Não acho que tenha acabado na histeria, mas parece que para alguns ainda não acabou pois já um autarca do PSD que estava no movimento pelo Não, já veio dizer que face aos resultados não vê legitimidade na mudança da lei. Enfim...
Bem, na verdade a histeria foi de parte a parte. Também vi uma senhora, actriz bem conhecida do público português, dizer que chorou com o discurso da vitória do sim... Poderá haver maior histerismo que este, numa situação como aquela?
Era um comentário desnecessário.
ResponderEliminarHá que saber ganhar e perder.
Desculpa Pedro...
Não acho que tenha acabado na histeria, mas parece que para alguns ainda não acabou pois já um autarca do PSD que estava no movimento pelo Não, já veio dizer que face aos resultados não vê legitimidade na mudança da lei. Enfim...
ResponderEliminarConcerteza que vocês não assitiram, como eu assisti, às declarações finais do movimento Não Obrigada!
ResponderEliminarEu só consegui ouvir gritos de histeria.
Venceu a cultura da morte!
ResponderEliminar11 de Setembro, 11 de Março, 11 de Fevereiro. Datas manchadas pela morte!
já viste isto? ridículo!
está no blogue do nao.blogspot.com
Eu referi-me à histeria em sentido literal e não em sentido figurado.
ResponderEliminarQuanto a essa frase que também li no blogue do não - dispensa comentários.
ResponderEliminarSe assim foi, reformulo o meu comentário. Não vi as declarações finais do Não, Obrigada!
ResponderEliminarEu também ouvi e foram gritos bastante histéricos!
ResponderEliminarHaja humildade no SIM e no NAO. É que há 4 milhões de portugueses que não se pronunciaram sobre esta matéria, ou seja, não foram votar.
ResponderEliminarVi histeria nos dois lados... mas isso é o menos.
ResponderEliminarmms://195.245.176.20//rtpfiles/videos/auto/referendo2007/nao_11022007.wmv
ResponderEliminarFica aí o link com a histeria...
Exactamente
ResponderEliminarBem, na verdade a histeria foi de parte a parte. Também vi uma senhora, actriz bem conhecida do público português, dizer que chorou com o discurso da vitória do sim...
ResponderEliminarPoderá haver maior histerismo que este, numa situação como aquela?