Apostar no Turismo do Minho

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Gerês no inverno
© carlosvasconcelos40, Gerês

Numa região fortemente deprimida pela crise e severamente fustigada pelo desemprego, a aposta no turismo pode ser decisiva para o relançamento da economia local. Do turismo natureza do Gerês ao turismo urbano do quadrilátero e do turismo religioso de Braga ao turismo cultural de Guimarães, muitas são as potencialidades inexploradas da nossa região. O Minho não se pode render à tirania do Porto e Norte de Portugal Douro.

5 comentários:

  1. Se o Minho tem potencialidades não exploradas a tirania é do Porto; é óbvio e não se põe ao menos a hipótese de existir inércia, caciquismo e incompetência no Minho (ex. Bracalândia). Abaixo as fobias, a homo e a portofóbica. Para mais vinda duma cidade que tendo o melhor clube de andebol do país o prenda com 400 sócios pagantes. Quando a Sonae romper os dois protocolos que tem com a DST (para a escala da Sonae DST´s há muitas)quero ver o pulo de qualidade que o Minho não dará. Basta de culpar os outros pelas nossas incapacidades.

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  2. Já agora não haverá aqui por Braga "empresários" interessados nas Termas de Vizela? Isso sim, é combater a tirania ... da miséria. O Douro é património da UNESCO, haja decoro!

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  3. Um alerta importante uma vez que esta reorganização das regiões de turismo prejudicou a região Minho, que teria autonomia para ser um produto autónomo.Fica agora mais difícil vender a região como um conjunto...

    Isto fica ainda mais patente pela anedota que é a região de turismo do Alqueva e tendo em conta que o Alto Minho concentra 40% do turismo rural do país, com 4 áreas naturais protegidas e um património da humanidade, ligados entre si por escassos 20 min.

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  4. De facto, o Nuno Ribeiro tem razão. A reorganização das regiões de turismo foi de um mau gosto e incompetência de bradar aos céus. A junção de antigas regiões de turismo numa única entidade só atrasa o desenvolvimento e esconde certos tesouros nacionais.

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  5. Meus amigos, esta junção só pode trazer vantagens, o nome é discutível, sem dúvida.

    Mas a verdade é o que vende internacionalmente, ao contrário do Minho por si só, que em alguns mercados é confundido com a actividade mais antiga do mundo - ex: Itália.

    Agora... venha a Regionalização, pois aí sim, podemos falar, porque agora o que é isso do Minho?!

    E em termos de Turismo, havia o Região do Alto Minho, do Verde Minho, que por sua vez tinha o enclave de Guimarães (que por sinal funcionava bem), a D.Reg de Turismo, mais o Instituto de Turismo, o AICEP, a DG Turismo, a Sec. Estado do T., e às vezes o ministério do Turismo... e depois as Câmaras, as Ass. Municípios, as Agências de Desenvolvimento Regional, as Cooperativas, etc, etc... Todos por um, e nenhum por todos! Só para os afilhados, as capelas e quintinhas politicas, os caciques...

    Ja ouviram falar de Sinergias, Economias de Escala, de Escala!, ganho de Valor? Querem exemplos?! Aqui vão: Galiza, Andaluzia, Baviera, Toscana, Nord-Pas-de-Calais.

    Deixem de ser provincianos...

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