Justiça de Vidro

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O principal problema de um sistema judicial falido como o nosso é que nunca se sabe quem são os inocentes e quem são os culpados. José Sócrates disse o mesmo que disseram Dias Loureiro, Fátima Felgueiras, Valentim Loureiro ou Isaltino Morais. Estão todos inocentes. E agora?

Duas coisas são certas: 1) o assunto chega à cena pública num momento crítico para o próximo ciclo eleitoral. 2) o processo não é totalmente claro, embora o Primeiro-Ministro possa estar completamente inocente.

5 comentários:

  1. E não esquecer a Casa Pia - Todos inocentes, excepto as crianças que se uniram para fazer um complot!!!!

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  2. "2) o processo ..., embora o Primeiro-Ministro possa estar completamente inocente." É inocente completamente ou (possa)(?)

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  3. Ora, ora, com um Inverno rigoroso como este, quem não precisa dum par de luvas :)

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  4. Infelizmente, começam a ser coincidências a mais: foi o caso da licenciatura na independente, nunca devidamente esclarecido, foi o caso da autoria ou não dos projectos na Câmara da Covilhã, e agora o caso no mínimo rocambolesco do licenciamento do freeport, sem discussão pública, ao arrepio da consulta à união europeia e diminuindo habilidosamente a zona proibitiva de proteccção ao estuário do Tejo,para poder ampliar e instalar a grande superfície comercial. Se a isto juntarmos a recente medida socialista/socrática para isentar de concurso público as obras públicas até 5 milhões de euros, então concluiremos que temos caminho aberto e as portas escancaradas para o fomento e desenvolvimento da corrupção.Como dizia o poeta, tudo isto existe, tudo isto é triste, tudo isto é fado. Abraço

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  5. Apenas uma pequena diferença: Sócrates, que se saiba, não é arguido. Para se ser inocente ou culpado é preciso ser-se judicialmente acusado. Não o sendo, não se pode culpar o sistema judicial de falência.

    Não para defender o nosso "primeiro", mas apenas para colocar alguma moderação nas afirmações tendenciosas e populistas que se fazem.

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