Emergência Médica

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A Prostituição Não Existe!

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Em Portugal, a prostituição não existe. Habituados à hipocrisia bafienta, vamos lidando com a tradicional displicência com um assunto que é de saúde e segurança públicas.

Em Guimarães, os moradores da Colina Sagrada revoltaram-se contra uma actividade legalmente inexistente, ameaçando dar porrada a quem se prostituir naquela zona. De qualquer modo, as gajas até se toleram. «O que está a causar a fúria dos moradores é a proliferação da prostituição masculina no circuito das Ruas D. Mafalda, D. Urraca e João Xavier de Carvalho.» [via]

Triste país.

Exército não entra no Circo Monárquico

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«Todos os grupos parlamentares mandataram o presidente, o socialista Miranda Calha, para expressar ao ministro o repúdio pela participação daquelas unidades do Exército em cerimónias não oficiais, para mais organizadas por correntes monárquicas.» [Sol]

Café Blogue: Urbanismo & Saúde Mental

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Na noite de ontem, a casa maior da cultura independente de Braga encheu-se para a primeira das Conversas Improváveis. Num registo descontraído, o Professor Miguel Bandeira e o Dr. João Bessa cruzaram argumentos sobre Urbanismo e Saúde Mental: do stress como agente causador de patologia mental à solidão (e ao suicídio) potenciada(os) pelos (des)arranjos urbanísticos que temos; do medo como catalizador da paranóia consubstanciada na 'big brotherização' das nossas vidas à necessidade do planeamento como agente potenciador de saúde colectiva; da luz como promotora de sanidade mental aos fluxos de tráfego caótico e multiplicador de ansiedade; da Braga jovem e dinâmica, pensada como cidade-jardim, à Braga cinzenta e doente que se imola na destruição do património e do espaço públicos; no fundo, um roteiro sobre como a cidade nos pode tornar doentes mentais.

Correia de Campos Caiu

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Vital Moreira diz que é «uma clara vitória da rua, do aparelho do PS e da oposição». João Portugal diz que foi Cavaco Silva quem condicionou a saída. CAA vais mais longe, lembrando que Sócrates «fez o que fez contrafeito, forçado, constrangido, quer pelo Presidente da República quer por Manuel Alegre.» Pedro Marques Lopes concorda e afirma que «esta remodelação mostra que Sócrates está muito preocupado com a ala esquerda do PS.» Pacheco Pereira diz que «é um grande sinal de fraqueza do Primeiro-ministro

Era inevitável. Esperemos que o SNS não caia também.

[Picture Copyright: 5dias.net]

Correio do Minho atento ao Café Blogue

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(re)Blogue (II)

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Porque há trabalhos que merecem destaque, recomendo:

Blogosfera Regional, no Arrastão
Crónica do Conflito Brácaro-Vimaranense, no Memórias de Araduca
O Governo e os zecos, no Da Literatura
Caiam na Real, no Corta Fitas
«Não diga generalidades. Dê provas!», no Blasfémias

(re)Blogue

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A blogosfera tem sido alvo de intensas críticas. Salvo raras excepções, o escárnio denota mais horror ao debate do qualquer objecção substancial à reflexão proporcionada pelos blogues. Muitos dos que alegam não gostar dos blogues, evidenciam uma tortuosa relação com a crítica, habituados que estão a controlar os círculos tradicionais do poder, com todos os vícios que os tempos lhe têm imprimido.

Para nós, que aqui estamos por puro prazer, o blogue não é um fim em si mesmo nem a blogosfera é um movimento endémico. Os blogues são um meio adicional para o exercício de uma cidadania que se quer cada vez mais esclarecida. Faço-o aqui, como poderia fazê-lo em qualquer outro fórum, por uma questão de facilidade e eficácia na prossecução desse objectivo.

Mesmo reconhecendo muitas das suas fragilidades, não me parece polémico afirmar que a blogosfera cristalizou a democratização do debate público, liberalizando a opinião e fazendo ceder o sólido monopólio dos órgãos de comunicação social tradicionais. É por isso que, como bem salienta Pedro Romano, «os media de raízes assentes tendem a olhar os blogues com desconfiança

Mas, apesar da desconfiança, a blogosfera vai acentuando a agonia dos que vêem o debate democrático como algo absolutamente emético.

Avenida MarginalVozes marginais

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Perguntaram-me se os blogues são jornalismo. É um péssimo início de conversa. Dá ideia de uma dicotomia que, na realidade, não existe. Como se a escolha fosse binária. De um lado o jornalismo, do outro lado o resto. Pega-se nas gavetas de ontem, rotula-se o produto e guarda-se com cuidado. E, quando a gaveta não fecha, dá-se um empurrão até a coisa se compor. Mas mais valia mudar de gavetas em vez de andar a partir a mobília.

Os blogues não têm a dimensão institucional do jornalismo. Faltam os filtros, falta o processo de edição. Falta a assinatura em baixo da peça, muitas vezes. Se é isto o jornalismo, os blogues não são jornalismo. Mas é duvidoso que seja esse o sentido que normalmente se dá à pergunta. That’s not the point. A questão é se, como os media tradicionais, os blogues informam, apuram e servem ao debate público. É menos uma questão de meios do que uma questão de resultados.

Para a informação ainda falta um bocadinho, até porque é difícil ter um correspondente no Paquistão ou no Quénia a escrever sem salário; mas na discussão a história é outra. Neste ponto, aquilo que afasta os blogues do jornalismo é precisamente aquilo que lhes dá vantagem: a abertura à concorrência. O mercado interno é pequeno, o que limita o universo da comunicação social. Mas um blogue não exige tantos recursos. Antes, quem discordava das vozes habituais contava três opções: ter a sorte de aceder aos microfones oficiais, comer e calar ou fazer um jornal. Hoje é mais simples: cria-se um blogue. Neste mercado de ideias, a sorte e o dinheiro contam cada vez menos.

Nem todos gostam. Os media de raízes assentes tendem a olhar os blogues com desconfiança (embora, claro, haja excepções). É normal. Os blogues apertam a vigilância, apontam as incorrecções, propõem alternativas e quebram o monopólio. Não são jornalismo, nem são ‘o resto’. São as tertúlias de café abertas ao público em noite de entrada livre. São algo diferente a precisar de uma gaveta nova. Claro que se ouvem lamentos. A concorrência externa é frequentemente acompanhada de apelos ao proteccionismo.

A blogosfera também combina um monte de recursos que a tornam um lugar de insulto fácil. A comunicação é rápida, o diálogo está aberto nas caixas de comentários e ninguém tem de assinar o que diz. As calúnias e as imprecisões são os graffitis da blogosfera, mas criticá-la por isso é como criticar uma tertúlia que dá voz a idiotas. Até pode dar, mas só lhes presta atenção quem quer.

Rui Rio Regionalista

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«O presidente da Junta Metropolitana do Porto (JMP), Rui Rio, sustentou hoje que o regime "tem dado sinais preocupantes de alguma ingovernabilidade", defendendo que a regionalização poderá ser um passo importante para contornar a situação.» [Lusa]

Segunda é Dia de Café Blogue

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Uma Manchete Lamentável

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«Presidente do Vitória de Guimarães apela a adeptos para não levarem armas brancas para estádios»

Quem lê o título da notícia do Público fica com a ideia (errada) de que o adepto armado era do Vitória de Guimarães. Os desacatos de ontem, à semelhança do que já acontecera em Braga no jogo da primeira volta, foram motivados pelo comportamento dos adeptos do clube de Lisboa.

As Minhas Denúncias são Melhores do que as Tuas!

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João Miranda, no Blasfémias, expôs a incoerência discursiva do Governo. O Ministro das Finanças que agora se insurge contra as denúncias "sem apontar nomes" de Marinho Pinto, foi o mesmo que corroborou as denúncias, sem apontar nomes, do Secretário de Estado João Amaral Tomaz. Por que é que os jornalistas nunca estão atentos a estas coisas?

Petição: Braga-Porto em 40 Minutos (II)

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A petição que um grupo de cidadãos lançou em defesa do encurtamento do tempo de viagem ferroviária entre Braga e o Porto está gerar uma interessante discussão.

Parece-me óbvio que a existência de algumas viagens mais rápidas não prejudica significativamente as populações das localidades intermédias, beneficiando a maioria dos utilizadores do comboio urbano que liga Braga ao Porto.

[Avenida do Mal] A Profilaxia do Medo

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Esta semana, veio de Espanha um vento de medo, numa advertência de que por cá se chocavam ovos num ninho terrorista, radicalismo islâmico, em pleno país que não faz mal a uma mosca. De repente, o véu histérico do terror alastrou-se para cá da Raia, e não tendo bombistas madeirenses de fonte segura – que eles gostam mais de largar polémicas, em insultos à República - não houve mochila e saco do Cavalinho que fosse imune a suspeita de engenho armadilhado à Segurança Nacional e ao nosso relaxado pacote turístico. Nem por alturas de PREC, quando o catolicismo reaccionário roçou a jihad. Na paranóia generalizada, as condutas de gás também não deram sossego. Era um país de Fim-de-Mundo por aí abaixo, Gomorra a cheirar a enxofre, um Portugal Ground-Zero, Faixa de Gaza. Alvo do radicalismo islâmico, pelos vistos, talvez com cacilheiros e catamarãs a arrebentar contra as sapatas da 25 de Abril ou o Padrão dos Descobrimentos. Medonho.

Não sou teólogo nem pensador de religiões. Tenho a formação do contacto, da leitura ocasional e interessada, da cultura que me foi metida dentro depois de lavada a cabeça de água benta na moleirinha. Desde miúdo me interessa o diverso, o que não há por perto, o estranho, o colorido. Parece absurdo mas cheguei a querer uma mesquita, uma sinagoga e um templo budista que fosse, na vila onde me vinha criando. Um pouco de cosmopolitismo, uma Córdoba entre Minho e Trás-os-Montes, onde o Chamamento do Imã às 6 da manhã me ia aborrecer tanto quanto folclore nos altifalantes na capelinha no ermo, no outro lado do rio. Onde o Hannukah se misturasse com o Natal. Enfim, utopias…

Apesar disso, e finado o salazarismo em nomenclatura, temos um país compulsivamente modernizado, a bem e a mal, a torto e a direito, e secular a toda a força - como deve ser, pois então!- mesmo que às vezes, e na mente de alguns, absurdamente obcecado com isso. Para lá dos terços pendurados nos Hospitais Públicos, um Estado não deve ter fé, que não nos Homens, mas não pode cair no erro do fundamentalismo laico e fazer por negar aos seus cidadãos o direito a Deus, nas suas variadas maneiras. Sem financiar Madrassas nem Catequese, deve incluir nos conteúdos do seu Sistema Educativo, desde cedo, o estudo das religiões e a promoção da diversidade, pelo que de positivo traz, até para a economia do País, mais criativa e de horizontes alargados.

É que, neste mundo de intolerantes, a ignorância é o combustível do medo. E melhor profilaxia ao ambiente de terror é a livre troca de ideias e de conhecimento, que mais que fomentar a tolerância torna-a parte da fisiologia, não se eriçando os pêlos perante um turbante ou uma mitra. Os melhores vigias de um país são os seus cidadãos e sobretudo, quando conhecedores e esclarecidos, embebidos de um espírito aberto, acolhedor, dialogante e solidário, conseguem melhores resultados em Segurança que um quinhão de polícias, soldados e câmaras de filmar juntos. E muito mais barato.

Coisa a ter em conta, desde já, por partidos políticos de índole socializante e secular que, muito se gabando de serem motores de transformação da sociedade, não se deviam limitar a patrocinar viagens de militantes idosos a Fátima e ao Mosteiro da Batalha. Porque não incluir no itinerário a Mesquita de Lisboa, a Sinagoga do Porto, Templos Budistas e o Cinema Império?

É que tal como uma espécie, no contexto darwinista, entendo que uma sociedade deve fazer por ser o mais diversa possível face às adversidades e aos obstáculos de futuro. Portanto, não acredito que sociedades monocórdicas possam ser progressistas e tão pouco se podem impor na História. Portugal não o conseguiu quando deixou de ter judeus e muçulmanos integrados, nas suas virtudes e defeitos. E nestes tempos, o medo não pode ser desculpa. Muito menos na renitência em abrir as ruas e fronteiras a gente de mil formas e formações, com boa-vontade e a querer uma melhor vida por cá. Integrados, até fazem melhor que o SIS. É que o terrorismo tem muitas facetas e motivos no ciclo vicioso, entre eles o ocidental cinismo de pontapear imigrantes de volta para o Magrebe.

Ainda temos Ministro da Saúde?

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«Se a sua avó não tivesse morrido ainda hoje estava viva.»

Petição: CP Braga-Porto em 40 Minutos

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Excelente iniciativa.

Pode assinar aqui e consultar o blogue aqui.

Projectos 11 | Avenida da Liberdade

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Projecto de Requalificação da Avenida da Liberdade
© CMB

O projecto de prolongamento do túnel da Avenida da Liberdade vai avançar. Tal como já tive oportunidade de afirmar, trata-se de um excelente investimento para o futuro da cidade.

O elevado tráfego que diariamente desemboca no túnel da Avenida da Liberdade condiciona altos níveis de poluição atmosférica e sonora que é necessário combater. Ainda recentemente, Miguel Bandeira lembrou que «o túnel matou a Avenida da Liberdade» e a própria autarquia assume que a sua saída «impede o bom uso daquele espaço por parte das pessoas, dada a cisão que gera sobre os dois lados da avenida».

O projecto de requalificação da Avenida da Liberdade incluirá a requalificação parcial da superfície da Praça da República, o prolongamento do túnel e requalificação de superfície da Avenida da Liberdade, a requalificação de superfície do largo Dr. João Penha e a renovação urbana de tramo da Rua 25 de Abril. Projectos que servirão para imprimir um novo dinamismo a toda a área Norte de uma das mais importantes Avenidas da cidade. Por outro lado, enquanto a rede de transportes públicos não é reforçada, o aumento da área pedonal afigura-se como uma solução muito interessante para melhorar a convivência entre os peões e os automóveis.

«Requalificação parcial de superfície da Praça da República
A intervenção proposta consiste no prolongamento da Praça da República através da reformulação da zona ajardinada, alargamento/rep
osicionamento de escadaria existente e reformulação de pavimentos.

Prolongamento do túnel e requalificação de superfície da Avenida da Liberdade
Consiste na extensão do túnel desde o topo norte da Avenida da Liberdade recolocando a saída do túnel a sul do cruzamento da Avenida da Liberdade com a Rua do Raio. A nova plataforma a criar permite ampliar e prolongar a zona pedonal já existente para a Avenida da Liberdade, área nobre pontuada de inúmeros equipamentos relevantes no contexto cultural, social e comercial da cidade.


Requalificação de superfície do largo Dr. João Penha
Genericamente, consiste na criação de uma baia de estacionamento destinada aos Transportes Urbanos de Braga e reformulação da área ajardinada, de modo a criar zonas de espera e, consequentemente, um espaço de usufruto para a restante população; zonas de espera que serão cobertas através de estrutura metálica modelada.

Renovação urbana de tramo da Rua 25 de Abril
Consiste na criação de uma baia de estacionamento destinada a Transportes Urbanos de Braga, redefinição das larguras/concordantes dos passeios e pavimentação de faixas de rodagem.»

Fé Amordaçada? (II)

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Pedro Marques Lopes, excelente, no Blogue Atlântico.

«A luta (este vocabulário de esquerda dá muito jeito) deve ser – digo eu - contra aqueles que nos querem impor uma moral avalizada pelos interpretadores autênticos da palavra de um qualquer deus. Deve ser contra os supostos detentores das verdades absolutas, para que possamos impedir o retrocesso para os tempos em que uma qualquer palavra, pensamento ou acto não condizente com os valores defendidos pela Igreja não era tolerado ou pior, muito pior. No fundo, para que não nos aconteça o que aconteceu nas sociedades em que o islamismo é a religião predominante.»

Fé Amordaçada?

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Vasco Pulido Valente escreveu no Público (18.Jan.2008) que «um grupo de professores não permitiu que o Papa Ratzinger - um académico, um filósofo e um teólogo - fosse à Universidade de Roma, “La Sapienza”». Não me importam os motivos que levaram Vasco Pulido Valente a escrever tal coisa, mas a defesa do rigor e da verdade não se compadece com tamanha reinterpretação dos factos.

Na realidade, o Papa não foi impedido de discursar na Universidade de Roma. Depois do anúncio da sua visita, Marcelo Cini, professor daquela universidade, escreveu uma carta a contestar a presença do Papa. Este manifesto viria a ser subscrito por mais de 600 professores e obteve o apoio de vários alunos. Conhecida a contestação, o Papa decidiu anular a visita.

Confesso que não me revejo nem nos fundamentos nem na forma daquele manifesto. Mas, independetemente de concordar ou não com as razões do descontentamento, a verdade é que o direito à opinião é uma pedra basilar do sistema democrático. Aliás, tem sido ao abrigo desse direito que a Igreja Católica e os seus agentes têm repetido barbaridades científicas.

Se em Espanha a Igreja Católica se arroga no direito (legítimo!) de convocar uma manifestação política para condicionar o resultado das eleições legislativas, não se percebe o tamanho da surpresa quando, uns quilómetros a leste, alguns professores manifestam a sua incomodidade com a presença do líder de uma religião repetidamente avessa ao avanço do conhecimento científico. Parece óbvio que a anulação da visita, da exclusiva responsabilidade do Vaticano, não foi inocente.

O Que é Ser Blogger?

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Na próxima Sexta-Feira, 25 de Janeiro, a Associação de Socorros Mútuos Artística Vimaranense (ASMAV) promove uma tertúlia sobre "O que é ser Blogger?", onde poderei falar sobre a minha experiência no Avenida Central.

Mais informações: Blogue da ASMAV :: Reflexo Digital

Braga de Contrastes: A Propósito de Bicicletas

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«O Presidente da Câmara Municipal de Braga deu por si, esta segunda-feira (21 de Janeiro), a pedalar uma das primeiras "BUTE" a circular na cidade.», no blogue Município de Braga.

«A ciclovia de Braga também serve [...] para os autómoveis...!», no blogue Geração Braga 2009.

Figuras de Estado

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Sócrates foi vaiado em Braga. O Vítor não gostou.
Se o aplauso é permitido, porque há-de estar vetada a vaia não insultuosa?

[imagem roubada ao Irmão Lúcia]

As Quotas Femininas no PSD

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Muito sensatamente, o PSD sempre se opôs à existência de quotas para mulheres nas listas eleitorais. Não admira, portanto, que no dia em que Luís Filipe Menezes reuniu com as mulheres do PSD, José Pacheco Pereira seja peremptório ao afirmar que «vamos ter mais um sindicato de voto num partido que os sindicatos de voto já instalados estão a estragar alegremente

Conversas Improváveis: Urbanismo e Saúde Mental

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A primeira Conversa Improvável terá lugar no próximo dia 28 de Janeiro, pelas 21.30, no Estaleiro Cultural Velha-a-Branca, com um diálogo entre o Urbanismo e a Saúde Mental. Os convidados são Miguel Bandeira, Professor de Geografia do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Minho, e João Bessa, Médico Interno de Psiquiatria e docente da Escola de Ciências da Saúde da mesma universidade.

Para receber todas as informações sobre o Café Blogue no seu e-mail, envie uma mensagem com o assunto "subscrever" para cafeblogue@gmail.com. Poderá consultar todas as informações adicionais em http://cafeblogue.blogspot.com.

Conversas Improváveis no Diário do Minho

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Ano Novo, Avenida Nova

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Gerir esta Avenida não tem sido tarefa fácil. A partir de hoje (já ontem!), mais difícil será. O início da formação médica pós-graduada implica novas responsabilidades e novos desafios, a que responderei com a mesma entrega e motivação.

Apesar dos novos compromissos pessoais e profissionais, o blogue Avenida Central continuará a ser um palco de discussão em torno dos grandes temas deste Minho, num Portugal e num mundo em mudança. É, pois, com enorme prazer que vos anuncio duas novidades.

A partir do dia 28 de Janeiro, o blogue Avenida Central terá o segundo cronista residente
. Pedro Romano, estudante de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho, aceitou o desafio de compor a «Avenida Marginal» todas as Segundas-Feiras. O autor do blogue O Número Primo junta-se a Vitor Pimenta, estudante de Medicina, e colaborador do Avenida Central desde Setembro de 2007.

Também a 28 de Janeiro, iniciam-se as Conversas Improváveis no Café Blogue, uma iniciativa promovida pelos blogues Avenida Central, Colina Sagrada, Disputa, Fontes do Ídolo, Mal Maior e Mesa da Ciência. Porque a discussão virtual não tem a alma da conversa viva em que o pulsar das ideias se sente no vigor das palavras entoadas e dos argumentos cruzados, os blogues minhotos descem à cidade para Conversas Improváveis em que se propõem conjugar temas tantas vezes desencontrados. Ao longo de seis meses, sempre na última Segunda-Feira de cada mês, pelas 21.30, três bloggers conversam com duas personalidades de áreas (mais ou) menos interligadas no quotidiano dos dias. As Conversas Improváveis do Café Blogue alternarão entre a Velha a Branca e o Espaço Pedro Remy.

Espero que continuem a apreciar esta Avenida.

Autarquia Nova

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A ideia de criar maiorias artificiais nos executivos autárquicos faz lembrar os velhos tempos da ditadura. Os fascistas tomaram o poder para garantir a governabilidade do país. Lembram-se?

Metro de Lisboa: O Mais Ineficiente do Mundo

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«O Metro de Lisboa é dos metropolitanos mais caros em todo o Mundo. Segundo um estudo recente de uma consultora internacional especializada em transportes, a que o Diário Económico teve acesso, o Metro de Lisboa é mesmo o mais caro em termos de custos operacionais de exploração em 2005, entre um conjunto de mais treze sistemas de metropolitano analisados em todo o Mundo.» [Diário Económico, via Norteamos]

Relembramos que os habitantes de todo o país continuam a financiar o Metro de Lisboa, enquanto que os transportes de urbanos de Braga, Coimbra e muitas outras cidades são pagos pelos seus utilizadores e pelos respectivos municípios.

Festejar 87 Anos em Crise

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A crise desportiva do Sporting de Braga é indisfarçável. Depois das saídas de Jesualdo Ferreira e Artur Monteiro, a SAD do Sporting de Braga não conseguiu acertar num único treinador. Carvalhal era uma aposta arriscada, Rogério Gonçalves foi um tiro no escuro, Jorge Costa um brutal erro de análise e Manuel Machado um assumir que a fasquia não estava tão alta como se julgava. Nenhum deles está à altura das ambições do clube. E agora?

Segundo a rádio, a arbitragem de João Ferreira foi um escândalo em prejuízo do Sporting de Braga. Como é possível continuarem a nomear este senhor para arbitrar o Sporting de Braga, sabendo-se que já marcou 2 penáltis inexistentes em período de descontos contra a nossa equipa?

Sporting Clube de Braga

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Avenida dos Leitores: CAUM na FNAC Braga

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O Coro Académico da Universidade do Minho tem à venda o seu último trabalho “Dormindo está um menino” na nova FNAC Braga desde a passada quinta feira. O CAUM, pessoa colectiva de utilidade pública e um dos grupos culturais da Academia Minhota, apresentou o seu último trabalho à população bracarense e aos clientes da FNAC – Braga. O trabalho está disponível na nova loja e conta com uma dezena de músicas do seu vasto reportório.

Para Abril está previsto o lançamento de um novo disco para homenagear o seu antigo maestro de 15 anos, o maestro Fernando C. Lapa. Até lá, nada como passar pela nova loja no Bragaparque e adquirir o último trabalho desta associação bracarense.

Mais info:
http://www.caum.pt/

Enviado por Rui Faria.

[Avenida do Mal] O País Alagado

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De Espanha não virão ventos maus como dantes. E de casamentos, estarão eles melhor servidos - ou mais modernos. Mas vem também lojas de roupa descartável, armazéns do corte-e-costura, empresas do pescado, Institutos de Nanotecnologia e corporações do corpo. Vem bom cinema, tapas, bolachas, torrões, tudo que pese na balança comercial, mais gravosa para nós que para eles . Mas vem também água, às carradas ou às pinguinhas, conforme a dita metereológica, que estão do lado de lá as torneiras e do lado de cá os açudes.

E por falar em açude, neste país da península encostado pela raia ao mar, a EDP esgravata o vale do Tua como se fosse seu. Triste como as mil e uma barragens projectadas para apagar paisagens e terra arável, nichos ecológicos e história, sem ganhos de eficiência no consumo de energia. Alagado o Portugal em mil represas, ganham-se 3% de plafond na electricidade metida na rede, dizem os estudos. Fora os milhões que se perdem, em dinheiro e riqueza cultural. E diz-se também, que o mesmo dinheiro metido numa política séria de eficiência energética reduziria em quase 40% o consumo e o flato do país em CO2.

Mas não. Por cá, em advento de anos de seca, aumentam-se os recursos hídricos em lagoas de água choca. E saturado que está o Algarve a esbordar por fora, fazem-se algarves por dentro, em albufeiras artificiais do tamanho da Europa. E é lamentável, como igualmente irónico, o abandalho de tudo em alagamento num país já parco em terra e rodeado de mar por mais de quantos lados. Mas tem políticos e centrais propósitos: enquanto se alimentam as fornalhas das cimenteiras aproveita-se e afoga-se a Linha do Tua com o mesmo sentido de Estado com que Salazar afogou Vilarinho da Furna.

[E não se afoga a do Tâmega, porque está muitos metros acima do rio, e com ela afogar-se-ia, se não já está afogada, toda uma região por desafogar.]

Mas não admira que são outras as prioridades do país, na sua megalómana pequenez, de aeroportos e TGV's. Ficam-se as exigências europeias em medidas tímidas e exibicionistas. Cobrem-se antes os montes de moinhos brancos, que além de caros, me fazem duvidar da viabilidade ou impacto num mercado electrocutado. Vale mais continuar este peeling de leviandade modernóide, porque salvo raras excepções - e estas à esquerda - nunca houve de realidade uma tradição ambientalista nas políticas dos partidos portugueses. Não vende e tão pouco compra votos. Pelo menos, enquanto o céu não nos cair por cima, ou o chão não se nos alagar por baixo.

Cimeira Ibérica em Notícias

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Instituto Ibérico de Nanotecnologia
Mega-laboratório de investigação em Braga :: Portugal Diário
Laboratório de Nanotecnologia é «marco histórico» :: Portugal Diário
Portugal e Espanha apostam em inovação e ciência :: TSF
Laboratório Ibérico é um «marco histórico» :. Diário do Minho
Trabalho microscópico para resultados macroscópicos :: Ciência Hoje
Laboratório Ibérico de Braga inclui Centro Ciência Viva para juventude :: Ciência Hoje
Laboratório terá que atrair os melhores recursos humanos e materiais do mundo :: RTP
Fundação do INL é ‘marco histórico’ para países ibéricos :: Correio do Minho

TGV Ibérico
AIMinho quer alta velocidade em novo canal ferroviário :: Diário do Minho
TGV Porto-Vigo «tem de passar» no aeroporto :: Portugal Diário
Industriais do Minho defendem alta velocidade em novo canal ferroviário :: Sol

Sócrates Contestado em Braga
Aplausos para Zapatero, apupos para Sócrates :: Correio do Minho
Sócrates vaiado em Braga :: Portugal Diário

Notícias Gerais sobre a Cimeira
Diário Digital (I) :: Diário Digital (II) :: Público :: SIC (I) :: SIC (II) :: SIC (III) :: Sol :: Jornal de Negócios (I) :: Jornal de Negócios (II) :: Lusa :: RTP (I) :: RTP (II)

Trio de Blogues no Rádio Clube (já completo)

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O debate de hoje foi intenso. Se quanto à localização do novo Aeroporto de Lisboa a conversa foi serena, a discussão aqueceu quando passámos ao referendo ao Tratado de Lisboa. Terminámos com o Instituto Ibérico de Nanotecnologia e a Cimeira Ibérica, numa autêntica corrida contra o tempo. Mesmo a fechar, a primeira apresentação das Conversas Improváveis.

Visões sobre o Instituto Ibérico de Nanotecnologias

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Diário do Minho: Investigação da UM determinou instalação do Instituto Ibérico
«A actividade do futuro Instituto Ibérico de Nanotecnologias "cuja primeira pedra será lançada na Cimeira Ibérica, que arranca amanhã em Braga" vai estar ancorada na Universidade do Minho e num "cluster" formado por dois centros de investigação e uma empresa do sector, afirmou ontem o vice-reitor Manuel Mota, que considerou que a construção deste instituto em Braga se deve à «forte actividade de investigação» neste domínio realizada pela academia minhota à escala nacional e internacional.»

Câmara Municipal de Braga: Mesquita Patrocina Foto de Família
«Contra a manifesta vontade de algumas entidades locais, que agora reivindicam alegados “louros” pela sua localização na cidade de Braga, esta unidade de investigação – sublinha-se – vai marcar profundamente a região, servindo de pólo catalizador a múltiplos investimentos mais ou menos conexos e de indutor a muito do trabalho de investigação que já hoje se faz em Braga, como no país ou nas fronteiras próximas.»

Segurança e luta antiterrorista vão estar em destaque em Braga :: Jornal de Notícias
Nanotecnologias unem Portugal e Espanha :: Jornal de Notícias
Tibães, estrela da cimeira :: Jornal de Notícias
Nanotecnologias com laboratório em Braga :: Diário de Notícias
500 seguram Cimeira Ibérica :: Correio da Manhã
Mosteiro garante segurança total :: Correio do Minho
Nanotecnologia: Instituto Ibérico de Braga exige 30 M€/ano :: Diário Digital
Mercado do gás será o tema central da cimeira ibérica :: Diário Económico

Conversas Improváveis

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Como conjugar Urbanismo e Saúde Mental? O é que a História e a Economia têm em comum? Quais as relações entre Jornalismo e Poder? Porque é que Comércio e Cultura devem andar de mãos dadas?

Em breve.

Linha do Tua: À Espera do Fim

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«Eu tenho pena e não compreendo, porque a Linha do Tua, do Corgo ou do Sabor percorrem paisagens tão admiravelmente belas e as carruagens são tão apaixonadamente anacrónicas, naqueles carris mais estreitos do que todos os outros, que a sua continuidade era obrigatória em qualquer país com um mínimo de estratégia de desenvolvimento turístico para o interior.»

O texto que João Villalobos escreve no Corta-fitas é a síntese de um país em que «o comboio só existe para andar muito, muito depressa.» A linha do Tua vai mesmo perecer e, a breve trecho, não será mais do que os retratos que ficam...

Parece que o Portugal abandonado não aprende.

Mais Sobre a Linha do Tua:
Movimento Cívico pela Linha do Tua
O Comboio em Portugal
CP debate futuro da Linha do Tua :: Jornal de Notícias
Futuro da Linha do Tua decidido na próxima terça-feira :: Diário Digital
Governo admite que barragem no Tua pode levar ao encerramento da linha ferroviária :: Público
Governo deita fora um milhão de euros :: Correio da Manhã

Um Justo Reconhecimento

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Apaixonado que sou pelo Mosteiro de Tibães, confesso que fiquei surpreendido quando li este post. Na verdade, a ignorância era minha e a injustiça era histórica: Ademar Ferreira dos Santos devia constar das resenhas históricas da vida do Mosteiro. Num momento em que o Mosteiro é o centro da Península Ibérica, é justo reconhecer que a exposição da degradação em que se encontrava o monumento, iniciativa sua, se tornou na pedra basilar que permitiu recuperá-lo e devolvê-lo à fruição pública.

Mais um exemplo de que a cidadania activa vale a pena.
.
[imagem roubada do abnoxio]

Fafe Quer Metro de Superfície

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«A Junta de Freguesia de Fafe reclama da Câmara Municipal uma acção reivindicativa, junto do quadrilátero urbano composto pelas cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães, tendo em vista integrar o concelho na rota do metro de superfície. A Junta de Freguesia de Fafe deliberou, na última sessão, solicitar à Câmara Municipal que adira ao projecto do metro de superfície apresentado ao Governo pelo quadrilátero urbano composto pelas cidades de Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães, já seleccionado no âmbito do programa “política de cidades POLIS XXI”. Pelo menos, que a Edilidade manifeste, junto do quadrilátero, o interesse e a vontade de participar no projecto, "a fim de beneficiar a cidade de Fafe com o metro de superfície, tornando-a turisticamente mais atraente e competitiva".» [Diário do Minho, 16.01.2008]

A vontade manifestada por alguns fafenses de se juntar ao anunciado quadrilátero urbano, sobretudo em termos de transportes ferroviários é uma notícia excelente. O que se lamenta é que a linha que ligava Fafe a Guimarães tenha sido ocupada por um bairro residencial às portas da cidade berço. Nada que a vontade e o engenho não resolvam.

Campanha do Dia

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«com a iliteracia em que se tropeça à fartazana precisávamos era de uma campanha de prevenção dos ABC's»

[Pedro Vieira, no Irmão Lúcia]

Lisboa: Mais Província do que a Província

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Não são raras as vezes em que o futebol é o espelho do país. Há pouco mais de um ano, a ordem estabelecida no futebol nacional foi fortemente agitada pelo Caso Mateus. Num confronto entre Lisboa e «a província», depressa se percebeu quem sairia a perder - o Gil Vicente foi despromovido de forma juridicamente muito duvidosa. Como bónus, ainda granjeou o estatuto de «clube de província» governado por gente «parola.»

Nada que surpreenda. Para os lisboetas, esses espécimes que imaginam que as mulheres de Viana vão trabalhar envergando os famosos trajes festivos, «a província» é um mundo distante onde radicam todos os males do país.

Porque se trata de uma visão hiperbolizada e distorcida, o que se espera é que o Caso Meyong venha arrefecer o ego lisboeta. A notícia de que «Carlos Janela foi demitido e agredido» pelos adeptos belenenses deixa claro que Lisboa é, no mínimo, tão provinciana quanto a província. Por muito que nos tentem impingir o contrário.

Salada Blogosférica

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1. Através do Bibliotecário de Babel, ficámos a saber que a Livraria Lello, no Porto, foi considerada a terceira mais bela do mundo pelo jornal britânico The Guardian.

2. Pedro Menezes Simões, no Norteamos, demonstra que a ética também se mede ao Metro.

3. CAA, no Blasfémias, expõe os factos e conclusões de uma Assembleia de resultados anunciados.

4. Cláudio Rodrigues, no Disputa, mostra-nos a toponinímia da Televisão de Guimarães.

Leitura Obrigatória

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João Carlos Tavares assina, no Diário de Notícias, um editorial sobre «Capitalistas Medrosos e Fumadores Ressacados». De leitura absolutamente indispensável.

«É certo que Armando Vara se transformou no homem que o País adora odiar. É amiguinho de Sócrates, fez carreira a partir do aparelho do PS, chegou longe com poucos estudos, esteve acusado de trafulhices várias, recebeu um megatacho na administração da Caixa. Mas ele também não faz muito por melhorar a sua popularidade. Vara é a prova de que mesmo dentro de um administrador milionário bate um coração de sindicalista, desejoso acima de tudo de manter um emprego para a vida

«Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina.»

O que nasce torto...

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As coisas são como são. Vamos aos factos:

1) Em 5 de Junho, a Câmara anunciou que «a intervenção, a iniciar em Julho, visa a remodelação e reforço do pavimento. [...] A Direcção Municipal de Obras e Serviços Urbanos prevê o início da obra para Julho, época recomendável face à especificidade técnica de fabrico e aplicação dos materiais a utilizar, que exige boas condições climatéricas.»

2) Em 12 de Novembro, «o autarca [vereador Carlos Malaínho] garantiu que os trabalhos estão a ser executados dentro dos prazos previamente definidos, embora a conclusão das mesmas esteja somente prevista para o início de Dezembro

3) Na mesma altura, o Director do Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Braga, João Paulo Mesquita, escreve num comentário que «a intervenção que está a ser feita -- que vai além da mera aplicação de uma nova camada de desgaste -- traz melhorias substanciais a quem usufrui daquela via e a quem reside próximo dela: menos ruído, mais segurança. [...] A drenagem de águas pluviais torna-se mais fácil, o ruído do tráfego é substancialmente diminuído...»

4) O cenário actual é o que a imagem documenta. Aguardam-se mais esclarecimentos.

TSF acompanha Laboratório de Aptidões da Universidade do Minho

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Dalila Monteiro assina o excelente trabalho jornalístico que hoje passou na TSF sobre o recém inaugurado Laboratório de Aptidões Clínicas da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho.

Laboratório de Aptidões na MinhoActual.Tv

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Depois de Mateus, Meyong

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António Fiuza, Presidente do Gil Vicente, pode finalmente sorrir. Depois do Gil Vicente ter sido administrativamente despromovido na sequência de uma queixa do Belenenses, o feitiço virou-se contra o feiticeiro e o clube lisboeta poderá vir a perder 6 pontos que conquistou de forma desportivamente justa. Esta notícia surge após se ter verificado que Meyong alinhou por 3 clubes na mesma época, à revelia dos regulamentos da FIFA.

E agora... o caso Meyong :: Blog do Belenenses
Meyong pode penalizar Belenenses :: RTP

Hoje há Ciência no Café

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Pedro Arezes, Professor da Universidade do Minho, vai ao Café Scientifique conversar sobre Ergonomia. Desde «do chuveiro que utilizamos quando acordamos, às almofadas que nos ajudam a adormecer no final do dia, passando pelos nossos locais de trabalho

É às 21.30, na Velha.

Justiça?

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O Direito anda a substituir-se à Justiça com uma frequência assustadora. Desta vez, uma senhora foi condenada por fazer valer o direito de reclamar um serviço que considerou mal prestado. Mais um péssimo exemplo de um sistema judicial à beira do descrédito total.

Projectos 10 | Hotel Sol Melia Braga

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Hotel Sol Melia Braga

Os próximos tempos poderão ser pródigos em novidades sobre o futuro da Quinta dos Peões e de outros terrenos envolventes da Universidade do Minho. Em Novembro, longe das polémicas que levaram Mesquita Machado a garantir que o terreno iria receber o novo hospital, a proprietária da Quinta dos Peões anunciou o lançamento de um concurso de ideias sobre o destino a dar aqueles terrenos.

Na mesma altura, soube-se que iria nascer um hotel de 5 estrelas, cuja localização exacta é aqui desvendada pelo César Gomes. Daniel Vieira da Silva, estudante de Ciências da Comunicação na Universidade do Minho, diz possuir as informações que permitem integrar todos estes dados. Indicadores de que o fumo branco estará próximo.

Lembra-se Disto? (I)

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Mesquita Machado quer alterar a localização do novo hospital

«O presidente da Câmara de Braga pretende transferir para a Quinta dos Peões a localização do futuro hospital que estava previsto construir em terrenos situados a norte do Complexo Universitário de Gualtar. [...]

O autarca diz que o terreno da Quinta dos Peões está classificado no Plano Director Municipal como zona de equipamentos e que não lhe interessa quem é o proprietário, avisando que «o terreno tem todas as condiçõespara receber o hospital.»

[Diário do Minho, 13.08.1996]

Ficção Moralizadora e Conservadora

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«Apesar do enfraquecimento dos padrões rígidos tradicionais em Portugal, as investigadoras consideram que se mantém a tendência de impor nas novelas uma moral normativa, comum neste tipo de narrativa. De destacar ainda que, dada a complexidade com que essas produções abordam determinados temas, essa moralidade acaba por se traduzir numa ambiguidade entre a eterna dicotomia bem/mal e o que se passa na realidade.» [JN]

Os Cidadãos e os Súbditos

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Enquanto os súbditos estão de luto pelo fim da monarquia, os cidadãos continuam a celebrar a República.

Avenida dos Leitores: Braga em Tempo Real

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Uma nuvem de Inverno que o vento frio arrasta sobre Fraião, Santa Marta das Cortiças e Falperra. Tirada há instantes por Francisco Rodrigues.

«Estudos Técnicos» e Cidadania

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O progressivo afastamento dos cidadãos relativamente aos políticos e à política e o evidente esmorecimento da cidadania activa têm vindo a adquirir proporções preocupantes que poderão fazer perigar as bases do sistema político português. Nos últimos tempos, a expressão «estudo técnico» passou a integrar o léxico político com particular regularidade, invariavelmente para justificar decisões cujos impactos são difíceis de assimilar pela generalidade das pessoas.

As maternidades fecham porque os «estudos técnicos» assim ditaram, as urgências são reorganizadas de acordo com «estudos técnicos», a melhor localização para o aeroporto foi decidida por «estudos técnicos» e por aí em diante... O chorrilho de «estudos técnicos» é indizível e interminável, mas a estratégia está a funcionar com relativo sucesso. Um «estudo técnico» é sempre um poderoso amortecedor dos sentimentos negativos relacionados com as medidas altamente impopulares que vão sendo propostas.

Além do mais, o processo é facilmente controlável pelo poder político, encontrando-se à margem do jugo crítico da auto-regulação que salutarmente medeia a maioria das discussões científicas e técnicas. Não é por acaso que a escolha das entidades e peritos para a realização dos diferentes estudos é efectuada com todo o cuidado, passando a imagem de que se tratam de «comissões científicas/técnicas independentes.» Outro aspecto essencial, meticulosamente preparado, diz respeito à tutela da divulgação dos resultados para a comunicação social, normalmente a cargo das entidades que encomendam os estudos (1).

Este processo enferma de outros males. Desde logo, a ausência de sentido crítico por parte da maioria dos jornalistas, entregues à ingrata tarefa de meros transcritores de notas oficiais. Depois, o secretismo metodológico que envolve a maioria destes estudos - a opinião pública e as elites científicas raramente têm acesso a todos os dados em análise, limitando-se a conhecer os relatórios oficiais que, por vezes, mais não são que uma selecção da informação que interessa. Por fim, o défice de coragem por parte da esmagadora maioria dos especialistas independentes para, de uma forma sistemática, criticarem positiva ou negativamente os «estudos técnicos» que vão sendo publicitados.

Esta panóplia de perversões e contigências está a esvaziar o debate político e, pior que tudo, a enviezar o desejável confronto entre diferentes opiniões técnicas e científicas. Eleitos para decidir, os governos aceitam com cada vez maior naturalidade que o rumo seja traçado pelos tais «estudos técnicos», que, por sua vez, vêem a sua credibilidade ameaçada junto da opinião pública.

O «caso Ota» é paradigmático. Durante anos, sucessivos governos, sustentados por inúmeros «estudos técnicos», foram convencendo o país de que a construção de um novo aeroporto na Ota era a decisão política e técnica mais condicente com as necessidades do país. E nós acreditámos. Não fora a irreverência, a persistência e a coragem de alguns cidadãos, com o patrocínio do Presidente da República, e ainda hoje continuaríamos a acreditar que os políticos e os técnicos nos haviam oferecido a melhor solução. Agitando as mesmas armas com que os governos sustentaram a hipótese Ota, acabou por se demonstrar que Alcochete seria uma localização mais vantajosa. O governo aceitou os resultados de um novo «estudo técnico» sem reservas, assumindo aquela proposta como sua.

Se este desfile de avanços e recuos, de estudos e contra-estudos e de certezas enunciadas para depois desdizer não servir para mais nada, que o «caso Ota» nos proporcione duas importantes lições: a primeira é a de que a sobrevivência da ordem política vigente depende da coragem para que as decisões, mesmo não dispensando pareceres técnicos e científicos, voltem a ser politicamente assumidas (2); a segunda é a de que a intervenção cívica e cidadã vale mesmo a pena. Felizmente!

(1) Quanto ao estudo do LNEC, Vital Moreira estranha que «contra todas as indicações (incluindo as que foram filtradas para a opinião pública), o LNEC não se limitou a avaliar separadamente cada um dos sete factores analisados, tendo-se permitido declarar um vencedor aos pontos (4 contra 3).»
(2) O mesmo Vital Moreira, afirma que a escolha da localização do aeroporto «deveria ser uma decisão governamental, politicamente fundamentada, e não um simples expedito carimbo numa opinião pretensamente "técnica", que convenientemente já trazia uma conclusão (política).» Já em Novembro, Tiago Mendes havia referido que a decisão «é eminentemente estratégica e política».
A ler: O mito dos estudos definitivos, por Ricardo Garcia

Regionalização e Desenvolvimento Regional

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Confrontando a realidade portuguesa com as tendências europeias «de fortalecimento das cidades médias como pólos aglutinadores de população», Tiago Barbosa Ribeiro demonstra a inevitabilidade da regionalização para o desenvolvimento integrado do território nacional. Por toda a Europa, a existência de sistemas políticos regionalizados permitiu a especialização das cidades médias «em alguns domínios produtivos e tecnológicos» que as tornaram mais atractivas e competitivas.

No entanto, «o contexto português foi precisamente inverso e após o 25 de Abril continuou a assumir-se uma tendência de progressiva fragilização e de desinvestimento nas cidades médias, situação só contrariada muito pontualmente por autarquias como Vila Real, o que impediu um modelo de sustentabilidade e desenvolvimento endógeno.»

A moratória de nojo pelo resultado do último referendo ultrapassou os limites do razoável. É tempo de se avançar sem delongas para uma Regionalização a sério. Só assim se poderão encarregar as comunidades regionais das principais decisões sobre o seu desenvolvimento estratégico.

[Avenida do Mal] Os Caucuses e o Fundamentalismo da Urna

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As eleições primárias nos Estados Unidos, devido às suas excêntricas particularidades, causam sempre confusão na graciosa superioridade democrática dos europeus. E nos caucases do Estado do Iowa atinge-se rapidamente o limiar da blasfémia pelo facto do voto não ser secreto, isto para lá da complexidade do processo. Genericamente terra a terra, os inscritos locais do Partido Democrata juntam-se, ou nas igrejas, centros comunitários, bibliotecas públicas e pavilhões gimnodespotivos em vários precints (espaços limitados) com direito a um número variável de delegados e que dentro deles subdividem-se me grupos de inscritos (correspondentes às plataformas nos partidos europeus) e que vão angariando apoiantes para a sua causa e em redor do candidato mais permeável a ela, e a várias rondas, dependendo sua viabilidade do um número de apoiantes mínimo (15%dos presentes no precint se houverem 4 ou mais delegados disponíveis) que deve ter determinado caucus. Os grupos que não conseguem seduzir apoiantes suficientes: ou se mantém na sua intransigente posição não contando ou espalham-se para uma segunda escolha (um mal menor ou não...) viável. Assim terminado o processo , e contados os delegados, infere-se nas percentagens totais dos candidatos do Partido Democrata e na nomeação do de maior consenso. [Provavelmente não perceberam muito bem os leitores, mas a América consegue ser pragmática à sua maneira, e mesmo que tentado a explicar o imbróglio não é que me ache completamente esclarecido com o processo.]

Mas daqui vem o abalo ao dogma do voto secreto como o mais democrático, no nosso fundamentalismo da urna. Nestas questões de escolha com grande impacto de futuro e em processos primários, limitados a esfera partidária ou a lugares comuns mais restritos e particulares, não vejo grandes desvantagens no voto assumido e discutido. É na minha opinião, bem mais fiável e democrático que o da urna, porque obriga a uma partilha de opiniões, muito maior empenho e dedicação das pessoas envolvidas e a uma maior exigência perante o candidato que apoiam, porque elas também fazem parte da sua cara e por isso, também do directo e contínuo escrutínio da acção governativa e do cumprimento das propostas. E aqui, como visto na nomeação de Obama em Iowa, com grande peso do voto jovem, muito mais atraente para a cidadania desde cedo.

É que vejamos o que acontece em Portugal. Os Partidos, na sua generalidade, raramente se sub-dividem em plataformas de interesses de sociedade claramente assumidas. Estas são expulsas para a esfera dos movimentos e pequenos partidos políticos, com objectivos limitados e por isso sem grande expressão e influência na vida do País. Em compensação há os guterristas, socratistas, alegristas, soaristas, mendezistas, menezistas, portistas (de Portas), nogueira-pintistas, cavaquistas, santanistas. Todos em redor da sua Nossa Senhora com interesses muito menos da generalidade que pessoais, com vínculos de irmandade e sem grandes perspectivas de mudar o país, que não na sua única e interesseira perspectiva do mundo, com o que lhes convém, em licenças de canteiro e cargos em empresas mais ou menos públicas.

E será aqui que residem parte dos males do aparelhismo partidário porque, apesar de cartão, é anónimo e muitas vezes escondido, hipócrita, parolo, clubista e sobretudo egocêntrico. Sustentado no silêncio pelos mecanismos do vício do sistema. O voto fechado é também frágil e traidor, porque quem elege, pode convencer(-se) que não elegeu e não se obriga ao acto de contrição pela mediocridade da escolha que fez, naquele êxtase de laissez-faire ou só para meter nojo. E por aí inconsequente e armadilhado como a cosa nostra, nas fidelidades.

Daí que me surpreenda a posição de Daniel Oliveira, dirigente bloquista e blogger, torcendo o nariz ao modelo na escolha do (seu) candidato democrata no Iowa. Pois o que me parece é que o Bloco de Esquerda, de longe o partido mais bem preparado e americanizado (que não se leve o termo à letra) do sistema, surgiu da união de várias plataformas com interesses diversificados, nas liberdades e nas visões do socialismo, mas com pontos em comum, e que lhe dão a solidez de um partido crescente que vai comendo parte do partido socialista e chupando o tutano da catatonia do PCP. E num partido sem um líder eleito, tal como nos Democratas em tempo de deserto, há sempre um consenso informal em torno de uma ou duas caras mais representativas, sendo neste caso o Senator Louçã o mais caucusiado de todos. Coisa que vai faltando aos restantes, nos outros eixos do espectro político, e que tanto tem enferrujado a Democracia e questionado a sua viabilidade nos últimos anos.

Foto retirada da BBC News

Escolas Médicas Portuguesas colaboram com Harvard

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O processo de colaboração entre as escolas médicas portuguesas e a Harvard Medical School conhece mais um passo decisivo ao longo da próxima semana.

A par da «produção e distribuição de conteúdos médicos para o público em geral», está prevista a «criação de programa de formação avançada e investigação biomédica, incluindo investigação básica, translacional e clínica.» De acordo com o documento divulgado pelo Ministério da Ciência e da Tecnologia, o Professor Nuno Sousa, da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, integra a equipa encarregada de elaborar o programa de formação avançada e investigação biomédica, estando responsável pelo domínio da investigação clínica.

Esta colaboração com a Harvard Medical School contribuirá para a excelência do ensino e investigação médicos em Portugal. Deve salientar-se que, no âmbito de uma parceria com as universidades norte-americanas de Columbia e Thomas Jefferson, dois estudantes de Medicina da Universidade do Minho encontram-se já a desenvolver os trabalhos de Doutoramento no âmbito do Curso Integrado de MD/PhD em Medicina. Este programa, pioneiro em Portugal, foi lançado pela Universidade do Minho, onde é coordenado pela Professora Joana Palha.

São Trocos

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Afinal, a PT (que todos os meses me cobra o ADSL mais caro da Europa) paga 86.561€ a cada um dos seus administradores. Estamos todos mais denscansados.

Não acreditem em nada do que eles dizem...

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Que país triste.

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Tradições,
por Tiago Barbosa Ribeiro.

Participação Cívica Independente

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O grupo missão da Guimarães Capital Europeia da Cultura continua o seu precioso trabalho rumo a 2012. O dossier final da candidatura já foi remetido à Comissão Europeia. O jornal online Guimarães Digital destaca que foram realizadas «33 reuniões, envolvendo 162 instituições e 288 pessoas» e que «foram recebidos 30 contributos individuais em papel ou pela Internet

Quando nos confrontamos com estes dados, temos noção do embuste montado pela Câmara Municipal de Braga a propósito do orçamento participativo. Relembro que a autarquia anunciou ter recebido mais de 5.000 participações, um número que só os mais incautos podem aceitar sem reservas.

Parece que a Câmara de Braga está a especializar-se no fabrico de participações cívicas independentes. Ricardo Rio denuncia o envolvimento do Gabinete de Apoio às Freguesias na recolha de assinaturas para abaixo-assinados contra as propostas da Coligação. A explicação do Presidente (disponível em audio) também só convence os mais anjinhos...

De Quem é a Mão que Embala a Ota?

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«No estudo existem mais factores críticos a favor de Alcochete do que da Ota, sem contudo haver uma clara preponderância de uma localização sobre a outra, disse ao Expresso um responsável técnico [do LNEC].» [Expresso]

Parece não haver grandes motivos para continuar a apostar na Ota. A não ser que haja uma mão invisível a teimar naquela localização...

República das Bananas (III)

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O exemplo do patrão da ASAE, caucionado pelo Governo, foi o pior que se podia ter dado ao país no lançamento de uma Lei que vem repor o direito à saúde de milhões de portugueses indevidamente obrigados a fumar ao longo de décadas.

Ainda que haja deputados interessados em continuar a multiplicar as probabilidades de milhões de fumadores passivos contraírem cancro, a Direcção Geral de Saúde emitiu um comunicado onde anuncia que irá pedir à ASAE para «que desencadeie, prioritariamente, inspecções nos estabelecimentos de restauração e bebidas que tenham afixado o dístico azul.» Será que a ASAE cumpre?

Na SIC!

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SIC conquista os Gato Fedorento, Público.

Projectos 9 | Instituto de Nanotecnologias

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Laboratório Internacional de Nanotecnologia - Braga

Laboratório Ibérico de Nanotecnologia - Braga

Agradecendo ao Mr Strangelet do Fórum SkyscraperCity por me ter avisado da existência deste documento, disponibilizo algumas das primeiras imagens do projecto do Laboratório Ibérico de Nanotecnologia. Também em Bracarae Avgvste.

Médicos, como Nunca os Viu!

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Vários médicos do Instituto Pascale, de Nápoles, aceitaram posar em roupa interior para um calendário cujas receitas revertem para a investigação científica em cancro. Despidos de preconceitos, e não só, aqueles médicos dão um exemplo de grande irreverência na angarianção de fundos que ajudam a salvar vidas. Exemplar. [via Corriere del Mezzogiorno]

Blogues & Media: Do Plágio [2]

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O que se escreve sobre o caso Avenida Central - Diário do Minho?

O Plágio, por Pedro Antunes
Comprei uma notícia roubada num blogue, por Cláudio Rodrigues
Jornaleiros, por Samuel Silva
Os plagiadores, por José Luís Araújo

Como foi quando o Público plagiou?

Nota da Direcção do Público
A posição do Público sobre ‘Um caso de plágio’, por Manuel Pinto
Ainda o ‘Público’ e o plágio, por Joaquim Fidalgo

É hoje!

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Bliblioteca Médica do Minho: Um Desafio à Sociedade Civil

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O Correio do Minho poupa-me as palavras. Fica o desafio.

«O presidente da Direcção da Alumni Medicina, Pedro Morgado, desafiou ontem toda a sociedade civil para que, ao abrigo da Lei do Mecenato, contribua para a aquisição de livros que permitam aumentar o espólio da Biblioteca de Medicina que ontem abriu ao público. “A Alumni Medicina procurará parcerias com todas as empresas e instituições que se identifiquem com o projecto que lhes apresentamos”, frisou Pedro Morgado.

Na apresentação pública da associação, Pedro Morgado prometeu que a Alumni Medicina vai revolucionar o panorama nacional das associações de antigos alunos, assumindo a intenção de se constituir como um verdadeiro parceiro da Escola de Ciências da Saúde no que diz respeito à promoção e financiamento da formação médica de excelência. A associação será parceira da Escola no que respeita à formação médica pós-graduada e tem em carteira um programa de incentivo à investigação científica, através da promoção de bolsas e de prémios de investigação.»

Biblioteca e laboratório enriquecem Medicina :: Correio do Minho
Laboratório de Medicina :: Jornal de Notícias
Universidade do Minho cria laboratório pioneiro de Medicina :: Público
Bilbioteca de Ciências da Saúde à espera de receber mais livros :: Diário do Minho

Escola Ciências Saúde UM abriu Laboratório Aptidões Clínicas :: Diário Digital
Laboratório de Aptidões Clínicas na Universidade do Minho :: Saúde na Internet
Alumni Medicina: “Uma associação que se faz da memória de um tempo...” :: UM Dicas

Lembra-se Disto? (Prólogo)

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A linguagem política está a tornar-se demasiado efémera. É duro constatar que as campanhas eleitorais são pouco mais do que um desfile de mentiras embrulhadas em charme. Ainda que mal tratada, a memória é um elemento essencial para o debate público.

No livro De Profundis, José Cardoso Pires faz a apologia da memória, porque «sem memória esvai-se o presente que simultaneamente já é passado morto.» Poucas cidades terão tantos problemas de amnésia como Braga. Em termos urbanísticos, o confronto com o passado é evitado em cada esquina que se destrói para semear betão e asfalto. Na política, o passado, ainda que recente, reescreve-se com uma cadência assustadora e as crises gerem-se com afirmações que, como diria o outro, são pura gelatina política.

Porque o jornalismo regional se tem furtado a fazê-lo, o Avenida Central propõe-se recuperar algumas das nossas memórias mais marcantes. Ao longo dos próximos tempos, vamos desembrulhando alguns dos «tesourinhos deprimentes», das notícias mais surpreendentes e dos momentos mais interessantes do nosso Minho. Lembrem-se Disto, vão ao baú das recordações e enviem os vossos contributos para avcentral@gmail.com.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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