Lisboa é Portugal: As Eleições vistas da Paisagem (II)

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(1) A enorme aposta de Sócrates não deu grandes resultados. Qualquer candidato socialista teria conseguido 30 e poucos por cento. A montanha pariu um rato.
(2) Sócrates encostou o PS à direita e, com isso, abriu espaço para que a esquerda além-Sócrates obtenha um resultado próximo dos 30% de votos.
(3) Carmona Rodrigues recusou-se a ser mais um independente militante. Deu uma lição ao PSD e a Marques Mendes.
(4) Marques Mendes perde em toda a linha. A sua estratégia errática é penalizada tanto pelo eleitorado como pela ausência de mobilização das estruturas locais do PSD.
(5) Helena Roseta convence. PCP mantém-se. BE não capitaliza o mediatismo conseguido com o caso BragaParques (terá sido penalizado pelo efeito Roseta?)
(6) O PP de Paulo Portas teve um resultado demolidor. Alguns dos votos fugiram, concerteza, para o PNR e o PND. A seguir com atenção a radicalização do discurso do PP.
(7) O bom povo de Famalicão (?) foi a Lisboa felicitar António Costa. São as malhas que os aparelhos partidários tecem.

1 comentário:

  1. De famalicão e de cabeceiras de basto...não fosse ele o presidente da distrital...

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