O Celibato, Isso Sim, é Fisiológico

| Partilhar
O bispo do Porto alega a «verdade fisiológica básica» do casamento entre homem e mulher, «sobretudo quando a natureza tem afirmações tão consolidadas como acontece, por exemplo, em relação à perpetuação da espécie humana». Sim, sim. Com certeza. Mas se na hierarquia da Igreja estão tão preocupados que a aprovação do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo vá frenar a taxa de natalidade, mais uma razão para porem a funcionar o apêndice que a que a natureza, muito fisiologicamente, lhes pôs entre as pernas.

9 comentários:

  1. Pelo que se lê de alguns o que têm em cima dos ombros também é um verdadeiro apêndice. Se fizessem uso dele...

    ResponderEliminar
  2. E funciona: http://www.tamegaonline.info/v2/noticia.asp?cod=2682

    ResponderEliminar
  3. Vitor,

    Vais direitinho para o céu, sem tirar nem pôr.
    (salvosseja)

    ResponderEliminar
  4. Excelente análise, que pôe a nú um paradoxo da igreja, no meio de outros tantos. Parabéns.

    ResponderEliminar
  5. Já vai sendo altura de a ICAR rever o seu conceito de "contra-natura".

    Existem estudos de homossexualidade em centenas de espécies animais. Contudo, q eu saiba, em nenhuma encontramos o (obviamente anti-natural) celibato e absteninência sexual, defendidos como paradigma de pureza por certos encartados da fé...

    Cumps.
    fcl

    ResponderEliminar
  6. Sobre a importância das coisas26 de novembro de 2009 às 10:59

    Há estudos académicos que defendem que nas redes sociais 90% dos membros não participam, 9% participam ocasionalmente e 1% participa activamente. O resultado disso é que 90% da opinião publicada é de 1% dos membros. Ainda que um blogue não seja uma rede social existe algum paralelismo que pode permitir aceitar como boa esta tese de participação. Assim, 90% dos leitores nunca comenta, 9% comenta ocasionalmente e 1% comenta activamente. Ter estes números presentes é importante para não nos enganarmos nas leituras sobre as relevâncias sociais dos temas.

    ResponderEliminar
  7. Caro "Sobre a importância das coisas", esses mesmos estudos também devem dar para aplicar aos Conselhos Eclesiásticos. Quantos membros da igreja participam nas decisões??? Suspeito que não deve chegar a 1%. Pense nisso.

    ResponderEliminar

Antes de comentar leia sobre a nossa Política de Comentários.

"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

Pesquisar no Avenida Central




Subscreva os Nossos Conteúdos
por Correio Electrónico


Contadores