Escola Inclusiva?

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Em dia de greve, mais de 90% dos professores voltam a rejeitar as políticas de Maria de Lurdes Rodrigues. A escola pública continua a ferro e fogo e, enquanto isso, os alunos dos colégios privados aprendem tranquilamente. Perpetuar esta guerra por via da prepotência é o melhor contributo para obstaculizar a missão da escola inclusiva.

6 comentários:

  1. E que tal, assim na loucura total, os professores trabalharem?

    Já estou farto desta treta. Os professores não são mais do que os outros e por isso mesmo terão de ser avaliados conforme pedido pelo Ministério competente.

    Não querem há mais profissões por aí, agora não podem é parar um país e uma educação que é necessária para os nossos miúdos.

    Eu estou com a ministra nesta luta!

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  2. Notas dos alunos a contribuir para a nota do professor??! Um prof de música a avaliar um de ed. física?!? (só profs do mesmo departamento podem avaliar os colegas, acontece que música e ed.fisica estão no mesmo pacote...)
    E já agora, o que é que um prof da sala ao lado sabe o que se passa no ano inteiro na sala de outro?!? Simplesmente nada, não está lá para ver, não sabe, como é que avalia?
    E já agora horas e horas de reuniões e avaliações e grelhas e o catano mais velho, quem é que está para isso? Impuseram isso porque achavam que os profs "não trabalhavam". Será que os tempos em que os meus profs levavam trabalho para casa e passavam fins de semana a corrigir trabalhos e testes já passou?

    E este ministério é a maior aberração que já se viu... O facilitismo é tal (devido à dependência das notas para a avaliação dos profs e os exames dados numa bandeja de tão fáceis que são) que fico f*d*d* ao pensar que agora é tão fácil tirar altas notas no secundário e no meu tempo dependias dos exames e roías as unhas a pensar nas décimas para entrar!

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  3. Pelo menos já há professores a dizer abertamente que a proposta dos sindicatos é, pelo menos, tão má quanto a do Ministério e que não faz sentido continuar com este tipo de protestos enquanto não existe uma proposta, dos professores, com pés e cabeça. Pena que ainda são muito poucos. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1356426

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  4. «E já agora horas e horas de reuniões e avaliações e grelhas e o catano mais velho, quem é que está para isso? »

    Eu concordaria consigo, se os professores não passassem tanto tempo em greves e manifestações, com toda a logística (de panfletos, propaganda, músicas, bandeirinhas, autocarros) que isso envolve.

    Se o Ministério fosse inteligente, implementava já, já a proposta que a ridícula Fenprof elaborou para o modelo de avaliação. Talvez assim os professores abrissem os olhos e percebessem porque é que este assunto não sai do sítio e como estão a ser mal defendidos.

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  5. Congele-se a lei até às eleições, isto é não se cumpra a lei e o Ministério não retalie...
    Aqui chegados o melhor é mesmo enganarmo-nos uns aos outros...
    O SIADAP de 2004 da Administração Pública também só teve uma aplicaçãp de 10% (mais ou menos) e ninguém morreu...

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  6. O problema da avaliação dos professores é muito fácil de resolver. Deixe-se cair este modelo «importado» do Chile e muito mal traduzido e aplique-se qualquer um dos modelos de avaliação em vigor na Europa. Pode até ser o finlandês. Afinal não é lá que se conseguem os melhores resultados escolares? É evidente que não é só pela avaliação dos professores, deve-se a muitas outras condições - turmas de 12 alunos, apoio individualizado...
    Quem gosta de falar do que não sabe, investigue como se avaliam os professores na Finlândia. Vão ter surpresas...

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