Avenida Central

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A Agere e o Lixo

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Suponho que, enquanto não aparecer uma alma muitíssimo caridosa possuindo um razoável talento para o desenho, a cidade de Braga continuará com o aspecto imundo que, em certos sítios e frequentemente, tem. Só alguém com muita paciência e abundantes dotes pedagógicos tornaria impossível que os senhores que mandam na Agere não entendessem algo básico: os caixotes do lixo que penduraram em diversos postes da cidade são de péssima qualidade, o que faz com que se abram tão-somente porque não suportam o peso do lixo, como muita gente já teve oportunidade de reparar, às vezes, se assim se pode dizer, sem proveitosas consequências.

Que o diga o rapazinho que, há não muito tempo, seguia à minha frente na Avenida Central. Em vez de atirar para o chão uma pequena garrafa de um refrigerante, bem-educado, resolveu colocá-la num caixote do lixo. Resultado: a mãe deu-lhe um estalo. A senhora caminhava à frente do miúdo e, quando ouviu o barulho provocado pelo lixo que caiu ao chão, olhou para trás e, vendo o filho junto do sítio da ocorrência, julgou que ele era o seu voluntário causador. Não era.

O fundo dos caixotes do lixo abre-se, vale a pena repeti-lo, apenas porque não suporta o peso de certos objectos aí depositados. Não é, pois, necessário a acção de qualquer vândalo para que haja continuamente lixo espalhado pelo chão da cidade. A Agere encarrega-se de usar o dinheiro dos bracarenses para comprar estes singulares objectos que, por si só, garantem uma sujidade permanente. Se uma alma caridosa e com habilidade para o desenho aparecesse, ficar-se-ia, pelo menos, a saber que os senhores da Agere adquirem os caixotes do lixo bem sabendo que são eles próprios (os caixotes, claro) que deviam ir para o lixo.
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Avenida Monumental

Os guerreiros do Douro

Gravura Rupestre
© CNART

Assinalando o 12º aniversário da criação do Parque Arqueológico do Vale do Côa, o único criado até agora em Portugal, gostaria de colocar aqui uma referência ao conjunto de gravuras, do qual se apresenta aqui um detalhe. Trata-se de um painel, a pouca distância da margem do Douro, no lugar da Vermelhosa (Vila Nova de Foz Côa), que conserva representações de guerreiros, cuja gravação remonta à Idade do Ferro (séculos VIII a I a.C.).

Não deixa de ser curioso como estas representações pictóricas coincidem em boa medida com a descrição contemporânea feita por Estrabão, na sua Geografia da Ibéria, ao observar os guerreiros Lusitanos: “usam um pequeno escudo de dois pés de diâmetro, côncavo para diante, suspenso com talabartes de couro (…). Além disso, usam ainda punhal ou gládio. A maior parte usa couraças de linho; poucos, cotas de malha e um capacete de tríplice cimeira, ao passo que os demais têm elmos de nervos. Os peões usam também polainas de couro, e cada um traz diversos dardos; e alguns, lanças com ponta de cobre”. A mesma descrição coincide também com as conhecidas estátuas de guerreiros Calaicos, descobertas mais cá para o Norte.

Olhando para o programa da comemoração do aniversário do PAVC, podemos sem dúvida ajuizar que os habitantes de Cidadelhe (uma freguesia com 52 habitantes), em vez de terem estas actividades de dinamização, de terem quem conserve o seu Património classificado pela UNESCO, poderiam estar bem melhor servidos, com uma linda albufeira que lhes teria descaracterizado o vale, mas que os iria impressionar, sobrepondo a monumentalidade e engenho do homem do século XX, à monumentalidade da natureza.

É certo que não teriam água canalizada nem saneamento (que já vieram entretanto, como investimentos recentes no contexto da implementação do turismo cultural), mas vendo bem as coisas, podiam praticar windsurf na barragem. Que egoístas são, estes habitantes de Cidadelhe, que não pensam nas inundações sofridas a jusante, nem na energia que podia estar a ser produzida...

Boa Publicidade (V)

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«Donate an organ»
© Red Cross China
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Avenida do Mal

Castelos Andantes

Tenho um amigo que deve ter ficado radiante com a perspectiva do seu apartamento colado ao Aleixo, ficar no futuro livre das 4 ou 5 torres que vão deixar de o ser, para dar lugar a um empreendimento de luxo. De repente, passou a ter uma janela virada a um futuro bairro in, tão perto da Foz do Porto e talvez longe de imaginar que tão arriscado investimento pudesse ser algum dia tão espantosamente bem retornado.

Ora, isso é só possível graças ao flexível modelo de habitação social português, uma flexi(n)segurança aplicada ao arrendamento social, que com mesma ligeireza com que distribui chaves de apartamento e RSI's, move e remove vidas raízes e rotinas de pás cheias de um lado para o outro, conforme as conveniências ou as exigências do Mercado e as complacências da democracia.

A solidariedade social precede assim o paternalismo social que dá lugar ao assistencialismo caritativo e que faz dos bairros sociais meros castelos-andantes ao serviço dos interesses higiénicos de algumas elites. Ali despeja-se o que não se quer ver e muda-se de lugar quando nos apetecer. Como um caixote do lixo.

O modelo português cobre-se de candura mas é na verdade tão nazi como um guetto, porque, será cliché, nunca promoveu a reinserção e descartou-se da responsabilização, quer dos seus beneficiários quer do próprio Estado. É desumano e sem respeito para com quem lá vive cumprindo com as suas obrigações de cidadão. É desumano e sem respeito para quem paga impostos legando ao Estado o zelo pela Igualdade de Oportunidades.

Neste caminho, o Aleixo só vai dar lugar a um "novo Aleixo", algures numa periferia ainda desienteressante do Porto, com as mesmas polémicas e o mesmo torcer de nariz ao comprimento dos quartos e à largura da sala. O outro, o dos ricos, fica com vista de vidros duplos virado ao Rio.

[modo férias]

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Um eléctrico dos antigos
© anabananasplit

Nos próximos oito dias estarei em modo férias, pelo que ficarei menos disponível para escrever. Ainda assim, tentarei manter o blogue actualizado e as crónicas semanais mantêm-se. Boas leituras.
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Avenida Ideal

Capítulo 2: das rivalidades

Hoje, na habitual visita ao fórum do Superbraga.com, deparei-me com uma crónica de António Casanova publicada na edição de hoje do jornal A Bola. No texto, com o título de "Guerra aberta no Minho", o autor descreve o degradar das relações institucionais entre o SC Braga e o Vitória SC, na sequência da polémica gerada pelo Apito Final. O que o autor ilustra é um cenário de guerra fria entre duas potências, SL Benfica e FC Porto, e a bipolarização da rivalidade no futebol português.

Engana-se o senhor ao pensar que a rivalidade entre Braga e Guimarães nasceu no futebol. Muito antes de se jogar à bola, já havia rivalidade, violência ou disputas territoriais entre habitantes de ambas as cidades. Se a rivalidade entre os clubes radica nas diferenças entre as cidades e não entre os clubes, insinuar que esta se agrava pela influência dos clubes "grandes" não é só clientelismo e mercantilismo, mas é também pura estupidez.

O futebol não gira em torno do Benfica, do Porto ou do Sporting. Alan não vai ser o primeiro ex-vimaranense a jogar no Braga, assim como João Alves não foi o primeiro ex-Braga a ingressar no Vitória. Os adeptos do Braga - assim como os do Guimarães e de todos os outros clubes -, são adeptos de um clube, de um símbolo, não de um jogador.

De resto, as alianças entre clubes são perfeitamente normais e reflexo do sistema capitalista: todos os clubes são independentes, compram onde querem e, portanto, é normal que se fidelizem a determinado clube. No entanto, a fidelização depende da partilha de interesses: quando estes colidem, é expectável que os acordos se desfaçam.

A relação entre adeptos dos dois clubes não depende da relação institucional entre clubes. A rivalidade entre adeptos do Braga e do Guimarães não desaparece, nem que os presidentes dos dois clubes sejam os melhores amigos. Por outro lado, a rivalidade só tem ajudado os dois clubes a crescer. Mais que a violência gratuita e sazonal, importa olhar para a evolução dos dois clubes e constatar o quanto cresceram só para ser maior que o outro. Importa distinguir entre o pontual e o quotidiano e se os outros não o fazem, faremos nós.

Nota: A desta semana é dos meus irmãos que, quase graúdos, fizeram anos ontem.
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Para saber mais:
Guerra aberta no Minho, António Casanova (http://www.blogger.com/www.superbraga.com)
Superbraga.com (http://www.blogger.com/www.superbraga.com)

Portugal, Portugal

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what barbie really did to ken
© Dorsia

Eu diria mais: um curso de Medicina para cada português.
E um hospital também, já agora...

As Dúvidas da RTP (II)

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«ao ignorar o Jogo do Sporting de Braga na Turquia, não promovendo quem está disposto a lutar para subir no ranking Nacional e Europeu, privilegiando somente os que estão instalados, não ajudando assim a que os clubes possam subir pelo investimento e qualidade do espectáculo que proporcionam. É importante contribuir para que Portugal tenha mais equipas com nome na Europa, o que é bom para o futebol Português e para a divulgação de Portugal e das suas regiões.» [Ricardo Gonçalves, Deputado do PS eleito por Braga]

O deputado Ricardo Gonçalves, eleito pelo Partido Socialista no círculo de Braga, dirigiu um requerimento ao Ministério dos Assuntos Parlamentares e Comunicação Social acerca da negligência da RTP na transmissão do jogo do Sporting de Braga na Taça Intertoto. Adivinha-se que a resposta não andará muito longe dos ensaios que nos têm chegado. Mas, porque são justificativos claramente insuficientes, será necessário escalpelizar o que leva a Direcção da RTP a adquirir uma partida recreativa à Estoril SAD quando nem sequer sabe em que condições poderia transmitir a legítima representação nacional nas competições europeias.

A tomada de posição do deputado Ricardo Gonçalves é muito simbólica e significativa. Não só porque leva até à casa da democracia o debate acerca das sucessivas desfeitas que o serviço público de televisão tem feito ao Minho, mas também porque corporiza as preocupações de uma parte significativa dos eleitores do círculo de Braga. Diga-se a este propósito que a acção no terreno dos deputados do Partido Socialista, em particular de Ricardo Gonçalves e de Miguel Laranjeiro, tem sido bem notória e isso é muito relevante para a nossa democracia.

As Dúvidas da RTP

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Lonely TV
© Josh Dionne

No dia em que a RTP venceu o concurso para as transmissões das partidas da Liga Sagres, recebi mais uma hilariante comunicação da televisão do Estado. O Subdirector de Informação, Miguel Barroso, diz que «apesar do que dizem os jornais, desconhecemos efectivamente os contornos da transmissão efectuada pela televisão turca.»

Quando já toda a gente sabe que a transmissão foi feita pela TRT 1 de forma directa e integral, a Direcção de Informação da RTP ainda confessa a sua ignorância na matéria.

Pobres Perante o Estado

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«Neste país, tão cheio de dificuldades para quem tem rendimentos declarados, dinheiro público não pode continuar a ser desviado para sustentar predadores profissionais dos fundos constituídos em boa fé para atender a situações excepcionais de carência. A culpa não é só de quem usufrui desses dinheiros. A principal responsabilidade destes desvios cai sobre os oportunismos políticos que à custa destas bizarras benesses, compraram votos de Norte a Sul.» [Mário Crespo, JN]

À medida que as classes médias vêm o fruto do seu trabalho taxado em variados impostos, um conjunto de parasitas vai-se alimentando à custa dos subsídios. Há cada vez mais pobres perante o Estado que são lordes perante a vida.

Há uns anos, lamentei juntos de alguém com responsabilidades o facto de haver quem recebesse bolsas de estudo da Acção Social enquanto ía de férias para as Caraíbas e se fazia deslocar em automóveis topo de gama. Mais não fizeram do que convidar-me à denúncia de casos concretos, tarefa à qual obviamente me furto.

Na verdade, convivemos com demasiada e preocupante frequência com situações desta índole e, por muito custe a alguns, a questão nem é étnica nem racial, mas uma doença que corrói por inteiro todos os sectores da sociedade portuguesa. Não há bom pai de família que não conheça uma artimanha para fugir aos impostos nem bom português que disso não faça gáudio enquanto toma o café depois do almoço.

Não há Governo que nos salve da subversão de tantas leis bem intencionadas. O que se espera é que, da próxima vez que inventarem um subsídio, se lembrem da televisão, da playstation e dos leitores de DVD que moram nas casas dos que se sustentam à custa do rendimento social de inserção nessa tal Quinta da Fonte e em tantas outras quintas deste malogrado país.

Coisas Que o Provedor Devia Saber...

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«contactámos a Direcção de Informação, área do desporto, tendo-nos sido referido que o jogo não ia ser objecto de gravação na origem, pelo que não haveria possibilidade de a RTP proceder à sua transmissão. Penso, aliás, que a falta de gravação explicará o facto de não ter havido sequer imagens dos golos, o que determinou que o evento não tenha integrado os serviços noticiosos.» [mensagem recebida do Gabinete do Provedor]

Foi deste modo que o Provedor da RTP respondeu aos protestos que lhe chegaram pela negligência no acompanhamento do Sporting de Braga na Taça Intertoto. Lamentavelmente, a informação e as justificações apresentadas baseiam-se em factos falsos. Como é do conhecimento público, o jogo foi transmitido em directo pela televisão turca TRT e os golos até estão disponíveis no YouTube. Aguardamos melhores justificações para esta ausência de cumprimento do serviço público por parte da televisão que todos pagamos.

Entretanto, a Petição "RTP com Desporto para Todos" continua a dar que falar. O Diário do Minho tem feito uma excelente cobertura da iniciativa. Além de uma entrevista com a opinião dos promotores da petição, na edição de ontem podia ler-se a análise de Felisbela Lopes, docente de Comunicação Social da Universidade do Minho. O trabalho foi conduzido por Luísa Teresa Ribeiro que publica no seu blogue alguns dados muito interessantes para esta temática.

Já hoje, o Jornal de Notícias traz o protesto para a edição em papel, revelando a nova polémica de que lhe damos conta neste post. As imagens do YouTube desfazem todas as dúvidas.

Futebol com Braga

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1. João Vieira Pinto pôs um ponto final na carreira de jogador de futebol, mas, na verdade, já a tinha terminado no dia em que abandonou o Sporting Clube de Braga. Ainda hoje recordo a recepção histórica do «menino de oiro» no Estádio Axa e o perfume com que encantou o estádio mais belo do mundo.

2. António Salvador voltou a surpreender e, ao contrário de todas as expectativas, anunciou a contratação de Alan, o extremo que alinhara no Vitória de Guimarães durante a última época.

O Caso Maddie

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Não é necessário dar qualquer exemplo para se perceber o quanto os media nos influenciam. Sobre este assunto, há abundantes estudos e, para facilitar a compreensão, um número bastante significativo de filmes. O que surge nos media é "a verdade", assim pensa mesmo gente não propriamente desavisada. Mas o escasso espírito crítico com que é lida a imprensa, ouvida a rádio e vista a televisão faz com que, frequentemente, se multipliquem as pessoas enganadas a propósito dos assuntos mais diversos.

A liberdade de que os media usufruem serve para permitir a existência de opiniões diversas sobre um mesmo relato, não uma infinidade de relatos sobre o mesmo facto. O certo é que, demasiadas vezes, relativamente aos mais variados acontecimentos, sobra a opinião e escasseia o elementar relato dos factos. Isto faz com que, depois, haja, por exemplo, comentários ou debates feitos a propósito de ocorrências que não se sabe como ocorreram.

O caso Maddie forneceu um eloquente exemplo de fala-baratismo mediático, alimentado em grande medida por reincidentes "especialistas" em insensatez, em irresponsabilidade e, em certas ocasiões, na mais retorcida infâmia.

À Atenção da RTP

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O Sporting de Braga venceu o Sivasspor da Turquia por dois golos sem resposta, naquela que foi a primeira representação nacional da época em competições europeias.

Pode assinar a petição aqui.

Que o Senhor Nos Faça Católicos como Eles!

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A discussão em torno de temas como o casamento homossexual, o aborto, a procriação medicamente assistida e a clonagem terapêutica tem-se cristalizado em torno de dois pólos que coincidem necessariamente com duas visões sobre o mundo: de um lado, os que acreditam na liberdade e autodeterminação de cada indivíduo e na sua capacidade para, no estrito respeito pelos outros, decidir a sua vida segundo os seus valores e princípios; do outro, os que se auguram no direito de decidir a vida dos outros, impondo-lhes as suas crenças numa espécie de ditadura da maioria e selvagem dos bons costumes, vexada, claro está, pelos escândalos que se sabem na penumbra em que vale tudo.

O último congresso da Juventude Socialista foi uma mostra interessante desta dicotomia. De um lado, o novo líder da JS assume o casamento homossexual como «uma imposição do princípio da igualdade.» Do outro, o burlesco líder dos Socialistas Católicos que afirma coisas tão aberrantes como «à ideia de casamento está indissociável a constituição de uma família, que possa haver filhos, com pai e mãe.»

O que os une é o socialismo. O que os separa é a avidez com que os «católicos» daquele partido laico (?) tentam impor os seus valores a todos os concidadãos.

P.S. - Só espero que esse Cláudio Anaia se chicoteie todos os dias porque o senhor não fez a todos tão católicos como ele!!!

Silly Boy

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Cristiano Ronaldo-ronny
© freakystyleypetey

Que me perdoem os sonhos das adolescentes coleccionadoras de fotografias do Cristiano Ronaldo nu (ou quase!), mas o rapaz não tem mesmo cabeça. Digam-me um único jogador que tenha saído do Real Madrid melhor do que entrou...
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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