Desigualdade na campanha

| Partilhar
Hoje houve campanha a favor do Não em milhares de Igrejas, nos jornais, nas televisões e nas rádios sem direito a contraditório.

Não há maior atraso que um país em que a política se decide nos locais de culto.

14 comentários:

  1. O que é necessário é a malta nova ir votar, sendo assim o Sim vencerá, com toda a "naturalidade!.

    ResponderEliminar
  2. "Deus ensina-nos o respeito com as crianças" (palavras do Papa)
    E respeito pelas mulheres?
    No actual quadro legal o direito a contraditório, no caso do aborto, também não existe.
    Pena é que a AR não legisle, por si, sobre o assunto, quando eticamente lhe era exigido...

    ResponderEliminar
  3. O público apenas constatou um facto. nada mais...

    ResponderEliminar
  4. Sim, o Público escreveu sobre a campanha da Igreja Católica. Mas não houve espaço para o contraditório.
    Penso que as questões políticas devem estar à margem das questões religiosas. E vice-versa.
    Não podemos criticar a intromissão do Governo Chinês nas questões da Igreja Católica e depois apoiar a intromissão da Igreja Católica nas questões políticas dos países maioritariamente catolicos como sucede em Portugal com o Aborto e em Espanha e Itália com as uniões de homossexuais.

    ResponderEliminar
  5. Desculpem mas está tudo errado!!!
    Porqueé que o Não ao aborto não pode falar? Porque não ha-de a igreja defender as suas ideias? Será que voltamos a outros tempos de que quem não é por mim é contra mim? Mas qual contraditório?
    Então a campanha pelo Sim não é o contraditório da do Não?! Só é cego aquele que não quer ver.
    Quem defende o Sim ao aborto tem as suas razões. Quem defende o Não também. Mas que raio de democracia é esta?

    ResponderEliminar
  6. Carp Pedro Morgado o aborto não é só uma questão politica. É também uma questão religiosa enquanto se trata de um assunto humano.

    ResponderEliminar
  7. "Carp Pedro Morgado o aborto não é só uma questão politica. É também uma questão religiosa enquanto se trata de um assunto humano"

    As leis de um Estado são um assunto Humano. E não é por isso que devem ser assunto onde a Igreja deva meter facilmente o bedelho...

    ResponderEliminar
  8. Penso que estamos todos de acordo que o Estado não deve intrometer-se nas questões da Igreja. Do mesmo modo, a Igreja deve abster-se de se intrometer nas questões do Estado.

    As leis dizem respeito à política e estas não devem orientar-se pelas regras/sentimentos das Igrejas.
    A Igreja Católica tem o direito de dizer aos católicos que eles não devem abortar mas não pode querer impô-lo a todos os portugueses (católicos e não católicos, crentes e ateus).

    Mas nada disto surpreende quando se sabe que recusaram o funeral religioso a um Italiano que morreu naturalmente...

    ResponderEliminar
  9. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  10. Acho uma piada a isto..

    Quer dizer, se fosse para o "Sim", até se podia tatuar a cabeça do presidente da República com essas 3 letrinhas, mas como é o "não" já não é normal a igreja defender os seus principios..
    Racional, de facto!

    Eu voto NÃO porque não acredito num país onde se defenda o romper com o 1º direito de qualquer ser humano, acho que sabem qual é.
    E digo-o sem problemas.

    Não que queira ver mulheres atrás das grades, mas mais do que isso,não quero ver fetos em reles caixotes do lixo como se se tratasse de algo "que não dava jeito ter na altura".

    Que mundo decadente é este?

    ResponderEliminar
  11. O problema do aborto é bem mais grave que se possa confinar a uma lei. Senhores juristas como pode uma lei contrariar outra Lei. Não diz a lei que é crime matar? Então...
    o aborto não é o problema social que muitos apregoam, nem vai acabar com o aborto clandestino, Ou pensam que as meninas bem vão abortar nos hospitais, quando o que elas querem é honrar o nome da familia. E as mulheres que corneiam os maridos vão abortar nos hospitais?. E pelos estudos a maior parte dos abortos são feitos por essas duas razões.

    ResponderEliminar
  12. A decisão é nas urnas. Não é nas Igrejas.
    É óbvio que a Igreja, como qualquer outra instituição, pode tomar e divulgar a sua posição. Nos locais próprios, evidentemente. Os padres fazem-no, como é óbvio, nas Igrejas - é o "seu" sítio e lá só entra quem quer.
    Que proprias em alternativa? Que os padres fossem pregar às casas de putas? Ou no meio da rua? Ou seria melhor calá-los?
    Caro Morgado: você está a revelar-se um mata-frades.

    ResponderEliminar
  13. Caro RPS,

    "A Deus o que é de Deus e a César o que é de César."

    ResponderEliminar
  14. "A Deus o que é de Deus e a César o que é de César."

    Completamente de acordo.
    Mas onde é que isso contraria o que eu disse?...

    ResponderEliminar

Antes de comentar leia sobre a nossa Política de Comentários.

"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

Pesquisar no Avenida Central




Subscreva os Nossos Conteúdos
por Correio Electrónico


Contadores