Em Braga, uma boa notícia traz sempre uma má...

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O Jornal de Notícias noticia o nascimento de um Laboratório de ideias em Gualtar

Não é um centro de investigação, uma escola ou um museu. É um espaço de partilha informal de ciência onde se procura a promoção da cultura científica e tecnológica. O Laboratório de Ideias vai nascer em Junho, na freguesia de Gualtar, criado pela Sociedade Cientifica de Astronomia do Minho (Orion) e pretende ser "um espaço descontraído e aberto, onde pessoas de todas as idades possam passar algum tempo a estudar, a realizar actividades ou a desenvolver projectos que vão sendo postos à sua disposição".

O que se espera é que seja um espaço aberto a todos. Se assim for, espero poder assistir/participar nas iniciativas propostas e, porque não, avançar com algumas ideias. A intervenção cívica deve começar na nossa casa, que é como quem diz na nossa freguesia.


O mesmo Jornal de Notícias também faz notícia das alterações na gestão do Theatro Circo

As relações entre a Câmara de Braga e o programador do Theatro Circo (TC) já conheceram melhores dias. Apesar de as duas partes negarem qualquer problema, o JN sabe que o centro das divergências é a gestão da estrutura bracarense. (...) Os problemas parecem ter-se agudizado depois de Brandão ter saído, por imposição legal, do Conselho de Administração, ficando apenas como "membro convidado". Com a ascensão da vereadora Ilda Carneiro para a presidência do Conselho de Administração, a autarquia espera "travar e disciplinar" a gestão do Circo, mantendo a qualidade "reconhecida" da programação.

Não se compreende como pode o novo Theatro Circo dar problemas ao fim de tão pouco tempo em funcionamento. É mais uma do Mesquita.

4 comentários:

  1. O eng. MM devia estar à espera de um outro tipo de espectáculo naquelas instalações. Umas coisas "mais circenses". Daqueles espectáculos que envolvem excursões pagas pela CMB com direito a bifana e a meio quartilho de tintol da Póvoa do Lanhoso.

    Pedro, sendo tu, segundo me parece, um conhecedor profundo dos meandros da nossa urbe, estou certo de que esta situação não te enseja surpresa alguma. Era uma questão de tempo.

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  2. Eu não percebo é como uma obra que foi paga por todas consegue apenas suportar espectáculos para alguns. Programa muito "select", demasiado "culto" e sem divulgação nenhuma.. Mal gerido, seja por quem for.

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  3. Esperava mais do Paulo Brandão. A programação do Theatro Circo é demasiado elitista e se nos primeiros meses o Theatro ia enchendo porque as pessoas queriam ver a obra, nestes últimos meses tem estado a menos de meia casa. Onde estão os musicais e os espectáculos de revista? Eu nem gosto nada desses espectáculos mas a maior parte do pessoal gosta!
    O Paulo Brandão em Famalicão, na casa das Artes, trazia esta malta e conseguia 70% de bilheteira, mas isto era porque tinha uma sala de 250 pessoas e com um défice de cultura em Braga e Guimarães, agora colmatados com o Theatro e o Centro Cultural de Vila Flor.
    Que venha para o TC quem se preocupe com o que o povo gosta! E obviamente que isto exclui o mais elitista de todos os artistas, o Rui Madeira!

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  4. Creio que "elitista" não é o melhor termo. É alternativa. As elites (intelectuais, é normalmente destas que se fala) não sei bem do que gostam. Mas tem havido uma oferta bastante variada. Muitos nomes desconhecidos, mas com grande qualidade. O contrário, o mainstream puro pode-se encontrar a meio hora de distância, quando vão sequer ao Porto e não se ficam por Lisboa.

    É verdade que é alternativo, mas pelo que vejo, existe também um preconceito de fraca qualidade.

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