O ridículo não tem limites?

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Çerve exte texto apenax para apherir as capassidades de leitura
de João Cândido da Silva

Acha que o Ministério da Educação perdeu, de vez, a cabeça nas provas de aferição de Língua Portuguesa do 4º e 6º anos?

1 - "Sim, o Ministério da Educação perdeu, de vez, a cabeça."

2 - "Não, a cabessa de vez Educassão do Ministériu nunca existiu."

3 - "Não çabe, não rexponde, porque frecuentou o ençino brilhãte proporciunado pelo Estado purtuguês."

4 comentários:

  1. 4 - Não, não perdeu de vez a cabeça. Apenas confirmou o desnorte surreal em que os nossos governadores se encontram, transpondo essa surrealidade para as nossas vidas.

    O cúmulo de muitas das decisões governamentiais reflecte a incapacidade de resolver os problemas, bem como uma anormal falta de sensibilidade e bom senso em relação a muitas matérias.

    E isto só é possível porque as pessoas se encontram num estado tal de adormecimento provocado pelas suas (excessivas) preocupações quotidianas, centrando todas as suas atenções no círculo familiar. E o que sai desse círculo pasa a ser problema dos outros...

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  2. Ah, mas ele tinha cabeça?

    Bem, vejamos as coisas pelo lado positivo: assim, ao menos, muitos estudantes universitários e inclusivé, alguns professores universitários terão desculpa para escreverem as barbaridades ortográficas que por aí se vêem.

    Isto é só um "supônhamos"

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  3. Os erros dos sucessivos ministros da educação encontrou o seu corolário na actual ministra.

    Defender que os erros ortográficos não contam para avaliação é só um pouco pior que dizer que Os Lusíadas não devem ser dados na cadeira de português e por aí em diante.

    Urge pensar tudo o modelo publico de educação e de avaliação. Temos de parar de pensar nos traumas das criancinhas que não atingem os mínimos propostos e por causa do tão temido trauma, transitam de ano, criando desta forma a bola de neve a que assistimos.

    Uma educação só faz sentido se os conhecimentos auferidos forem avaliados e daí resultarem consequências, de contrário continuaremos na cepa torta

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