Tibães: A Antítese de Braga

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O processo de recuperação do Mosteiro de Tibães é o exemplo do que deveria ter sido feito em termos de protecção do património da cidade e do concelho. O mérito é do(s) Ministério(s) da Cultura.

6 comentários:

  1. Pedro,

    Obrigado pela clarividência do seu texto. Eu só peço aos bracarenses que se interroguem o que seria de Tibães se a Câmara tivesse tomado conta do edifício!!!!

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  2. Olha-me este agora apoia o que se fez em Tibães.
    Em tempos disse que era uma vergonha que a hospedaria fosse gerida por monjas.
    Há cada coerente neste mundo.

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  3. Sim porque a Câmara não teve nada a ver com isso... tenham paciência, mas isso é pura parcialidade. Houve intervenção e pressão para quem tem a tutela, competência e orçamento especifico para esse fim realiza-se algo que foi importante para todos.

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  4. Parabens Ministério da Cultura e que continue a obra de recuperação no seu todo. Seria bom,diria óptimo, que a seguir fosse o Mosteiro de Rendufe,em Amares e o Mosteiro de Pitões de Junias,em Montalegre.

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  5. Anónimo (21.23),

    Discordar da gestão não implica discordar da recuperação do edifício. Se ler com atenção o que escrevi sobre Tibães ao longo destes anos, percebe a diferença.

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  6. O Mosteiro devia ser devolvido à Igreja de quem foi selváticamente expropriado pelos antecessores de José Sócrates e Mário Soares.

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