Notícias de Guimarães

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O Spicka foi à Colina Sagrada deixar uma nova impressão sobre os 5 projectos que vão mudar a face de Guimarães. O texto é excelente e merece uma leitura atenta. No entretanto, a meretriz blogosférica não se livra de um puxão de orelhas pelo atraso no lançamento da coluna semanal aqui no Avenida.

Abriu o Café Toural. «Guimarães à esplanada, à mesa ou ao balcão. A cidade servida pela filosofia de café. Ensaios, discursos, conversas, asserções, dissertações e, de quando em vez, um bagaço.» Promete.

8 comentários:

  1. Como bracarense, nunca pensei em dizer isto mas: como Guimarães é muito melhor do que Braga....

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  2. Acho imensa piada a esta rivalidade quando se a coloca nestes termos...

    - Braga é melhor que Guimarães
    - Não não Guimarães é que é melhor do que Braga!

    Parece o recreio da escola da minha filha!

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  3. Sou bracarense, nascido no Hospital de São Marcos, residente em São Vitor e adepto do SCB. Estudei sempre em Braga e licenciei-me na UM.

    Isso não faz de mim cego. Neste momento Guimarães está muito à frente em relação a Braga em termos urbanísticos, culturais, turísticos e lazer. Nem se compara. Guimarães é um lugar que vale a pena ficar e visitar, Braga só de passagem....

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  4. Relativamente ao ambiente e ao urbanismo no Distrito, leia-se o que diz o site da "Confederação Nacional de Cooperativas Agrícolas":

    "O distrito de Braga encontra-se a braços também com a poluição grave dos seus rios, particularmente do rio Ave que, apesar de ter sido tema polémico nas últimas décadas, continua a carregar detritos para a foz, em Vila do Conde, provenientes das várias fábricas que se implantaram nas margens do curso de água."

    "Braga, Vila Nova de Famalicão, Fafe e Guimarães são cidades que também não primam pelo seu valor ambiental. Crescem, na opinião do Diário de Notícias, desordenadas e inestéticas, sujeitas a políticas de betão promovidas pelas autarquias responsáveis."

    Em Guimarães, como no resto do país, tem sido seguida a política do voto garantido. Ou seja, tem-se apostado em inaugurar obras e em realizar eventos de encher a vista.

    Estes projectos, infelizmente, são mais um exemplo disso.

    Ficam esquecidos o Rio Ave e a rede de água e de saneamento do concelho, que, em pleno Século XXI, continua por concluir.

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  5. Podem ambos fazer asneiras mas não se podem comparar as asneiras feitas pela Câmara de Guimarães com os atentados e ilegalidades da turma do MM. Sem qualquer comparação...

    Comparem também os centros de ambas as cidades e digam qual é o melhor explorado e aprazível...

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  6. Guimarães também não tem a dimensão nem teve o crecimento de Braga...

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  7. O caos urbanístico não é um problema exclusivo do Distrito de Braga.

    Escreve-se no blog "http://urbanismo.mestrados.ulusofona.pt":

    "Anos seguidos de ausência de formação especifica, ausência de planeamento consistente e criativo, aliada a pressões especulativos no campo do imobiliário e do ordenamento do território conduziram, em particular nos últimos 30 anos, ao crescimento descontrolado das cidades, vilas e aldeias e ao "desordenamento" do território.

    Sendo hoje a sustentabilidade do território um factor da maior importância, para assegurar a competitividade das regiões, o país no seu todo está perdendo cada dia recursos essenciais para o seu desenvolvimento e para os quais a recuperação é cada dia mais problemática.

    Não existindo na sociedade portuguesa um verdadeiro debate sobre as questões do foro urbanístico (não confundir com um rol de lamentações) o exercício da cidadania encontra-se cerceado, na medida em que estamos longe de agir num quadro social alertado para traçar o seu próprio rumo e assim habilitado a agir conscientemente.

    O desafio que se coloca neste princípio de século à sociedade portuguesa é o de requalificar o território, criar uma nova mentalidade capaz de suster o caos urbanístico e planear (diferente de decidir) o quadro de vida desta e das gerações vindouras.

    Assim somos levados a pensar que a educação universitária, a educação para a cidadania e a educação para o urbanismo serão os principais factores estruturantes de uma nova prática urbana mais consentânea com a dignidade humana."

    Há que mudar de rumo deste país.

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"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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