sua vez, os principais semanários estão todos em Lisboa. Esta imprensa retrata um país que é, no essencial, Lisboa e, depois, o Porto. O "resto" conta pouco.

O lugar que a Região Norte de Portugal tem na imprensa é bom exemplo disso. É verdade que jornais não faltam. Temos várias dezenas (poderíamos arriscar mais de um centena) de jornais semanais ou quinzenais, quase todos de âmbito municipal, alguns jornais diários de difusão limitada (Braga, por exemplo, tem dois jornais diários), um jornal diário de âmbito nacional e larga difusão (Público), com uma edição "Porto" e outra "Lisboa" (sem indicação de sede na ficha técnica) e um jornal diário também de grande expansão, o Jornal de Notícias (JN), com sede no Porto. A nossa região é, salvo Lisboa, a mais rica do país em notícias. E, no entanto, não há um único jornal que cubra os acontecimentos da região Norte entendida como um todo.

Braga Feliz

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Pedro Guimarães, reconhecido fotojornalista bracarense, compôs o trabalho que é capa da edição de Setembro da National Geographic. Recomendo uma visita ao blog do Pedro Guimarães, onde se encontram algumas fotografias não publicadas. Um trabalho absolutamente fantástico.

A Universidade do Minho foi considerada «uma referência de elevada qualidade, não apenas para as universidades portuguesas mas também para as europeias» pela Comissão de Avaliação Externa da European University Association (EUA). Uma distinção que premeia um trabalho exemplar desenvolvido ao longo de mais de três décadas. Não se compreende que a qualidade do projecto de ensino-aprendizagem e o rigor da gestão sejam castigados com mais cortes orçamentais.

Ricardo Gonçalves, deputado do Partido Socialista eleito pelo círculo de Braga, saúda os primeiros médicos formados na Universidade do Minho, lembrando que a existência de um curso no Minho levará, inevitavelmente, ao aumento do número de médicos que por aqui se irão fixar. Mais uma boa notícia.

Petição pelo Regresso do Eléctrico a Braga: 85 assinaturas em menos de 24 horas.

Orçamento Participativo ou Folclore Participado?

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Se há um ano atrás a tónica do discurso se centrava na conversão de Braga numa «capital da cultura todos os dias», desta vez a Câmara apostou no orçamento participativo, como escopo da sua actividade propagandística.

Recuperando as palavras do próprio Mesquita Machado a propósito de uma iniciativa semelhante apresentada pelo PSD local em 2003, ficamos com a sensação de que este Orçamento Participativo pode não passar de folclore político para levar por diante intenções já definidas pelo executivo, acrescentando-lhes a força mediática de se fazer crer que foram candidamente propostas pela comunidade internáutica bracarense. «Às vezes dizer que os planos são participados servem para fazer demagogia», alertava o edil em 2003, acrescentando que «nós temos na câmara uma auscultação permanente e não fazemos folclore com ela, entrando numa demagogia barata».

Tal como muito água poluída passou pela Ponte desde 2003, também muitas sinapses se efectivaram no cérebro de Mesquita Machado. O que efectivamente aconteceu não sabemos, mas podemos colocar algumas hipóteses para o que terá sucedido:

1) Mesquita Machado mudou de opinião e reconhece, com 4 anos de atraso, o valor das propostas de Ricardo Rio;
2) A Câmara deixou de fazer uma auscultação permanente, necessitando de recorrer a estes instrumentos para saber o que pensam os bracarenses;
3) Este orçamento não passa de «folclore», proporcionando ao executivo um excelente número de «demagogia barata».

Seja como fôr, parece-me que o Orçamento Participativo é uma ideia com valor que pode tornar-se num interessante barómetro das vontades de uma parte da população do Município. Acompanharei com muito interesse os resultados que, inevitavelmente, apresentarão alguns enviesamentos que aqui antecipo, apenas como possibilidades teóricas. Desde logo, o facto de, por motivos sócio-económicos e demográficos, a iniciativa estar vedada a uma parte significativa da população. Em segundo, o risco de haver uma sobreparticipação por parte dos aparelhos partidários com múltiplas respostas em determinado sentido. Em terceiro, a inexistência de um mecanismo de limitação da participação pode levar a que surjam várias respostas de pessoas que não são do concelho de Braga. Por último, o perigo dos resultados apresentados serem trabalhados de acordo com os objectivos dos promotores da iniciativa.

Aguardemos os próximos capítulos.

P.S. - Apesar de já ter tentado duas vezes não consigo submeter as minhas respostas aparecendo uma mensagem de erro. Será que o problema é da minha ligação ou já alguem teve problemas idênticos?

Ideias para Braga: O Regresso do Eléctrico (III)

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A petição para o Regresso do Eléctrico a Braga já está online. O Avenida Central desafia todos os cidadãos e todos os blogues a juntarem-se ao desafio de construir uma Braga com melhor mobilidade e muito mais apelativa turisticamente.

Aceder, assinar e divulgar através do endereço:

Ideias para Braga: O Regresso do Eléctrico (II)

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A democracia deve ser participativa. Ainda hoje será elaborada uma petição a favor do regresso do eléctrico a Braga e lançada uma campanha blogosférica de apoio à iniciativa.

Mãos à obra!

Ideias para Braga: O Regresso do Eléctrico

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Eléctrico de Braga

O eléctrico é um meio de transporte muito utilizado ao longo do século XX, nas maiores cidades de todo o mundo. O eléctrico faz normalmente percursos turísticos, mas o facto de ter prioridade sobre os demais transportes terrestres leva a que se tenha tornado um meio de transporte rápido, utilizado por largos sectores da sociedade no seu dia a dia.

O eléctrico chegou a Braga em 1914, tendo muita popularidade até aos anos cinquenta. Em 1963, devido à acelerada degradação da qualidade do serviço prestado pelo eléctrico, a Câmara de Braga passa a priveligiar o uso de troleicarros, transporte que será utilizado até 1979. Tanto os troleicarros como o eléctrico circulavam em duas linhas: uma desde o Monte de Arcos até ao Parque da Ponte e outra desde o Elevador do Bom Jesus até à Estação de Caminhos de Ferro.

O eléctrico deixou muita saudade e a Braga do século XXI, moderna e acolhedora, não pode deixar de ponderar seriamente o regresso do eléctrico. A aposta não seria exclusivamente turística, uma vez que o eléctrico seria uma excelente alternativa a algumas das linhas de autocarros da TUB (parte das linhas 2, 7 e 24) e poderia servir, no imediato, a tão desejada e necessária ligação entre a Estação de Caminhos de Ferro e a Universidade do Minho, seguindo depois para o Bom Jesus.

Não é preciso viajar muitos quilómetros para beber o exemplo: os eléctricos voltam à Baixa do Porto já no próximo dia 21 de Setembro. E como seria electricamente pacificador percorrer estas ruas em que o granito quando molhado ganha mais vida...

Sé de Braga: Cabido à espera de... Lisboa

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Segundo o Jornal de Notícias, o cabido da Sé de Braga está à espera que o Governo considere de "superior interesse cultural" as obras a relizar na mais emblemática Catedral de Portugal. As obras que o cabido considera urgentes e que incluem "a intervenção na fachada principal, com a consolidação das pedras, a recuperação da capela Baptismal e da Nossa Senhora da Glória, além da salvaguarda dos azulejos da capela de S. Geraldo" não serão financiadas pelo IPPAR, sendo necessário encontrar mecenas para ajudar nos encargos.

Sendo consensual que a intervenção na Sé Catedral de Braga tem "superior interesse cultural", o atraso só pode justificar-se pela excessiva burocratização do sistema ou pela incompetência atroz dos serviços centrais. O nível de centralização reinante é tal que, para considerar o "superior interesse cultural" de uma obra em Braga, são necessários pareceres de dois organismos sediados em Lisboa.

Este caso trouxe-me à memória outras declarações de interesse, levando-me a concluir que, em Portugal, é mais fácil declarar o interesse público de um jogo de futebol do que o interesse cultural de um monumento com quase 900 anos de História... Crónica de um país descartável com prioridades efémeras.

Viana do Castelo

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Defensor Moura, conhecido pelas suas eloquentes afirmações anti-Minho, está no centro da polémica do desparecimento de cartazes da oposição afixados no concelho de Viana do Castelo. O PCP apresentou queixa-crime contra a Câmara de Viana enquanto que a concelhia do PSD, cujos cartazes desapareceram de forma misteriosa, espera que esse facto não seja "um espelho da prepotência que tem imperado em Portugal nos últimos tempos e que parece já ter chegado também a Viana do Castelo".

Alguém se importa de lembrar a Defensor Moura que o 25 de Abril já foi há 33 anos?

De que cor é este apito?

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O Paços de Ferreira é dado a escândalos: normalmente é beneficiado, mas desta vez era contra o Boavista.

Será Coincidência?

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As notícias que A Bola (a vermelho) e O Jogo (a azul) nos disponibilizam nas suas edições on-line são, no mínimo, estranhas. Descubra as diferenças.

O Sp.Braga sentiu hoje problemas para assegurar a vitória na recepção ao Estrela da Amadora (2-1), num jogo onde esteve a perder desde os 10 minutos, após o golo de N´Diaye, e apenas assegurou a reviravolta no marcador no minuto final da partida, por intermédio do goleador austríaco Roland Linz. O Braga sentiu grandes dificuldades para assegurar a vitória na recepção ao Estrela da Amadora (2-1), numa partida onde esteve a perder desde os 10 minutos, após um golo pleno de oportunidade de N´Diaye, e apenas assegurou a reviravolta no marcador no minuto final da partida, por intermédio do goleador austríaco Roland Linz, que hoje se estreava.

O Estrela da Amadora iniciou o jogo da melhor maneira possível e logo aos 10 minutos, na primeira ocasião de perigo, chegou ao golo. Após o cruzamento de Mateus, N´Diaye elevou-se mais alto do que os restantes jogadores e, de cabeça, inaugurou o marcador. O Sp.Braga acusou o golo e na primeira parte não conseguiu virar o rumo aos acontecimentos. O Estrela da Amadora entrou bem no jogo e aos 10 minutos, na primeira ocasião de perigo, chegou ao golo. Após o cruzamento de Mateus, N´Diaye de cabeça, inaugurou o marcador. O Braga acusou o golo e na primeira parte não conseguiu de todo virar o rumo aos acontecimentos.

Na etapa complementar o Estrela foi sustendo como podia os «arsenalistas», praticamente abdicando do ataque, no entanto estava a ter sucesso na estratégia planeada. Só que os 10 minutos finais foram fatais. Aos 82 minutos o Sp. Braga chegou ao empate, após um canto a bola sofreu um desvio ao primeiro poste e sobrou para Rodriguez, que rematou sem problemas. Na etapa complementar, o Estrela entrou com uma toada mais conservadora, abdicando praticamente das acções ofensivas, uma estratégia que resultou até aos 82 minutos, quando o Braga chegou ao empate. Na sequência de um canto a bola sofreu um desvio ao primeiro poste e sobrou para Rodriguez, que rematou sem problemas.

A equipa da casa ficou animada com o empate e lançou-se à procura do golo da vitória, que acabou por surgir aos 90 minutos. José Manuel, cuja entrada foi crucial, aliás até rematou ao poste, cruzou para a área, a defesa falhou e deixou passar a bola, que ficou à mercê de Linz, com o avançado austríaco a não dar hipóteses a Nélson. O golo da vitória acabou por surgir apenas um pouco mais tarde. Aos 90 minutos José Manuel cruzou para a área, a defesa da Amadora falhou deixando passar a bola que ficou à mercê de Linz e este não falhou, apontando o 2-1 final. Uma vitória que assenta bem aos bracarenses pelo muito que batalharam para dar a volta ao marcador.

Uma coisa é certa: a visão do jogo é consensual. Ou será que a explicação é outra?

Proteja-se: Aqui Começa o Norte

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A sensação de que Braga está muito mais perigosa não é de agora. E, como as últimas notícias têm demonstrado, o fenómeno não é exclusivo de Braga abrangendo toda a região. O Norte, mergulhado numa crise profunda e vítima do centralismo castrador de José Sócrates, está a ficar perigoso. Enquanto isso, continuamos sentados à espera que a tragédia bata à nossa porta.

Setembro, Outubro e Novembro no Theatro Circo

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Setembro

"The Glam-O-Rama Girly Show" 15 de Setembro (22h00) / Félix Kubin e Ms. John Soda 21 e 22 de Setembro / “Tritone” 22 (21h30) e 23 de Setembro (11h00) / Anabela Duarte 28 de Setembro (21h30) / “A Flauta Quase Mágica” 29 (21h30) e 30 de Setembro (11h00)

Outubro

“O Empresário” 4 de Outubro (22h00) / “Frederic Galliano & The African Divas” 5 de Outubro (22h00) / “Vermillion Lies” 6 de Outubro (21h30) / “Lucent Dossier Vaudeville Cirque” 13 de Outubro (21h30) / “Sons do Conservatório” 14 de Outubro (11h00) / “Auto da Barca do Inferno” 17 e 18 (21h30) / “Pilobolus” 19 de Outubro (21h30) / Orquestra Sinfónica Juvenil 20 (21h30) / David Sylvian 23 de Outubro (21h30) / Sandy Kilpatrick & “Pilgrims of Light” 26 (22h30) / Companhia Nacional de Bailado 27 de Outubro (21h30)

Novembro

Julie Atlas Muz 1 de Novembro (00h01) / “& - Festival de Música Electrónica” (2 e 3, 22h00) / Orquestra Nacional do Porto 9 (21h30) / “Window” 15 e 16 de Novembro (21h30) / “Clã” 17 de Novembro (21h30) / “O Profissional” 22, 23, 27 e 28 de Novembro (21h30) / Companhia de Dança de Almada 24 (17h00 e 21h30), 25 (11h00) e 26 (10h30 e 14h30) / Josh Rouse 27 (23h00) / Ballet da Ópera Estatal de Bashkir 29 e 30 de Novembro (21h30).

Da programação do próximo trimestre destaco o concerto dos Clã que, ao preço único de 15 euros, garantirá, seguramente, casa cheia. A voz de Manuela Azevedo, cantando textos de beleza e qualidade singulares, trará ainda mais magia à sala mais mágica e melodiosa do Minho. Informação recolhida e organizada no blog Play, um espaço nobre da cultura bracarense que acabei de descobrir.

[pensamento do dia]

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Quem me dera passear por ali... a preto e branco.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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