Transportes no Minho - VI

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Pedro Menezes Simoes lança a proposta de construção de um aeroporto na região de Braga. Apesar de não ser uma prioridade a curto prazo, a ideia é preparar o futuro. Um post a ler, no Norteamos.

Espero não ser acusado de centralismos, mas parece-me que idealmente o novo aeroporto, vocacionado para as Low Cost, deveria ficar a cerca de 50kms do Porto (70 no máximo). Sendo assim, 2 localizações parecem especialmente adequadas do ponto de vista economico-turistico, havendo outras possíveis:

Na zona de Braga, na área do quadrilátero urbano (Braga, Barcelos, Famalicão e Guimarães), onde teria a virtude de potenciar Braga e Guimarães como destinos turísticos de City Break, bem como captar voos e passageiros da Galiza. Particularmente oportuna com a AV até Vigo. A minha favorita, de longe.

Na zona de Aveiro. Poderia potenciar o Porto de Aveiro para tráfego de mercadorias, desenvolver algum turismo na cidade, e captar passageiros de Salamanca. Caso o novo aeroporto de Lisboa não fique na OTA, seria particularmente vantajoso para a zona de Coimbra-Aveiro-Viseu, bem como para o Pólo Turístico da Serra da Estrela. Caso fique na OTA, haveria alguma sobreposição de área de abrangência (mas, com o TGV, poderia servir para aliviar 2 aeroportos, ASC e OTA, até porque esta só terá capacidade para 30M pax.) Coimbra é uma solução quase equivalente (caso não haja OTA).

O Lacaio

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Socialista de cartão e socialista na acção, João Proença diverte-se a fazer o jogo do governo e oposição aos trabalhadores. Ainda o veremos como delator dos trabalhadores que façam piadas sobre o senhor primeiro-ministro (que é o senhor primeiro-ministro de Portugal)?

Passivamente...

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Há milhares de portugueses que, mesmo não querendo, estão expostos a mais de 50 agentes cancerígenos enquanto comem no restaurante, quando vão ao café, enquanto circulam pelos corredores da universidade ou quando passeiam pelo shopping.

Há milhares de empregados portugueses expostos a mais de 50 agentes cancerígenos durante o trabalho sem que estejam previstas medidas de salvaguarda da saúde no trabalho ou a utilização de equipamentos de protecção individual, à semelhança do que sucede com outros produtos perigosos para a saúde.

Há milhões de portugueses que não fumam nem querem fumar, mas são sistematicamente obrigados a fazê-lo. Acabe-se com esta tortura. Feliz Dia Mundial sem Tabaco.

A oposição faz falta

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Cândido de Oliveira, no Jornal de Notícias

Em vários locais da cidade de Braga pode ver-se um cartaz da oposição que, a propósito das eleições locais de 2009, diz o seguinte "Faltam só dois anos". Este cartaz serve bem para um comentário sobre a oposição a nível das autarquias locais. A primeira impressão que temos é que a nossa Democracia local é débil e a oposição, em regra, só se mostra a poucos meses das eleições, normalmente exibindo um(a) novo(a) candidato(a) para substituir o presidente em funções que, em regra, costuma também recandidatar-se.

Contratações do Dia

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Nani (Sporting) e Anderson (Porto) no Manchester United.
Andrés Madrid (Braga) no Porto.
Simão (Benfica) no Benfica (contratado quando já estava no avião a caminho de um grande clube europeu).

A Elitização do Theatro Circo

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Em Novembro de 2006, escrevi aqui o seguinte:

O Theatro Circo regressou à cidade de Braga com um enorme sucesso. Um cartaz de qualidade e uma vontade inusitada de todos os bracarenses de revisitar um espaço superiormente restaurado têm sido os condimentos essenciais dos sucessos de bilheteira que se repetem. [...]
O Theatro que não se quer banalizado também não pode fechar-se numa programação excessivamente elitista, porque essa não é a sua missão.

Os últimos seis meses têm confirmado as nossas piores expectativas. O Theatro Circo tem um pendor excessivamente elitista, opção que se vem reflectido na fraca adesão dos públicos aos espectáculos ali promovidos. Fraca adesão que é, por sua vez, justificação evidente da instabilidade na Administração daquele espaço cultural.
A segregação antecipada da participação da sociedade, patenteada na anunciada interdição do espaço aos estudantes universitários, foi um sinal que, à época, encarámos com a apreensão que agora sentimos mais que justificada.

Agora que passou o efeito da novidade, o Theatro tem que se voltar para a cidade, envolvendo-a e motivando-a para este projecto. Não vale a pena dizer que as pessoas não aderem, é urgente cativá-las. Até porque, num deserto (cultural), não será muito difícil gerir um oásis.

Diz-se por aí...

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Mesquitinhez, no Efeito Multiplicador
Já não é de agora que o digníssimo Presidente de Câmara [Municipal de Braga] se coloca à porta da edilidade a ver quem falta ao trabalho em dia de greve. Não é preciso saber os nomes, porque ele vê logo, incitando ao clima de paz e harmonia que é suposto haver…

Camara de Braga - Quem vai ser o novo Pr?, no Farricoco
O Vitor Sousa e o ex-maoista Alpoim, como se sabe são os mais fortes candidatos a suceder a MM, pelo PS. Já deram um passo importante nessa discussão: inscreveram-se como membros da Confraria do Sameiro, com a benção do Monsenhor.

Transportes no Minho - V

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As linhas de Comboios Urbanos do Porto registaram um aumento de 8% do número de passageiros ao longo do último ano. Quando a oferta vai ao encontro das necessidades das populações, o uso dos transportes públicos aumenta. As linhas de Braga e Guimarães receberam 6,6 milhões de passageiros durante o ano de 2006 (5,1 milhões na linha de Braga e 1,5 milhões na linha de Guimarães).
Estes resultados não me admiram dado o que aqui escrevi em 2006:

Nos últimos tempos tenho viajado várias vezes de comboio, sobretudo na Linha Braga-Porto e tenho que fazer um elogio público à qualidade do serviço prestado.
Assim, sabe bem andar de comboio...

Aguardo com curiosidade os números de 2007 para tentar perceber até que ponto as contestadas alterações introduzidas na Rede de Comboios Urbanos do Porto afectarão a preferência dos cidadãos.

O ridículo não tem limites?

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Çerve exte texto apenax para apherir as capassidades de leitura
de João Cândido da Silva

Acha que o Ministério da Educação perdeu, de vez, a cabeça nas provas de aferição de Língua Portuguesa do 4º e 6º anos?

1 - "Sim, o Ministério da Educação perdeu, de vez, a cabeça."

2 - "Não, a cabessa de vez Educassão do Ministériu nunca existiu."

3 - "Não çabe, não rexponde, porque frecuentou o ençino brilhãte proporciunado pelo Estado purtuguês."

Da Arte de Desconversar

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António Costa está indignado porque o candidato do PSD trouxe o tema do Aeroporto de Lisboa para o debate em torno das Autárquicas de... Lisboa! Será que António Costa quer discutir o Aeroporto de Lisboa nas autárquicas de Carrazeda de Ansiães?

Sócrates, o Grande Ditador - III

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Não era preciso a Comissão Nacional de Protecção de Dados pronunciar-se para se perceber que elaborar listas de grevistas era um sério atentado à democracia e à liberdade. Vital Moreira, porém, precisou de ver aquele organismo proibir as listas pidescas para emitir opinião.

Militância partidária, a quanto obrigas...

Braga e o 28 de Maio

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É um dia que Braga não esquece, mas também não recorda com grande emoção. António Lugano relata o sucedido:

Para o dia 28 de Maio de 1926 estava marcado para Braga uma importante reunião católica (Congresso Mariano), que congregaria naquela cidade importantes figuras políticas e militares, desde o republicano Cunha Leal ao "conspirador" general Gomes da Costa.
Eram grandes as expectativas de novo golpe!
Às 6:00 da madrugada desse 28 de Maio, inicia-se a sublevação militar, com grande apoio civil, organizando-se uma coluna, chefiada por Gomes da Costa, que parte sobre Lisboa, similar à "marcha sobre Roma" que Mussolini realizara a 28 de Outubro de 1922.

Com a ascenção devocional e comercial do fenómeno de Fátima, a cidade de Braga perdeu o protagonismo que tinha no panorama religioso nacional. Por aqui, a ortodoxia católica de uns convive com um certo desprezo dos outros por tudo quando diz respeito à religião. A ruralidade (seja no Concelho de Braga, seja nos concelhos limítrofes) vai-se mantendo fiel a Cristo. A cidade vai-se desligando da Igreja e dos seus actores (uma tendência espelhada no
voto pouco católico dos habitantes da cidade de Braga no último referendo). Contudo, a sociedade bracarense mantém uma certa passividade (muito católica) e um claro défice de participação cívica que já a caracterizavam nos tempos da revolução militar. Aceita-se tudo como se tudo fosse uma inevitabilidade.

No fundo, Braga já não é o que era, mas, infelizmente, ainda não é o que desejávamos que fosse.

Apareces na televisão, logo existes

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Cláudia Gonçalves, no Dolo Eventual

Oitocentas crianças desaparecidas desde 3 de Maio na Grã Bretanha, 800 rostos em cartazes e fotos, 800 familias destroçadas, 1600 pais desesperados, 3200 avós angustiados... 0 balões de ar quente, 0 audiências com o Santo Padre.

O mundo já não é o que é. O mundo é o que passa na televisão.

Jamor ou Não? Eis a Questão

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Laurentino Dias, Secretário de Estado do Desporto, diz que "a Taça de Portugal deve continuar a ser no Jamor pela sua traça e envolvência muito próprias", apesar da Federação Portuguesa de Futebol reconhecer que aquele Estádio "começa a não reunir as condições mínimas para um jogo desta natureza".

Este conjugar de declarações só pode indiciar que, em nome da tradição e da envolvência, ou a Final da Taça de Portugal vai continuar a disputar-se num estádio sem condições ou o estádio vai sofrer obras de fundo pagas pelo erário público. O que se lê nas declarações do Secretário de Estado é que um país que gastou milhões nos últimos anos em 10 estádios de qualidade superior também se pode dar ao luxo de fazer as obras que forem necessárias para dar condições ao Jamor.

Sendo assim e por uma questão de coerência, tradição, envolvência e afins não seria de investir também na requalificação do Estádio 1º de Maio e tornar a Final da Taça rotativa entre os dois estádios "Monumento Nacional" do país?

A tradição. Sempre a tradição. Paga-se quanto for preciso, num país que encerra escolas e maternidades, para manter a tradição. E em Lisboa (de preferência!).

Enfim só

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António Barreto escreve no Público (para assinantes) uma das melhores análises que já li sobre o governo e o estilo de José Sócrates:

O estilo de Sócrates consolida-se. Autoritário. Crispado. Despótico. Irritado. Enervado. Detesta ser contrariado. Não admite perguntas que não estavam previstas. Pretende saber, sobre as pessoas, o que há para saber. Deseja ter tudo quanto vive sob controlo. Tem os seus sermões preparados todos os dias. Só ele faz política, ajudado por uma máquina poderosa de recolha de informações, de manipulação da imprensa, de propaganda e de encenação. O verdadeiro Sócrates está presente nos novos bilhetes de identidade, nas tentativas de Augusto Santos Silva de tutelar a imprensa livre, na teimosia descabelada de Mário Lino, na concentração das polícias sob seu mando e no processo que o Ministério da Educação abriu contra um funcionário que se exprimiu em privado. O estilo de Sócrates está vivo, por inteiro, no ambiente que se vive, feito já de medo e apreensão. A austeridade administrativa e orçamental ameaça a tranquilidade de cidadãos que sentem que a sua liberdade de expressão pode ser onerosa. A imprensa sabe o que tem de pagar para aceder à informação. As empresas conhecem as iras do Governo e fazem as contas ao que têm de fazer para ter acesso aos fundos e às autorizações.

Sem partido que o incomode, sem ministros politicamente competentes e sem oposição à altura, Sócrates trata de si. Rodeado de adjuntos dispostos a tudo e com a benevolência de alguns interesses económicos, Sócrates governa. Com uma maioria dócil, uma oposição desorientada e um rol de secretários de Estado zelosos, ocupa eficientemente, como nunca nas últimas décadas, a Administração Pública e os cargos dirigentes do Estado. Nomeia e saneia a bel-prazer. Há quem diga que o vamos ter durante mais uns anos. É possível. Mas não é boa notícia. É sinal da impotência da oposição. De incompetência da sociedade. De fraqueza das organizações. E da falta de carinho dos portugueses pela liberdade.

Via O Jumento

O Modelo de Desenvolvimento de Braga

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Seis professores universitários doutorados em diferentes áreas fizeram anteontem à noite uma apreciação negativa do modelo de desenvolvimento seguido pela cidade de Braga.
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O caos urbanístico, a falta de espaços verdes e um sistema de mobilidade assente nos transportes particulares foram problemas apontados. Quando os intervenientes sublinharam as maravilhas do concelho, no reverso da medalha surgiu imediatamente uma sombra de preocupação. É que aspectos como a vivência urbana ou a paisagem envolvente, com elementos como o Bom Jesus ou a Falperra, correm o risco de desaparecer, perante a passividade com que a maioria dos cidadãos encara estas questões.
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Texto retirado do Diário do Minho
Foto do Projecto Braga Tempo

O complexo de superioridade dos Ingleses

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Recebi, via e-mail, um apelo para votar numa sondagem da SkyNews acerca da actuação da polícia portuguesa no caso Maleleine.
Votei "bem" ("well"), claro está. Não por uma questão de patriotismo, mas porque a excessiva mediatização do caso pelos tablóides ingleses e as críticas veladas à actuação da polícia portuguesa já me estão a causar náuseas que chegue.

Investimentos (des)necessários

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O Metro do Porto continua a expandir a sua rede. Tal como estava inicialmente previsto, a linha da Maia vai prosseguir até à Trofa. Não questionando a qualidade dos estudos que foram realizadas para a projecção da rede de Metro do Porto, junto a minha voz ao Ergolas que, no seu Mater Matuta, questiona a pertinência deste investimento:

Param diariamente na Trofa 46 comboios com destino a São Bento. No sentido contrário são 44. Esses comboios circulam das 5 da manhã até às 23:30, demorando entre 29 e 37 minutos nesse trajecto, dependendo da hora. O custo desta viagem é de 1,4€ e tem ligação à rede Metro do Porto a partir das estações de Campanhã e São Bento. Para além disso, com o aumento previsto da rede de metro até Gondomar, passará também a haver comunicação com a rede ferroviária nas estações de Rio Tinto e Contumil.

Num momento em que se discutem a urgência de uma ligação ferroviária entre Braga e Guimarães e em que se perspectiva a pertinência de avançar com propostas para uma rede de Metro em Braga, importa saber o que acham as forças vivas do Norte deste investimento que se nos afigura como desnecessário e redundante.

A decisão política de fazer avançar o Metro até à Trofa não é de agora. Mas o silêncio dos decisores políticos do Norte face ao anúncio da sua concretização denuncia o excessivo centralismo do Porto em relação à região que, ao que tudo indica e em claro prejuízo do Minho, há-de, nos próximos anos, nascer administrativamente.

O Norte está refém do Grande Porto quer em termos de monopólio dos grandes investimentos quer no que respeita ao lobbying. Os opinion makers do Porto não quiseram saber do encerramento das Maternidades de Barcelos ou de Santo Tirso, nem da urgência de ligar Braga e Guimarães por comboio, nem da necessidade do Comboio de Alta Velocidade parar no Minho, nem dos encerramentos repetidos de indústrias do Vale do Ave, nem da miséria que se vive no Gerês profundo, nem de tantos outros dramas que afecta o Minho.

Eles querem a Regionalização para poderem fazer ao Norte exactamente o mesmo que Lisboa lhes tem feito. Mas nada isto me causa admiração. O que é estranho é que haja entre nós quem lhes apare o jogo.

Na mouche

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Pedro Vieira no Irmão Lúcia

se o jesus de nazaré tivesse o sotaque do jesus do belenenses a última ceia tinha sido numa roulotte de bifanas.

Hóquei de Braga perde na Final

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O Hóquei Clube de Braga perdeu a Final da Taça de Portugal frente ao Cambra na marcação de grandes penalidades. Um final triste para uma campanha gloriosa que merecia outra coroação.

Força Braga.

[leituras recomendadas]

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COISAS DA SÁBADO: BOYS E GIRLS EM ACÇÃO, no Abrupto

Ao Serviço do PS, no Blasfémias

Reacção de um tuareg da Margem Sul às declarações de Mário Lino, no Arrastão

IMPRENSA LIVRE, no Kontratempos

Delito de opinião II, no Linha do Horizonte

Um dia..... comigo

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No Correio do Minho de hoje.

Importa-se de repetir?

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O Vitor Pimenta também ficou indignado por um funcionário público ter vociferado contra o nosso querido primeiro-ministro ("o senhor primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal") num gabinete onde estavam apenas alguns colegas de trabalho. No ambiente de trabalho, os cidadãos devem ser exemplares. Podem coçar o nariz ou limpar as unhas, mas graçejar sobre o nosso querido primeiro-ministro isso não.

Já imaginaste o que seria se começássemos todos a denunciar as críticas que uns e outros vamos fazendo ao sistema e aos seus agentes? E já agora, quando chamas "filho da p..." a alguém estás a ofender a mãe do visado?

Está bem! Está bem! Viva o fascismo.

Da coerência e do socialismo

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Os funcionários da RTP não são funcionários do Estado e subordinados de José Sócrates?

Vamos lá senhora Directora Regional de Educação do Norte, ponha esse zelo em acção e processe os Gatos Fedorentos... Ou então ponham esse socialismo em marcha e acabem com o programa (como se faz na Venezuela).

Portugal segundo Mário Lino

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Calma! Os socialistas têm sempre uma explicação qualquer para declarações ignóbeis como as de Mário Lino.

via Norteamos

Uma breve despedida e algumas contratações

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Despois da despedida emocionada, afinal Wender fica por duas épocas.

Chegam ao Braga: Bruno Tiago, Anilton, José Manuel, César Peixoto e Halleson.

Para ti, Tiago

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Vamos continuar a lutar pela cura da depressão.
Ficarás sempre connosco.

Adenda - Goodbye

Coisas óbvias - II

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Agradeço que me enviem a bibliografia que demonstra que o coito anal entre um homem e uma mulher acarreta menos risco biológico de transmissão de HIV que o coito anal entre dois homens. Sinceramente desconheço.

Coisas óbvias

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A mulher A (heterossexual) pratica regularmente coito anal com o homem B (bissexual) que, por sua vez, tem umas "escapadelas" com coito anal com o homem C (homossexual).

O homem D (homossexual) tem como único parceiro o homem E (homossexual) que também só tem relações sexuais com D. Praticam o coito anal entre si.

Para o João Miranda, é óbvio que os homens D e E têm maior risco de serem portadores de HIV do que a mulher A pelo simples facto de os primeiros serem homossexuais e a última ser heterossexual.

Fica assim ilustrado porque é que o mundo civilizado deixou de considerar grupos de risco para ter em conta comportamentos de risco, o que infelizmente ainda não é óbvio para todos.

Piada de bom gosto

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Os estudantes sociais democratas da Universidade do Minho decidiram desejar um bom Enterro ao Senhor Primeiro-Ministro.

P.S. - por favor não mostrem este post à senhora Directora Regional de Educação do Norte. É que nunca se sabe até onde chega o fascismo castrador da liberdade de expressão...

Um investimento de futuro

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Acções da Benfica SAD caem 11,6% no primeiro dia

Medicina Interna: Aposta na especialidade pouparia milhões

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Segundo o Diário Digital

O aumento do número de clínicos de medicina interna nos hospitais pode representar uma poupança de milhões de euros, mas os serviços de saúde contam com cada vez menos internistas, revela um estudo da Universidade Nova de Lisboa.
De acordo com o trabalho de investigação do economista Pedro Pita Barros, que será apresentado quarta-feira durante o 6º Congresso Europeu de Medicina Interna, o Serviço Nacional de Saúde pode poupar cerca de 32 milhões de euros mantendo o mesmo número de médicos, mas reforçando a percentagem de internistas.

Os resultados deste estudo não me parecem propriamente surpreendentes. O Internista é, por excelência, o médico da integração, isto é, aquele que está cientificamente melhor preparado para avaliar o doente por inteiro e integrar as consequências que as patologias dos vários sistemas têm naquele doente em específico.

Sócrates, o grande ditador - III

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Pacheco Pereira no Abrupto

RTP, noticiário das 13 horas: uma pequena peça sobre o processo do professor do Porto que disse uma frase jocosa sobre José Sócrates e foi punido pela zelosa DREN, uma conhecida militante do PS do Porto. A peça estava escrita numa linguagem um pouco confusa e usava um vocabulário bizarro, sempre á volta de um inuendo: o que o professor disse terá sido mais grave do que o que se diz que ele disse. O inuendo é sugestivo, a linguagem rebuscada da peça pode ser apenas incompetência. O que não é incompetência é a frase com que se termina e que aqui reproduzo ipsis verbis: "o professor não quer falar sobre o assunto porque provavelmente já falou demais." Interessante "jornalismo"...

Enterro, comboio, jardins e outras notas

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A Universidade do Minho tem dois campi fantásticos, ao nível do melhor que existe na Europa. Contudo, o campus de Gualtar, em Braga, tem crescido à imagem da cidade: muito betão e poucos espaços verdes.

versão integral no ComUM

Em Braga, uma boa notícia traz sempre uma má...

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O Jornal de Notícias noticia o nascimento de um Laboratório de ideias em Gualtar

Não é um centro de investigação, uma escola ou um museu. É um espaço de partilha informal de ciência onde se procura a promoção da cultura científica e tecnológica. O Laboratório de Ideias vai nascer em Junho, na freguesia de Gualtar, criado pela Sociedade Cientifica de Astronomia do Minho (Orion) e pretende ser "um espaço descontraído e aberto, onde pessoas de todas as idades possam passar algum tempo a estudar, a realizar actividades ou a desenvolver projectos que vão sendo postos à sua disposição".

O que se espera é que seja um espaço aberto a todos. Se assim for, espero poder assistir/participar nas iniciativas propostas e, porque não, avançar com algumas ideias. A intervenção cívica deve começar na nossa casa, que é como quem diz na nossa freguesia.


O mesmo Jornal de Notícias também faz notícia das alterações na gestão do Theatro Circo

As relações entre a Câmara de Braga e o programador do Theatro Circo (TC) já conheceram melhores dias. Apesar de as duas partes negarem qualquer problema, o JN sabe que o centro das divergências é a gestão da estrutura bracarense. (...) Os problemas parecem ter-se agudizado depois de Brandão ter saído, por imposição legal, do Conselho de Administração, ficando apenas como "membro convidado". Com a ascensão da vereadora Ilda Carneiro para a presidência do Conselho de Administração, a autarquia espera "travar e disciplinar" a gestão do Circo, mantendo a qualidade "reconhecida" da programação.

Não se compreende como pode o novo Theatro Circo dar problemas ao fim de tão pouco tempo em funcionamento. É mais uma do Mesquita.

Há quem não tenha responsabilidade para usar a liberdade

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Desde há alguns dias que o meu blog tem sido invadido por comentários despropositados contra o Braga e a favor do Belenenses. Por esse motivo decidi activar a moderação de comentários. Como esse indivíduo já não podia comentar aqui, diverte-se a assinar comentários insultuosos com o meu nome e o link do Avenida Central noutros blogs.

Confesso que desconhecia este tipo de hackers. De qualquer modo, peço a todos os bloggers que não liguem àquilo que é escrito em meu nome.

Pelos vistos, há muito quem não tenha mais que fazer.

Adenda - agradeço ao amigo informático que me arranjou o IP do indivíduo.

Braga e Serviço Público de Televisão

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A RTP faz do serviço público uma bandeira que, na maior parte das vezes, não passa de marketing. Muito pouco distingue a RTP dos privados em termos de critérios editoriais. Pedro Santos Cardoso, no Dolo Eventual, questiona a falta de alternativas sempre que a RTP transmite os mesmos eventos que os privados. O exemplo escolhido é feliz. A transmissão da homilia de Fátima é uma medida populista e baseada na procura de audiências, afastando-se do conceito de serviço público.

Mas a ineficiência da prestação de serviço público vai mais longe. A RTP vive sedeada em Lisboa e no Porto, transformando-se, não raras vezes, numa televisão regional daquelas urbes. Uma prova da não abragência da RTP é o facto de o terceiro maior distrito do país não possuir uma única delegação televisão do Estado, sendo repetidamente relegado para segundo plano da actualidade.Sendo assim, não espanta que uma morte em Braga tenha menos destaque na televisão do serviço público que uma escoriação em Lisboa ou no Porto. Não espanta que uma vitória europeia de um clube minhoto tenha menos relevância para a televisão do serviço público que a entorse do terceiro guarda-redes do Sporting ou do Porto. Não espanta que uma descoberta digna de science conseguida num dos laboratórios de excelência da Universidade do Minho tenha menos tempo de antena na televisão do serviço público que a verborreia de um Zandinga de Lisboa ou do Porto. É isto mesmo que José Pedro Ribeiro denuncia, no Idolátrica, a propósito da vitória do ABC de Braga na Liga Nacional de Andebol:

Para vermos a notícia na RTP, (dita) televisão estatal, temos que estar atentos ao minúsculo rodapé à espera de uma quase invisível referência ao evento. A verdade é esta: se fosse o Benfica, o Sporting, o Porto e mesmo o Belenenses, seria notícia de abertura e de primeira página.
[A RTP] Tem obrigações que o seu estatuto lhe confere, não sendo uma das menos importantes, com certeza, a de servir todos os cidadão, sem excepção, sem se preocupar exclusivamente com as audiências.

Eu vou mais longe. O critério editorial da RTP não pode, em caso algum, ser o critério das audiências. A RTP deveria privilegiar a qualidade, o pluralismo e a isenção. Deveria dar atenção às modalidades desportivas e às actividades culturais menos comerciais que se desenvolvem por esse país. Deveria ser uma estação de serviço público, ao serviço de todos e não apenas de alguns.Como isto não sucede, nem se perspectiva que vá suceder, Braga e o Minho precisam de uma televisão regional que lhes devolva a importância que merecem. Asfixiados pela proximidade ao Porto, as televisões e demais órgãos de comunicação social teimam em fazer de Braga e das suas gentes uma espécie de apêndice da segunda cidade do país.

O Fim de um Ciclo

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Wender jogou hoje a sua última partida com a camisola do Sporting Clube de Braga. A saída está consumada e as lágrimas demostram que o carinho que os sócios e adeptos do Braga têm pelo brasileiro é recíproco. Wenderson Arruda Said, agora com 32 anos, chegou ao Sporting de Braga para a época 2002/2003 e acabou por se tornar numa referência do ataque arsenalista. Durante estas épocas ainda teve tempo de vestir a camisola do Sporting CP durante 4 meses, um interregno que não lhe deixa grandes recordações.

Wender é um dos jogadores que acompanhou o crescimento do Braga e que será recordado de uma forma muito positiva por todos os adeptos do Braga.

Boa sorte campeão.

O Quarto

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O Sporting de Braga conquistou hoje o 4º lugar na Liga Portuguesa de Futebol, reforçando o seu estatuto de 4º maior clube de Portugal. O empate com o Nacional da Madeira bastou para que os mais de 12.000 adeptos bracarenses pudessem fazer a festa no seu reduto. Encerra-se assim um época marcada pela mudança de treinadores (o Braga conheceu 3 técnicos principais) e pela excelente campanha europeia que valeu muitos pontos para Portugal. A maior desilusão teve lugar na Taça de Portugal. O Braga, como todos se recordam, foi afastado da Final por um penálti inexistente.
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Para o ano há mais e esperemos que haja melhor.
Força Braga, sempre.

Sócrates, o Grande Ditador - II

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O Público faz eco de uma notícia grave e escabrosa

Um professor de Inglês, que trabalhava há quase 20 anos na Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), foi suspenso de funções por ter feito um comentário – que a directora regional, Margarida Moreira, apelida de insulto – à licenciatura do primeiro-ministro, José Sócrates.
A directora regional não precisa as circunstâncias do comentário, dizendo apenas que se tratou de um "insulto feito no interior da DREN, durante o horário de trabalho". Perante aquilo que considera uma situação "extremamente grave e inaceitável", Margarida Moreira instaurou um processo disciplinar ao professor Fernando Charrua e decretou a sua suspensão. "Os funcionários públicos, que prestam serviços públicos, têm de estar acima de muitas coisas. O sr. primeiro-ministro é o primeiro-ministro de Portugal", disse a directora regional, que evitou pormenores por o processo se encontrar em segredo disciplinar.

Esta suspensão é ridícula e desproporcionada, tratando-se de uma evidente perseguição política a uma ex-deputado do PSD, ao bom estilo de Hugo Chávez. Indigna-me que o sr. primeiro-ministro que é o primeiro-ministro de Portugal não se lembre bem como é que tirou a licenciatura nem quem foram os seus professores nem como foram os exames. Indigna-me que existam certificados de habilitações falsos. Indigna-me que nada disto tenha consequência.

Já uma graçola sobre a espécie de licenciatura é coisa digna de suspensão. Como diz e bem Fernando Charrua "se a moda pega, instigada que está a delação, poderemos ter, a breve trecho, uns milhares de docentes presos políticos e outros tantos de boca calada e de consciência aprisionada, a tentar ensinar aos nossos alunos os valores da democracia, da tolerância, do pluralismo, dos direitos, liberdade e garantias e de outras coisas que, de tão remotas, já nem sabemos o real significado, perante a prática que nos rodeia."

E hoje até nem é 24 de Abril. Mas parece.

Grupo Mello constrói novo Hospital de Braga

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Segundo o Jornal de Notícias,

O maior hospital universitário nascerá em Braga. O edifício, a executar em Gualtar, bem próximo das instalações da Escola de Ciências da Saúde da Universidade do Minho, abrirá as portas dentro de três anos. O consórcio Escala, composto por José de Mello Saúde, Somague e Edifer, foi o vencedor do concurso internacional para a construção e a exploração da unidade hospitalar (através de uma parceria público-privada), que servirá a população do distrito de Braga.

Isto é Braga?

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Pedro Antunes Pereira descreve, no Jornal de Notícias, em tom literário, o programa Portugal Azul transmitido a partir de Braga. Merece uma leitura:

João Baião é, literalmente, o delírio dos presentes. (...) Os pequenos alunos da Escola de S. Lázaro nº10 gritavam, enquanto tomavam a sua posição junto ao palco, o nome do apresentador a plenos pulmões. As senhoras acotovelavam-se para o cumprimentar ou só para lhe tocar. Já os homens limitavam-se a um "Ele é mesmo engraçado".

Mas o melhor estava para vir nas colunas começa a cantar Quim Barreiros. A loucura instala-se na Praça com pessoas a dançar, a pular, a cantar a altos pulmões e depois para acalmá-las foi necessário alguma persuasão no vocabulário.

Depois entra em cena José Malhoa com três bailarinas que provocaram um terramoto na testosterona dos homens presentes, impulsionados por um refrão que não ajuda anda a acalmar os ânimos. Estava dado o mote para o que seria o resto do programa Baião e Baião, calor e água, saltos e gritos.

Outra vez as praxes

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Ricardo Alves cita o Movimento Anti-Tradições Académicas no Esquerda Republicana

Começou por ser mais um caso público de praxe violenta. No dia seguinte passou a dois. No primeiro caso, um jovem estudante viu-se "imobilizado por colegas mais velhos e alguns começaram a rapar-lhe os pêlos púbicos com uma lâmina de barbear" do que "resultou o rompimento de parte do escroto do caloiro", segundo conta um jornal diário. O outro "para além de unhas negras, resultantes de apanhar com uma colher de pau" sofreu cortes no couro cabeludo com uma tesoura enquanto lhe cortavam o cabelo, segundo outro jornal diário regional. Um apresentou queixa ao Conselho de Veteranos (CV), o outro, junto das autoridades policiais.

Prezo bastante as tradições académicas. Mas, perante notícias deste, só posso saúdar a progressiva e pacífica substituição do movimento praxístico por actividades de efectivo acolhimento promovidas pelas direcções de curso e pelas associações de estudantes e núcleos de curso (pelo menos aqui no Minho assim sucede).
Quanto a este caso concreto, já se sabe que a investigação será inconsequente. A pressão sobre os alunos ofendidos será tal que não há lucidez que resista.

Anos Oitenta

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Ler este post de jcd no Blasfémias e, sobretudo, a caixa de comentários é um cenário absolutamente desolador. Poder-se-ia dizer simplesmente que a homofobia anda à solta. Mas vamos aos argumentos:

1º Dar sangue não é, de facto, um direito e a aceitação de dadores deve basear-se em critérios epidemiológicos e de saúde pública;
2º Ser homossexual NÃO é factor de risco para a contração de NENHUMA doença infecciosa (pelo menos não tenho conhecimento de nenhum estudo credível que o comprove);
3º Existem comportamentos que implicam aumento do risco de se contraírem certas doenças, mas o impacto desses comportamentos é independente da orientação sexual (o risco de contrair HIV no coito anal entre heterossexuais é igual ao risco no coito anal homossexual);

A questão é epidemiológica e, posto isto, defender a exclusão de todos os homossexuais da possibilidade de doarem sangue é puro preconceito. Um cidadão nunca pode ser julgado pelo comportamento dos indivíduos que, com ele, integram determinado grupo mas sim pelos seus próprios comportamentos. Ou deve um recluso ser impedido de doar sangue só porque os níveis de HIV nas prisões são superiores aos do resto da população?

Nos anos 80, convivemos com o que de mais obsceno existe nesta sociedade do políticamente correcto: enquanto meio mundo se ria da praga gay e recusava financiar a investigação da doença, os heterossexuais iam sendo infectados. E, quando se soube que afinal o vírus não era tão discriminador como os homens, surgiram miraculosamente milhões para investigar.

Mas, em pleno século XXI, ainda há quem compare homossexualidade com doenças hepáticas (diz jcd num comentário: «tambem não posso dar sangue. faço parte de um "grupo de risco", na sequencia de uma doença hepática que tive aos ainda nos anos 80. nao e que haja grande problema, a possibilidade de transmissão é baixa. mas os médicos proibiram-me expressamente a dádiva de sangue, para minimizar os riscos para teceiros. e agora, devo gritar pelo meu direito?»).

Quando leio palavras destas compreendo ainda melhor que os infectados com HIV continuem com a máscara sobre o rosto. Não vá esta gente chamar-lhes paneleiros...

Ligações
Estado à solta, O direito de dar sangue, o direito do joão miranda à ignorância e ao disparate, Esta não é fracturante, Good liberals, Cada um sabe de si e deus, de ninguém..., Homossexualidade e outros factores de risco na doação de sangue (3)

A ditadura do centro

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O Tribunal Constitucional anulou a data das eleições para a Câmara de Lisboa, uma decisão da Governadora Civil e subordinada de António Costa, com o apoio dos partidos do centrão.

Está resposta a normalidade democrática e domada a ditadura dos partidos do centro. Mas por quanto tempo?


É o circo.

Bi-Campeões Nacionais de Andebol

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Cortejo 2007: Finalistas de Medicina

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Com independência se matam os independentes

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Um artigo brilhante de João Miranda, no Blasfémias

O PS e PSD correm para evitar que Roseta e Carmona tenham tempo para apresentar as suas candidaturas. O PP corre ao lado dos independentes. Não há nada melhor para retardar o centrão. A governadora-civil de Lisboa, tutelada por António Costa, corre por cima dos prazos para que quem a nomeou tenha a vida facilitada. Costa já está habituado a corridas viciadas. Em tempos organizou uma em que um burro ganhou a um cavalo rampante. Roseta corre para o Tribunal Constitucional para evitar que a mandem pela borda fora, enquanto os seus apoiantes correm atrás de assinaturas. Mendes também corre para arranjar um candidato. Qualquer que seja a segunda escolha que se disponha a alinhar na partida, chegará sempre tarde e arrisca-se a perder para Carmona. Para compensar a previsível humilhação, o candidato deverá recorrer a uma forte garantia de futuro lugar muito bem remunerado num qualquer conselho de administração.

Sócrates, o grande ditador

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Sócrates não pode perder Lisboa e atropela todos os princípios democráticos para o conseguir. A escola que teve foi boa. Aprendeu toda a trapaceirice para conseguir tirar dividendos políticos da política baixa. É legítimo que coloque no Ministério da Administração Interna uma segunda escolha e que retire do Governo aquele que era considerado o seu melhor Ministro. É legítimo que aposte num candidato forte.

O que não é legítimo, por muito legal que possa ser, é que, ao arrepio do discurso oficial, esteja a fazer tudo para inviabilizar a candidatura independente de Helena Roseta. Quando é que José Sócrates vai aprender que não vale tudo?

O que é absolutamente nauseabundo é que tudo isto suceda com a conivência do PSD.

É pena que não haja cursos de boas maneiras políticas. Seria um bom tema para o Primeiro Ministro fazer a sua dissertação de Licenciatura. Ou será que já fez?

Reacções
Eu hoje até sou pela Helena Roseta vejam só onde isto já chegou, Lisboa, Helena Roseta obrigada a abortar, Cidadãos por Lisboa (Helena Roseta) - Urgência na recolha das assinaturas, Helena Roseta sente-se prejudicada, Toca a Assinar, Lisboa (2), LISBOA A VOTOS, 2, VIABILIZAR A CANDIDATURA DE ROSETA, A Grande Corrida.

A anedota da jornada

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O clube cujos adeptos dizem que são melhores que os de Braga, teve 4000, leram bem, 4000 adeptos num jogo com entradas gratuitas. Num momento em que Braga e Belenenses lutam pelo 4º lugar na Liga estamos falados quanto ao apoio e à paixão dos adeptos: estão 7,5 vezes abaixo do Braga.

É a crónica de um clube a definhar.

Apito Lisboeta

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A luta pelo 4º lugar continua viciada. Vejamos o que escreve O Jogo sobre a última partida do Belenenses:

Num jogo disputado com ardor e determinação, Paulo Costa nem sempre esteve à altura. Um facto que o levou a borrar a pintura em apenas um minuto. Aos 69’, não viu uma mão de Rolando (Belenenses) na sua área, para, no minuto seguinte, ter visto (e bem) a mão de Gonçalo (Marítimo) também na área.

Hospital Elísio de Moura

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O novo hospital de Braga que se espera esteja pronto em 2010 deverá ter um novo nome. A discussão pública está aberta. "Elísio de Moura" tem sido o nome mais referenciado para a nova unidade de saúde.

Elísio de Azevedo e Moura (Braga, 30 de Agosto de 1877 — 18 de Junho de 1977) foi um médico psiquiatra português e primeiro bastonário da Ordem dos Médicos.
Elísio de Moura notabilizou-se no ensino e investigação da Psiquiatria e Neurologia, tendo contribuído, no início da República, para a manutenção do ensino da Medicina na Universidade de Coimbra, que estava em risco de passar para as novas universidades de Lisboa e Porto.


Aguardam-se mais propostas.

Começou o último

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Esta noite, o Velório da Gata e a Serenata abriram as Monumentais Festas do Enterro da Gata.
As festas prosseguem amanhã com a Imposição das Insígnias dos Finalistas.

Lá estaremos todos.
Há uma certa nostalgia em tudo isto. Mas seis anos de vida colectiva criam laços tão fortes que o tempo não apagará.
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Nota: o Avenida Central vestiu-se a preceito para celebrar os primeiros finalistas do curso de Medicina da Universidade do Minho.

As barreiras não se desculpam, evitam-se!

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Esta curta-metragem amadora da qual sou co-autor chamava a atenção para algumas das barreiras arquitectónicas da cidade de Braga. O drama mantém-se.

Poder de compra do Continente: AMPorto 11%, AMMinho 4% e AMLisboa 30%

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Os dados disponíveis no sistema de informação Sales Index da Marktest permitem constatar como Portugal é um país com profundas assimetrias regionais: 6% do território continental concentra 50% do seu poder de compra, 45% da população, 47% das empresas, 70% da facturação empresarial, 73% dos impostos do Estado e 78% do crédito bancário.
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Um estudo da Marktest, via norteamos.

Meme

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«Nós nunca nos realizamos.
Somos dois abismos - um poço fitando o céu.»

Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
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Meme recebido de Crónicas do Pete.

Cada qual veste a camisola que quer

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Boss, no Renas e Veados, não gostou da camisola que Ramos Horta vestiu na hora de votar.

Depois o associar-se ao clero fundamentalista da ilha para derrubar Alkatiri, um muçulmano, usando as aulas de religião como pretexto (como se não houvesse problemas a sério em Timor!). E agora isto, para matar qualquer dúvida, t-shirt do pescador palestiniano na hora do voto a ver se se pescam alguns tolos de última hora. Abjecto.

Discordo. Aquela indumentária transborda de oportunismo eleitoral, mas cada um veste a camisola que quer. E, neste caso, nem se pode acusar Ramos Horta de ser lobo com pele de cordeiro. Grave e abjecto seria se, no uso das suas funções presidenciais, Ramos Horta envergasse essa ou outra camisola ideológica que não respeite a liberdade religiosa e a lacidade do Estado.

A propósito - II

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André Azevedo Alves, n' O Insurgente, chama a atenção para dois erros contidos no texto aqui reproduzido sobre o jogo com maior assistência da história da II Divisão Nacional. Em primeiro, um erro ortográfico: está escrito “regista-se” onde devia ler-se “registasse”. Em segundo, um erro histórico: o Estádio chamava-se então 28 de Maio e não 1º de Maio como surge no site oficial do Sporting Clube de Braga.

Observações pertinentes à atenção da Direcção do Sporting Clube de Braga.

Café Scientifique - Braga - 6ª Sessão

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Inteligência Artificial - Hoje:
no passado da IA, que futuro antever?

Doutor César Analide
Professor Auxiliar no Departamento de Informática da Universidade do Minho.

O Café Scientifique é um espaço de discussão informal, de entrada livre, que pretende trazer ao público geral as inovações científicas pela mão dos "experts" na área. Com base no Reino Unido, o Café Scientifique tem filiais em todos os continentes, sendo esta a primeira na Península Ibérica.

Another King of the World

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Casamentos Alternativos

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Jorge Laiginhas, no Jornal de Notícias, propõe o casamento entre o Norte de Portugal e a Galiza.

Entrementes, medram os eucaliptos em Lisboa e medram as giestas em quase dois terços do país!

Cá pelas bandas do Norte - é aos nortenhos que o cronista se dirige - começa a crescer um sentimento que foi já semeado em tempos de antanho o nosso futuro ainda é possível. Aqui. E é possível se assumirmos, colectivamente, uma atitude mais arrojada. Esqueçamos o eucaliptal de Lisboa e voltemo-nos para a Galiza. Sim, para a Galiza. A Região Norte de Portugal e a Galiza formam um território de 50 000 quilómetros quadrados onde vivem seis milhões de pessoas unidas por uma cultura comum. É o Noroeste Peninsular.

O Noroeste Peninsular é constituído por um sistema urbano de média dimensão, disseminado uniformemente por todo o território. Nove cidades no Norte de Portugal e nove cidades na Galiza que já partilham intimidades que apenas cidades irmãs é costume partilharem.

A economia do Noroeste Peninsular está enraizada. Vinhos únicos no Mundo, têxteis que inventam as cores, mobiliário que faz a ponte entre a memória e o imprevisível, construção naval com história, frutos do mar, e frutos dos rios, e frutos das rias, gastronomia, água, água salgada, água doce, montanhas e vales, um ano inteiro de estâncias termais. Uma rede de universidades de excelência dá-nos a garantia de que o Noroeste Peninsular vai estar lá, onde estiver o futuro.

O Norte de Portugal e a Galiza - libertos das fronteiras artificiais a que Lisboa e Madrid os amordaçaram em tempos idos - deram-se à conversa, cada qual com o seu timbre de voz. Há quem diga que até já namoram. E se o Norte de Portugal e a Galiza se casassem?!...

Finalmente Independentes

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As próximas eleições para a Câmara Municipal de Lisboa podem colocar a votos 2 independentes com boas hipóteses de ganhar: Helena Roseta e Carmona Rodrigues. Apesar de serem filhos dos partidos, é sempre uma boa notícia no combate à partidocracia vigente.

Se Roseta ganhar, enfraquece esta ala direitista que governa o país e poderá abrir caminho para devolver o PS aos socialistas e o PSD aos social-democratas, encostando a direita ao PP e aos seus 5-7% de eleitorado. Veremos o que sucede nos partidos, mas arranjar candidatos credíveis e ganhadores não afigura tarefa fácil.

Arsenal de Braga

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O Sporting Clube de Braga tem um novo blog, no qual também vou participar.
Arsenal de Braga é um espaço que contará com a contribuição de muitos bracarenses e a visita de muitos mais.

A propósito

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Ficou tudo muito impressionado com a marca de 26.631 adeptos no último jogo do Vitória de Guimarães. Criou-se mesmo a sensação de que teria sido o jogo com mais assistência da história da II Divisão. É uma marca relevante nos dias que correm, mas está longe de ter sido uma marca histórica. A história escreve-se assim:

Por uma simples imposição do destino, S.C. Braga e S.C. da Covilhã discutiram precisamente no último dia (20/4/1964) do campeonato nacional da II Divisão a posse do título da zona que lhes abria o caminho à subida. Aliciante bastante para que o estádio 1º de Maio regista-se a sua maior enchente, depois claro da inauguração (38000 espectadores, imaginem! 200 contos de receita!).

Foi a história da maior enchente da II Divisão Portuguesa. E não pode ter havido outra maior. Pelo simples facto de o Estádio 1º de Maio ser o maior recinto que a II Divisão Portuguesa já conheceu.

Será?

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Vou anunciar com todas as cautelas, não nos saia mais um presente envenenado desta gestão Mesquita da Câmara Municipal de Braga. Diz o gabinete de comunicação que vem aí um novo parque de diversões para substituir a Bracalândia. A confirmar-se, parece óbvio que o novo espaço facilmente não terá grandes dificuldades em concorrer com a Bracalândia Penafidelândia.

Madeleine

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Haverá pior angústia que não saber onde pára um filho de 4 anos?

[dos comentários]

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Todos os comentários que não respeitem o tema do post ou que utilizem linguagem imprópria serão removidos.

Crónica de um governo socialista liberal

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A política é pródiga em mostrar-nos quão espantosa pode ser a incoerência humana e quão servis podem ser os militantes partidários. Não se percebe como alguém que se diz socialista pode continuar a dar apoio a este governo de direita liberal que, em algumas matérias mediáticas, se coloca estrategicamente à esquerda.

A esta estirpe de socialistas liberais já só faltava privatizar as universidades. Foi hoje dado o primeiro passo. Mas, antes da privatização, o Governo vai passar a controlar as universidades através de curadores por si nomeados. Fantástico.

As futuras e eventuais fundações serão administradas por um conselho de curadores (3 a 5) nomeados por cinco anos pelo Governo entre personalidades de reconhecido mérito e não poderão ter vínculo laboral com a instituição.

Centro Hípico em Braga

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Segundo o Jornal de Notícias,

Em Braga desponta um centro hípico que pretende ser o expoente máximo do hipismo nacional.

A emoção da omnisciência

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Desidério Murcho no De Rerum Natura

Quem se entrega à procura racional de verdades parece retirar imensa satisfação do próprio acto de investigar: levantar hipóteses, explorar possibilidades, descobrir objecções, refinar teorias, fazer observações cuidadosas, deter-se em pormenores fundamentais. Pelo contrário, quem sente maior atracção por uma ou outra forma de tradições sapienciais — seja a New Age, a astrologia, a religião ou o ocultismo — parece não ter qualquer gosto nas actividades referidas, retirando antes a sua satisfação da posse da certeza inabalável, da sensação de que se alcançou uma Verdade fundamental que agora resta aplicar e reinterpretar, para se poder ir à vida, entretanto vivencialmente transformada pela Verdade.

Liga da Verdade

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A Arte da Guerra

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Como se sabe, a democracia madeirense não é bem uma democracia. Há um controlo completo dos meios de comunicação social por parte Governo Regional e existem alguns negócios que envolvem governantes e que são, no mínimo, duvidosos. O que é certo é que a Madeira se tem desenvolvido e isso é, em grande parte, obra dos Governos de Alberto João Jardim.

De qualquer modo, não será só pela obra feita que Jardim vence. O social democrata sabe que a guerra contra um inimigo externo reforça a coesão interna e aumenta a confiança no líder. E é isso mesmo que João Jardim permanentemente faz: instila o ódio contra o continente, queixa-se de tudo e de todos e vitimiza-se (está visto que os portugueses adoram a vitimização), fazendo renascer ciclicamente o estigma da colonização.

Pois bem, eu que não sou colonialista proponho que se acabem, de uma vez por todas, com os benefícios dos madeirenses relativamente aos resto dos portugueses. Que se acabem as entradas na Universidade Pública sem mérito, que se acabem os subsidiozinhos de insulariedade, que se acabem os impostos mais baixos, que se acabem as viagens mais baratas, que se acabe com o fantasma do colonialismo... E, se não se acabar com tudo isto depressa, que se transforme a Madeira no sexto País Africano de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).

Só ao alcance dos GRANDES

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29.931.
Está batido o record de assistências no Municipal de Braga.

O facto é ainda mais relevente se tivermos em conta que foi contra um clube que, como se sabe, não tem muitos adeptos (seriam 50?). A emoção das bancadas contagiou os jogadores do Braga que, durante 80 minutos, asfixiaram por completo o futebol do Belenenses. Ainda houve tempo para o Belenenses marcar e foi dos pés de Carlos Fernandes (que tinha sido agredido verbalmente em Belém) que surgiu o golo da vitória. Qualquer outro resultado seria uma tremenda injustiça. Com este resultado, a luta pelo 4º lugar fica em aberto para o que sobre da Liga.

Desejo, sinceramente, que o Belenenses represente da melhor forma o país nas competições europeias. E espero que o Braga possa fazer ainda melhor que nesta época.
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Notas - uma saudação especial para o Vitória de Guimarães que teve 26.000 adeptos no jogo desta tarde. É, para além do Braga, o único clube de Portugal capaz de competir com os 3 do costume.
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Freaks of nature!

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Deixo a sugestão de PZ Myers no blog Pharyngula

You've got your choice of a blooming corpse flower named Perry or a six-legged hermaphroditic cow.

[Retratos de Braga]

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CONTRA-ATAQUE: A antevisão do BRAGA-Belenenses

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«A poucos jogos do fim o Belenenses está numa posição que surpreende toda a gente.Mesmo para os adeptos, que conhecem a realidade do trabalho desenvolvido pela equipa bem orientada pelo JJ, este 4º lugar com três pontos de avanço sobre o 5º dificilmente se podia prever. Resumindo: estamos a fazer uma época brilhante, principalmente tendo em conta os objectivos iniciais, bem mais modestos.
Nessa perspectiva, o jogo de hoje é um jogo importante, não só pelo 4º lugar mas também porque, para o futebol nacional, são importantes todos os jogos em que há alguma coisa em jogo, ainda por cima com equipas que estão num bom momento e têm qualidade para proporcionar um bom espectáculo.

Acho que é assim que se passa nas ligas europeias que promovem o futebol e promovem os jogos, principalmente os que envolvem boas equipas. Neste momento o interesse da liga resume-se à conquista da mesma por parte do Porto, o que a não acontecer é apenas por demérito próprio, e à escolha de quem fica no 2º, que deve ser à vez, e para a CS é isto o futebol nacional. A luta pelo 4º lugar não merece o mínimo destaque, isto quando todos sabemos que os três primeiros lugares estão reservados e o 4º lugar é o título para os restantes clubes. Ninguém promove estes jogos e por isso não admira que os estádios estejam vazios.

Para o Belenenses estar envolvido nesta disputa pelos lugares de cima e é bom, mas temos que saber lá estar encarando estes jogos de uma maneira diferente e mostrando que a competição ganha com isso. Enfim, espero um grande jogo logo e espero que as declarações do JJ, a dizer que ia rodar jogadores em Braga, seja táctica.

Saudações Azuis»

Da manipulação da informação

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Já aqui tinha denunciado várias vezes (1, 2, 3) a manipulação da informação por parte dos jornais desportivos lisboetas. Gabriel, no Blasfémias, denuncia a forma como A BOLA, TVI e Record manipulam informação a propósito da mentira assumida pelos médicos do clube da Luz.

O Conselho Disciplinar da Ordem dos Médicos não terá uma palavra a dizer sobre esta mentira?

A feijões

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O jogo de amanhã já está a ferver. Jorge Costa relembrou a forma indigna como os jogadores do Braga foram recebidos em Lisboa.
Os adeptos do Belenenses, desalentados por não se conseguirem mobilizar em torno da sua equipa, dizem que o «jogo é a feijões». Compreende-se. É-lhes indiferente ficar em 4º ou em 5º, como na época passada também não contou terem perdido no campo, ficando abaixo da linha de água. Mantiveram-se através de jogos de bastidores e golpes de secretaria.

O Braga recebe o Belenenses com toda a humildade. Este jogo não prova nada.
O 4º maior clube português, por tudo o que tem sucedido nas últimas 5 épocas, vai continuar a ser o Braga. O resto já passou à história.

Lisboa, a capital

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Parolândia, no Idolátrica

A Importância das Mães

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Jonah Lehrer, no blog The Frontal Cortex, dá destaque ao debate em torno do estudo "Maternal Presence Serves as a Switch Between Learning Fear and Attraction in Infancy" (by Stephanie Moriceau and Regina Sullivan, in Nature Neuroscience, 9 July 2006), que descreveu a importância da presença materna no desenvolvimento dos ratos recém nascidos.

In their recent Nature Neuroscience article, researchers Stephanie Moriceau and Regina Sullivan explore learned olfactory preference and aversion as mediated by maternal presence. In this study rat pups were exposed to a peppermint odor that was paired with a light (0.5 milliamp) shock -- a classic conditioning exercise that taught the pups to associate the odor with the shock. It has long been established that a mature rat exposed to such conditioning will learn to avoid the associated odor. It is also well established -- but less well known -- that an extremely young rat pup (less than 8 day old) exposed so such conditioning will actually become attracted to the odor. This study by Moriceau and Sullivan, however, discovered that there is a period during rat youth during which the reaction to the odor-shock conditioning -- that is, whether the rat learns to prefer or avoid the odor -- depends on whether the pup's mother is present during the conditioning. It's a fascinating finding that raises intriguing questions about human behavior.

Em Portugal, a importância das mães nos períodos precoces do desenvolvimento também tem sido objecto de estudo no Grupo de Neurociências do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e da Saúde.

Links
The Importance of Mothers
Mama's Boys are Braver
Stephanie Moriceau
Regina Sullivan
Neurosciences Research Domain of ICVS

Podia ser no Uganda, Venezuela ou Cuba II

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Segundo o Jornal de Notícias, a campanha termina animada na Madeira

Uma militante do PS Madeira foi ontem atingida nas costas, sem gravidade, por um tiro disparado de uma arma de chumbo, confirmou o secretário-geral do partido, Vítor Freitas, citado pela Lusa. O incidente deu-se nas imediações da zona da Nazaré, na Rua Estados Unidos da América, na altura em que era organizada uma caravana automóvel, no último dia de campanha para as eleições regionais de amanhã.

Morte definitiva

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A Bracalândia de Braga morreu.
Penafiel, no vale do Sousa, é a terra escolhida para receber o maior parque de diversões do país e um dos símbolos da Braga do pós-25 de Abril.
Mais uma enorme derrota para a cidade de Braga e para a região do Minho, às mãos da prepotência, inabilidade e incompetência do executivo de Mesquita Machado.

Intolerância Religiosa

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Os ideais de intolerância, por muito ridículos que sejam, ganham mais adeptos do que seria suposto numa sociedade culta. A intolerância religiosa também não abranda e parece estar mesmo a acentuar-se.
Esperam-nos dias mais difíceis do que imaginámos.

O Pastor Josué, a Disney e o Satanismo
Como é possível alguém dizer tantos dislates?

Ahmadinejad accused of indecency
No Irão, a intolerância religiosa é para todos.

A política do lixo

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Os vereadores da oposição questionaram Mesquita Machado sobre as deficiências que se vêm acentuado na recolha de lixo na cidade de Braga e que coincidiram com a privatização da AGERE para pagar as megalomanias e os devaneios pré-eleitorais do Presidente da Câmara.

Mesquita Machado disse que "no passado, já não havia recolha de lixo aos feriados". Mas eu, ao contrário do que fizeram os vereadores da coligação, respondo-lhe: "É mentira, senhor Presidente".

O serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos, prestado pela AGERE, tem vindo a degradar-se nos últimos tempos. Basta abrir a porta de minha casa para me deparar com um deplorável acumular de lixo. Mesmo após repetidas denúncias e contactos, a cena repete-se todas as noites: o percurso de recolha ignora uma rua com inúmeras habitações e, como tal, o lixo é depositado em frente à minha casa. Os cães vadios, que em Braga nunca são recolhidos, tratam de espalhar o lixo que depois é insuficientemente recolhido pelos funcionários da AGERE.

A AGERE funciona bem? Venha a Gualtar, senhor Presidente.

Blogging For Inclusion

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Today I join more than 200 other bloggers in blogging against disablism.
O Avenida Central junta-se a mais de 200 blogs mundiais na luta contra a discriminação da deficiência.
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Disablism
Discriminatory, oppressive or abusive behaviour arising from the belief that disabled people are inferior to others.
"Mi vida en tus manos", um filme de Nuno Beato

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