Mudar o PEB

| Partilhar
«O líder da coligação "Juntos por Braga", Ricardo Rio, defende a "extinção" do Parque de Exposições de Braga (PEB), e a sua substituição por uma outra entidade que promova a dinamização económica do concelho de Braga.» [JN]

O Parque de Exposições de Braga (PEB) tem sido incapaz de promover iniciativas que projectem a cidade e a região e, por consequência, tem falhado na missão de se constituir como um promotor efectivo do desenvolvimento regional e da captação de novos turistas em qualidade e em quantidade. Se o assunto já nos merecia atenção em 2007, a crise do momento actual justifica medidas drásticas no sentido de inverter a tendência descendente da economia do Norte.

3 comentários:

  1. No que toca às empresas municipais de Braga não é só o PEB. Quando li hoje que os SMTUC esperam 28 milhões de passageiros em 2009 e constatei na internet que a TUB transportou em 2006 12,5 milhões concluo que esta é mais uma empresa não falida mas falhada!

    ResponderEliminar
  2. O problema é que se calhar nem o PEB nem outra qualquer estrutura alternativa que existisse ou que se criasse têm capacidade de dinamização da economia...
    Isto é, com as estruturas equivalentes que já existem em Portugal e no Norte do país existe espaço para o PEB?
    Só se fizesse exposições à borla para os comerciantes/industriais e mesmo assim não sei se compensaria...
    Mas depois o defice financeiro?Não se exige a estas estruturas lucros, além da promoção?
    Hoje a industria/comércio não se promove senão em enormes feiras internacionais...
    Mas o PEB hoje, penso que com uma estrutura de custos muito reduzida, serve para fazer a feira, o S. João, gestão da Nave desportiva - elefante branco que não pode ser demolido quem diria - (a propósito devia abrir no Inverno para quem quisesse fazer manutenção fisica (de borla , claro, se não não tem interesse), fazer espectáculos no auditório a preços baixos claro, mesmo em concorrência com o Teatro Circo e pouco mais...
    Mas assim tinha que se assumir que o prejuizo era instrumental porque ao serviço da comunidade, sem o desgaste permanente a que a estrutura está permanentemente sujeita, por alegadamente ter uma vocação lucrativa.
    Acrescento, a empresa municipal deveria ser convertida num mero serviço municipal para, assim, estatutariamente, se assumir desde logo que o prejuizo não era problema mas que o objectivo era tão só a (mera)satisfação dos interesses dos municipes.Se calhar com estrutura ainda mais leve e com a deslocação do Jorge Cruz (acomodado, não é o Jorge Cruz que conheci há anos quando era jornalista) para a vereação municipal onde tem valor suficiente para substituir qualquer um dos que lá está(Será no próximo mandato autárquico,ou nunca mais, Jorge...)

    ResponderEliminar
  3. «gestão da Nave desportiva - elefante branco que não pode ser demolido quem diria - (a propósito devia abrir no Inverno para quem quisesse fazer manutenção fisica (de borla , claro, se não não tem interesse)»

    Errr, já não abre? Treinei lá bastantes Invernos. Nessa altura, tal como o 1º de Maio, era de livre acesso.

    ResponderEliminar

Antes de comentar leia sobre a nossa Política de Comentários.

"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

Pesquisar no Avenida Central




Subscreva os Nossos Conteúdos
por Correio Electrónico


Contadores