O Abraço Não Mata

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«Quase todos os trabalhadores seropositivos acabam por perder o emprego quando a empresa sabe da doença» [Público]

A notícia só surpreende os mais distraídos. A ignorância que se faz medo é o primeiro passo para a discriminação. Tal como a SIDA, também as posturas e atitudes discriminatórias não escolhem idade, sexo, etnia, religião ou orientação sexual – os mitos e as ideias erradas sobre a doença germinam nas cabeças de um número indesejavelmente alto de portugueses.

Ao contrário do que muitos pensam, o contacto social com pessoas infectadas com o VIH – dos apertos de mão aos abraços, do trabalho em equipa à partilha de comida, das picadas de insectos ao uso de casas de banho comuns e da tosse aos espirros – não constitui qualquer perigo de contágio. Cientes disto, importa que acolhamos a todos e, ao mesmo tempo, que não nos acomodemos perante as evidentes discriminações que ainda perduram na nossa sociedade.

A ler: Quero Justiça!; Das Riscofobias Selectivas; Portugal no Divã; SIDA e Discriminação.

1 comentário:

  1. Mas a falta dele - assim bom, forte, apertado, sentido - pode ajudar a morrer

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