Coisas óbvias - II

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Agradeço que me enviem a bibliografia que demonstra que o coito anal entre um homem e uma mulher acarreta menos risco biológico de transmissão de HIV que o coito anal entre dois homens. Sinceramente desconheço.

4 comentários:

  1. Não deve haver.
    Excepto se houver um número que indique que o rácio de homossexuais infectados é maior que os de heterossexuais.
    Aí, por uma questão matemática, e não preconceituosa, há uma probabilidade maior.

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  2. Como já comentei noutro blogue, o que é mais arriscado:

    1. meter conversa com um indivíduo de 20 anos que passeia à noite num bairro problemático

    2. meter conversa com a Dona Gerturdes à saída da missa de Domingo.

    (Claro que o indivíduo da primeira opção pode ser um missionário em trabalho de evangelização e de ajuda aos toxicodependentes e a D. Gertrudes pode ser uma ex-membro do Baader-Meinhof, mas essa informação é desconhecida)

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  3. jcd, como evidencia no parêntesis, o contrário só é mais arriscado, por preconceito.

    Se o preconceito for o que preconiza no parêntesis, o que seria mais arriscado?

    E também como bem evidencia, o preconceito não está ligado tanto às pessoas, mas mais aos locais.

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  4. Continuo a bater na mesma tecla: só se houver números que indiquem que o rácio de homossexuais infectados é maior que o de heterossexuais.

    Porque é que é mais perigoso falar com um jovem de 20 anos de um bairro problemático do que com a senhora que sai da missa? Porque há mais assaltos nos bairros problemáticos (por alguma coisa são problemáticos) do que à saída da missa. Mas tudo isso porque há NÚMEROS!

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