O Trigo e o Joio
Não raras vezes, critico o trabalho da imprensa. A propósito da catadupa de notícias sobre a inauguração do novo edifício da Escola de Ciências da Saúde e da proclamção dos primeiros licenciados em Medicina pela Universidade do Minho que salientaram a qualidade de alguns jornaliastas. Devo destacar os trabalhos de Pedro Antunes Pereira do JN, Vitor Ferreira do Público, Luísa Ribeiro do Diário do Minho e Patrícia Sousa do Correio do Minho. Ainda há bons jornalistas.
Recortes de Imprensa
Ministro promete mais vagas para medicina, Ordem critica :: Jornal de Notícias
Novo hospital de Braga pronto em 2010 :: Diário do Minho
Governo quer duas mil vagas em Medicina :: Correio do Minho
Obras arrancam em meados de 2008 :: Correio do Minho
Ministro vê Minho afirmar-se na Saúde :: Correio do Minho
Governo quer aumentar para 2000 o número de vagas em Medicina :: Público
Reitor queixa-se de corte orçamental a Correia de Campos :: ComUM
Governo quer mais vagas em Medicina :: Rádio Renascença
Não são precisas mais vagas, diz Agostinho Marques :: Rádio Renascença
Governo quer duas mil vagas em Medicina :: Diário de Notícias
UM inaugura novas instalações e entrega primeiros diplomas :: António José Seguro
50 médicos formados pela Universidade do Minho :: TSF
UMinho homenageia os primeiros licenciados em Medicina :: UM (com discursos)
Governo quer aumentar vagas em Medicina :: Portugal Diário
Ministro inaugura Escola de Medicina :: O Primeiro de Janeiro
Reitor lembra falha do Governo no apoio à Escola de Medicina :: Público (em papel)
Novo hospital de Braga pronto em 2010 :: Diário do Minho
Governo quer duas mil vagas em Medicina :: Correio do Minho
Obras arrancam em meados de 2008 :: Correio do Minho
Ministro vê Minho afirmar-se na Saúde :: Correio do Minho
Governo quer aumentar para 2000 o número de vagas em Medicina :: Público
Reitor queixa-se de corte orçamental a Correia de Campos :: ComUM
Governo quer mais vagas em Medicina :: Rádio Renascença
Não são precisas mais vagas, diz Agostinho Marques :: Rádio Renascença
Governo quer duas mil vagas em Medicina :: Diário de Notícias
UM inaugura novas instalações e entrega primeiros diplomas :: António José Seguro
50 médicos formados pela Universidade do Minho :: TSF
UMinho homenageia os primeiros licenciados em Medicina :: UM (com discursos)
Governo quer aumentar vagas em Medicina :: Portugal Diário
Ministro inaugura Escola de Medicina :: O Primeiro de Janeiro
Reitor lembra falha do Governo no apoio à Escola de Medicina :: Público (em papel)
[ComUM] A Qualidade como Referência
O exemplo do [curso de Medicina do] Minho não pode ser ignorado num momento em que a aposta na qualidade da formação médica está a ser secundada pelos sucessivos Governos. O elogio do ensino centrado no estudante e do contacto precoce com a clínica não pode conviver com a obsessão ministerial do aumento da oferta formativa em Medicina. É tempo dos governantes começarem a pensar estrategicamente o país, em vez de se deterem na política dos números mal explanados e das propostas eleitoralmente mais convenientes.Está claro que não é fácil explicar às populações, amputadas de tantos serviços básicos de saúde, que não existe falta de médicos e que entupir o sistema com licenciados em faculdades sobrelotadas não resolve os seus problemas. Aliás, tal como não foi a falta de médicos que levou ao encerramento das Maternidades e dos SAP’s, torna-se óbvio que também não será a existência de licenciados em Medicina no desemprego que os há-de repor.
Excerto da minha primeira crónica na edição 2007/2008 do jornal ComUM, uma publicação online propriedade do Grupo dos Alunos de Comunicação Social da Universidade do Minho (GACSUM). Tal como sucede desde Abril passado, vou continuar a contribuir, às segundas-feiras, com uma coluna quinzenal homónima deste blog. A primeira opinião, da qual transcrevo parte, já está online e poderá ser lida aqui.
O ComUM, actualizado ao segundo, está disponível em http://www.comumonline.com/.
Comentários
|
Marcado como
Media,
Medicina,
Saúde,
Socialismo na Gaveta,
Sociedade,
Universidade do Minho
Ensino Médico e Crenças Religiosas
O Bruno Gonçalves chamou-me a atenção para esta notícia que surge no Times Online:«Some Muslim medical students are refusing to attend lectures or answer exam questions on alcohol-related or sexually transmitted diseases because they claim it offends their religious beliefs.
Some trainee doctors say learning to treat the diseases conflicts with their faith, which states that Muslims should not drink alcohol and rejects sexual promiscuity.
A small number of Muslim medical students have even refused to treat patients of the opposite sex. One male student was prepared to fail his final exams rather than carry out a basic examination of a female patient.»
O assunto é sério e merece uma resposta pronta e determinada, o que não significa que não se trate de uma matéria sensível e delicada. A questão central é saber até onde estamos dispostos a permitir que as convicções pessoais dos médicos influam na sua prática clínica ou, dito de outro modo, até que ponto estamos dispostos a prescindir do consenso e da evidência científicas para respeitar as alegadas convicções religiosas dos profissionais de saúde.
Estes estudantes, que se recusam estudar uma série de patologias, a efectuar determinadas técnicas ou a observar doentes em função do sexo, não podem, de modo algum, ser considerados aptos para o exercício da Medicina. Desde logo porque o médico, independentemente das suas convicções pessoais, tem o dever de assistir a quem se encontra em risco de vida e torna-se claro que estes estudantes não estão aptos para o fazer.
Adicionalmente, o cumprimento cabal da missão do médico dispensa a formulação de juízos acerca dos comportamentos que justificam a etiologia das doenças, sendo absolutamente reprovável todo o comportamento médico que discrima em função das legítimas opções de vida dos pacientes.
«O direito de recusar a prática de acto da sua profissão quando tal prática entre em conflito com a sua consciência moral, religiosa ou humanitária» plasmado no Código Deontológico dos Médicos não é ilimitado e não pode subestimar os princípios éticos que enformam a prática médica. Assim, é legítimo que um médico condene para si este ou aquele comportamento, mas afigura-se-me como absolutamente reprovável que se recuse a tratar aqueles que sofrem de determinada patologia decorrente desses comportamentos.
Apesar de muito respeitar a liberdade religiosa, entendo que nesta matéria não pode haver meio termo. Sob pena de ficarmos amarrados a uma charia sombria.
ABC Europeu
O ABC de Braga eliminou o Macabi Le Zion de Israel, seguindo em frente na Taça EHF. A melhor equipa do andebol português continua a prestigiar Portugal no mundo.
Vem aí a Nova Escola de Ciências da Saúde (III)
O Diário do Minho dedica duas páginas inteiras à cerimónia de graduação dos primeiros licenciados em Medicina da Universidade do Minho que coincide com a inauguração das novas instalações da Escola de Ciências da Saúde. O excelente trabalho da jornalista Luísa Ribeiro aborda todos os momentos da formação de um clínico, desde o ensino secundário até à entrada no Internato Médico. Alguns destaques:Pedro Morgado destaca que «a comunicação é o ponto central da prática médica». E isso não se aprende nos livros, mas «fomentando o contacto interpessoal, treinando apresentações orais, contactando acerca de outras culturas, conhecendo e aceitando a diferença e reflectindo sobre a literatura e as artes plásticas. O que mais me surpreendeu ao longo do curso foi uma certa “iliteracia” dos portugueses acerca da sua saúde. Há pessoas que são operadas e não sabem a quê. Mas também há as que não querem saber e isso deve ser respeitado», revela.
«Não é preciso estudar 24 horas por dia para se conseguir tirar boas notas, principalmente no ensino básico e secundário. Acima de tudo, é preciso método de trabalho. Quando tenho tempo, posso divertir-me; quando tenho de estudar, tenho de estudar», assegura Pedro Aguiar, revelando que, no secundário, sempre arranjou tempo para estudar, praticar desporto e namorar.
«A primeira ideia com que eu fiquei é que os serviços estavam muito motivados para nos receberem e os médicos encararam a nossa presença como um estímulo para a sua formação contínua, factos corroborados pelas avaliações internas que a escola promove», conta o ex-presidente da Associação de Estudantes de Medicina, Pedro Morgado. Em seu entender, «a ideia da formação multicêntrica é muito importante porque o mesmo serviço em Braga e em Guimarães têm formas de funcionamento completamente diferentes». «Um não é melhor do que outro. São dinâmicas diferentes porque o modo de trabalhar é distinto. Este contacto com vários centros hospitalares acaba por nos preparar melhor para a realidade», acrescenta.
SC Braga: Voleibol Feminino chega ao topo
25 anos depois, a equipa de voleibol feminino do Sporting Clube de Braga alcançou a Divisão A1, o escalão máximo do voleibol nacional. Apesar da falta de apoios e de um certo alheamento por parte dos sócios do clube, as nossas mulheres chegaram à primeira divisão com grande mérito, mostrando todo o seu valor. A cidade de Braga ganha assim mais uma modalidade de primeira, a juntar ao futebol, andebol, hóquei ou atletismo.João Lucas, treinador da equipa, diz ter «consciência que o grande capital do Sporting de Braga é o muito trabalho e a grande dedicação de todos os directores, treinadores e atletas do clube e os nossos grandes investimentos terão sempre de ser feitos na formação de qualidade que fazemos e por outro lado teremos de continuar a cultivar activamente, sentimentos e valores que parecem arredados da competição desportiva como a amizade, o “amor à camisola” e a solidariedade.»
O Departamento de Voleibol Feminino está de parabéns por continuar a honrar a cidade e o clube que representam.
[Avenida do Mal] Ladrões de iPods
Faço esta crónica hoje mais caseira porque das reflexões como as anteriores guardo-as para semanas seguintes... Já o Pedro dizia que Braga sofre desta bruma de insegurança, que não lembra outras alturas neste país de brandos costumes, inquisição e regicídios, torturas do sono, autos-de-fé como novelas ao final do dia. Confuso, mas também eu fiquei, pois no ground zero da Área que delimita a Universidade em prédios encavalitados, de janelas pregadas umas em frente das outras, também me calhou a experiência de me ver atingido pela tal vaga da confraria do alheio. Esta que tão pacificamente me vinha passando ao lado, por muitos lamentos que me tenham chegado aos ouvidos.Mas fica mais esforçado o raciocínio porque forçada também a fechadura do meu velho carro de 88, porta aberta no trinque, visse eu o interior da viatura removida, guarda-luvas (facilmente) arrombado e papelada no lugar do morto. Alguém me tinha assaltado o carro e procurado pertences que não os dele. Verificado o conteúdo: inúmeros recibos de 4 euros e 70 da portagem até ao Nó de Basto (uma roubalheira diga-se), papelada de seguro, cassetes, o rádio para as mesmas e o livrete. Tudo lá. Quem quer que fosse não levou nada e até devia ter tido pena, nem as cassetes do Júlio Iglésias herdadas me levaram. Quase que esperei uma nota de 5 e um bilhete para ir comer qualquer coisa.
O tamanho de importância do tema, para lá da caricatura, é clarificador de que o crime neste país é quase de topo de gama: ou vai em dinheiro ou em dispositivos eletrónicos de última geração. Tão pouco Valentim os convence da vantagem de um micro-ondas.... Tirando o crime de grande envoltura, de sociedade com grandes diferenças, complexo e aracnóide como burocracia russa, o crime de pequeno delito da zona envolvente à Universidade do Minho é pelo telemóvel e pela Zara, pelo mp3, o chantilly nos morangos e, neste modernismo das aparências, parece mais importante que a fome. E face a preços europeus, em salsichas e indumentária da que se tem de mostrar aos outros, o caminho é roubar ou herdar. Mais que a canalhada, o modelo social português e este sistema educativo, que não qualifica nem incute uma cultura de responsabilidade, precisam de um valente puxão de orelhas, antes que mais viaturas de 80 sejam conspurcadas em vão.
Juntos Por Braga e a Petição Pelo Eléctrico
Como foi avançado, a coligação Juntos Por Braga vai apresentar uma proposta de estudo de viabilidade para o regresso do eléctrico na próxima reunião do Executivo Municipal de Braga. Esta matéria é motivo de notícia no Diário do Minho, no Público e no Jornal de Notícias. Estive a ler o Correio do Minho e não encontrei referências a este assunto importante para todos os bracarenses. Se alguém encontrou, por favor indique a página.
Vem aí a Nova Escola de Ciências da Saúde (II)
Além da notícia do Jornal de Notícias que aqui reproduzimos, o Correio do Minho publica uma longa e interessante entrevista ao Professor Pinto Machado, director do curso de Medicina. Nos próximos dias, o tema será abordado no Diário do Minho, Diário de Notícias e Público. Em termos radiofónicos, a TSF também está a preparar a cobertura à inauguração. Em breve, mais novidades.
Vem aí a Nova Escola de Ciências da Saúde
"Nós fomos construtores do curso, já que nos chamaram, várias vezes, a dar opiniões tidas em conta na restruturação que ia sendo feita". Pedro Morgado aponta como dificuldades iniciais "a falta de alguém que fosse à nossa frente e as desconfianças legítimas de quem vem para um curso novo".
Seis anos depois, o curso de Medicina da UM ganha um novo impulso. A inauguração das novas instalações da Escola de Ciências da Saúde, na segunda-feira, pelo ministro da Saúde, é o passo decisivo para a afirmação do curso e para o cumprimento do protocolo assinado com o Poder Central, passando de 50 para 100 alunos. "O edifício foi pensado na mesma lógica do curso. Tem duas alas principais de um lado a investigação, do outro, as salas de aula e de estudo. Estão ligadas por mais duas alas: uma onde estão as salas dos professores, fazendo a ligação entre alunos e investigação; e outra onde está a biblioteca e a Unidade de Educação Médica. Jorge Pedrosa explica que na base esteve sempre a ideia de "criar espaços amplos, comunicativos entre si, tirando o máximo rendimento da aprendizagem e onde imperasse a interactividade".
A nova estrutura vai permitir alargar a área das pós-graduações e criar um espaço de prestação de serviços especializados de saúde à comunidade, onde possam ser exploradas "novas coisas, como a genética e sejam feitos diagnósticos diferentes em áreas de ponta".Cumprida a parte da UM, fica a faltar a parte do Governo o novo hospital. Nuno Sousa, responsável pela parte pedagógica do curso, reconhece que "há vantagens em ter uma unidade de ensino ligada a um hospital", mas garante que não estão "afiliados a um hospital, mas a vários. Do ponto de vista formativo, até é melhor conhecer várias realidades médicas. Bons clínicos são os que assentam a Medicina baseada na evidência. Para isso têm que estar envolvidos com a investigação", alega.
"Não se desenvolve um curso sem o conhecer". É este o ponto de partida da Unidade de Educação Médica, uma estrutura pioneira no ensino universitário português. O professor Manuel João Costa é o responsável por uma unidade que integra também uma psicóloga e uma educóloga e que tem quatro missões apoio administrativo-pedagógico, difusão do curso, avaliação da qualidade do curso e investigação em educação médica. Para além da gestão das salas e das pautas, por exemplo, a UEM analisa o que se pode ou não fazer, havendo a preocupação de que o curso tenha projectos com métodos e saber se o que se está a fazer está a ter resultados ou não.
No futuro, Manuel João Costa quer criar um projecto de acompanhamento dos alunos ao longo da vida para melhorar os pontos menos positivos, criando uma dinâmica de adaptação à prática clínica. Uma das particularidades do curso são as quatro semanas iniciais de adaptação dos novos alunos aos métodos de trabalho e de ensino desenvolvidos ao longo dos anos seguintes.»
[uma notícia JN]
4 Notas sobre a Chapa 4
1. Na primeira metade, o Braga não jogou e o Hammarby não quis jogar. Na segunda, Hussaine fez a diferença. É preciso controlar a euforia. Os suecos eram meios amadores e o Braga continua a jogar menos que pouco.2. Excelentes coreografias das duas claques bracarenses. Para elas, o nosso aplauso.
3. Foi bonito ver a equipa do Hammarby receber um enorme aplauso dos adeptos bracarenses na despedida do Minho. Começa a ser uma tradição: mesmo quando o Braga perde, as equipas europeias adversárias são aplaudidas. Gostava que esta cidade fosse mundialmente conhecida pelo desportivismo dos seus adeptos.
4. O Braga está no Pote 3, evitando Spartak Moscovo, Galatasaray, Atlético Madrid, Getafe, Everton, Fiorentina e Rennes. Ainda assim, o nosso Braga poderá encontrar alguns grandes clubes europeus como Villarreal, Bayern Munique, Bayer Leverkusen, AZ Alkmaar, Panathinaikos, Bordéus, Anderlecht, Tottenham, Lokomotiv Moscovo, AEK Atenas ou Hamburgo.
PSD e a Petição Pelo Eléctrico (II)
A notícia de que o PSD-Braga decidiu apresentar uma proposta «tendente à realização de um estudo exaustivo sobre a viabilidade e interesse» do Regresso do Eléctrico na reunião do Executivo Municipal do próximo dia 11 de Outubro é o primeiro sinal concreto que nos chega do poder político. Mais que uma declaração de intenções, o PSD avança com a proposta de um estudo de viabilidade.
Saudamos a proposta de Ricardo Rio porque, acima de tudo, configura o alcançar do primeiro dos objectivos que almejávamos alcançar com a nossa petição. A par do debate acerca da mobilidade na cidade e região, que se vem intensificando nos últimos tempos, sempre afirmámos que o avanço do estudo de viabilidade era essencial para se perceber, com as devidas justificações técnicas, qual o melhor modelo a adoptar na cidade de Braga.
O dia 11 de Outubro poderá ser histórico, marcando o avanço definitivo de um novo paradigma da mobilidade no interior da cidade de Braga. Aguardamos mais novidades.
Saudamos a proposta de Ricardo Rio porque, acima de tudo, configura o alcançar do primeiro dos objectivos que almejávamos alcançar com a nossa petição. A par do debate acerca da mobilidade na cidade e região, que se vem intensificando nos últimos tempos, sempre afirmámos que o avanço do estudo de viabilidade era essencial para se perceber, com as devidas justificações técnicas, qual o melhor modelo a adoptar na cidade de Braga.
O dia 11 de Outubro poderá ser histórico, marcando o avanço definitivo de um novo paradigma da mobilidade no interior da cidade de Braga. Aguardamos mais novidades.
PSD e a Petição Pelo Eléctrico
Na sequência do repto que lançámos a todos os partidos políticos chegou-nos a posição oficial do PSD-Braga sobre a Petição Pelo Regresso do Eléctrico que passo a transcrever:
«Exmo. Senhor,
Pedro Morgado,
Foi com especial agrado que a Comissão Política do PSD de Braga recebeu a petição on-line pelo regresso do eléctrico por cuja iniciativa e pelos resultados da mesma merece as nossas felicitações.
Esta petição traduz uma vontade de participação cívica e e de envolvimento dos Munícipes na vida do Concelho e na Gestão Municipal que nos é especialmente cara, estando constantemente na base de várias iniciativas que vimos desenvolvendo de contacto e auscultação da sociedade civil Bracarense e das suas mais relevantes instituições.
No caso vertente, devo expressar-lhe, a título pessoal, que pese embora também simpatize com a ideia em apreço, optei por não subscrever a petição.
Como bem referiu em alguns dos seus posts, há um tempo para os cidadãos expressarem a sua vontade e um tempo para os políticos agirem (ou não) em conformidade com a sua apreciação dos factos.
Foi isso que fizemos esta semana. Uma vez terminado o prazo de recolha de assinaturas da petição e subscrevendo o essencial do seu conteúdo, submetemos para apreciação na reunião do Executivo Municipal de 11 do corrente, a proposta anexa, tendente à realização de um estudo exaustivo sobre a viabilidade e interesse desta pretensão.
Na nossa óptica, só actuando desta forma se é sério e responsável nas opções tomadas para a Gestão Municipal e, simultaneamente, se respeita a vontade expressa de forma tão clara pelo volume de assinaturas que constam desta petição.
Adaptando o repto do nosso prestigiado escritor, o cidadão sonha, o decisor ouve, analisa e avalia e, se a sua opção tiver fundamento, a obra nasce.
Faço votos de que outras iniciativas análogas possam dar sequência a esta revitalização cívica de Braga, pela qual o felicito.
Com os melhores cumprimentos,
Ricardo Rio»
«Exmo. Senhor,
Pedro Morgado,
Foi com especial agrado que a Comissão Política do PSD de Braga recebeu a petição on-line pelo regresso do eléctrico por cuja iniciativa e pelos resultados da mesma merece as nossas felicitações.
Esta petição traduz uma vontade de participação cívica e e de envolvimento dos Munícipes na vida do Concelho e na Gestão Municipal que nos é especialmente cara, estando constantemente na base de várias iniciativas que vimos desenvolvendo de contacto e auscultação da sociedade civil Bracarense e das suas mais relevantes instituições.
No caso vertente, devo expressar-lhe, a título pessoal, que pese embora também simpatize com a ideia em apreço, optei por não subscrever a petição.
Como bem referiu em alguns dos seus posts, há um tempo para os cidadãos expressarem a sua vontade e um tempo para os políticos agirem (ou não) em conformidade com a sua apreciação dos factos.
Foi isso que fizemos esta semana. Uma vez terminado o prazo de recolha de assinaturas da petição e subscrevendo o essencial do seu conteúdo, submetemos para apreciação na reunião do Executivo Municipal de 11 do corrente, a proposta anexa, tendente à realização de um estudo exaustivo sobre a viabilidade e interesse desta pretensão.
Na nossa óptica, só actuando desta forma se é sério e responsável nas opções tomadas para a Gestão Municipal e, simultaneamente, se respeita a vontade expressa de forma tão clara pelo volume de assinaturas que constam desta petição.
Adaptando o repto do nosso prestigiado escritor, o cidadão sonha, o decisor ouve, analisa e avalia e, se a sua opção tiver fundamento, a obra nasce.
Faço votos de que outras iniciativas análogas possam dar sequência a esta revitalização cívica de Braga, pela qual o felicito.
Com os melhores cumprimentos,
Ricardo Rio»
Comentários
|
Marcado como
Braga,
Democracia Participativa,
Pelo Regresso do Eléctrico,
PSD,
Transportes no Minho
Subscrever:
Mensagens (Atom)
