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Isto ainda acaba mal

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Exonerar a directora do Centro de Saúde porque não fez de delatora e não «investigou» quem colocou o cartaz, como sugere o referido assessor de imprensa, é um caminho perigoso. Aqui, em Portugal, como em qualquer país democrático. Cabe perguntar: estamos perante um caso de «quebra do dever de lealdade» de um funcionário ou estamos a entrar numa clima de intimidação que irá, certamente, acabar mal?
Tomás Vasques, no Hoje há Conquilhas.
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Tornar edificante o sequestro sucessivo da opinião alheia por via da delação, punição administrativa com concomitante purificação por via do recrutamento de iniciados não se admite como prática aceitável e praticada com desplane, a céu aberto, a ninguém.
Rui Cerdeira Branco, no Adufe.
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Por este andar, qualquer dia nem se pode fazer piadas sobre o motorista do Sócrates. [...] O assunto é bem mais grave do que parece. No mesmo dia em que a directora foi exonerada, o Governo nomeou para o mesmo cargo o vereador do Partido Socialista na Câmara Municipal de Ponte da Barca, Ricardo Armada.
Pedro Sales, no Zero de Conduta.
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Correia de Campos é o último protagonista - com efeitos retroactivos - de mais uma demonstração do absolutismo democrático da "esquerda moderna". As gentes da liberdade que ainda restam no PS deviam pronunciar-se acerca deste trauliteirismo sistemático e institucional. No meu jargão, quem não tem sentido de humor, possui um défice intelectual. Já ontem, Correia de Campos tinha dado mostras de algum por causa da utilização a dar a medicamentos excedentários. "Dê-os aos pobrezinhos", disse Campos como se estivesse na Coreia do Norte.
João Gonçalves, no Portugal dos Pequeninos.

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