Avenida Central

Fazer Desaparecer o Bom Jesus!

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Bom Jesus - Braga
© João Guimarães

Não é magia, mas a Associação ORION e o Coro Académico da Universidade do Minho (CAUM) vão fazer desaparecer o Bom Jesus de Braga durante a noite de amanhã, Sábado, numa iniciativa que pretende celebrar o Ano Internacional da Astronomia. Segundo a organização, a luz será apagada até às 24 horas para possibilitar a todos a observação do céu e de objectos como a Lua, Júpiter ou Saturno.

A Árvore da Minha Rua (II)

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«Uma árvore levou mais de 7 anos a chegar e partiu em 2 meses. Em Braga»

A história da árvore plantada e arrancada já chegou à Covilhã e ao Brasil. Confesso que ainda não encontrei uma única pessoa que, conhecendo o local, compreenda o arbitrário arrancamento. Agradeço a todos os que se têm manifestado pelo regresso da árvore, em particular os vizinhos que já me abordaram sobre este assunto.

Já que os motivos, que deviam ser transparentes, não podem ser revelados num fórum público, farei chegar, através do «Espaço do Cidadão», um pedido de esclarecimentos em que também solicito a imediata reposição da árvore.

A cidadania começa à nossa porta. As árvores foram colocadas segundo um plano e uma sequência - não me conformarei enquanto esta sequência continuar amputada.

7 Anos Depois, as Árvores...

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«Faz em Janeiro 7 anos que, como cidadão cumpridor, me dirigi à Junta de Freguesia para me recensear. Cidadão interventivo, alertei os autarcas locais para a inexistência de árvores no espaço urbano em que resido. Foi-me garantido que, nessa mesma primavera, as árvores seriam plantadas... Passaram 7 anos, repito, 7 anos. Árvores nem vê-las.»

Este texto foi escrito em Novembro de 2007. Hoje, a notícia é feliz: as árvores chegaram.

Evidentemente.

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Só por precipitação ou má fé se pode afirmar que deturpei as palavras de alguém. Vejam com os vossos olhos o que está escrito na edição online do Correio do Minho, comparem com a citação que aqui fiz e retirem as conclusões dos ataques, insultos, ameaças e calúnias de que fui alvo.

Estacionar na Universidade do Minho

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A inexistência de uma rede de transportes urbanos coerente com interligações entre os diferentes meios de transportes e entre as linhas urbanas e inter-urbanas resulta num convite permanente ao uso do automóvel individual na viagem para a Universidade do Minho, onde estacionar é um autêntico suplício. Desde o início deste ano, alguns parques adicionais foram reservados a funcionários e docentes, notando-se que raramente estão cheios. No entanto, os alunos estão impedidos de os utilizar.

No exterior, o estacionamento é pouco menos do que caótico. Atento ao problema, o Presidente da Junta de Freguesia de Gualtar vem denunciar a inércia da Câmara Municipal de Braga na remoção de uma máquina que ocupa vários lugares de estacionamento na Rua de Barros. «Já há algum tempo, pedimos à Câmara para remover aquela máquina. Mandei um oficio a solicitar que rebocassem a câmara», diz João Nogueira. A máquina por lá continua... E o suplício dos estudantes e alguns docentes também...

Uma Freguesia Abandonada

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Gualtar. Encravada entre o reaccionarismo clerical e o devaneio popularucho das viagens à Malafaia, esta é a crónica de uma terra que tem sido completamente abandonada pelo poder autárquico. As dores do crescimento são mais que muitas e nem o campo de futebol (muito futebol se joga em Braga!!!) que por aqui estão a construir apaga os evidentes sinais do abandono.

Faz em Janeiro 7 anos que, como cidadão cumpridor, me dirigi à Junta de Freguesia para me recensear. Cidadão interventivo, alertei os autarcas locais para a inexistência de árvores no espaço urbano em que resido. Foi-me garantido que, nessa mesma primavera, as árvores seriam plantadas... Passaram 7 anos, repito, 7 anos. Árvores nem vê-las.

Algum tempo depois, selváticas máquinas avançaram apocaliticamente pela freguesia, devastando todo o arboredo que ainda restava. Desapareceram as Quintas da Vergadela e do Pomar e, no seu lugar, nasceram ruas de casas a haver. Estradas de planeamento duvidoso com cruzamentos de 5 saídas (!) em pleno Século XXI. Asfalto despido de tudo menos do material que resta das punções endovenosas que por ali se fazem.

Se em algumas zonas as ruas são redundantes e desnecessárias, porque desertas de casas, noutras escasseiam. A prometida rotunda (consta da propaganda eleitoral que a maioria socialista deixou na minha caixa do correio!) que seria implantada na ligação da Variante do Fojo à zona Este de Gualtar ainda continua por fazer. E, segundo consta, assim continuará...

Mas o pior de tudo é a criminalidade. Os assaltos sucedem-se com um cadência assustadora, instalando o medo na comunidade. Pressente-se um clima de impunidade. Aos repetidos assaltos, nunca as autoridades deram resposta. Nunca se soube nada dos culpados. Nunca se encontraram os bens furtados.

A situação de abandono tem atingido proporções tamanhas que pode ler-se no Diário do Minho de ontem que os moradores admitirem «a possibilidade de ser contratado um guarda nocturno, uma vez que «a GNR apenas toma conta da ocorrência». Não pode ser. Gualtar não pode continuar marginalizada.

Em Braga, uma boa notícia traz sempre uma má...

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O Jornal de Notícias noticia o nascimento de um Laboratório de ideias em Gualtar

Não é um centro de investigação, uma escola ou um museu. É um espaço de partilha informal de ciência onde se procura a promoção da cultura científica e tecnológica. O Laboratório de Ideias vai nascer em Junho, na freguesia de Gualtar, criado pela Sociedade Cientifica de Astronomia do Minho (Orion) e pretende ser "um espaço descontraído e aberto, onde pessoas de todas as idades possam passar algum tempo a estudar, a realizar actividades ou a desenvolver projectos que vão sendo postos à sua disposição".

O que se espera é que seja um espaço aberto a todos. Se assim for, espero poder assistir/participar nas iniciativas propostas e, porque não, avançar com algumas ideias. A intervenção cívica deve começar na nossa casa, que é como quem diz na nossa freguesia.


O mesmo Jornal de Notícias também faz notícia das alterações na gestão do Theatro Circo

As relações entre a Câmara de Braga e o programador do Theatro Circo (TC) já conheceram melhores dias. Apesar de as duas partes negarem qualquer problema, o JN sabe que o centro das divergências é a gestão da estrutura bracarense. (...) Os problemas parecem ter-se agudizado depois de Brandão ter saído, por imposição legal, do Conselho de Administração, ficando apenas como "membro convidado". Com a ascensão da vereadora Ilda Carneiro para a presidência do Conselho de Administração, a autarquia espera "travar e disciplinar" a gestão do Circo, mantendo a qualidade "reconhecida" da programação.

Não se compreende como pode o novo Theatro Circo dar problemas ao fim de tão pouco tempo em funcionamento. É mais uma do Mesquita.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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