Estão, Obviamente, Inocentes!

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Dias Loureiro e Jorge Coelho accionistas de gestora de um fundo financiado por fraude ao IVA. Ninguém espera outra coisa que não a declaração de inocência dos dois eternos putativos candidatos à liderança dos dois maiores partidos do sistema política.

8 comentários:

  1. Porque será que nada disto se passa com membros do PCP?

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  2. talvez porque o comité central do pcp ainda não tenha plafond de votos necessários para poder negociar, com os barões do centrão, lugares de chefia em empresas e fundo-perdido offshore.

    down with this republic!

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  3. Ou talvez porque tenha gente séria nos seus quadros.

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  4. "gente séria"; de cara não duvido.

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  5. Um "seringador" a pôr em causa a seriedade de outros tem piada.

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  6. Pedro,

    Estás a dar demasiado importância aos dois políticos. Dias Loureiro nunca foi candidato a líder do PSD. E não me lembro sequer de ver militantes do partido a falar nele para líder. Não sei de onde retiraste essa ideia.

    E já agora, também não me lembro de ver o nome de Jorge Coelho associado a líder do PS. Mas disto não posso ter tanta a certeza.

    Percebo as tentações de relacionar Dias Loureiro com o PSD. Mas não as aceito!

    Um Abraço!

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  7. Caro Nuno,

    Tanto um como outro foram várias vezes referenciados como putativos candidatos a líderes. Recordo-o bem.

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  8. Pedro,
    Sou militante do PSD desde 1996. Não me recordo de movimentos em seu favor, rumores na imprensa, ou qualquer tipo de pressão para que DL se candidatasse a líder do PSD. Dos vários nomes mais "estranhos para candidato a líder do PSD nos últimos 13 anos (desde que Cavaco abandonou a liderança), lembro-me de Pacheco Pereira (ele nunca se candidataria), Miguel Cadilhe ou Leonor Beleza, por exemplo.
    Afmito que tenha havido algum jornal que tenha referenciado isso. Mas nunca terá havido nada de rigoroso sobre DL assumir uma candidatura a líder do PSD. Parece-me que dizer que é um eterno putativo candidato a líder parece-me muito exagerado. A sua postura sempre foi de estar na sombra, coisa aliás que faz parte da sua carreira político/empresarial. Um nº2, 3 ou 20. Mas nunca número um!

    Abraço e continuação de bom trabalho

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