Estranhas Coincidências | 4

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Cláudio, o Público não é um jornal. É um boletim de campanha do PSD e uma expiação de ódio ao Partido Socialista de José Sócrates.

32 comentários:

  1. Morgado, o Avenida Central não é um blogue. É um boletim de campanha do PS e uma expiação de ódio ao Partido Social Democrata.

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  2. Vimaranes,

    Com essas acusações podemos bem. Em Portugal, as pessoas não sabem comentar política sem a pala partidária. Já nos acusaram de fascistas, bloquistas, sociais democratas, socialistas... nós continuamos interessados em discutir ideias!

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  3. Que é coisa que se têm recusado a fazer nos últimos dias, atacando apenas e só um dos partidos concorrentes às eleições, numa perseguição legítima (porque o blogue é de opiniões pessoais pelo que percebo) mas algo incompreensíveis. Discuta-se então ideias. Quando começam?

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  4. As ideias estão neste post e no anterior. Qual é o critério do público para relegar para o fim da lista de notícias, o facto político do dia colocando em destaque uma declaração fortuito sobre um assunto encerrado pelo próprio PSD há mais de um ano.

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  5. Lamentável este post. Acusar um jornal de referência de ser um meio ao serviço de um partido através de uma acusação falsa. Eu próprio vi o destaque do Público no cimo da página, creio que na segunda posição.

    Com este tipo de acusações, este blog vai apenas no sentido de assumir as criticas que faz, um boletim da campanha socialista e uma expiação de ódio cego a tudo o que brote do PSD.

    Lamentável.

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  6. Nenhum dos telejornais abriu com a notícia, teremos post a anunciar que constituem um boletim de campanha do PSD?

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  7. Bruno os "Vai Tudo Abaixo" "contra" PS tiveram, no Público, mais destaque antes (obviamente), durante e depois da notícia avançada pela Sábado.

    E quanto à televisão, parece-me normal que não se abra um jornal com uma notícia que apareceu nem uma hora antes.

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  8. Bruno,

    Que fique bem claro que este post não é uma crítica ao PSD que imagino
    seja alheio às opções de José Manuel Fernandes. Mas o Público deixou de ser referência no momento em que tomou partido neste combate eleitoral sem o assumir abertamente para os leitores.

    Quando cheguei a casa do trabalho, a notícia não estava destacada. Aliás, penso que NUNCA foi destaque no Público. Lamentavelmente.

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  9. A notícia do líder da JSD acaba de ser colocada, e como na maior parte das notícias políticas permanece algum tempo no topo da página. Nada mais. O post é um ataque puro e duro ao Público. Aqui neste blog já não se critica a TVI, ao menos que se critique o Público. Se formos a ver, é capaz até de ser um bom sinal, embora seja triste de se ler. Mal era que não houvesse Público para criticar.

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  10. Bruno,

    Qualquer pessoa reconhece que o Público está a ser parcial. A notícia da compra de votos no PSD é a penúltima na página do Público desde as 20 horas, pelo menos... Quanto tempo tem a notícia???

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  11. Meu caro, já consultou a página do Expresso e do Sol? Se não, aguardo que actualize o post sobre os jornais parciais sobre a notícia.

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  12. http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=148136&dossier=Legislativas%202009

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  13. Pedro, o argumento não era o destaque da notícia? Não era disso que se tratava! É que o Público também tem notícia, posso partilhar o link!

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  14. Tem mais destaque no SOL do que no Público. Além do mais, o Público tem-se especializado neste tipo de notícias. A parcialidade fica-lhe mal.

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  15. Mais destaque... Enfim, não tarda nada estamos a medir os cliques necessários para o scroll down de modo a chegar à notícia...

    E em relação ao Expresso? Nada? Não tarda nada e escreve-se por aí que é a mão de Pinto Balsemão...

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  16. Gostaria de deixar aqui umas achegas com opiniões recentes sobre o "jornalismo" do Público:

    Artigo de Mário Crespo sobre as "escutas de Belém":
    http://jn.sapo.pt/Opiniao/default.aspx?content_id=1343393&opiniao=M%E1rio%20Crespo

    Artigo de Joaquim Vieira, Provedor do Leitor do Jornal Público sobre a mesma notícia:
    http://provedordoleitordopublico.blogspot.com/2009/09/subitamente-neste-verao.html

    Para não falar da recente notícia "Manuela Ferreira Leite andou apenas 500 metros no carro do governo regional"
    apenas??? andou ou não andou? que raio de notícia é esta?

    (Nota: comprei o Público durante 10 anos e já deixei de o fazer)

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  17. E mais alguém acha estranho que os sites dos jornais que mais destaque deram à notícia, o Sábado e o DN, tenham estado em baixo desde o fim de tarde até há pouco?

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  18. Acho demasiado radical o que diz sobre o Público. É um jornal de referência que foi fostigado pelo governo de Sócrates aquando da publicação da notícia sobre fraude na sua licenciatura. Cada um defende-se como pode. O jornal dirige-se outra vez ao caso, no meu entender, porque tentaram abafar a notícia. Sócrates também sempre se defendeu como pôde, principalmente dos ataques dos jornalistas.
    É a velha disputa entre poderes.
    Quanto a isto haverá sempre parcialidade, tanto mais não seja dos editores contra quem quer "asfixiar" certas notícias.
    A verdade é que ainda hoje não se percebeu se Sócrates é ou não Engenheiro.Uma coisa é certa: bom retórico é com certeza.

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  19. Nota de rodapé:
    uma boa análise ao título e corpo de texto da entrevista
    http://corporacoes.blogspot.com/2009/09/dra-manuela-foi-entalada-o-publico.html

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  20. De facto, numa série de posts começou-se a vislumbrar o que parece ser um alvo deste blog: o PSD

    Chego a pensar que possa ter sido Deus Pinheiro a queimar pneus na CMB
    (http://avenidacentral.blogspot.com/2009/09/estranhas-coincidencias-2.html)

    Por exemplo, a própria questão dos tudo abaixo não apareceu aqui... só vejo TGV, SNS, associação do PSD ao PNR, a queima dos pneus, a falta de notícias "más" no Público, a questão da verdade...

    É verdade que o blog não se propõe a ser imparcial, nem a isso é obrigado.

    Mas que começou a vir uma brisa sempre do mesmo lado, ah isso começou.

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  21. João Fernandes,

    É um devaneio e uma conclusão sua. Inesperada diga-se. Por muito que não goste da líder (e isso é público há muito tempo), não acho que o PSD tenha esse tipo de práticas. A conclusão é sua, repito.

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  22. Há quem chame Pasquim a esse tipo de jornais.Infelizmente cada vez temos pior informação e menos independente, pior escondidos atrás dos periódicos estão psedo Democratas, que maius não fazem que obedecer cegamente a quem lhes paga e nem têm já ideias próprias.Ainda bem que deixei de comprar esse tipo de informação.

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  23. Temos que mandar o PSOE comprar o Público e trocamos o Director!! Ou acabamos com o jornal, também serve!

    A democracia ainda é muito jovem em Portugal...e parece que os jovens são pouco democratas também.


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  24. Mário André, não se preocupe. Felizmente, há muitos jornais do regime que lhe devem dar uma grande satisfação ler. Enquanto houver um Público à minha disposição, eu também fico satisfeito.

    Não cheguei foi a clicar no link do Corporações que anuncia. Mas repare, se as pessoas desejam ler o que assessores socialistas sob pseudónimos escrevem no Largo do Rato, mais vale consultar a fonte oficial do regime, o site do PS.

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  25. Caro Pedro Morgado

    Por favor, não confunda um resmungo com uma insinuação. Não foi essa intenção.
    Apenas reparei no vosso blog que, de repente, começou a aparecer uma toada muito monotónica.
    E no meio disso, surgem os pneus. Daí o meu comentário: tanta é a catadupa num só sentido, que um desprevenido chega a pensar o pior.

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  26. "Cláudio, o Público não é um jornal." - Confesso que fico baralhado e sem saber o que pensar.

    É verdade que o Público não é um jornal fácil para governo. Não o é para este como não o foi no passado para outros. E em matéria de má imprensa este governo até não se pode queixar muito. Comparando o tatamento de notícias dado aos "casos" de Santana Lopes, no seu breve consulado, e o tratamento dos "casos" de José Sócrates isso torna-se a todos evidente. Santana era claramente um alvo a abater e que deveria ter avaliado melhor o presente envenenado que Sampaio de dava. Sou da opinião que o actual governo ficará sempre para a história como o exemplo de uma máquina de comunicação e propraganda. Já são muitas as fontes que afirmam a importância das agências de comunicação na estratégia de Sócrates. Mais 10/15 anos e serão feitas teses de Doutoramento sobre esse relacionamento. O Público resistiu a essa máquina e foi apontado como inimigo. Agora, na opinião deste blogue, o Público não é um jornal. Não concordo. O Público é dos poucos jornais que vale a pena ler. Nem percebo o ruído que se faz. No jornal online não percebi qualquer diferença de tratamento relativamente aos outros casos do dia. Nem mais, nem menos. Apenas o mesmo tratamento.

    Vemos o mundo através dos nossos conceitos e preconceitos. Vemos pelo que somos e não me parece errado. Aperfeiçoando o que somos, aperfeiçoamos o que vemos.
    O caso em si é de facto uma estranha coincidência. Sabemos que a vida interna dos partidos nem sempre é uma coisa transparente. Procurando debaixo dos tapetes e nos armários esconsos haverá sempre algo para dizer. A oportunidade, a relevância do particular em face do geral é que não deve ser esquecida. Um juízo crítico não ficaria mal. Em todos os partidos terão existido processos eleitorais internos com reclamações e acusações. Isso transforma esses partidos em fraudulentos? O juízo sobre o esmiuçar desses casos é, naturalmente, um juízo sobre a oportunidade e relevância. Um juízo que aparentemente não possui interesse para este blogue, mas pode ter relevância para um jornal.

    Este caso, num outro quadrante, poderia ser etiquetado como campanha negra. Eu não chego a tanto, mas não deixo também de me interrogar sobre a "estranha coincidência". Assinalo é um estranho tratamento dos conteúdos jornalísticos.

    Já agora será que me podem informar sobre que jornais devo ler, que televisões devo assistir e que rádios escutar? Será que já posso assistir aos jornais da TVI? E a TVI era mesmo a voz do “Demo”? É que eu recordo-me das opiniões económicas do Peres Metelo e o homem ainda deve estar a pensar que está nas funções do governo do Guterres. Fala sempre de uma economia que desconheço e cheia de “amanhãs que brilham”.

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  27. Caro Bruno Gonçalves,
    A razão pela qual comprei o Público durante muitos anos foi precisamente por não ser um jornal nem de regime nem de oposição. Na verdade, o Público sempre se distinguiu em dois aspectos:
    1. um conteúdo informativo neutro e objectivo de alta qualidade, com uma abrangência de temas muito superior ao dos outros jornais.
    2. uma forte componente de opinião multipartidária e plural nas várias colunas para o efeito.

    Mesmo os editoriais, que mudavam de tendência dependendo de quem o escrevia (JMF ou NP), nunca me incomodaram. O que me incomoda é quando estas duas componentes se começam a misturar, e se começam criar reportagens que não pretendem informar da realidade, mas sim esgravatar todo o tipo de suspeições sempre sobre o mesmo quadrante político, e se deixam as suspeições de outro na gaveta.

    O que se poderia chamar de "jornalismo de opinião" ou "de tendência". Sinceramente é algo que acho grave. Vou-lhe dar um exemplo: A reportagem das casas de Sócrates na Beira é uma boa reportagem, que me deu muito gosto ler. Fica-se a conhecer, para além do fraco gosto do primeiro ministro, uma realidade que é corrente no interior do país.
    No entanto, a reportagem à compra dos apartamentos de Sócrates e da sua mãe é risível na forma como manipula a informação para nos vender um determinado ponto de vista.

    Pode não ir ler o post no Corporações, não me chateia em nada, você informa-se como quiser. Eu não tenho vergonha nenhuma de dizer leio vários blogues, do Arrastão ao 31 da Armada e Rua Direita. Gosto de estar ao corrente das várias opiniões e de escolher o meu ponto de vista. Mas sei que, quando leio, estou a ler opinião.

    Com o Público, jornalismo e opinião começam a confundir-se gravemente. Se quiser perceber quando e como, vá ler o link que deixei acima do Provedor do Leitor do jornal Público, e diga-me o que acha da avaliação que ele próprio faz dos critérios jornalísticos do Público.
    Pode tirar umas boas ideias em como criar uma notícia onde ela não existe.

    Em relação ao tratamento da notícia da sábado no site do público, o título diz tudo: "Sábado envolve António Preto..."
    Apesar de a revista Sábado ter deixado online videos de todas as fontes, sabendo-se bem que foram militantes do PSD que envolveram o rapaz do braço engessado, é a revista que o envolve.
    É mais ou menos como dizer: "Público levanta suspeição sobre escutas em Belém". E aqui até seria mais justificado, já que só o Público conhece as fontes.

    Caro anónimo, não é preciso mandar tirar de lá o JMF, quem quer comprar o jornal compra, quem não quer não compra. Não sou o único que deixei de o comprar pelo que sei, e o mercado regular-se-à por aí. Mas deixa-me triste que um jornal de referência destes esteja neste estado.

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  28. A propósito de política deixo ficar aqui um link muito interessante, que nos permite perceber melhor o nosso posicionamento perante as propostas dos vários partidos:

    http://www.bussolaeleitoral.pt/

    Penso que ainda não tinha aparecido por cá (se já apareceu, as minhas desculpas).

    Vale a pena responder è perguntas e poder ver onde ficamos nesta "bússola eleitoral".

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  29. Gostava de saber se este caso dos votos comprados seria alvo das mesmas reacções aqui expressas de forma tão compreensiva se o mesmo tivesse acontecido no Partido Socialista.
    De certeza que era tema para um mês de aberturas de jornais...e o suspeito do costume era José Sócrates e o seu "regime" (lol) como já foi escrito num comentário anterior.
    Como é no PSD estou a ver que para algumas pessoas o melhor era abafar a notícia, e que chato que é haver divulgação de uma trapalhada laranja neste blog...

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  30. Não se preocupem com o Público, já há notícia de que o José Manuel Fernandes vai ser substituído.
    Mas a notícia será anunciada somente depois das eleições. Deve ser para que ninguém tenha a má intenção de pensar que tem alguma coisa a ver com as críticas que era feitas ao José Sócrates...
    E ainda se fala da asfixia democrática na Madeira...
    O Santos Silva continua a dar «madeira e paulada» em quem não se curva...

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  31. Não serão muitas as vezes, mas estou completamente de acordo contigo Pedro.

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  32. Não serão muitas as vezes, mas estou completamente de acordo contigo Pedro.

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