No Divã do Fascismo

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ALicaodeSalazar
© c_alberto_vaz

O Público foi ao íntimo do Estado Novo perscrutar um pouco melhor alguns dos valores de preconceito e descriminação de que se tecia a ideologia do regime ditatorial português. «Deus, Pátria e Família» é a síntese de um regime profundamente machista, intolerante e discriminador.

A ler: O Estado Novo dizia que não havia homossexuais, mas perseguia-os; Guerra Colonial: Sim, havia maior liberdade sexual, mas um oficial matou-se na parada; Amor numa cadeia da PIDE.

2 comentários:

  1. "Lembrar Abril"

    Nesta altura do ano surgem sempre os detractores da Revolução de Abril - uma espécie de saudosistas do Estado Novo - pois "antigamente é que era bom", dizem eles. Como se 40 anos de obscurantismo não tivessem atrasado irremediavelmente o País e a Pide fosse uma qualquer organização sócio-cultural! Esta nostalgia serôdia dá náuseas e piora quando falam com desdém do "excesso de liberdade" e da democracia.

    Mas será que esta gente não se lembra do que acontecia no tempo do pseudo-estadista? A colagem ao fascismo, as repressões políticas e públicas com a vergonhosa conivência da igreja católica, a censura literária, a educação baseada num nacionalismo bafiento, da interminável Guerra do Ultramar e do obsessivo colonialismo.

    Actualmente parece que entramos num processo de regressão pois inauguram-se ruelas com nomes de ditadores existindo também regiões do País que ignoram a data. Convém explicar às gerações futuras que a História não pode voltar a repetir-se e que a morte de homens como Humberto Delgado não pode ter sido em vão.

    http://dylans.blogs.sapo.pt/

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  2. A moral não se coaduna com a existência de gays.

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