A Crise Social do Minho [2]

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«A Delphi, empresa de componentes de automóveis, tem em curso um processo de lay-off na unidade industrial de Braga.» [Público]

«Também em relação aos números do desemprego, António Marques é da opinião que estes devem rondar os 12% na região, ainda este ano. "Isto não tem a ver com partidos políticos. Tem a ver com a falsidade de powerpoints que andam a projectar no país."» [Jornal de Notícias]

«A empresa "Fehst Componentes", situada no complexo Grundig, em Braga, quinze dias depois de iniciar o processo de redução temporária do período normal de trabalho, mais conhecida como lay-off, atribui gratificações significativas a alguns trabalhadores da empresa.» [Jornal de Notícias]

«A Qimonda alemã, cuja filial em Portugal é o maior exportador nacional, entrou hoje em processo de falência[Público]

«Cento e cinquenta trabalhadores da empresa Intipor, em Figueiredo, Amares, vão engrossar a longa lista de desemprego do distrito de Braga. Após reunião com a administração ficou decidido pedir a insolvência.» [Jornal de Notícias]

O Caminho

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Com um Governo liderado por Paulo Portas, Portugal iniciaria uma nova expansão da Economia impulsionada pela indústria da reprografia.

Mudar o PEB

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«O líder da coligação "Juntos por Braga", Ricardo Rio, defende a "extinção" do Parque de Exposições de Braga (PEB), e a sua substituição por uma outra entidade que promova a dinamização económica do concelho de Braga.» [JN]

O Parque de Exposições de Braga (PEB) tem sido incapaz de promover iniciativas que projectem a cidade e a região e, por consequência, tem falhado na missão de se constituir como um promotor efectivo do desenvolvimento regional e da captação de novos turistas em qualidade e em quantidade. Se o assunto já nos merecia atenção em 2007, a crise do momento actual justifica medidas drásticas no sentido de inverter a tendência descendente da economia do Norte.

As Contas do Futebol [3]

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Já aqui tinha sugerido que, à semelhança do que sucede nas outras competições, as transmissões da Liga deveriam ser negociadas em bloco. Agora são os clubes da Segunda Liga que avançam com essa proposta.

Acontece no Minho [13]

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The Bowmans
© constintina

Café Scientifique (tertúlia)
[Terça, 9 de Dezembro, 21h30m. Velha-a-Branca, Braga]
A crise financeira e económica internacional vai estar na mesa da edição de Dezembro do Café Scientifique. Fernando Alexandre, docente da Escola de Economia e Gestão da Universidade do Minho, fala sobre a forma como «a média dos acontecimentos passados pode ser utilizada para calcular a média dos acontecimentos futuros», mas também sobre as especificidades que acrescentam uma boa dose de imprevisibilidade à crise actual.

The Bowmans (música)
[Quarta, 10 de Dezembro, 21h30m. Theatro Circo, Braga]
As irmãs Bowman (na fotografia) começaram a sua carreira na terra Natal, Davenport, Iowa (EUA). Estimuladas pelos pais, Sarah e Claire cedo descobriram e desenvolveram uma surpreendente capacidade para harmonizar vozes e compor canções.

Animação do Livro "Um Natal Especial" (infantil)
[Quinta, 11 de Dezembro, 14h. Centésima Página, Braga]
O Gorila Zé Reguila e o Chimpanzé Barnabé são as personagens principais desta história que vai ser contada pela autora, Susana Azevedo, acompanhada com uma tradução em língua gestual.

As Contas do Futebol [2]

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1. Respeitando o princípio de que sem competição não há receitas, a Liga deveria chamar a si cinquenta por cento de todas as receitas das transmissões televisivas, distribuindo-as equitativamente por todos os clubes participantes.

2. Respeitando os princípios do serviço público de televisão, em particular a obrigação de pluralidade, os órgãos de comunicação social estatais deveriam pautar a sua informação desportiva por rigorosos critérios de relevância noticiosa, dedicando mais tempo relativo aos clubes que não os chamados três grandes.

3. Respeitando as lógicas de mercado, os clubes deveriam adequar os preços dos bilhetes à procura sem desvirtuar as especificidades de um segmento em que os factores emocionais têm um peso decisivo nas decisões económicas. Como tal, os clubes ditos pequenos deveriam trabalhar no fortalecimento das ligações afectivas com os associados reais e potenciais, num trabalho que deverá ser levado a cabo em conjunto com as autarquias e as principais colectividades locais, tendo presente que os clubes são os principais embaixadores e aglutinadores identitários das cidades em que se inserem. Mais, os clubes devem criar condições de competitividade em redor do espectáculo desportivo que tornem as deslocações ao estádio mais apetecíveis do que a assistência aos jogos no conforto do sofá.

As Contas do Futebol

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O despovoamento dos estádios nacionais, contrastante com as casas cheias de outras paragens, é um dos condicionantes que mais tem contribuído para a crise que se abateu sobre o futebol português. O problema da falta de adeptos nos estádios é complexo, resultando de uma miríade de condicionantes que importa analisar em detalhe.

1. O facto de existirem três clubes que absorvem a esmagadora maioria dos adeptos espalhados por todo o país resulta numa distribuição muito assimétrica das receitas tendo como consequência uma diminuição da capacidade competitiva dos outros clubes e, por arrasto, das próprias competições desportivas. Como os órgãos de comunicação social são mais sensíveis às audiências do que aos critérios informativos, a informação desportiva é distorcida, tanto em qualidade como em quantidade, em favor dos chamados grandes, contribuindo para manter um ciclo vicioso em que notoriedade significa mais adeptos e mais receitas. Neste ponto, as perspectivas são muito negras quando se constata que nem a RTP nem os restantes órgãos do serviço público estão interessados em quebrar o ciclo vicioso, apesar de todos os apelos do seu Provedor.

Ao contrário do que sucede por toda a Europa, não há mais do que três candidatos ao título no nosso país, onde apenas conhecemos cinco clubes campeões nacionais. Mas se tivermos em conta que o Boavista foi campeão fruto de condições especialíssimas e irrepetíveis ao nível do controlo dos órgãos directivos das instituições que gerem os campeonatos profissionais e que o Belenenses conseguiu esse feito no dealbar das competições futebolísticas nacionais, depressa se percebe a impossibilidade de facto de outros clubes conseguirem tal proeza. Registe-se, para que não falemos sempre no abstracto, que a Inglaterra já conheceu 17 campeões, a Espanha 8, a França 18, a Itália 12, a Holanda 13 e a Alemanha 14.

2. O facto das transmissões televisivas se terem convertido numa das grandes fontes de financiamento do futebol nacional resulta na sobrevalorização do telespectador comparativamente com o espectador de estádio, sacrificando os horários apetecíveis para ir à bola em função dos interesses das televisões. Não espanta que os estádios se encham nas tardes de Sábado e Domingo em Inglaterra, estando cada vez mais vazios nas gélidas noites de Sexta, Domingo e Segunda em Portugal.

No mesmo sentido, o encadeamento das transmissões de vários jogos é um convite a ficar em casa. Depois de uma tarde com Manchester-Portsmouth e com Inter-Udinesse, quem é que se levanta do sofá para assistir no estádio a uma partida da Liga Portuguesa, interrompida sessenta vezes pelo apito do árbitro mais as sete paragens forçadas para assistir o jogador manhoso que apenas quer perder tempo?

3. O facto dos preços dos bilhetes estarem tantas vezes desligados da realidade sócio-económica nacional e local é outro dos factores que mais tem contribuído para o esvaziar dos estádios. Como bem demonstra a trágica experiência de alguns projectos culturais, os preços a praticar nem sempre podem ser condizentes com a qualidade do espectáculo, sob pena de se hipotecarem todas as hipóteses de ter assistência. Mais: os clubes devem ter consciência do que custa nos dias que correm ter uma assinatura da SportTV e assistir a dezenas de jogos de qualidade todas as semanas.

4. Mas se o espectáculo do futebol nacional mobiliza extraordinárias audiências televisivas, a que se deve a incapacidade para levar adeptos aos estádios? O assunto merece seguramente uma detalhada análise sociológica, mas arriscamos encontrar na cultura nacional e, mais abrangentemente, na genética social mediterrânea algumas das necessárias respostas. Será que a imagem do português comodista e borlista explica tudo?

Unidos para Salvar o Minho

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A união que faltou nas questões do turismo parece ter chegado ao Minho por via da crise no sector industrial. A Associação Industrial do Minho (AIMinho) e a União de Sindicatos de Braga (USB) «estão a trabalhar num documento conjunto que propõe medidas específicas de apoio à região» para fazer frente aos graves problemas estruturais que a conjuntura económica muito tem agravado. Com uma taxa de desemprego bem superior à media nacional, o distrito de Braga é um dos mais deprimidos do país, merecendo atenção redobrada do poder sediado em Lisboa.

Reduzir custos de produção é a prioridade. Entre várias medidas, a União de Sindicatos de Braga chama a atenção para um assunto que temos vindo a denunciar repetidas vezes no blogue Avenida Central: «no Porto é possível circular sem pagar portagens, até entre diferentes concelhos, entre Maia, Matosinhos e Gaia, mas em Braga e em Guimarães os troços dentro do mesmo concelho são pagos pelos cidadãos

Os promotores da iniciativa tencionam convidar a Universidade do Minho e as associações de comerciantes a tomarem parte num entendimento que já fora ensaiado na longínqua década de oitenta. Será interessante conhecer o posicionamento das autarquias nesta matéria. Ao contrário do que sucede noutros pontos do país, não se conhece no Minho ponta de contestação às portagens mais caras do país nem aos financiamentos discriminatórios dos transportes urbanos de Lisboa e do Porto.

Re: Despesas Militares Comparadas

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Vital Moreira chama a atenção para o dinheiro que a Irlanda poupa em despesas militares calculadas em percentagem do PIB quando comparada connosco. Portugal devia começar a pensar seriamente em gastar menos dinheiro no sector militar, cujo desenvolvimento estratégico está claramente sobrevalorizado tendo em conta a participação do país na União Europeia e na NATO.

A Crise Social do Minho

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«O distrito de Braga tem 11% dos desempregados do país. A falência das pequenas empresas está a acelerar a inscrição de pessoas nos centros de emprego.» [Jornal de Notícias]

A crise social do Minho continua a galopar a um ritmo verdadeiramente assustador. O arrastar dos problemas do Vale do Ave a que se juntaram as novas dificuldades das empresas do Vale do Cávado têm tido um efeito avassalador na vida quotidiana de milhares de minhotos. Longos, freguesia do concelho de Guimarães, que «já viu partir metade do povo» é uma triste metáfora de tudo o resto: o Minho está deprimido e não se conhecem soluções estruturantes para inverter a tendência de declínio.

Da Nacionalização dos Prejuízos

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That's Life
© wsilver

O Governo anunciou que vai propor a nacionalização do Banco Português de Negócios, cujas perdas acumuladas rondam os 700 milhões de euros. Este é o resultado da má gestão dos conhecidos ex-políticos que têm liderado o banco e que sempre se pagaram a peso de ouro. Aguarda-se o apuramento de responsabilidades e a consequente indemnização ao Estado pelos prejuízos agora vão ser suportados por todos os contribuintes.

Enquanto os Governos pediam sacrifícios, os gestores do BPN viveram de salários milionários, conseguindo ganhar em meses aquilo que a esmagadora maioria dos portugueses nunca ganhará numa vida. Na prática, esta nacionalização é um assalto ao bolso dos contribuintes.

A Grande Depressão no Vale do Cávado [2]

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Candeeiro LESS IS MORE
© Cláudio Rodrigues - a aposta na inovação e na promoção parece ser a única saída para a indústria do vale do Cávado

1. Convém não esquecer que o Instituto Politécnico do Cávado e do Ave e a Universidade do Minho são pedras angulares na resolução dos graves problemas sociais do vale do Cávado. Não só pelo contributo que os docentes e investigadores podem dar à busca de soluções, mas também porque o aumento das qualificações de que tanto se fala depende dos cérebros formados nestas duas instituições.

2. O Douro, o Douro e o Douro. A aposta do Porto sempre foi o Douro, não só porque é a região que melhor se presta ao turismo de um dia só (os turistas dormem e comem no Porto, viajando de autocarro ou de barco até ao Douro e regressando ao Porto), mas também porque é a fonte do inesgotável produto de promoção chamado «vinho do Porto». Veja-se que em tempos de grave crise no vale do Cávado, ainda se aguarda o cerrar fileiras da capital do Norte.

A Grande Depressão no Vale do Cávado

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A crise no vale do Cávado é real. Depois de muitos anos de desprezo por parte do Governo central e da Comissão de Coordenação da Região Norte (CCRN), Fernando Reis, presidente do Município de Barcelos, ergue a voz em defesa do sector têxtil e dos muitos empregos que lhe estão associados.

É urgente agir. Tal como se ajudaram os bancos para salvaguardar as poupanças das pessoas, é necessário actuar em defesa das empresas do sector têxtil para garantir que a crise social não alastra numa região já suficientemente deprimida e castigada pelas opções a Norte. Convém recordar que os barcelenses, se quiserem vir a Braga, pagam as portagens mais caras do Norte e do país, que pagam mais 50% que os bracarenses para se deslocarem de comboio até ao Porto e que nem sequer existem ligações ferroviárias decentes entre Braga e Barcelos.

A criação da cidade têxtil é apresentada pela Associação Comercial e Industrial de Barcelos como um balão de oxigénio em tempos de crise. Contudo, é necessário atacar o problema nas suas causas mais profundas, até porque esta crise do Cávado não é tão conjuntural quanto possa parecer. A baixa escolarização e consequente desqualificação dos quadros das empresas, a fraca aposta na inovação e a gestão amadora de muitas das empresas são alguns dos problemas que mais contribuíram para a depressão económica.

O impacto social do encerramento de muitas pequenas e médias empresas no vale do Cávado não é menor do que as consequências do fecho de um grande empresa na Azambuja ou em Vila Franca de Xira. Assim sendo, convinha que os meios de comunicação social tratassem o assunto como "nacional" e não o relegassem para os capítulos informativos "regionais".

Da crise e da imaginação para a combater:
Ourives criam linha de luxo para exportar :: Jornal de Notícias
Uma loja onde se compra tintas e se ganha galos :: Jornal de Notícias
Gastronomia com sabor a cultura :: Jornal de Notícias
Conheça os museus depois de saborear os pratos típicos :: Correio do Minho
Nova empresa municipal para dinamizar economia :: Correio do Minho
Sistema apoia empresas em inovação e desenvolvimento :: Lusa
Fernando Alexandre defende que Governo deve levar crise a sério :: RCP
Cávado: Pedem-se medidas para socorrer sector têxtil :: Visão
Alerta de crise no vale do Cávado :: Correio da Manhã
Cávado: Município quer medidas para socorrer têxtil :: Dinheiro Digital
Vale do Cávado pode estar a caminho de grave crise social :: TSF

Esbanjar Dinheiros Públicos

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«A seguradora American International Group Inc. - AIG foi salva "in extremis" da falência através de uma injecção de 85.000 milhões de dólares aprovada pela administração do Presidente George W. Bush. De acordo com um inquérito parlamentar em curso, os executivos em causa - que não do sector financeiro da seguradora, alegadamente responsáveis pelo descalabro - esbanjaram 440.000 dólares (320.000 euros) no "resort", em banquetes faustos, spa e partidas de golfe.» [Expresso]

À medida que a crise se avoluma, sucedem-se críticas ao modelo capitalista neoliberal que, na maior parte das vezes, são verdadeiros tiros ao lado. Um estado neoliberal nunca investiria 85.000 milhões de dólares para salvar uma empresa.

Alerta Vermelho

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1. Apesar sinais de recuperação, a crise está instalada nos emrcados financeiros. Depois de uma vaga privatizadora ao longo das últimas duas décadas, os governos preparam agora a nacionalização dos bancos que entrarem no vermelho.

2. À medida que a crise económica alastra emergem graves problemas sociais que afectam sobretudo a classe média e as classes mais baixas (embora estas últimas estejam mais protegidas pelos subsídios do Estado suportados em larga escala pela classe média).

3. A economia voltou a estar no centro do palco político. O modelo capitalista resiste à crise?

A Política da Crise

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A crise veio para ficar, um cenário que favorece a mudança de poder nos Estados Unidos e a estabilidade em Portugal. Depois de ontem, as vitórias de Obama e Sócrates são ainda mais prováveis.

Crise em Wall Street

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Cartoon Wall Street Bailouts
© R.J. Matson, The New York Observer

Um País de Desigualdades [2]

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São apenas 22 empresas do Minho na lista das 500 maiores de Portugal, sintoma de um país de enormes desigualdades. Do terceiro maior distrito do país constam 18 empresas enquanto que Viana apenas coloca 4. A maior do Minho, a Continental Mabor de Lousado, é a 46ª da lista, enquanto que o sector mais representado é o da construçao civil com 5 empresas entre as 22 mairores.

1 (46) – Continental Mabor – Indústria de Pneus, SA (Braga)
2 (58) – Blaupunkt Auto Rádio Portugal, Lda (Braga)
3 (153) – Portucel Viana – Empr. Prod. De Papeis Indistriais, SA (Viana)
4 (157) – Norace – Construção de Auto-estradas do Norte, ACE (Braga)
5 (171) – Casais – Engenharia e Construção, SA (Braga)
6 (186) – Ilídio Mota – Petróleos e Derivados Lda (Braga)
7 (204) – Safebag – Ind. Componentes Seg. Automóvel, SA (Viana)
8 (278) – Domingos da Silva Teixeira, SA (Braga)
9 (287) – FDO – Construções, SA (Braga)
10 (290) – Estaleiros Navais de Viana, SA (Viana)
11 (313) – Solidal –Condutores Eléctricos, SA (Braga)
12 (359) – Coindu – Comp. Para a Indústria Automóvel, SA (Braga)
13 (404) – Carlasse – Comércio de Automóveis, SA (Braga)
14 (410) – Construções Gabriel A S Couto, SA (Braga)
15 (440) – Dalphi – Metal Portugal, SA (Viana)
16 (450) – Irmãos Vila Nova, SA (Braga)
17 (455) – Cooperativa Agrícola de Barcelos, CRL (Braga)
18 (459) – Cabelauto – Cabos para Automóveis, SA (Braga)
19 (468) – Lameirinho – Indústria Têxtil, SA (Braga)
20 (487) – Gabor Portugal – Indústria de Calçado, Lda (Braga)
21 (497) – Riopele Têxteis, SA (Braga)
22 (498) – JSGomes – Sociedade de Construções do Cavado, SA (Braga)

* Dados da Revista Focus de 17/09/2008. Entre parêntises a posição no ranking nacional.

Um País de Desigualdades

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S.João D`Arga 2008
© amgcunha

Sabe quantas empresas do Distrito de Braga têm lugar na lista das 500 maiores de Portugal? E sabe que posição ocupa a primeira minhota no panorama nacional?

A Crise dos Combustíveis da Democracia

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A democracia descredibiliza-se quando o albergue dos políticos fora da política, vulgo GALP, fixa os preços de uma forma absolutamente incompreensível e sempre em prejuízo dos consumidores.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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