A direita portuguesa continua a (re)escrever a história

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Depois de endeusamento de Salazar, Pedro Arroja continua num conturbado processo de negação dos factos que a herdámos da história. O último delírio inclui a negação do envolvimento da Igreja Católica nos actos perpetrados pela Santa Inquisição. O que também admira é o entusiasmo e a condescendência de largos sectores da direita portuguesa com a "compulsividade falsificadora" de Pedro Arroja.

6 comentários:

  1. Espero que não te importes, citei (devidamente) o teu blogue...

    http://antiprovinciano.blogspot.com/2007/04/revisionismo-histrico-papel-da-igreja.html

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  2. Dizem que é a direita mais estúpida do mundo, eu não concordo, há direitistas inteligentes, mas de certeza não é o Pedro Arroja, ele tem cada teoria! É só ler o Blasfémias.

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  3. Todos os países têm o seu pequeno Ahmadinejhad... Penso que encontramos o nosso!!!

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  4. Bem,

    Bastava dizer que a Inquisição não é mais que um tribunal destinado a defender a fé católica. É evidente que a Inquisição também foi usada, e muito, com fins políticos mas a sua génese e aceitação deriva do beneplácito de diversos Papas, que com estas medidas travavam a contestação à sua autoridade.

    A história tem um contexto e tem causas e efeitos... transformar o efeito na causa parece-me uma falta de rigor assinalável. Mas enfim... deve ser influência do período de Páscoa...

    Abraço,

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  5. Eu ainda não percebi como é que possível negar o envolvimento da Igreja na inquisição. Foi criada para ser o complemento ideológico da cruzada contra os cátaros. Se isto não é uma motivação religiosa não sei o que será. Sendo que era uma instituição eclesiástica usava eufemismos para tapar o seu barbarismo, ou seja, quando queria matar declarava que entregava os “criminosos” ao braço secular – ou seja, se não houvesse um julgamento prévio o braço secular não teria razão para intervir. A história da Igreja e do santo ofício foi escrita em sangue dos inocentes.

    Mas lá está, isto tudo anda associado a um grupo que anda por aí aos saltos empenhado na revitalização do conservadorismo e na defesa da virtude dos abusos do passado.

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